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sexta-feira, 5 de março de 2010

Só era preciso um as de paus...

Ola leitoras e LEITORES !
Eu sinceramente não ia escrever esse conto agora, mas devido a insistência de muita gente e da própria pessoa em questão que autorizou, a aninha que é uma pessoa meio tímida para essas coisas, eu decidi como foi a minha vingança, juro que não planejada, para a aninha.
Vocês lembrando do meu doutor né ? Então depois daquele dia nós começamos a sair outras vezes ele não era só bonito ele era inteligente, ai me perguntei o que diabos leva um cara a ser ginecologista, e gamei pela sua resposta , ele me disse que não verdade ele não queria ser ginecologista e sim obstetra (que cuida de gravidez e parto) desde criança ele brincava de medico (hahaha sei...) e gostava de fazer parto nas amiguinhas, de ver elas gravidas e ele queria muito ser pai, aquilo me comoveu agente pensando que era um menino tarado que queria ver bucetinhas e o cara me diz uma coisa dessa ? Gamei na hora!
Mas um certo dia agente tinha combinado de sair mas ele ligou dizendo que não poderia que iria ficar no hospital, mesmo saindo com um medico não achei que ia passar por isso, ninguém aparece com uma emergência na bucetinha para chamar o ginecologista, mas como obstetra esqueci que as vezes os trabalhos de partos levam horas, enfim ai eu la desolada em casa morrendo de tédio, liguei pra aninha, queria saber o que ela ia fazer, ela disse que ia ficar em casa, que o namorado dela que mora longe não ia vir, já faz um tempo que eles estavam meio assim e ela tava chateada, então fui até a casa dela, fazer companhia pra ela, chegando la ficamos vendo filme e comendo porcarias, duas carentes comendo chocolates chorando vendo filme romântico, tadinha de nós, quando era las pelas 2 da manha o filme já tinha acabado, estávamos deitadas nos colchonetes conversando e toca o meu celular, era ele perguntando se eu queria fazer alguma coisa, disse para ele se juntar a nós, quando a aninha disse que não que não ia ficar de segurar vela, ai disse para ele trazer uns dois amigos, só pra aninha não ficar sozinha, ele disse que tudo bem, nem havia desligado e já estávamos indo para o quarto, nos arrumar. Fizemos mo zona , foi dificil achar uma roupa da aninha que servisse em mim, ela é pequeninha e tal, então ela pegou uma roupa da irmã dela, não era o meu melhor,mas era melhor que a minha eu acho, tinha ido para la, toda largada, não imaginava que fosse ve-lo, mais foi o que serviu, uma calça legging, uma blusa larga tipo abadá, de deixei a blusinha que eu estava por baixo mesmo, eu caprichei na produção da aninha, como ela tava meio chateada com o namorado então nada melhor que uma caprichada no visual... tava com uma saia e uma blusa de botões , meio social, linda demais a minha menininha. Então fomos pra cozinha prepararmos as bebidas, ficamos la um bom tempo preparando e bebendo já claro, afinal os meninos estavam demorando.
Por finalmente chegaram, meu doutor e um amigo dele, menino simpático, ou como chamam ele “entrosa fácil”, nos conhecemos brevemente e fomos pra sala, ligamos os som e ficamos conversando, até que decidir o que fazer, eu estava girando a garrafa vazia de vodka com o garoto novo disse que isso parecia verdade ou desafio, aquele jogo do colégio lembra ? Hahaha então decidimos voltar as origens e brincar disso novamente, mas claro que ia ter que rola algo a mais, decidimos que a cada 4 verdades a quinta era obrigatoriamente um desafio, e assim começou nosso joguinho. Começaram com verdades razoavelmente leves, com exceção da minha, queria ver aquilo pegar fogo, então logo chegou o primeiro desafio, o garoto novo desafiava o medico, ele então pediu que dissesse sacanagens no ouvido de alguem, mas todos tínhamos de escutar, obivamente já fui me preparando para ouvir, quando ele se levanta passa por mim e vai até a aninha, ele diz olhando pra mim, aquele filho da p*ta tava querendo me provocar ciumes, e disse “sabia que você tem uma bela bundinha? Queria era te xinxar e fazer você tremer na base sentindo meu pau duro”, eu já comecei a me empolgar, e o jogo rolando e as perguntas aquecendo também até que caiu um desafio entre eu e a aninha, era a minha vez de fazer ela pagar, disse queria que ela fosse até a janela e mostrasse os peitos pra todo mundo e gritasse para todos verem, ela ficou vermelha de vergonha, ela era meio tímida mas jogo é jogo, e la foi ela e mostrou aquele seios pra toda a vizinhança, e voltou pra mesa, vi que o nosso colega gostou muito desafio passou a olhar a aninha sem parar e ela correspondia esse olhar de uma jeito acanhando, meio se sentindo culpada pelo namorados, mas assim prosseguimos e as perguntas iams acabando até que a aninha perguntou qual era o desejo dele, e ele respondeu “strip poker” era a nossa deixa já me levantei pega na mão da aninha e perguntei se ela tinha aquele baralho, ela ficou meio relutante mas todos pediram e ela acabou cedendo, e ela foi pegar, fui com ela, chegando no quarto ela me chamou de louca, queria saber o que eu estava querendo fazer, eu disse que só queria que ela fosse feliz, sem medo, queria que ela liberasse seus desejos e não ficasse presa a um cara que nem da bola pra ela, que aquele cara lai na sala tava morrendo de vontade de ficar com ela e sabia que ela também queria, mas ela disse que era maluquice minha., pegamos o baralho e voltamos pra sala e começamos o jogo, aquele garoto era muito esperto , ele sabia jogar muito bom poker, ele conseguia se despir e vestir quando quisesse, se mostrando pra aninha porem sem se comprometer, a aninha sa estava muito empolgada, quando ela perdia uma peça ela vazia uma dancinha, sensual, sua blusa foi tirando aos poucos, desabotoando um por um, fazendo caras e bocas provocando o nosso convidado, eu não queria ficar atrás, quando perdi minha calça eu rebolei bastante, mostrando e escondendo minha bundinhas, querendo provocar o meu doutor, até que estávamos na mesa eu só de calcinha e meia, meu doutor de calça e cueca, aninha só de calcinha, e nosso amigo safado viciadinho em poker só estava sem camisa. E aninha perdeu, perdeu a ultima peça de roupa e teria que pagar uma penitencia, ela então revelou a sua bucetinha para nós, os meninos não repararam mas eu vi que ela tava molhadinha de tesão, meninas se ligam mais nesses detalhes, agente vê a vermelhidão destacar na pele branquinha, deve ter se esfregado a noite toda, morrendo de tesão, mas não bastava ali peladinha para nós ela teria a sua penitencia, e nosso colega nem falou nada, se posicionou e passou a mão sobre o pau dele, já entendemos que ele queria uma bela mamada da aninha, concordamos e ela mesmo sobre protesto teve de cumprir, ela então se ajoelhou e começou, tirou seu pau pra fora e começou a dar beijinhos, ela fechou os olhos e não abriu mais até acabar, ela sugava suas bola e deixou o pau do cara sobre o seu rosto, parecia aquelas vadias de internet, mamou com gosto, lambia a cabecinha, lambia o pau dele, sugava com vontade, eu sabia que a aninha num era muito experiente, depois de um tempo me confessou que se inspirou nas coisas que eu contava pra ela, e ela tinha aprendido direitinho, a danada tava me dando agua na boca, sentei no colo do meu medico e ficamos assistindo, ele ficou me masturbando e pegando nos meu peitinhos, mas também não queria perder um segundo, vendo a aninha cair de boca no pau do amigo dele, mas aninha me surpreendeu, quando cara estava prestes a gozar ela se levantou e achamos que estaria tudo terminado, mas ela sentou no colo dele e começou a beija-lo ajeitou o pau dele na sua bucetinha e rebolar no pau dele, ela estava fazendo sexo com um estranho, e na nossa frente, foi muito excitante, acabei com a minha bucetinha vendo ela metendo, ela realmente se soltou, cavalgava, rebolava, de quatro, 69, um vídeo porno ao vivo, nunca vou me esquecer daquelas cenas..

sexta-feira, 26 de fevereiro de 2010

Santo Remedio

Ola leitoras !
Sabe uma discussão que sempre rola nas rodinhas de meninas pelo menos uma vez na vida e que eu sei que habita a mente de muito namorados ciumentos. ginecologista homem ou mulher ? Acho que no meu caso não importa muito né ? Homem ou mulher eu causaria ciumes do mesmo jeito. Mas todo homem tem ciumes de ginecologista, talvez porque não sabem o quanto desconfortante uma ida ao gino, a ultima coisa que pensamos é em sexo, na verdade depois dos exames quase você chega a odiar fazer sexo, mas teve uma vez que eu tive essa loucura...
Vocês lembram da época da faculdade em que eu morava com as meninas em um “apertamento”, fiz grandes amigas lá mas com o tempo agente vai se distanciando, exceto a ana. A aninha como gosto de chama-la virou minha medica particular e amiga confidente, sempre que podia eu ligava para ela e ficávamos horas no telefone, isso quando ela não ia em casa, ver filme, comer pipoca, era como se eu voltasse a infância,quando sua melhor amiga vem dormir na sua casa, aninha era uma uma menina em corpo de mulher, menina meiga , romântica, sempre sorridente, tudo que eu dizia era motivo de boas gargalhadas para ela , mas acho que muitas vezes era a maneira dela não mostrar que estava excitada com o que eu contava para ela, ela me chamava de louca, mas eu sei que no fundo ela estava molhadinha cheia de vontade de fazer igual, ela era muito tímida em todas as fotos ela sempre saia escondida atrás de alguem só aparecia o seu rostinho, mas sempre sorrindo. Mas também era uma mulher, bonita bem decidida, tinha muito respeito por ela como profissional também, ela tinha o cabelo castanho claro, bem claros, olhos castanhos, bem vividos, elas vivia com um brilho encantador no seu olhar, era baixinha mas com algumas curvas, tinha coxas grossa, e como vivia de branco, acentuava mais a suas coxas e bunda.
Um belo dia estávamos saindo de um barzinho, tínhamos idos tomar umas cervejas e jogar conversa foras, desetressar um pouco, como ela é a minha medica disse para ela me recomendar um ginecologista novo, mas alguem de confiança porque a minha bucetinha é bastante judiada então precisava de alguem para quem eu pudesse me abrir(rs), ela então disse que no dia seguinte me indicava um grande amigo, dito e feito, então marquei a minha consulta, mas ela esqueceu de me avisar que era no olimpo, porque aquele medico só podia ser um deus grego, branquinho como se no olimpo não tivesse sol, cabelos bem negros e lisos, olhos meio esverdeados meu mel, sinceramente não quis ficar olhando muito, ou eu ia perder a compostura.
Coloquei então aquele avental e enquanto ele se preparava, colocando as luvas, reparei que ele tinha mãos fortes, adoro homens assim, ele parecia daqueles médicos que levam a saúde muito a sério, ele era musculoso, fiquei imaginando ele correndo no parque , com aqueles shortinhos e aquelas pernas de fora, ai meu deus ! ele então se aproximou e me deixou entre seus braços para poder ajeitar melhor o laço do avental, quando ele chegou perto pude sentir o seu perfume, era másculo, perfume que eu jamais consegui achar igual, devia ser importado ou algo assim, então ele me disse “preparada?” quase que respondi “já cheguei molhadinha doutor” (rs), então me sentou na cadeira e abriu as minhas pernas, ele com certeza reparou que eu estava excitada, minha bucetinha devia estar encharcada, abertinha e meu cuzinho piscando sedento por rola, pois olhou pra mim e deu um sorriso daqueles bem sacanas, então como é de praxe ele avisou que eu ia sentir um geladinho, mas o que eu queria mesmo era sentir um quente, mas ele estava brincando comigo, aos separar os lábios eles passou “sem querer – querendo” o dedo pelo meu grelinho e meus lábios, e introduziu o “bico de pato” bem devagar, como se fosse a rola dele entrando, quando ele tirou ao invés dele tirara as luvas ele continuou com as luvas, continuou sentado, dizendo que a aninha tinha me contado sobre mim, sobre as minhas peripécias, ah mas eu queria matar aquela safada naquela hora, ela fez de proposito, e deixou o medico morrendo de vontade de me comer contando as minhas historias, eu então sorri e deixei a brincadeira rolar disse que era sempre um prazer conhecer alguem que gostasse das minhas historias, então ele entendeu o recado e passou a passar os dedos na minha bucetinhas, disse que queria tirara minha temperatura, então senti um termômetro gelado no meu cuzinho, ele foi enfiando os dedos dele , ele enfiava bem fundo, e mexia bastante, queria mesmo me ver gozar, e não foi muito difícil, logo eu estava tomada pelo prazer, ele então tirou uma bacia de metal e disse que queria me ver mijar, eu simplesmente aliviei o meu corpo, deixei que o orgasmo relaxasse todos os meus músculos, até que comecei a fazer xixi, mal terminei e ele já estava com a boca lá, caindo na tentação, ele era uma pessoa saudável, sua língua era agitadíssima, ora me lambia do começo ao fim, como um cachorro faminto, ora ele estava me penetrando com a língua, ora chupava e mordiscava o meu grelinho, me sentia sugada, mas quando ele começou a lamber o meu cuzinho foi o auge, passei a mão em seus cabelos e puxei, estava gozando e ele fez questão de tomar até a ultima gota do meu melzinho, mas eu estava em divida com ele e com a aninha, com ele foi fácil resolver, me levantei da cadeira peguei ele pela mão, fiz ele sentar naquela cadeira dele, aquelas cadeira grandes sabe ?, peguei uma daquelas luvas e coloquei, então coloquei seu jaleco branco de lado, abri o cinto e arreei as suas calças, então pude ver aquela pau formidável, mas ele não estava no ponto, meio mole meio duro, o que é muito bonito de se ver também, então comecei a punheta-lo, com aquelas luvas cirúrgicas que pareciam ser um fetiche para ele, então tão rápido já estava duro eu comecei a lambe-lo, lambia suas bolas, olhando para ele, fui lambendo o pau dele subindo devagar até chegar na cabeça, e desci chupando aquele pau todo, eu forcei a pele bem para baixo, deixando toda cabeço exposta, eu chupava e olha pra ele, com cara de “estou fazendo certo, doutor ?” até que que ele gozou enquanto eu lambia a suas bolas, então tive compensar subindo, lambendo seu pau enquanto a porra escorria...
foi uma experiencia incrível, mas eu ainda tinha que me “vingar” da aninha, e o medico me ajudou, mas essa vou ter que deixar para a próxima

terça-feira, 23 de fevereiro de 2010

PROMOÇÃO "ENVIE O SEU CONTO"

olá leitores e leitoras !

