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domingo, 29 de janeiro de 2012

O Lado B da Historia

ola meninos e meninas sapekas!
desculpem a demora, havia até esquecido da existencia deste conto, mas espero que aproveitem, bjs

Sabe aquele dia onde você acha que nada vai acontecer? O meu dia tem sido totalmente parado, o marasmo havia sido meu companheiro fiel naquele dia. Mas talvez por isso que seja apaixonada pela noite, eu lembro que eu havia pegado no sono cedo aquele dia, a falta do que fazer havia me obrigado a deitar e ouvir musica e acabei pegando no sono umas sete horas da noite, e acordei com meu celular tocando atendi e era a Cintia dizendo que tinha brigado com o namorado e tava malz e precisava desabafar então falei para ela vira aqui, mas ok gente, vamos combinar... o que leva alguém uma garota bonita como a Cintia a namorar um cara como Luiz? Ela é linda, bem resolvida, independente e inteligente e o Luiz é um cara... bom ele é só um cara, não sei porque a Cintia da tanta importância por que ele fala.
Nem tinha terminado meus pensamentos de raiva do Luiz, ou de complacência com a Cintia se preferirem e ela já estava em minha porta, puta que pariu Cintia! Não deixou nem eu dar uma arrumada na bagunça, morar sozinha é complicado poxa! Então atendi a porta rindo dos meus pensamentos malucos e das coisas que falava sozinha enquanto reclamava da bagunça:
- Como consegue rir?
- Aquele cara não te merecia.
- Você podia ter me avisado isso antes. - pensei: AAAAHHH claro... o que você queria amiga? Que eu fizesse uma passeata de protesto na paulista? Ou que eu invadisse a reitoria da usp?. Mas como somos amigas desde o tempo de colégio, essas frases mesmo ficando em pensamento só meu olhar já foi suficiente para ela entender
- Eu sei, eu sei, sou teimosa demais. Mas porque ele tinha que me trair justo agora que estávamos de viagem marcada?
- Olha para o que você esta falando Cintia... acha o que? Que ele agendou uma traição no programa de fidelidade de vagabundas?
- Verdade. Desculpe te incomodar mais uma vez com esse meu escândalo.
- Entre e pegue uma cerveja para agente conversar
- Eu mereço uma cerveja! Vou ao banheiro enquanto pega.
Foi quando o destino quis me provocar e o cel da Cintia tocou, era uma msg, imaginei que seria do Luiz, me condenem mas morri de curiosidade, queria ver qual as babaquices que ele falar, então li a mensagem e ele veio cheio de conversinha de “não é nada disso que você está pensando” e tal, se eu deixasse aquilo barato aquele canalha ia fazer minha amiga de idiota e eu não podia permitir isso, fui em direção ao banheiro com as cervejas, mas o que eu poderia fazer? Pense nina... pense... o corredor já está chegando ao fim e já estou ouvindo ela reclamando que era um desastre.
- Não amiga, você não é. Quer tomar um banho para melhorar esse rosto?
- Agora não, depois talvez.
Ficamos sentadas na varanda, ela deitada na rede olhando sem vida para o céu estrelado daquela noite e eu sentada no parapeito da janela do quinto andar. Ficamos conversando sobre as coisas mais aways do cosmos, sinceramente pouco estava me importando o assunto, na verdade pouco falei, eu ficava olhando ela ali dentada na minha rede pensando no que eu poderia fazer para ajudar ela a se vingar daquele cachorro, a xxx tem um coração mole, então não posso sugerir ela se vingar, ela nunca toparia, então se eu quiser ver isso terei que manipular algumas peça, mas que peças, só estamos eu e ela aqui e.. OH WAIT
- O que foi? - acho que ela percebeu o meu insight e parou de falar...
- Você, não está me contando nada. Como está sua vida? Está namorando ou saindo com alguém?
- Você sabe que não, aliás...até onde você sabe, não.
- Como assim?
- Sabe, outro dia, depois de muito meditar sobre os últimos relacionamentos, cheguei à conclusão que homem não presta.
- Pfffff...
- Eu sei... Estou dizendo que cheguei à conclusão e resolvi variar.
- Como assim nina?
- Vamos lá, achei que fosse ser complicado te contar, mas preciso né? Estou saindo com uma menina. - ok, me condenem.. eu não estava. Eu havia ficado com uma garota fds passado, mas eu estava bêbada e os meninos ficaram me enchendo o saco a noite toda... e foi só um beijo caspta!
- MENINA?
- É Isso mesmo, pronto, falei.
- E como é?
- Sério? Sua pergunta é essa mesma? Como é? Poderia apostar 3400 perguntas, menos essa.
- Ué, que que tem? Só você pode ser liberal?
- Ah ta, fala sério que você faria uma coisa dessas...
- Nunca diga nunca, lembra? - ok, o justin bieber acaba de entrar na minha... ^^