estou aqui para anunciar a promoção que ira eleger o melhor conto enviado por vocês

para isso aqui estão as regras:

  1. Os contos devem ser entregues (não enviados) até o dia 14/03
  2. precisam ser sobre sexo
  3. 3 os contos precisam ser em forma de narrativa (ou seja precisa ser uma historia)


algumas recomendações:
  • os contos NÂO precisam ser verdadeiros, podem ser totalmente fantasia
  • os contos NÂO precisam envolver de forma alguma a minha pessoa
  • os contos NÂO precisam ser explícitos, podendo usar de literatura poética ou forma literatura que achar mais conveniente
  • os contos NÂO precisam de identificação real, podendo usar um "apelido"
    tanto como autor como em nome dos personagens
  • Os contos NÂO precisam ser publicados nem aqui nem no livro caso não seja desejo do autor



prêmio


o premio será decidido de comum acordo entre o autor e eu, no valor correspondente de até $50

lembre-se que todos serão escritores amadores e a maioria sem experiência, então não fiquem acanhados, participem e boa sorte

os contos devem ser enviados para "do_yobi@hotmail.com" contendo no assunto o nome da promoção e o seu nome e "apelido" (caso não queira ser identificado)

A Cavalgada Parte II

Olá leitoras !
Desculpe a demora gente, mas aquele forsmpring tem me tirado o sono, mas vamos ao que interessa a continuação do conto....
Não só a diversão de vocês foi interrompida como a minha também, quando senti algo vibrar na calça dele, e com o pau dele na minha guela, não podia ser boa coisa, era o seu celular, seus amigos estavam indo embora, ele então gentilmente me deu um beijo e me convidou para ir com eles, disse que eles iria ma par o recanto do nefelibatas (era um lugar no meio do mato) fazer um som, falar bobagens e beber. Queria ver aquele caipira cantar , com aquela voz rouca então aceitei, ele me apresentou os amigos e amigas dele e assim partimos, fomos o caminho todo conversando e nos conhecendo melhor, nossa eu podia olhar pelo retrovisor que meus olhos brilhavam e claro que fui tentando ele enquanto dirigia, falando sacanagens em seu ouvido, passando muita mão com firmeza nas suas pernas sobre a calça jeans grossa. Até que la chegamos, logo nos aprontamos, fizemos uma fogueira e começou o som, ele tocava violão e uma moça cantava , moça bonita por sinal, loira, do tipo mulherona sabe, com uns peitões e uma cinturinha de dar inveja a qualquer uma, um olhar sedutor que acho que se ela viessem até mim eu não recusava, era realmente uma mulher bonita e tinha uma voz que me arrepiava, mas eu estava ali para ver o meu caipira, e vi dois porque mal a madeira da fogueira estava estalando e a bebida já estava no meu sangue, eles trouxeram de tudo, whisky, vodka, tequila, sake, cerveja a rodo, tudo que você podia imaginar e ele mandando tudo para dentro, eu não queria fazer feio, não podia parecer uma menininha perto do meu cavalo xucro. Então comecei a beber e beber sem parar, logo eu estava bêbada, e para sorte de vocês e azar o meu eu lembro de tudo...
Eu já tinha perdido a vergonha aquela altura, já estava gargalhando sem parar sentada no colo dele, rebolando disfarçadamente, mas não podia ser julgada porque todo se encontravam em estado alcoolizados, eu queri meu homem ali mesmo, eu não deixei mais ele tocar violão,então ligaram o som do carro, eu o beijava sem parar, eu estava insaciável, ele tinha que ser meu, todo meu, não liguei para quem estivesse olhando, me levantei e comecei a fazer um strip, acho que não minha mente só estávamos eu e ele, porque eu fiz o strip para ele, mas obvio que todos estavam vendo... abri minha blusa num puxão só , estourando todos os botões, e fui fazendo dengo, mostrando o ombro, dançando, rebolando, girei a blusa e arremessei, comecei a subir a blusa branca, mostrando aos poucos a minha barriguinha, primeiro o abdômen, mostrando o umbiguinho, mas queria deixar isso mais interessante, desci a blusa de novo e tirei o sutien por baixo da blusa , eu estava muito excitada com aquilo, com o álcool perdi a vergonha então só me restava o tesão o bico dos meus seios estavam durinhos feito pedra, marcavam a blusa,cheguei mais perto e fui atiça-lo, coloquei meus peitos na cara dele e esfreguei, eu podia ver o volume na calça dele, e passei a mão em sua nuca e no seu cablo curto, espremendo-o contra meus peitos. Então me afastei para começar a dançar de novo, ele relinchou como uma cavalo no cio, eu podia ouvir ao longe as risadas, mas nada que me fizesse perder o foco, logo tirei a blusa também , ficando com os peitos de fora, isso já seriam de mais para muita gente, mas eu não sosseguei, estava endemoniada pelo álcool, e comecei a ameaçar a tirar a calça, baixando a cintura, mostrando a minha pélvis, deixando que ele ficasse tentado a ver o resto, rebolando fui arreando também a minha calça,e confesso que quase cai de tão travada que eu estava, mas vocês consegue imaginar uma garota que vem de fora e no primeiro dia já estava rebolando só de calcinha ? Isso foi pouco para mim eu fui até aquele loira gostosona que estava do lado dele , ela ficou meio sem ação e dei um selinho nela, só pq sei que homens adoram isso, mas logo voltei para a minha dança, mas faltava a ultima peça de roupa a minha calcinha eu fui a té ele e o tirei para dançar, rebolando no pau dele, ele passava a mão pelo meu corpo, apertava meus peitos, e se pôs a tirar a minha calcinha, dei um tapinha não mão dele, ele ficou assustado, achou que tinha passado dos limites, ah meu gentil caipira, não sabia com que estava se envolvendo, eu mesmo tirei a minha calcinha, sem dobrar a perna, deixando minha bundinha empinada e me mostrando todo pra ele, ele foi a loucura, então me puxou e começou a me beijar enquanto tirava suas próprias roupas, íamos ter sexo ao ar livre e na frente de todos, ele jamais vai esquecer aquilo, vendo todos olhando para ele com cara de inveja, vendo uma garota mamando gostoso no seu pau, os caras com inveja dele e as garotas com inveja de mim, mas ele era meu e eu era dele, todo dele, fizemos de tudo naquele dia, eu cavalguei como uma verdadeira cowgirl, rebolava com gosto naquele cacete, subindo e descendo, minha bucetinha estava sendo judiada , eu subia até quase a cabecinha e sentava com força até sentir as bolas dele, eu estava entorpecida nem senti aquela dorzinha quando comecei a sentir o pau dele no meu cuzinho, eu estava por cima então eu controlava a velocidade, mas eu pudia sentir com prazer cada centímetro dele dentro de mim, tão logo ele estava todo eu comecei de novo a cavalgada, até então nunca tinha experimentado isso e quer saber acho que preciso andar mais a cavalo....
Acordei meio zureta, com dor nas costas, com vontade de vomitar, peguei as minha coisas e fiquei sentada com uma cara de ressaca, sem olhar para ninguém, esperando ele me levar de volta nem dei beijo nele com medo de vomitar nele, mas ele me deu o telefone dele para eu ligar para ele, logico que nunca mais liguei depois do vexame.

sábado, 13 de fevereiro de 2010

Atenção meninas....

Olá leitoras...
Os leitores que me desculpe mas hoje eu gostaria de falar com as meninas, mesmo que aposto que você gostem disto.
Eu sei que estou devendo pra vocês a segunda parte do conto de barreto mas não pude deixar essa historia quieta, recentemente fui recriminada e descriminada e gostaria de compartilhar com vocês isso. Eu queria gostar falar sobre masturbação feminina, um assunto que as meninas se incomodam em falar, quando não trombamos com aquelas hipócritas, mal resolvidas que acham que isso é coisa de gente tarada. Sempre falamos sobre um garoto se masturbando, mas quando é uma garota que diz que se masturba todos lhe olham estranho com cara de nojo, como aconteceu comigo ontem, uma garota na mesa do bar me olhou com desprezo, quase como se eu eu dissesse que eu abusava sexualmente de crianças. È mais fácil eu me abrir com os meninos sobre isso do que com garotas, mas não pensei vocês que a vocês não tem culpa nessa historia, o ego de vocês atrapalha agente, porque muitos cara ficam com medo, enciumados, ficam neoroticos quando não usamos os seus pintos como única fonte de prazer, mas nós não podemos apenas pensar, viajar sem compromisso, assim como vocês fazem quando se masturbam ? Por que só vocês conseguem separar o auto-prazer do amor ?
Então veio por meio deste blog protestar, exigir o direito das garotas se masturbarem e assumirem isso com orgulho e conversar normalmente, sem medo de serem recriminadas, faço isso escrevendo sobre minhas prazerosas “siriricas”, acho essa palavra engraçada, mas masturbar soa meio correto demais. Como vocês provavelmente já leram eu aprendi a arte da siririca com a minha irmã e dependendo da época eu me faço mais ou menos.
Eu já fiz de tudo que é jeito, comecei realmente aos 14/15 anos, com a clássica técnica do bidê, lembro de um dia chegar da escola com muito calor, cheguei direto para o banheiro, tinha terminado de fazer xixi, mas fiquei sentada, com as calças arreadas, pensando em nada, me reclinei e fechei os olhos, fiquei por um minuto ali, quinta, sentindo o vento bater em meu corpo suado, aquilo me dava uma sensação agradável, logo comecei a me tocar, bem devagarzinho, bem suave, só aprimorando o meu tato, fiquei molhadinha fácil, eu passava os dedos pelos lábios, enfiava os dedos bucetinha a dentro, eu queria saber o que tinhas la no fundo, eu estava me descobrindo, tocava em todas as partes, alternava entre forte e fraco, entre rápido e devagar, para saber como eu gostava mais, chegando ao grelinho eu comecei a esfrega-lo, cada vez mais rápido e mais forte, eu estava me aproximando do meu primeiro orgasmo, mas eu queria mais, então olhei para o lado e la estava o bidê, eu olhei pra ele, ele olhou pra mim e foi paixão a primeira vista, terminei de tirar as minhas roupas, fiquei peladinha, me posicionei de uma maneira bem confortável, e liguei, aquele jato forte foi direto na minha bucetinha, um jato fortíssimo e gelado na minha bucetinha quente e úmida, não demorou muito para que eu gozasse, levantei e fui almoçar. Confesso que sempre que fico em um hotel a primeira coisa que eu faço é ver se tem bidê, agente nunca sabe quando vai precisar...rs.
Outra vez que me lembro foi quando fui ao cinema, sozinha fui ver um desses filmes de adolescente, era de tarde, tinha saído da escola e ido direto, estava de uniforme, shorts-saia de lycra azul marinho e blusa branca, então tinha pouca gente na sessão, estava escuro, e eu vendo aquele gatinho na telona começou a me dar vontade de bater uma sirirca ali mesmo, o medo foi meu facilitador, comecei me tocando por cima do shorts, discretamente, mas vendo que ninguém estava nem aí pra mim, comecei a me tocar por baixo do shorts, eu prendia a respiração para não fazer barulho, eu fiquei de olhos abertos o tempo todo, olhando, mas meus dedos estavam cravejados em minha bucetinha, um entra e sai frenético rumo a um gozo alucinante, quando minha mãe foi me buscar ela perguntou por que eu estava com aquele sorriso bobo, mas eu desconversei.
A minha perdição começou quando minha irmã se mudou, assim tinha um quarto só pra mim, bastava eu fechar a porta e eu podia me acabar de prazer, foi quando conheci outro parceiro meu, o travesseiro, meninos agradeçam a ele por esse meu gingado, por gostar de rebolar em cima de uma rola, o que eu mais adorava fazer, era cavalgar em cima dele, eu punha ele entre as pernas, me posicionava e la ia eu rebolando, esfregando o meu grelinho na fronha áspera, eu me acabava, terminava toda suada, depois de vários orgasmos, com as pernas bambas. Outra grande amiga minha é a minha escova de cabelo, eu lembro de ter escolhido a dedo, fiquei muito tempo analisando várias e minha mãe sem entender por que eu estava tão indecisa para escolher uma simples escova de cabelo, ela é fina na ponta e vai engrossando, ela é cheia de alto relevos, fendas e textura, serio acho que quem fez aquela escova sabia que alguma garota com ctz tocaria uma com aquilo, ela é sensacional, me da muito prazer, adoro enfiar ela todinha na minha bundinha, aquele entre e sai frenético na minha bundinha me deixa alucinada, eu fico pilhada, eu não consigo parar, e orgasmo atrás de orgasmo até a exaustão, é quase tão prazeroso, quanto sentir uma rola de verdade fodendo meu cuzinho apertado.
Por isso meninas, se masturbem bastante, esfolem essas bucetinhas, vocês também merecem ter prazer, se curtirem, ajuda na auto-estima e na própria aptidão sexual, aposto com qualquer um que garotas que toca uma siririca é mais feliz e faz sexo bem mais gostoso

quarta-feira, 3 de fevereiro de 2010

A Cavalgada - Parte 1

Ola leitores e leitoras !
Como vão vocês ? Eu vou bem, obrigada.
Eu já estive em muitos lugares, mas nunca vi algo como da vez que fui para o interior, povo gente boa, varias casas dormindo de janelas abertas, algo que eu jamais vi em outro lugar. Tive essa experiencia quando eu fui para barretos, cobrir o internacionalmente famoso rodeo de barreto, festa linda, é muita gente da pra se perder, mas a alegria é contagiante você não consegue ficar parada, fora o clima de pegação que rola, e vocês sabem que eu adoro isso não é ?
Vamos então ao conto de hoje. Eu estava apenas passeando, fotografando tudo, as pessoas felizes, clicando sem parar no disparador. Quando em um estante eu parei para ajeitar o foco, e vejo um rapaz se levantar, pelo amor de deus... e que deus, era uma versão máscula de demeter, deusa grega da colheita, aquele cara tinha presença, alto e forte se destacou na multidão só de ficar de pé. Um tipico ser divino do interior, com direito a chapéu de cowboy, cinto , fivela e barba por fazer, só faltava estar mastigando trigo. Que delicia de homem, fui sem querer querendo me aproximando e ele la concentrado em ver os cavalos, quando cheguei mais perto pude ouvir o som da sua voz, era forte, rouca e com um sotaque maravilhoso , que me fazia rir cada vez que ele puxava o “r”, ele percebeu que era dele que eu estava rindo, e veio perguntar por que a moça da cidade estava tirando sarro dele. Eu parecia tanto assim uma “turista” ? Eu havia caprichado, querendo me misturar, estava de calça jeans clarinha bem apertada (quase morri pra entrar nela), atochada pra falar a verdade, bota, blusa branca regata e blusa xadrez por cima e chapéu. Quando perguntei isso a ele ele vem pertinho de mim e diz que havia uma grande diferença entre quem vive la e os que acham que se vestir para festa junina é a mesma coisa, eu me senti horrível naquele momento, mas ela ainda havia de completar dizendo que era como se pudesse sentir o cheiro de carne fresca, e me deu uma cafungada, que me deixou molhadinha ali mesmo, ele me perguntou então se eu queria conhecer de verdade as pessoas do interior, lógico que ele queria dizer conhecer o pau de alguém do interior, mas não me neguei a esse sabor também, ele foi me levando para o estacionamento, conforme íamos passando só via os vidros embaçados, os carros balançando, e logo paramos frente a uma pickup, uma S10, meio velinha, mas conservada, ele parecia ter carinho pelo carro, então baixou a portinha da caçamba e me ergueu, me deixando sentada, me senti uma criancinha sendo colocada no caldeirão, mas contanto que eu recebesse meu leitinho tava tudo certo. Logo se aproximou e me beijou, era uma beijo diferente, era forte mas ao mesmo tempo delicado, eu sentia a vontade dele, mas a preocupação de me agradar, de ser gentil com a minha pessoa, algo que jamais esquecerei, então decidi dar a ele... ah vocês já entenderam.
Eu passei a mão em seus rosto, puxando o contra mim, eu queria mais, ele entendeu o recado e me prensou contra ele, ela era forte, tinha uma mão rija, de alguem que trabalha na roça, acorda as 5 da matina, a sua mão áspera contra minha pele branca e delicada me dava arrepios, que pegada aquela cara tinha, ele era puro desejo, mas não era agressivo, era suave, logo tirei a blusa xadrez, , ele me ajudou com a blusa branca e com o sutien, eu estava suada, estava muito calor mas ele parecia estar adorando, chupava meus peitinhos com vontade, parecia estar se divertindo como uma criancinha. Quando ele passava a língua no meus mamilo durinhos eu suspirava, até a lingue dele ela forte, pelo amor de deus o que esse cara tinha ? Decidi ver se tudo era forte mesmo, então fui descendo pelo seu corpo, peludo, coisa de macho, ele parecia xucro. Abri o zíper e tirou o pau dele pra fora, meu deus do céu, era enorme, serio eu não ligo pra tamanho, mas não posso negar que uma coisa grossa e dura daquela não me faz tremer na base, é inevitável, eu como adoro mamar num cacete, não pensei duas vezes e cai de boca, mamei feito um bezerrinho, adoro essa sensação, de ver a cara de prazer deles, de sentir a boca preenchida, eu não chupo por eles, eu fico molhadinha, adoro chupar , lamber a cabeça, beijar ele todo, chupar até as bolas, me da agua na boca só de pensar, e sem esquecer do leitinho quente que desce pela minha garganta...
Continua...

segunda-feira, 25 de janeiro de 2010

Que Super-Homem...

Ola leitores e leitoras !
Como vão vocês ?
As vezes me sinto como uma criança inocente , mesmo que alguns descordem. Quanto mais eu conheço as pessoas, mais elas me surpreendes, pessoas as quais eu jamais suspeitaria que fizessem as coisas que eu escuto. Hoje pela primeira vez eu dou a voz a um homem, eu cedo esse espaço e faço dele as minhas palavras, pois sem palavras foi como fiquei, apenas ao ouvir daquela boca linda , que fazia movimentos delicados, suaves, como se fosse de sua própria natureza beijar e te levar aos céus. Me refiro a kal-el, um jovem amigo amigo do trabalho, ficamos próximo, ele me fazia rir, me fazia ficar felizes mesmo nos piores dias, e aos poucos foi me interessando por ele, mas isso acabou do dia que saímos pra almoçar e eu o indaguei o sorriso bobo em sua cara e ele me confidenciou...
“Você não acreditaria se eu te contasse, mas eu irei contar, apenas me deixa falar ouça até o final e não me pergunte nada , pois até agora não entendo o que aconteceu....
Eu faço faculdade la na ESPM, ta ligada né ? Então... tem uma mina, uma japonesa na minha aula de psicologia, que desde a primeira vez me chamou a atenção, ela entrou pela porta e eu não pude deixar de notar sua presença, ela estava tímida quase como se quisesse se esconder dentro dela mesma. Ela é do jeito que eu gosto tudo que eu mais tenho tesão em uma garota. Uma japonesinha, pequena deve ter por volta de 1,60m , cabelos curtos, daqueles que são fáceis de pegar de jeito que faz qualquer mulher arrear e ficar com a perna bamba, olhos amendoados pretos, com aquela forma característica da raça, peitinhos pequenos mas bem formados, durinhos tipo pera, saca ? Uma barriguinha seca, sem musculosa, com contornos que te levam ao pecado, me perdia fácil ali, e caralho , tem uma bundinha pequena mas redondinha, aquela que quando ficam de quatro você pode ver o cuzinho apontado pra lua todo enrugadinho, piscando pra levar rola. Eu logo pensei que eu precisava conhecer esta mina, ela me lembrava minha ex, lembra dela né ? Enfim... ela era meu sonho de consumo, ela veio toda tímida me perguntar algo que eu já nem lembro o que era, na verdade só conseguia olhar para aquela boquinha, pequena, com uma língua muito louca, vira e mexe ela dava o ar de sua graça, como se viesse ao mundo passear lentamente entre seus lábios. Descobri pelos corredores que havíamos amigos em comuns, fui perguntar sobre ela, eu queria saber mais sobre ela, o mlk me falou que ela namorava e ainda me alertaram sobre ela, que ela adorava provocar, se aproveitar dos homens. Mas eu nem liguei, afinal eu era vacinado pra essas paradas, deixei que rolasse, até que um dia ela vem falar comigo disse que sabia que eu tinha perguntado dela pro maluco, caralho que odio do filho da puta que me deu na hora, eu não sabia o que dizer achei que ela poderia estar brava comigo, achei que ia me dizer pra eu passear pq ela namorava. Eu não pudi mentir, então disse que sim e para minha surpresa ela ficou feliz com isso, ficamos amigos, mas de um tempo para ca a coisa começou a ficar seria, ela me contava coisas dela que eu acho que ela não contava para mais ninguém, ela me contava como gostava de ser pega de jeito, que gostava que o namorado gozasse na cara dela, mew nem fudendo eu acreditaria se ela mesmo não estivesse me contando, aquela japonesinha, delicada que a mãe não deixava nem ir na balada, acredita nisso ? As pessoas me dão medo, enquanto a mãe num deixa a filha ir na balada ela ta tomando gozo na cara na casa do namorado, puta mundo cão, bizarro pra caralho. E isso me deixou com muito tesão eu não conseguia mais durmir pensando em gozar naquele rostinho de anjo do oriente, ela ainda disse com aquela cara de safada que tinha pena de mim porque eu nunca havia conseguido fazer isso. Mew sem maldade, toda mina gosta de ser dominada, de ser tratada como cachorra na cama, eu não estou muito acostumado a isso, mas ela me transformou, eu parecia um viciado, louco pra come-la, pega-la de jeito como um animal no cio. E as provocações continuavam, agente se trombava no corredor e só faltava sair faisca, eu arrear a calça ele levantar a saia e meter ali mesmo. A cachorra dizia que amava o namorado, só pra me deixar mais com vontade, só pra dizer que eu podia desejar o quanto quisesse que quem comia ela era o namorado dela, e pior um dia chegou a me dizer que se ela não estivesse namorando era comigo que ela queria estar. Eu estava louco, mas aos pouco o jogo foi mudando, o feitiço virou contra a feiticeira, ela também já não se aguentava, fechava os olhos e suspirava se roçando no meu pau disfarçadamente. Então eu tomei uma atitude, puxei ela pelo braço e a levei para uma sala que não tinha ninguém, que ficava numa entrada meio escondida , as luzes apagadas mas as luzes do corredor me permitia ver tudo, a prensei contra a parede, ela relutou mas logo se entregou a sensação de impotência, ela não podia fazer nada, seu tesão era maior e eu também, hahaha. Beijava o seu pescoço, a cada cafunguada que eu dava ela se arrepiava toda e dava leves gemidos, meus dedos já estavam transpassado em seus cabelos, forçando a sua cabeça para trás. Fui descendo pelo seu colo, eu queria os seus peitinhos, e logo tive a gloria, levantei sua blusa e o sutien e comecei a chupa-los, eu parecia um bebe morto de fome, chupava com vontade até não caber mais na minha boca, minha língua guerreava com seus mamilos que estavam durinhos, o que mostrava que ela estava com tanto tesão quanto eu mesmo com todo o teatrinho de relutar. Mas logo a sua mascara caiu, ela passou a massagear a minha nuca e me pressionar contra o seu peito, ela estava tentou um orgasmo e prometi a mim mesmo que aquele ali seria só o primeiro, dizem que a mulher fica mais acesa depois do primeiro orgasmo e eu concordo totalmente. Levei ela pra mesa, a mesa do professor, onde agente podia se imaginar se pegando na frente de uma classe inteira. Ela abriu as pernas e as colocou em volta de mim e me puxou, eu podia roçar meu pau naquela xaninha, a calça era bem fina e eu podia sentir ela ficando meladinha, então eu sentei na cadeira do professor e tirei meu pau pra fora da calça e mandei ela ajoelhar, ela me olhos com cara de lolita e foi lentamente, ela pegou nele e começou a bater pra mim, fazendo aquele teatrinho de menina inocente, mas eu queria ver ela chupando, puxei ela pelo cabelo em pus a cara dela contra o meu pau, que já estava duro feito pedram apontado pro teto, ela começou a lamber, lambendo o meus saco, lambendo todo ele e enfim começou a mamar, a boquinha dela era tão pequena, que meu pau mal cabia na boa dela, mas eu não estava nem ai, queria mais é que ela se engasgasse com ele, e pelo jeito ela também ela mamava com vontade, e quando mais fundo ela ia mais em empurrava a cabeça dela então o inevitável veio, meu jato de porra quentinho direto na guela, ela estava determinada a me provocar , mesmo sendo claro que ela fazia aquilo para me agradar ela passou a língua entre os lábios, como se estivesse delicioso, ainda lambeu a ponta dos dedos, aquilo me excitou na hora, me levantei, e pus ela sobre a mesa, tipo debruçada sabe ? Deitada só da cintura pra cima , e com aquele rabinho empinado, baixei as suas calças, e comecei a mexer na sua xaninha, estava muito molhada, não tive nenhuma dificuldade, elas se abriu toda para os meus dedos, marcando a sua calcinha, era isso que eu que eu queria, que ela chegasse em casa e visse como ela ficou molhadinha comigo, logo arreei sua calcinha também, e pude ver a sua xaninha, depiladinha, apenas com poucos pelinhos , era a xaninha mais linda que eu já via visto, pequenininha, apertadinha, molhadinha, por mim, puta que pariu um homem não precisa de mais nada. Eu comecei a beijar-la, começando pelos grandes lábios, em seguidas os pequenos lábios e por fim mas não menos importante o seu grelinho cada vez que eu lambia o grelinho ela dava um gemidinho, com aquela voz afoita saca ? Eu me acabei naquela xaninha, meus dedos pareciam crianças hiperativas no playground hahaha e minhas língua explorando cada rugazinha daquele cuzinho exposto pra mim, senti o salgado melzinho anunciando o seus segundo orgasmo, senti a perna dela tremer, na pontas dos pés de se esticava a cada lambida que eu dava. Mas eu não podia deixa-la mais esperando, eu já estava com o meu pau duro de novo então era hora de terminar o serviço. Ajeitei meu pau na porta da xaninha dela, peguei elas pelos cabelos de novo, ela olhos para trás mordeu os lábios e com os olhos me disse vai gatão, eu to pronta. Então comecei a bambar forte, perdi a noção, a mesa saia do lugar e provavelmente fazia barulho, mas foda-se, eu tava hipnotizado com a aquela mina rebolando no meu pau, foi então que minha respiração começou a ficar ofegante, era o anuncio que eu iria gozar então ela se virou foi até o meu ouvido e disse, goza na minha cara gatão, prontamente atendi o seu pedido, ela se ajoelhou e eu pude gozar na cara dela todinha, ela ficou uns segundos parada só sentindo a porra quente sobre a pele do seu rosto . Ela se limpou lambuzando o dedo e o chupando, eu fiquei sentado na cadeira sem acreditar, já desejando uma segunda foda”
Depois disso perdi o interesse... me senti uma idiota por me interessar por um cara desse.

sexta-feira, 22 de janeiro de 2010

Um dia de Cão... ou de Cachorra !

Olá queridos leitores e leitoras!
Como vão vocês ? Eu vou bem obrigada...
Vocês acham que eu estou pegado pesado ? As vezes fico a me perguntar sobre isso, porque recebo muitos comentários e perguntas idiotas de caras que acham que podem me comer só porque eu sou desencanada com relação a sexo, porque escrevo minhas aventura aqui, acham que eu sou uma vadia, não que eu não tenho os meus momentos de vadia, de cachorra, de sexo selvagem.
Eu estava sentada em frente ao meu computador, olhando para a seta do mouse por vários minutos que se pareciam mais horas, era o inferno eterno de uma vazia. Quando um som estridente corta o silencio agoniante. Era o meu telefone que tocava, eu queria não atender mas o som dele tocando era pior, mas foi só terminar de dizer alo que eu ouvi a voz mais sexy que eu já ouvi em toda a minha vida, ele só disse alo e parecia que tinha me tocado, era uma voz rouca forte porem em um ritmo suave, eu fiquei apaixonada pela aquela voz me fazia ficar molhadinha, era um antigo diretor de arte que queria um freelancer e ouviu falar bem de mim durante a semana ele me ligava sempre no mesmo horário, aos pouco eu já começava a me tocar esperando ouvir aquela voz, deitava na cama e ficava me deliciando nos meus pensamentos regados pelo som da voz dele, ficamos íntimos sabe como é esse pessoal das artes, eu estava começando a ir em festas e conhecer esse povo, e eles estavam me fazer pensar sobre algumas coisas, abrir a minha mente. Ele sempre dava um jeito de soltar alguma indireta pra mim no meio dos assuntos de trabalho e eu decidi arriscar, rapidamente começamos a apimentar o papo e logo estávamos nos masturbando pelo telefone, foi maravilhoso ! Eu minha buctinha se contraria contra os meus dedos ávidos com uma força m fazendo gemer ao telefone . Mas eu queria mais e eu decidi marcar um encontro. Fomos a um barzinho, ficamos conversando e mesmo que não houvesse muito barulho ele fazia questão de falar as sacanagem ao pé do ouvido, eu não podia aguentar mais e ele também não, sem dizer nenhuma palavra nos levantamos entramos no carro e saímos em direção a um motel, eu não conseguia parar quieta, minha pena ficava se mexendo compulsivamente... nem quando tive a minha primeira vez fiquei tão aflita... subimos ao quarto rapidamente, ele me atropelou, parecia um trem a toda. Sua mãos pesadas conhecendo meu corpo e os beijos ardentes eram sua pegada. Eu comecei a encarar um personagem quando ele me puxou pelos cabelos e comecei a beijar o meu pescoço, ele não se segurou em nada, abriu a minha blusa estourando todos os botões, eu queria parar e reclamar mais o tesão era mais alto e decidir me portar como uma vadia submissa e ele entrou no jogo . Me arrancou a roupa , me ajoelhou , tirou o seu pau pra fora me fez olhar para ele e disse em voz alta “chupa gostoso minha cadelinha”, aquilo me vez subir o sangue queria bater nele, mas ao mesmo tempo meu tesão também aumentou... ele me forçava contra o seu pau, e eu obedecia, eu quase engasgava, com aquele pau todo quase batendo na minha guela, eu mal conseguia respirar, engasgava com o pau dele na minha boa, mas continuava, a cada vez eu ia até o fundo até não poder mais e voltava a ponta da cabeça do seu pau, em ritmo acelerado. E logo ele esporrou guela a baixo... um jato forte e quente daquele liquido bem espesso , parecia que não dava uma boa foda há um bom tempo, sem me dar tempo pra respirar me jogou ao chão, fiquei de quatro, com o meu cuzinho apontado para a lua, de cara no chão, ele pós suã mão grande em cima do seu gosto e pôs o seu peso sobre mim, como se estivesse segurando um animal, ele me empinou mais e apontou seu pau no meu cuzinho e me arregaçou, meu cuzinho se abriu para receber aquele pau e ele metia com força eu quase saia do chão a cada bombada, a aliança em sua mão esquerda machucava meu rosto, ele me xingava de vários nome, de cachorra, de vadia, cadela, de puta e eu encarnada adorava, tive orgasmo multiplos, com ele me dominando, até que ele me deu um descanso, eu estava arreada, sem forças, suada, ele tirou do meu cuzinho , me puxou pelos cabelos e começou a se masturbar não demorou muito e eles estava gozando na minha cara, que sensação maravilhosa... ter um macho esporrando na sua cara , todas garota devia experimentar.
Depois eu fui tomar banho e por la fiquei, quando sai ele havia ido embora, acho que a sua mulher chamou, mas ele deve ter gostado pq ele deixou mais dinheiro do que o quarto, então aproveitei o resto da noite para relaxar e curtir a minha noite de puta barata.

quinta-feira, 21 de janeiro de 2010

deflorando o timido

Ola leitores ! Ou devia dizer leitoras ?
Eu queria agradecer a todos e todas que lêem esse blog e que me incentivam a escrever.
É legal saber como agente pode mudar a vida de alguem, as vezes pequenas coisas levam a grandes mudanças. Vou contar sobre a vez que mudei a vida de alguem com uma simples (ou nem tanto...) transa.
Tudo começou quando uma amiga minha veio fara sobre o “Boy” da empresa, aquele menino que ajuda com os documentos, vai nos bancos e esses trabalhos que todo mundo detesta... ela me disse que as meninas estavam fofocando e logo ele passou todo estabanado, tropeçando e derrubando tudo... logo as meninas caíram na risada do pobre coitado dizendo que ele devia ser virgem, eu senti um pouco de pena. Com o passar do tempo comecei a reparar nesse jovem e vi que ele me olhava , mas logo tentava disfarçar, virava a cara, ficava nervoso, suava frio , se tremia todo quando eu passa por ele ou quando eu ia na sua direção, por muitas vezes eu achei que quando ele me via ele fugia, ele não conseguia se conter e isso me aticava a curiosidade, eu não queria nada com ele, só queria saber poque ele tinha tano medo de mim... porque eu o fazia suar.
Eu precisava arrumar um jeito de me aproximar sem ele achar que eu estava interessada, queria que ele fosse meu amigo, queria ajuda-lo a se livrar daquela timidez, ele era bonito, apostei que faria muita garotinha suspirar se tivesse um pouco mais de atitude. Assim comecei a almoçar parto dele, dava até pena vê-lo de cabeça baixa, tesno sabendo que eu estava olhando para ele...
Logo essa brincadeira começou a me exitar, logo eu me pegava molhadinha pensando em fazer sexo com ele, eu sonhava acordada com ele se libertando e me pegando de jeito, mas ele era virgem, e eu não sabia como lidar com isso, vocês podem imaginar eu desvirginando um pobre rapaz ? Eu tendo de ensinar o beaba ao menino, e os sonhos dele ? Eu não podia estragar a sua primeira vez dando uma rapidinha sem sentimentos comigo... mas minha vontade a cada dia até que eu tomei a decisão de ir falar com ele, cara a cara e descobrir o que estava acontecendo de uma vez por todas. Cheguei e logo procurei por ele, era hora do almoço havia muita pouca gente na redação então deveria ter problemas em acha-lo, mas foi até que eu entrei no deposito, onde ficam as velharias, eu sabia que algumas pessoas iam la para deitar e tirar um cochilo, logo ouvi uma respiração ofegante, fiquei imóvel, fiquei escondida, ouvindo as respiração ofegante e os múrmuros... alguem estava se masturbando ali, era ele ! Eu tinha certeza ! Quem mais além de um garoto tímido estaria se masturbando em pleno expediente ?
Eu fiz um barulho para que ele percebesse que eu estava ali e guardasse o instrumento, mas não adiantou muito, ele estava vermelho, suado, e com um volume na calça social que o deixava mais nervoso, ele gaguejava sem parar, mas logo o silenciei com um beijo, apenas encostei os meus lábios nos dele, ele ficou imóvel todos os seus músculos estavam duros como se tivesse dado uma grande cainbra, e o que estava mais duro era seu pau, era bem ajeitado pra um menino da idade dele.. e estava a ponto de bala como só um adolescente com os hormônios a flor da pele, louco para transar podem estar., eu tinha então que tomar o controle da situação, levemente fui passando minhas mãos procurando o meu objeto de desejo, logo achei , comecei a punheta-lo, comecei a ficar com medo o coitado não respirava de tanto prazer, começou a me dar agua na boca, aquela sensação de boca seca que só passa quando você cai de boca em uma bela rola. Eu fui aos pouco beijando a cabeça, a sua extensão e suas bolas cheias de porra quentinha acumulada de um virgenzinho, quase me esqueci que ele era virgem e que gozaria rápido quando eu menos esperava ele não segurou mais e saciou a minha sede de porra, hum que delicia, me senti um coroa pegando uma garotinha, eu o deitei, no colchonete velho que tinha ali e me pus a cavalgar sobre ele, eu fechei os olhos e movimentei os meus quadris, deixando que ele tive a visão do paraíso, de uma garota cavalgando sobre o seu pau, não podia deixar ele gozar dentro de mim, e não podia confiar nele segurando, então não pude ficar muito tempo, então fiz algo que eu sabia que ele não resistiria, logo me pus num 69, deixei a minha bucetinha na cara dele , ele começou a brincar e descobrir como era uma bucetinha de verdade, ele deve ter se masturbando durante muito tempo com aquela cena, de uma bucetinha esfregando na sua cara. Anos depois descobri que ele tomou jeito e virou um rapaz sedutor, me senti em uma parte responsável por isso...

terça-feira, 19 de janeiro de 2010

WelCome Alicia !!!

Ola leitores!
Como vão vocês? Como prometi vou contra a minha primeira transa internacional, minha primeira viagem foi para o chile, e eu fiz questão de estrear essa viagem bem, logo na primeira noite fomos para uma balada la, dancei bastante e aproveitar para azarar um pouco, mesmo que não tenha falado de fato com ninguém, mas aquela idéia de transar com alguem no chile logo na minha primeira viagem para os exterior não me saia da cabeça, fazia muito calor aquela noite, eu dormi só de calcinha, já que só havia menina no meu quarto, as meninas apagaram rápido, eu teria feito o mesmo mas não consegui sem me masturbar antes, eu judiei da minha bucetinha naquela noite, mas logo o dia chegou e o calor veio a piorar, então coloquei um vestido bem leve, e tirei a calcinha, recomendação do meu ginecologista, mas aquilo me divertia também, sair com um vestido leve sem calcinha nem sutien, toda nua com um simples pedaço de pano sobre o meu corpo, era o dia de folga , tomei café na manha no hotel, e logo me pus a sair e conhecer a cidade, mas ninguém queria ir comigo, foi então que no saguão do hotel consegui achar um brasileiro e ele me ajudou a pegar o ônibus em direção ao centro da cidade, me colocou no ônibus certo e pediu que me avisasse quando chegássemos no centro, isto em espanhol, já que meu portunhol é horrível, o ônibus estava cheio e com aquele calor eu estava suando, o suor escorria pelo meu corpo, e o eu tentei ficar perto do motorista para que ele me avisasse quando devia descer, eu fui me ajeitando entre os corpo até ficar paradinha mas comecei a sentir alguem se roçando em mim, quando me virei havia apenas um homem de costas, mas reparei que ele parecia estar fazendo de proposito, eu sempre li sobre contos em ônibus e nunca achei isso fosse possível, ainda leio hoje e vejo que algumas são falsas, mas aquilo aconteceu comigo, então nesse empurra-empurra, eu fui me virando de tal jeito que ele ficou me encochando, me fiz de desentendida, como fosse algo normal, mas logo aquilo começou a ficar mais quente, ele começou a respirar no meu cangote, quase podia sentir sua respiração em meu pescoço, como se a qualquer momento ele fosse beija-lo e começar a me pegar, eu comecei a cada vez mais a me esfregar , eu rebolava feliz ali, aprecia que eu estava nua ali, rocando nele pois o vestido era bem fino, e ele estava de macacão jeans, mas dava sentir que ele estava ficando de pau duro, eu já estava totalmente entregue, foi quando ele começou a cantarolar bem baixinho em meu ouvido uma canção em espanhol, quase uma serenata ali em pleno ônibus, mas eu fingi nem dar bola, fazendo charme mas com a minha bundinha colada no pau dele, ele foi mais longe, começou a assoprar pois eu estava suando, quase ficando molhada, mas minha bucetinha já estava ensopada, rs...mas ele ficou abusado e pegou na minha mão quase querendo que eu descesse com ele, mas eu me apavorei, eu num podia descer e trepar com um desconhecido no chile , então puxei a minha mão e fiz uma cara de brava, ele ficou meio sem entender, acho que foi demais para o pobre chileno..rs mas quando ele se aprontou para descer, eu acidentalmente deixei a minha mão num ponto estratégico senti aquele pau duro por cima da calça, ele ficou pasmo, ele desceu e ficou olhando pra mim, eu então baixei os óculos escuros que usava e fiquei na encara-lo e abri um sorriso e o ônibus partiu,na próxima parada o motorista avisou para que eu descesse. Quando desci tive a minha surpresa eu vi o cara do ônibus vindo correndo, acho que ele ouviu que eu devia descer no próximo ponto e veio correndo. No inicio eu fiquei com medo, mas ele foi se aproximando bem devagar e falando claramente, mas era meio inútil por que num entendia muita coisa mesmo, mas ele foi me conquistando, aquele sotaque espanhol soava muito sexy aos meus ouvidos, e olha que eu sempre detestei espanhol, ele me pegou pela cintura e eu não resisti, me entreguei e ele praticamente me arrastou com um swing latino, em logo o beijei como só uma brasileira folgosa sabe beijar um homem, ele então me puxou para dentro do que parecia ser uma oficina, todos me olharam passando com ele, acho que ele trabalhava ali, principalmente uma garota me olhou de cima a baixo, ela mexia no motor de um carro, e ele me levou para o fundo da oficina, me colocou entre os pneus começou a beijar o meu pescoço, e foi abrindo as alças do macacão, então pus a mão impedindo-o, eu queria ter aquela honra, então quando eu soltei as presilhas aquele macacão caiu revelando aquele belo pedaço de carne, eu fui beijando até chegar ao seu pau, logo eu estava chupando aquele pau chileno, eu fiz questão de mostrar do que uma brasileira era capaz, chupei gostoso, e logo ele estava a ponto de bala, me posicionei numa posição bem confortável, mesmo entre os pneus e o cheiro de óleo queimado, mas acho que sempre tive atração pelos trabalhadores, eu estava louca para dar, aquela aventura, a sensação de perigo, estava me levando a loucura, e eu queria mais, queria que ele comesse o meu cuzinho também, mas ai que veio algo que eu não esperava, ele se recusou, eu fiquei pasma, todos homens morrem de tesão, se tornam animais quando eu digo para eles comerem o meu cuzinho que eu gosto. Ele falou varias coisas que eu não entendi muito, eu já tinha perdido o clima então ia embora, mas ele falou um monte de coisas e me levou para conhecer a namorada dele, eu fiquei sem entender nada e fui me embora. Quando cheguei no hotel perguntei a uma das meninas, e ela me disse que o sexo anal é algo muito intimo para eles, que os homens fazem sexo com qualquer uma, mas sexo anal só com a esposa ou namorada. Realmente cada cultura tem suas especifidades, e não cabe a mim julga-las, mas me deixou triste foi que eu fiquei morrendo de vontade depois, e tive que me contentar com a masturbação mesmo.

sábado, 26 de dezembro de 2009

Meu preto...

Ola leitores !
Como prometido hoje vou contar como defini minha orientação sexual, mas como o própria nome já diz é apenas uma orientação, ainda cometo meus deslizes com alguma garota principalmente com melissa, essa menina que me faz me sentir tão especial, ela me fez redescobrir o sexo, e como ela sofreu por isso, todo meu tesão acumulado eu descarreguei nela, eu estava ficando insaciável, eu pensava mais e mais em sexo, e melissa se esforçava para me acompanhar mas eu estava ficando enlouquecida, eu passei a me masturbar como uma garotinha de 15 anos, eu olhava os caras na rua e me dava vontade de sair chupando ali mesmo no meio da rua, melissa comprou uns brinquedinhos para nos ajudar, ela enfiava todos no meu cuzinho e aquilo me deixava louca e eu comecei a perceber que eu estava sentindo falta de rola, tive uma conversa seria com ela, eu senti que ela ficou meio chateada ela estava realmente gostando de mim, e eu dela, mas meu desejo falava mais alto, mas o dias foram passando um atrás do outro e logo tínhamos esquecido essa conversa. Os dias foram se passando e eu recebi a noticia que mudaria minha vida, fui chamada para trabalhar em uma emissora de televisão, eu fui chamada para fotografar os bastidores de um dos programas para colocar no blog do programa, o divertido era que o programa é sobre viagens, ou seja, eu ia ser paga para viajar e fotografar, o que mais eu poderia querer ?rs logo então tive que ter conversar com a melissa, eu teria pouco tempo para ficar com ela, já que estaria a maior parte do tempo, então decidimos terminar, não que tenha sido fácil, caímos em lagrimas mas logo a nossa admiração mutua falou mais alto eu disse que meu amor seria incondicional que sempre a amaria pelo que ela é e pelo que ela representa em minha vida, e passamos ser amigas até hoje, e ela resolveu aprontar, ela me preparou uma minha “festa de despedida” eu disse a ela que precisaria de ajuda com a mudança, já que não poderia ficar pagando aluguel já que não praticamente não ia mais usar o apartamento, vendi também a minha moto, ela então disse que o vizinho dela que era da marinha estaria de folga, e ele podia me ajudar, já que sempre ajudava ela quando ela precisava (depois fiquei pensando que tipo de ajuda era essa... rs) mas ela disse que não poderia me ajudar porque estaria trabalhando, por mim tudo bem.
Então de manha bem cedo ouço a campainha tocar, suspeitei que fosse o amigo da melissa, mas para minha surpresa estava ali parada um belo moreno vestido com uma farda branca, e eu me senti aquelas meninas de 15 anos no baile de debute, minha libido começou a aumentar... tratei logo de faze-lo entrar ele me pediu desculpas que havia acabado de chegar do serviço, eu suspirando disse que não precisava se encomendar, eu já tinha ouvido sobre tesão em homens de farda mas nunca tinha me despertado nada, até ver esse negão vestindo daquele jeito, ele então começou a tirar a parte de cima do uniforme para que pudesse ficar de regata, meu deus ! Era deus de ébano personificado na minha frente, logo ele começou a me ajudar , e eu que não sou boba nem nada passei a provoca-lo, esbarrando aqui, me esfregando ali, tudo na maior delicadeza, eu não tinha tanta coisa e terminamos logo, mais ainda assim chegou a hora do almoço, então sentamos os dois na sala e ficamos comendo, era um dia quente, suava levemente, então ofereci que tirasse a camisa, ele relutou um pouco mas tirou, aquele abdômen parecia de modelo, melissa havia caprichado, então conversa vai conversa vem logo caímos no meu assunto favorito, sexo, eu fui declarando minhas intenções na forma das minhas declarações, e ele também num era nenhum ingenuo, e logo fiquei curiosa e perguntei a pergunta fatal, perguntei se realmente o negros tem o pinto descomunal, ele abriu aquele sorriso malandro, e disse que ele não podia falar sobre o tamanho dos outro, mas que ele estava satisfeito, eu retruquei disse que dava para saber sem conhecer outros, ai ele disse que era eu quem tinha que analisar, pronto ! era o que eu queria ouvir... ele se levantou e eu fui até ele e me entreguei, aquele corpo suado fazia dele mais irresistível ainda, era como se exalasse feromônio, eu me deliciei naquele lábios negros, ele me apertava com aquelas mãos enormes, coisas que só um homem poderia oferecer, e já me anunciava o que eu estava para encarar, logo abri suas calças e me deparei com aquele espetáculo, era realmente descomunal, eu comecei a beijar suavemente aquela coisa preta e enorme, como se endeusasse, como se matasse saudade do sabor de uma bela rola, logo aquela coisa começou a crescer, a ficar duro e cheio de veias, eu estava impressionada com aquele tamanho e não parava de crescer, eu a mamar com vontade, com saudade, naquele momento era como se apenas eu e aquele pinto enorme, eu lambia toda a extensão, beijava chupava gostoso, ele parecia que já ia gozar, então ele me deitou no chão e começou a chupar a minha bucetinha, nem todo mundo é bom em tudo não é ? rs... mas então coloquei ele sentado no sofá, e logo aquele mastro ficou ali apontando para o teto, eu me ajeitei e sentei nele, ele foi me preenchendo até o fundo, conforme eu cavalgava sobre aquela tora preta ele parecia bater no útero., eu subia até não conseguir mais, era interminável, e descia recebendo toda a aquela tora preta , eu estava me satisfazendo, mas eu queria mais, eu me pus de quatro e empinei a minha bundinha, e ele parecia desacreditar, vi então o olhar animal, era isso que eu queria então ele me pegou pela cintura, sua mão grande e negra contrastavam com o meu corpo pequeno e de pele branca, ele então posicionou a cabeçorra na porta do meu cuzinho, e logo começou a forçar e apesar do seu tamanho não precisou de muito, meu cuzinho já estava acostumado a se abrir para receber coisas... rs. Ele então começou a bombar forte, ele me cobria toda, meu corpo sumia em baixo do dele, ele então começou a aumentar a respiração, e logo lotou meu cu de porra quente, era uma das coisa que me levava a loucura, sentir a aquele liquido quente no fundo do meu cuzinho, a segunda coisa que eu mais gosto é quando ele tira e bate aquele vento me fazendo sentir o estrago, sentir o quando meu cuzinho estava arrombado, eu me senti aquela vadia que trai o marido com o negão, mas eu me sentia em paz comigo mesmo, eu estava aliviada, pronta para começar um novo passo na minha vida, mas eu queria mais, logo terminamos e eu já comecei a mamar aquela tora preta, eu estava com saudade de gosto de uma rola, e gosto de rola de negão é muito boa. Esse moreno vai deixar saudade, assim como o meu amor incondicional, a melissa. No próximo conto já conterei algo que aconteceu numa dessas viagens.

domingo, 13 de dezembro de 2009

almas gemeas

Ola leitores !
Vocês acreditam em alma gêmea ? Eu acredito mais não em apenas uma acredito que há varias delas espalhadas por ai e nem todas são seus parceiros, mesmo que você acabe se apaixonando por algumas...foi o que aconteceu com melissa eu fiquei apaixonada ela me ensinou a viver e devo muito a ela, ela me ensinou como surfar, falava sobre filosofia e sobre politica, era uma menina muito inteligente, e gostava de arte então eu a ensinei a fotografar, e admito que é estranho estar do outro lado da câmera...foi assim que nosso caso de amor puro e sincero começou , comigo sendo fotografada por melissa, era como somente ela fosse hábil a me retratar como eu gostaria, um dia sentada na varanda da minha casa deitadas na rede sob o luar conversávamos sobre a filosofia da arte e acabamos caindo no nu artístico, foi então que eu brincando disse que eu posaria pra ela, mas ela comprou a idéia, insistiu para me fotografar nua, e eu acabei sedendo, afinal como não ceder ao sorriso daquela garota, ao olhar carente como de uma criança, eu não podia resistir. Então na manha seguinte fui até a sua casa e la estava ela com um ar de excitação. Vi em seus olhos que ela estava ansiosa por aquilo, o que me deixou meio envergonhada, logo eu ... ela então me saudou com um suave oi e me deu beijo e foi tudo que foi dito por muito tempo , ela foi suavemente correndo suas mãos pela minha cintura e eu já me distanciei dela, e me posicionei no sofá, ela entendeu o recado e pegou a câmera e começou a me fotografar, ela parecia ter aprendido direito o que eu havia ensinado, mas o que mais impressionava era que quando se esta fotografando pede-se poses, caras e bocas ao modelo, mas agente não precisava tudo estava perfeito, como se dialogássemos apenas com o olhar. Mas eu ainda estava tímida, tirei minha blusa, meu sutien mas ainda cobria meus seios, era a primeira vez que melissa me via daquele jeito, não por estar nua, mas por estar sendo observada, sendo desejada, pois ela parecia gostar do que estava vendo então fui dando continuidade, tirei minha calça e minha calcinha, fiquei ali toda peladinha, ela não parava de fotografar, sob todos os angulos , todos os momentos, todos os centímetros do meu corpo sendo revelados ali para ela, era como se houvesse detalhes apenas para ela, como se houvesse uma mensagem de desejo amor e admiração ali escritas sob a minha pele arrepiada que somente ela pudesse ler. Ela então se aproximou colocou a suas mãos no meu rosto me olhou nos olhos e disse que eu podia relaxar que era apenas a velha e querida melissa que estava ali, e que ela podia relaxar, podia aliviar todos os medos, que podia se entregar, que ela não iria me decepcionar se eu fosse eu mesma e não cobrasse nada dela. Aquilo me deixou emocionada, eu estava pronta a me entregar a ela, meu coração era dela e eu pensava nela a cada momento livre, eu sentia orgulho dela e de ser “amiga” dela, eu enchia a boca pra falar dela, principalmente para ela mesma, os que me conheciam na época diziam que eu estava apaixonada. Meus olhos lacrimejaram naquele momento, ela suavemente limpou minhas lagrimas e disse “eu sempre estarei aqui, e não importa o que aconteça não deixe de ser quem você é...” e me beijou, foi um beijo ardente mas suave como só ela era capaz, não podíamos mais resistir ao desejo de amar, e assim nos entregamos uma a outra, seus beijos se estenderam pelo meu corpo como uma mostra de que ela o desejava por inteiro, ela se desfez de suas roupas rapidamente e logo estávamos nos amando livre de qualquer especulação, de qualquer pensamento, eramos como anjos , sem sexo, mas por ironia ela parecia em frenesi, quase endemoniada consumida pelo sentimento de desejo, quando ela começou a esfregar sua bucetinha na minha pude sentir o seu calor, eu percebi o quanto eu exitava uma pessoa, ela parecia realmente querer nos transformar em um único corpo, unindo cada parte do seu corpo ao meu, seus dedos no meu cuzinho, sua língua e dentes em meus mamilos, e sua bucentinha colada na minha e seus olhos em meus lábios mordiscados, fui então que me reviveu um desejo adormecido, no auge do meu orgasmo, eu subi em cima dela e deixei que o liquido caísse esquentando a minha bucetinha e encharcando seu com o meu xixi, ela me olhou e arregalou seus olhos amendoados, sem entender o que eu estava fazendo, por que estava ali mijando nela, eu nunca mijei tanto em minha vida, foram incontáveis segundos que parecia durar uma eternidade, então deitei sobre ela, unindo nosso suor ao liquido amarelo que revestia o seu corpo, ela me aceitou , me abraçando, e me beijando ela então disse que aquilo tinha sido algo surreal, algo além dos padrões mundanos, ela então nos colou na posição de meia-nove, mas eu fiquei por baixo desta vez, então eu fiz a festa, eu chupava sua bucetinha e lambia o seu cuzinho, queria que ela soubesse como aquilo estava sendo maravilhosa para mim também, e só de ela chupar minha bucetinha de volta, como se pudesse sugar o máximo do liquido que havia saído dali a pouco, como se ainda restasse um pouco de elixir escondido, mas ela havia preparado mais , logo senti um gosto diferente em sua bucetinha, ela então se ajeitou e começou a repetir o ritual e logo senti o quente cair sobre o meu colo e escorrer corpo abaixo, era uma sensação deliciosa, terna, aconchegante, única. Ficamos ali uma saboreando a outra como se o tempo fosse algo inexistente, mas o corpo reclamou após vários orgasmos, eu sabia que ali começava uma relação especial, algo que duraria a vida inteira, mas não como a maioria das pessoas, como eu disse eu tenho desejos por homens, mesmo que algumas garotas me toquem la no fundo, e no próximo conto eu conto como descobri que era de homens que eu me satisfazia e como eu e melissa nos tornamos apenas amantes.

domingo, 6 de dezembro de 2009

Da agua ao vinho

Olá leitores !
A vida da voltas não é mesmo ? Depois do termino do meu namoro de longa data eu estava amargurada, e o que toda mulher faz quando esta meio depre ? Compras ! Eu mudei totalmente meu visual e fui me empolgando, eu estava com raiva dos homens e essa raiva pode transparecer nas minhas roupas e nas minhas atitudes, cortei o cabelo bem curto, pintei ele de vermelho vivo troquei o guarda-roupa, coloquei dois piercings, um em cada canto da boca, o dinheiro que tava guardado comprei uma moto, eu estava sem limites, querendo extravasar comprei logo uma shadow 750cc, e vivia pelos bares da cidade chegando tarde mas ainda estava trabalhando na agencia. Imagine como minha mãe reagiu, eu sai de uma menininha inocente (pelo menos para ela... rs) para uma motoqueira com piercings, luvas de couro e capacete filmado, mas eu nem ligava eu estava disposta a viver a minha vida ao limite ao que me desse na telha, comecei a beber e a fumar também, só deus sabe onde eu estaria hoje se alguem muito especial não tivesse aparecido para mudar a minha vida.
Como eu já disse ainda estava trabalhando na agencia, e foi la que a vi pela primeira vez, não posso dizer que foi amor a primeira vista, porque eu estava ocupada de mais trabalhando, ela era da área comercial de uma revista, no qual a agencia costumava publicar alguns anúncios, nossos encontros foram ficando cada vez mais frequentes conforme eu ia sendo chamada com maior frequencia para fotografar nas campanha, mas eu nem sabia o seu nome. Foi então que uns amigos meus quiseram descer para o litoral e aproveitar o feriado prolongado, alugamos uma casa então e fomos, saímos antes do por do sol, não queríamos perder um minuto de sol e diversão, logo que chegamos tomamos um café rápido, nos trocamos e fomos direto para praia. Ainda havia pouca gente, chegamos realmente cedo, mas eu ali sentava na cadeira observando o mar quando vejo alguem saindo do mar com uma prancha, era uma garota... eu não podia acreditar nos estava vendo, era ela a garota da revista, essa é uma cena que nunca vou esquecer, uma japonesinha, baixinha, magrinha, mas com bastante silhueta, com uma pele queimada de sol , eu nunca tinha reparado como ela era gostosinha, do tipo mignon, a imagem daquele corpo molhado faz eu me acabar numa bela siririca, mas na hora eu não vi dessa forma, eu não queria transar, nem ao menos me masturbava a meses, mas aquilo me chamou a atenção, eu não conseguia parar de olhar para ela, enquanto se balançava tentando se secar, ela ficou a prancha na areia e se sentou ao sol e ficou a observar o mar e eu a observa-la... rs. Tomei coragem e fui la cumprimenta-la, mas quando eu disse oi lembrei que eu não sabia o seu nome, fiquei parada uns segundos , tentando achar palavras para saber o que dizer, mas não foi preciso, ela já disse oi de volta e me abriu um belo sorriso, e que sorriso, era uma das coisas que eu achava mais linda nela, era radiante, sincero mas ainda tímido, quase como um daqueles animado japoneses que os meninos adoram tanto, ela me reconheceu e disse que eu ficava bem como ruiva e começou a puxar assunto, e então nos apresentamos, ela se chamava melissa, então chamei para que se sentasse conosco e ela aceitou o convite, ela se enturmou rápido, logo já estava falando e abrindo aquele sorriso que depois ia iluminar meus dias. Ela contou que acordara bem cedo para surfar porque logo a praia ia encher e não ia dar mais, e começou a falar que ela gostava muito de surfar, que vinha todo final de semana, e disse que fazia isso desde de criança, eu disse que achava o surf algo muito bonito, que devia ser algo muito relaxante, ela então se prontificou a me ensinar, eu recusei de cara , não era algo que eu me imaginasse, fazendo, mas ela insistiu e eu disse que prometia que ia pensar, disse que se ela viesse conosco a noite passear pela cidade ela teria mais tempo de me convencer a fazer essa loucura. Ela pediu meu celular e disse que ligaria, ficamos na praia até a hora do almoço, me despedi da melissa e fui para casa, passamos a tarde jogados na sala , uns jogando carta outros vendo filme, e as horas iam passando e entre um momento e outro eu pensava em melissa, foi quando o meu celular tocou, eu nunca corri tanto para atender um telefone, e valeu a pena a correria ela disse um “alo” com uma voz doce, melosa mas alegre como se estivesse feliz em falar comigo, ela tinha aceitado meu convite combinamos horário e local, com ela o assunto fluía, e o som da sua voz quase me hipnotizava, mas eu estava no celular então tive que desligar, então perto do horário combinado fui tomar banho e me arrumar, eu deixei a aguas escorrer pelo meu corpo eu me sentia leve estava feliz novamente, mas ainda não sabia o porque, eu escolhi minha melhor roupa, demorei por tentar escolher algo perfeito, e por decidi por uma calça jeans bem justa e uma blusa bem folgada de gola bem larga mostrando os ombros e que eu estava sem sutian, parece que meu subconsciente já sabia, mas eu sou meio tapada quando se trata de relacionamentos, então subi na moto e fui me encontrar com ela, eu cheguei e ela arregalou seus pequenos olhos puxados, ela me viu chagando naquela moto enorme, ela me comprimento com uma beijo era a primeira vez que seus lábios tocaram minha pele , entreguei um capacete a ela e a olhei de cima a baixo, ela vestia algo simples como eu mas que fazia a diferença, ela vestia uma saia jeans e uma blusinha e um all-star, simples assim...mas para mim ela estava maravilhosas, arrumou seus longos cabelos sedosos e pôs o capacete e subiu na moto, ela se segurou em mim, me abraçando com força ela gritou que morria de medo de andar de moto, mas era como estivesse sussurrando ao pé do ouvido, então acelerei a moto e assim partimos, eu deslizava a moto pelo asfalto parecia tudo perfeito naquela noite, paramos em um barzinho da cidade eramos em umas 10 pessoas, mas para mim naquela noite só havia ela, ficamos a noite todo a conversar só nas duas, e que menina inteligente eu adorava conversar com ela, parecia que ela me entendia, conversamos sobre tudo desde fotografia e o quanto eu amava fotografar e de surf de como ela adorava surfar, ela então disse que adorava ir a praia anoite e ficar la sentada observando as estrelas, ela me olhou e sorriu, aquilo me bastava, demos fuga do bar e fomos a praia, ela tinha trazido um mp3 e ficamos ouvindo aquelas musicas de surf music, o fone era apertado o que nos fez ficar bem juntas, e logo o clima rolou, eu olhei naqueles lindo olhos amendoados e vi que era reciproco, e então deixei que suavemente seus lábios tocassem os meus, logo sua língua, ainda posso sentir seu beijo queimando em meus lábios, ficamos nos beijando bem devagar sem pressa embalada pela batida da musica, aquele momento foi magico, mas outras coisas ainda estavam por vir, eu me levantei comecei a tirar a minha roupa correr em direção ao mar e me joguei, lavando a minha alma nadando pelada ao luar, logo senti suas mãozinhas em minha cintura e la estava ela, também nua nadando comigo, e ficamo brincando na agua como duas crianças inocentes na agua...

domingo, 29 de novembro de 2009

O abismo dos semelhantes

Olá leitores !
Algumas lembranças me vêem como um filme, muitas das vezes trágico, numa perspectiva descolorida quase que em preto e branco, como se os detalhes fossem irrelevantes naquele momento, é assim que me lembro daquela conversa onde uma garota de 15 anos confessa ser uma vadia, provavelmente com distúrbios sexuais. Ela entrou no quarto, e disse que sentia muito, mas eu duvidava de todo aquele sentimentalismo repentino, a ignorei e continuei arrumando minhas coisas, ela então me segurou pela mão e olhou nos meu olhos, eu me arrepiei toda, eu estava ali pelada e sabe se la do que essa garota era capaz, então ela com um pesar na voz começou a me contar coisas que eu jamais esqueceria.
“Olha alicia, eu sei que você esta com raiva de mim, e digo que não deve, o que você viu ali foi um ato de amor incondicional, algo que as pessoas não entendem, que vai muito além de sexo (chama-se putaria). Talvez se eu lhe contar como as coisas começaram talvez você entenda, então por favor me escute, eu jurei que não contaria isso a mais ninguém, as pessoas não reagem bem sabe ? A primeira coisa que eu me lembro é aos 5 anos, nós tínhamos um golden,chamado pitão e eu adora ele, era meu maior companheiro, então a minha maior diversão era dar banho nele, na verdade quem dava banho era meu pai, já que ele era maior que eu, mas eu “ajudava”, um dia eu fui correndo para brincar com ele enquanto meu pai preparava as coisa para dar banho nele, eu brinquei muito com ele, e ele parecia muito feliz, ele me derrubava com facilidade e ficava me cheirando e eu sentia muita cosquinha, e adora quando ele chegava perto da minha xaninha, aquele fucinho gelado e ofegante me fazia ter muito prazer, mas eu queria mais, então abaixei a minha calcinha para que ficasse melhor, ele então começou a ser roçar e mim e logo começou a me lamber, eu era pequeninha com a xaninha lisinha ,a língua áspera dele lambia toda a extensão. Então vi algo vermelho enorme... era um pintão enorme, minha curiosidade fui la e peguei aquela coisa enorme e vermelha, minhas mãozinhas quase não conseguia segura-la, e pitão se mexia muito, eu percebi que ele gostava então comecei a fazer carinho ali, foi quando meu pai chegou e me pegou sentada no chão masturbando o cachorro, ele ficou pasmo brigou com o cachorro , e prendeu ele nos fundos, uma semana depois o cachorro morreu, pelo menos foi o que me disseram, mas aquela imagem ficou na cabeça do meu pai (nessa altura ela sentou na cama e começou a chorar) quando estava om nove anos meu pai vivia de agrados comigo, me fazia sempre sentar no seu colo e ficava me bolinando, até que um dia estávamos os dois na sala, eu estava deitada no tapete desenhando e ele assistindo teve, quando eu olhei para ele ele estava com os shorts arreado e o pau dele estava duro, eu perguntei pq o pinto dele estava daquele jeito, e ele perguntou se eu lembrava do pitão, disse que machos ficam assim quando estão felizes, e que aquilo dava leitinhos para os seus filhotes, ai eu perguntei se era igual as mães, ele disse que sim, ai ele perguntou se eu não queria experimentar o leitinho do papai, ele disse que eu não podia contar pra minha mãe porque ela ficaria envergonhada de ter uma filha que ainda mama, eu topei, eu ajoelhei na frente dele como ele me pediu e fui seguindo as suas ordens, comecei a chupar e chupar até que experimentei o seu leitinho e tinha um gosto muito bom, nossas brincadeiras foram se repetindo com mais freqüência, quando dei por mim meu pai já comia meu cu e minha xaninha como se eu fosse adulta, ele começou a me oferecer para seus amigos, apostou meu cuzinho na mesa de poker. tinha me tornado como meu pai queria, totalmente submissa metendo com todo tipo de cara, e logo comecei a ter as minhas próprias aventuras, transando com garotas do colégio, mas eu me sentia vazia, me sentia usada, algo me fazia sentir mal mas eu não sabia o que, foi quando Alex soube dessas coisas, foi quando eu parei de fazer essas coisas, ele peitou o meu pai, me fez sentir alguem especial, pela primeira vez senti alguem que me amasse de verdade que me protegesse, que me desse carinho sem algo em troca (é... o Alex tem mesmo esse poder...) eu me apaixonei pelo Alex, eu sei que as pessoas dizia que isso era errado, mas minha vida já era toda errada, então uma a mais não ia mudar, mas eu gostava muito de sexo e voltei a meter com qualquer um, até com um mendigo eu já meti, era um negão, era sujo, mas o pau dele era grande, fiquei tentada, ué !? Mas enfim... até que comecei a seduzir o Alex desfilava por ele de calcinha, fazia poses, e me masturbava quando ele achava que eu não sabia de sua presença, e todo homem tem a carne fraca, aquilo foi além dos limites dele, então ele se rendeu a mim, e desde então tenho sido muito feliz, até que ele conheceu você, ele só falava de você o tempo todo, era irritante !!! agora você entende ?”.
Eu fiquei sem saber o que dizer e já estava chorando junto com ela, eu quase pude me sentir no lugar dela, pensei que aquela podia ter sido a minha vida, como a de qualquer um, mas não era e não queria ter uma vida como aquela, ainda a culpava pelo que aconteceu, afinal ela podia ter feito uma escolha, uma escolha como eu já tinha feito, e aceitar aquela condição me faria retroceder nas escolha de ser uma pessoas saudável sexualmente independente de minhas experiencia ou apetite sexual então me levantei e sai sem olhar pra trás, chorando para nunca mais voltar àquela casa, no ônibus, olhando a vegetação refletindo a luz da lua me fez lembrar de minha irmã e de como tinha me omitido algumas coisas da minha vida por vergonha da sociedade, mas isso estava prestes a mudar e eu teria minha rebeldia tardia.

domingo, 22 de novembro de 2009

A imagem de um futuro que eu não queria

Olá leitores !
Eu realmente tenho pensado nas coisas que me aconteceram na vida, não me arrependo de nada hoje, mas quando se é mais nova agente não consegue ver tão além, mas vou relatar um ponto chave em minha vida, algo que talvez tenha definido o que eu sou, que me fez para e pensar no que eu era e o que estava fazendo da minha vida.
Tudo estava indo bem na minha vida, tinha começado a trabalhar como fotografa numa agencia de publicidade, eu queria mesmo era fotojornalismo, mas eu me divertia bastante na agencia e ainda praticava meus conhecimentos de fotografia que adquiri na faculdade, o namoro ia bem, estávamos chegando perto de completar 2 anos, e Alex era praticamente um membro da família, e vice versa e nas férias fomos passar um tempo na fazenda de uns amigos dos pais deles.
Na casa do Alex moram os seus pais e a sua irmã menor, era quase uma filha temporona, tinha uns 15 anos na época, loirinha dos olhos bem azuis, baixinha, bem feminina e delicadinha parecia uma bonequinha de porcelana, vivia com suas sainhas e vestidinhos para la e para cá, e só depois descobri o por quê, os primeiros dias foram maravilhosos banhos de piscina, respirava o ar puro do campo, conheci a cidade e chagamos até a ir num rodeio, e passeávamos muito a cavalo, Alex e sua irmã adoravam andar a cavalo, apostando corridas e me deixando para trás “brigando” com o cavalo. Eu costumava a acordar tarde em dias de folga, quase na hora do almoço,rs. Foi então que eu dia que eu acordei bem cedinho, sabe-se lá porquê, e fui tomar café, procurei pelo meu namorado porque ainda tinha vergonha de fazer as coisas sem ele na casa, procurei mas não achei, perguntei as serviçais e ela disse que todos haviam saído, só o Alex e a Sarah haviam saído para andar a cavalo, resolvi tomar café então e depois pedi que um dos peões me acompanhasse a cavalo para que eu não me perdesse, eu senti uma certa recusa do peão dizendo que iam voltar logo e tal, mas eu queria ir mesmo assim, pois queria praticar mais o meu cavalgado, rs.
Chegando a uma certa altura do caminho, vimos os dois cavalos amarrados numa arvore mas nenhum dos dois estava, então demos uma procurada ao redor, e para minha surpresa eu os achei, mas havia um detalhe, eu os avistei , a Sarah de quatro com a bundinha toda arrebitada rebolando e Alex comendo ela, aquela cena me deixou pasma, eu não conseguia dizer nada, nem me mover, eu fiquei ali apenas olhando, ela parecia bem a vontade como se aquilo não fosse a primeira vez, ela chupava o cacete dele como uma bezerrinha desmamada, subiu em cima dele e começou a cavalgar sobre ele , ela parecia um vadia profissional, aquilo começou a me dar nojo, a raiva e o ódio começaram a tomar conta do meu corpo, ele estava me traindo e comendo a própria irma de 15 anos, aquilo era nojento, mas a pior parte foi quando ele a preçou na arvore e começou a meter nela, ele estava de costas para mim, mas ela me viu, e continuou como se nada tivesse acontecendo ela ainda abriu um sorriso e arranhou suas costas me olhando como se quisesse dizer “pode fazer o que quiser suas vadia, mas ele sempre será meu !. Aquilo era demais para mim, eu dei meia volta e voltei para a fazenda, correndo só depois reparei que havia voltado correndo quando eu nem sabia andar direito, mas na raiva era a ultima coisa que eu queria pensar. Mas eu pensei em muitas outras coisas, eu voltei e fui direto para o quarto e me derramei em lagrimas, varias perguntas me passavam pela cabeça, “aquilo era incesto, ele tava com a própria irmã” “mas e quanto a mim ? E a minha irmã ?” “é pedofilia ! Ela tem 15 anos” “é... ela tem 15 anos e já sabe o que faz, digo posso culpa-lo e mandar pra cadeia, se não posso dizer que ele abusou da inocência dela ?”. eu realmente sabia o que pensar ou fazer, foi quando ele chegou em casa, e veio me ver com aquela cara lavada, eu contei o que vi e ele tentou justificar, mas eu não podia não tinha justificação. Tudo que eu queria era ir para minha casa e nunca mais olhar para a cara dele, mas eu não podia sair assim, inventei qualquer desculpa para a mãe dele e pedi que me comprassem uma passagem de volta, mas o ônibus só saia a noite perto da madrugada, então eu teria que esperar, foram as horas mais tensas e desesperadoras da minha vida, minha mente estava a mil, minhas lagrimas já haviam secado a horas foi então que eu resolvi mudar de atitude, eu decidi que não ia fazer da minha vida um drama, naquele dia eu tomei as redias da minha vida, no entanto eu admito que passei, do ponto, eu estava desgostosa com a vida, e me fiz uma rebelde mas não sem causa, já era noite quando fui até a piscina tirei toda a minhas roupa e fiquei a nadar pelada sem me preocupar com ninguém, nem empregado nem com a família dele, eu queria que tudo fosse por inferno então fiquei ali amortecendo minha dor na agua, foi quando vi aquele peão que me acompanhou horas mais cedo, ele veio então em direção a piscina, ao ver que eu estava nua, pude reparar que ele me olhava com tesão, era um negro grande, careca, com cavanhaque e cara de poucos amigos, mas eu me mantive ali nadando como se ele não estivesse ali, mas seu volume na calça me chamava a atenção e logo ele tirou aquela cacetão todo pra fora, era imenso, e eu fiquei com agua na boca sai da agua e ele disse “vem sua putinha, vem ter a sua vingança...”, e então me aproximei e disse “não me confunda com a sua mãe, se quisesse transar, que chegasse 2 anos antes e eu teria prazer, mas hoje não, peão”. Eu não queria transar naquele momento, eu sempre gostei de sexo, não tenho motivos para nega-lo, mas eu não queria me tornar uma vadia que sai dando para qualquer um, eu queria mais do que isso, não me tornar uma vadiazinha como a Sarah, não tinha condições de sentir tesão naquele momento.
Ele ficou meio bravo pela parte da mãe dele, mas não fez nada, recolhi minhas roupas do chão, então subi para o quarto, atravessei a casa pelada mesmo com as, nem olhei para ninguém. Mas a minha noite não havia acabado, quando estava me trocando a Sarah entra no quarto e diz que precisávamos conversar, eu não queria, só queria ir embora, mas ela trancou a porta e ficou com a chave. Mas essa conversa eu vou deixar para o próximo conto

sábado, 7 de novembro de 2009

o que eu nunca esqueci...

Olá leitores!
Desta vez contarei algo que venho guardado por muito tempo em minhas memoria mais remota, mas o ultimo conto me fez relembrar, e acho que estou pronta para aceitar o que aconteceu, mas não sei o se estarão pronto para ler os próximos acontecimentos, mas são fato que geram muita polemica e preconceito, mas são fatos que determinam que eu me tornei.
Eu tinha uma infância muito rica e feliz, não sentido de ter dinheiro mas no sentido de experiencias mesmo, mas também não eramos pobres, fui uma criança bastante serelepe e bastante curiosa, talvez por isso eu faça jornalismo hoje em dia, durante esses contos eu disse pouco sobre a minha família, meu pai é um tipico trabalhador brasileiro, que se esforça até a exaustão para por comida na mesa e dar um pouco de lazer a seus filhos, que são três ao todo, eu sou a caçula,sempre a princesinha da casa, tenho uma irmã mais velha desde cedo já bastante independente o que desagradava meus pais muitas vezes, mas eu vou falar mais dela depois, e um irmão mais mais velho, ah o tipico primogênito, o exemplo de responsabilidade e caráter... mas todos eram igualmente amados pela minha mãe, as vezes um pouco antiguada, mas bastante amável e carinhosa sempre a zelar pelos filhos, resumindo não havia que desse margem as justificativas mais comum aos fatos que narrarei a seguir.
Minha irmã sempre foi além da sua idade tanto nas idéias quanto no comportamento, e sempre despertou o interesse dos garotos, e isso me fazia ter inveja dela na adolescência. Ela é bem diferente de mim, tem seios fartos e adora abusar dos decotes, mas ainda de pele bem branca e olhos claros, e ela bastante alegre e comunicativa, estava sempre sorrindo. Eu e ela sempre fomos muito próximas na infância , sempre brincávamos juntas, eramos cúmplices em tudo, e sempre eramos vitimas das brincadeiras estupidas do meu irmão,durante a adolescência nos afastamos e acho que devido a algo que acorreu entre nós que mudou nossa vida para sempre.
Eu estava com uns 9 anos, minha irmã estava com 13 e ela quem ajudava a minha mãe nas tarefas, e quem ficava de olho em mim, mas quando mamãe saia avisava a empregada para ficar de olho, só para garantir, numa dessas vezes chegamos do colégio e mamãe estava em casa, era um dia quente e estávamos suadas e fomos tomar banho, eu comecei a tirar a roupa e fui la para o quarto da minha irmã porque achei que ela me daria banho como sempre fazia, quando eu entrei no quarto, vi minha irmã esfregando na sua bucetinha, por cima do shorts, na época não fazia idéia do que se tratava, então fui entrando normalmente, minha irmã deu um pulo da cama, e ela perguntou brava : “o que você esta fazendo aqui ?” e eu disse quase chorando “eu vim tomar banho com você...” me deu vontade de chorar porque eu não estava entendo nada, porque minha irmã tinha ficado brava e estava gritando comigo ?, acho que então ver a situação deve ter batido remorso, e ela pediu desculpas e me deu banho normalmente, e o dia correu normalmente.
Os dias se passaram, e numa tarde qualquer fomos dar uma volta de bicicleta pelo bairro, eu usava um shorts bem folgado, e conforme eu ia andando o banco estava me deixando desconfortável e comecei a ficar me mexendo, aquilo me dava uma sensação agradável, eu ficava mudando de posição para ficar sentindo aquele prazerzinho que eu sentia cada vez que eu me mexia, mas criança nunca se concentra em algo por muito tempo, e logo esqueci, quando voltamos minha irmã foi tomar banho e minha mãe disse que esperasse que ela me daria banho antes de dormir, então fiquei na área de serviço montada na bicicleta, pedalando para trás, esperando a minha irmã sair do banho, logo comecei a sentir aquele prazerzinho novamente, e eu queria cada vez mais, então fiquei me roçando no quadro da bicicleta, o geladinho do metal deixava mais divertido, e a ponta do banco me cutucando dava um toque especial à brincadeira, que era o que aquilo era pra mim, uma gostosa brincadeira que eu estava descobrindo, livre de qualquer pecado ou julgamento. Foi então que minha irmã veio me ver e me pegou la, me roçando, de olhinhos fechado, e perguntou “o que você esta fazendo ?” e eu disse : “olha e mo gostoso quando eu esfrego” eu queria compartilhar com ela, era o máximo pra mim, então falou para irmos ao quarto, eu me joguei deitada na cama, eu estava feliz e não sabia porque, ela então sentou na cama e começou a me dizer, que aquilo se chamava masturbação e que aquilo era algo natural, mas era algo intimo, era como ir ao banheiro, que agente não podia sair fazendo na frente de todo mundo, ela então disse que me ensinaria a me masturbar se eu quisesse e é logico que eu topei, mas ela me lembrou que era algo intimo, que não podia nem contar pra mamãe nem por papai, eu não entendi muito bem, mas concordei, então então disse para eu tirar a calcinha e abrir as minhas perninhas e prestar bastante atenção, e então fiquei ali esperando enquanto minha irmã se aprontava, eu estava ansiosa, queria saber mais sobre isso, porque eu simplesmente achava algo gostoso e achei que todo mundo fazia, ainda não tinha relacionado isso a sexo ou a garotos. Minha irmã começou então a esfregar seus dedinhos na bucetinha e eu tentei imita-la, mas eu não tinha muita pratica então ela parou pegou na minha mão e disse “deixa eu te ajudar” e pegou minha mãozinha e foi passando por toda as minha bucetinha, desde os lábios que eram bem fechadinhos ao clitóris, quase imperceptível, e fui conhecendo cada cm da minha bucetinha, eu estava achando aquilo o máximo, era a melhor brincadeira que minha irma tinha me ensinado, então ela se empolgou e ela mesmo começou a me masturbar, minha irmã já parecia muito expert para a idade dela, minha bucetinha lisinha ainda começou a ganhar um destaque rosada dentre a pele branca, ela estava me fornecendo meu primeiro orgasmo, eu já estava ofegante, mas feliz como nunca, ela então disse que dava para ter mais, quando se enfiava os dedos no buraquinho, ai eu disse prontamente que queria provar os dedos dela dentro do meu buraquinho, ela então me fez descer da cama e me fez ficar de quatro no chão, com a bundinha arrebitada, então recomeçou as caricias, eu estava com a minha bucetinha muito molhadinha então ela começou a introduzir um dedo, o que era suficiente e seguro para uma bucetinha como a minha na época, ela não enfiou tudo claro ficou enfiado só a pontinha do dedo, mas aquilo ela suficiente, para aumentar o prazer começou a enfiar o dedo no meu cuzinho tambem e então disse: “ai fla (o nome dela é flavia) esse buraquinho não é tão bom”, não ainda satisfeita então ela foi colocando mais e mais, até que ela enfiou o dedo todo e nada, então voltamos ao buraquinho do xixi, eu já tinha tido outro orgasmo e ela também já que se masturbava simultaneamente, ela então me virou, e perguntou se eu tava gostando e eu disse que sim que era muito gostoso ainda mais porque era com a minha irmãzinha que eu amava tanto, ela subiu em cima de mim e me deu uma beijo na testa como sinal de afeto, e disse que também amava a irmãzinha querida dela, só que nessa posição nossas bucetinhas ficaram se roçando, então ficamos assim, roçando uma na outra tentando ficar o máximo de tempo sentindo aquele prazer que agente não entendi porque sentia, mas só sabia que era bom., ela já praticamente rebolava, se roçando. De repente ela para e fica me olhando, sinto algo bem quentinho em mim e quando vejo minha irma estava mijando em mim, aquilo me deu muito prazer, era gostoso sentir o quentinho escorrendo sobre mim, me cobrindo toda, saindo do buraquinho da minha irmã, depois minha irmã me deu banho e esfregou mais a minha bucetinha, depois minha mãe perguntou porque eu tinha tomado banho, ai minha irmã disse que era porque eu tinha me mijado la no quarto, ai ela me deu banho.
Conforme fomos crescendo e entendo o que havia se passado ali, começamos a parara de nos falar, não por mim, mas acho que minha irmã nunca se perdoou pelo que tinha feito, tanto por ter abusado de uma criança e por ter sido com a própria irma, mas eu não a culpei em nenhum momento, eramos duas crianças descobrindo a sua sexualidade, não era um tarado querendo aliviar suas taras, e eu era sua irmã querida, eu a amava e ela do mesmo modo, como duas irmãs, elas não me desejava sexualmente, não posso considerar aquilo um incesto, nunca mais tocamos nesse assunto e quero sentir que minha irmã esteja pronta para falar sobre, já que ela é mãe agora e a sua filha esta chegando nessa idade. Eu amo minha irmã e sempre vou ama-la do fundo do meu coração e por que eu estou contando isso a vocês, porque isso é peça chave no que vem a seguir, meu termino com o Alex, mas deixemos isso para o próximo conto

segunda-feira, 2 de novembro de 2009

Noites Vibrantes

Olá leitores!
O poder....o desejo... nada como sentir essas duas coisas, elas pode te fazer gozar, rs ... trocadilhos à parte, vamos ao que todos vêem buscar aqui, o conto de hoje, da ultima vez que nos encontramos estava falei de como é bom ter nossas próprias coisas, mas hoje vou falar como as coisas alheias também podem ser boas.
Alex era bem mais velho e já trabalhava há um tempo, ele também tinha uma moto, uma dessas esportes, era hornet acho, enfim não vem ao caso agora, o importante ressaltar aqui que era uma moto bonita e potente, que as pessoas costumavam invejar,eu posso dizer literatante que essa moto me deu muito prazer,rs... era uma uma terça feira tinha estado ocupado o dia todo estudando, estava tão compenetrada que perdi a noção do tempo e tinha perdido a hora e sai atrasada de casa, nem deu tempo de me tomar banho, comer algo ou me arrumar, para vocês terem uma idéia eu coloquei uma calça jeans (sem calcinha mesmo) e uma casaco de zíper (aqueles com capuz) apenas peguei as minhas coisa e fui correndo para faculdade, pois tinha prova naquela dia. Eu corri como se fosse tirar o pai da forca, cheguei la suada e morrendo de calor, estava frio, mas havia corrido bastante, enquanto descia o zíper lentamente lembrei que não estava usando nada por baixo, rapidamente subi o zíper e olhei envolta para ver se tinham reparado mas estavam todos compenetrados na prova exceto um garoto perdido que me olhou e sorriso, eu fiquei muito sem graça.
Passando isso Alex estava me esperando na porta montado em sua moto, nos beijamos ele me entregou o capacete, achei que ele estaria me levando para casa , mas o vi tomar um caminho diferente, perguntei a respeito e ele me disse que era uma surpresa. Como eu havia dito estava frio e quando se anda de moto fica mais frio eu me apertava cada vez mais abraçando ele, mas não adiantava, eu sentia meus dedos “congelarem”, então Alex parou em uma rua qualquer, para me emprestar suas luvas de couro, ele usava em dias de frio para dirigir a moto, eu amava aquelas luvas, eram luvas pretas e bem justava parecia daqueles motoristas profissionais ou de assassinos e combinava com o seu capacete que era “filmado”, então paramos vesti as luvas e ficamos ali parados, conversando e nos beijando, então ele me fez subir na moto e disse “não quer ter a sensação de dirigir uma moto dessas” e eu respondi “mas eu não sei andar de moto”, e ele disse que não era para andar era só para ter a sessação, então eu topei, ele me pôs na frente e ficou como garupa e ligou a moto e pediu que eu acelerasse bem suavemente. Era realmente deliciosa aquela sensação, acho que ele começou a se empolgar, a rua era bem escura e deserta o que deixava aquilo mais sugestivo e ele começou a falar coisas em meu ouvido, dizendo o quanto me amava, de quanto era feliz ao meu lado e eu ia acelerando suavemente a moto conforme ele ia dizendo coisas que me agradasse e aquilo foi me deixando excitada, o roncar da moto fazia com que a moto vibrasse, e aquilo ia vibrando no meu grelinho, e eu estava sem calcinha e de calça jeans, então imaginem como eu estava meu grelinho parecia pulsar dentro da calça, roçando no áspero da calça, mas o Alex estava obstinado a me fazer gozar, então pôs suas mãos fortes na minha cintura e começou a declarar poemas em meu ouvidos, o ritmo era interrompido por um beijo ou outro uma mordiscada ou até uma lambida, ele recitava poemas famosos como Fernando Pessoa, Drummond, e Vinícius, até um pouco de Shakespeare e T. S. Elliot ele recitou, da para acreditar em um cara desse ? se você quiser conquistar uma garota recite poesias, mas recite de coração, sua voz grossa dizendo palavras doces, sua barba por fazer roçando em meu pescoço, e o “ronronar” da moto me fazia ficar ensopada, minha bucetinha estava encharcada, ele então pressionou seu corpo contra o meu me fazendo sentir o calor do seu corpo, que fazia contraste com o clima frio que fazia aquela noite, ele estão desceu o zíper do meu casaco e começou a massagear os meus peitinho, eu acelerei de mais a moto nessa hora e deu um susto nele, eu estava muito excitada, mas fazer aquilo em publico, tudo bem que a rua era meio deserta, mas meus peitinhos estavam a mostra para qualquer um ver, mas ele disse que estava tudo bem, querendo me confortar, e aos pouquinhos foi me soltando, deixando que eles brincasse com meus mamilos,deixando que aquela situação me envolvesse de novo, e digo que a sensação de que podia estar sendo observada , ou que podia ser pega com a mão na massa me deixou ainda mais excitada mas eu estava prestes a gozar eu já acelerava bastante a moto queria que vibrasse mais eu me esfregava na moto querendo sentir o quente do motor (me lembrou quando eu me esfregava no cano da bicicleta quando ela “criança” quase que na inocência, mas vou deixar para o próximo conto)e a moto agia como um vibrador mesmo, me fazendo chegar ao orgasmo, eu gozei como nunca na vida e Alex conseguiu isso sem ao menos chegar perto da minha bucetinha, mas eu queria mais, então ele me levou para casa, eu fui o caminho todo abraçada bem forte, tentando aproveitar o máximo daquela sensação, foi como se o orgasmo durasse toda a viagem. No fim fizemos sexo, ai quando seu estava deitada na cama com ele me lembrei de perguntar
você ia me levar a algum lugar, lembra ?
Lembro, mas tudo bem, não era nada muito importante, no fim o resultado foi o mesmo
Eu acabei por nunca descobrir onde ele ia me levar, mas sei que aquela foi uma das melhores noites, foi onde eu descobri que palavras são tão exitantes quanto toques, por que essas “tocam” a alma.