- Rsss...verdade! É gostoso. Diferente. Sexy. Doce. Ardente. Delicado. Sensual... - como eu disse eu estava bebada demais para lembrar, mas disse o que eu achei que era, na verdade no meio do meu esforço acabei imaginando a Cintia no lugar da garota e acabei me empolgando.
- Ei, psiu, acorda! Fiquei até arrepiada...
- Arrepia mesmo...é muito bom...o toque, o beijo, a língua, nossa...você tem que experimentar!
- Tá maluca? Disse que sou mente aberta mas não virei lésbica não!
- Ah, deixa de ser preconceituosa.
- Ok Ok, hora do banho, esse papo está muito estranho...
- Rsss...ok, vai la. - dei 5 minutos, reuni toda a minha coragem.. e safadeza também, por que não? E fui atrás dela... ah se ela pudesse ver a minha cara de que ia aprontar.
Já no banheiro:
- Tudo bem aí?
- Tudo ótimo, eu estava precisando disso.
- Vou ficar aqui para conversar com você. - ela me olhou com uma cara meio avessa - Ah pára vai, não posso mais ver você?
- Verdade, estou sendo boba. Senta aí.
Eu fiquei ali sentada no vaso, terminando de tomar a minha cerveja, olhando ela tomar banho, ela era graciosa até para tomar banho, se ensaboando deixando a água escorrer por todo o seu corpo, o vapor da água quente começou deixar tudo ainda mais aconchegante... o quentinho, a cerveja, a Cintia, tudo estava colaborando para que eu ficasse mais a vontade, então tirei minha roupa e fiquei ali, bem a vontade, olhando a água correr junto ao seu corpo delineando as curvas do seu bumbum, a marca do biquíni fio dental davam um toque ainda mais sedutor. Então encostei a cabeça no vaso, abri suavemente as pernas e comecei a me tocar, não aquela coisa frenética, mas aquela coisa bem suave, bem devagar, massageando o clítoris quase como uma criança querendo descobrir novas sensações, era assim que eu me sentia... relaxada, descompromissada, apenas curtindo as sensações que meu corpo produzia a cada toque, a visão daquela gata nua em meu banheiro e nem percebi o momento exato que ela parou e viu que eu estava me masturbando ali diante dela:
- Não fica com vergonha, você é linda, sempre foi.
- Não é disso que estou com vergonha.
- Está vergonha por me dar tesão?
- Te dou tesão?
Era o meu convite para o pecado, se eu ia me aventurar em novas descobertas nada mais justo que fosse com aquela com quem sempre dividi tudo, com quem sempre esteve comigo então entrei no box e fui direto aos seus lábios, cara a cara, sem ponto de retorno
- Rápido assim?
- Cala boa e me beija...
-
Nossos beijos transmitiam todo o carinho de anos de amizade e de cumplicidade transformados em tesão momentâneo. Eu sentei ela contra a parede e abri suas pernas para mim eu me pus de quatro e comecei a chupá-la delicadamente, parecia que eu queria recompensá-la todos esses anos de amizade com prazer, com orgasmos, se cada orgasmo representasse um ano de amizade e agente se conhece há uns 10 anos, bom... eu não estava com pressa mesmo... eu lambia como uma gatinha faminta, mordia, beijava, tudo que tinha direito, eu iria fazer o melhor sexo oral da vida dela, algo que nenhum homem jamais poderia fazer, e logo comecei a sentir o gosto da recompensa, meu bumbum ficou bem abaixo da queda d´agua o que fazia a agua escorrer pelo meu bumbum e pela minha xoxota, fazendo eu ficar molhadinha, dando um trato no meu tesão que só aumentava. Dei um beijo do mais gostoso e mais melado para ela sentir o próprio o gosto, quem sabe assim ela não aprendia a se amar um pouco mais.
Levei ela para minha cama e a peguei um velho amigo no criado-mudo (ah se ele pudesse falar) ela ainda quis me questionar, mas não tinha mais nenhuma duvida, queria aquela gata de quatro só para mim, enfiei o consolo todinho na xoxota dela, ela estava molhadinha e ele entrou facinho, eu beijava as suas covinhas e ela logo diminui a tensão e se entregou, minha melhor amiga, de quatro, toda entregue a mim, gozando e gemendo meu nome é algo que nunca vou esquecer. ok. Tem algo que também nunca vou esquecer daquela noite, nós não conseguimos desgrudar fomos nos beijando por todos os lugares possíveis , até no elevador na hora de ir embora no dia seguinte, ma o que eu nunca vou esquecer é a cara do porteiro ao nos ver sair do elevador depois do nosso showzinho diante as câmeras, mas isso é melhor deixar quieto...

sábado, 21 de janeiro de 2012

vestida a caráter

Olá meninos e meninas sapekas!
Tudo bem com vocês? Eu estou bem, saudades que eu tava de escrever aqui.
Esses dias, no natal para ser mais precisa, eu estava fazendo compras numa loja de departamento, comprando roupichas e vi uma... movimentação suspeita no trocador e sabia que ali estava rolando uma loucura das boas e lembrei com uma certa nostalgia da vez em que eu cometi essa loucura.

“algumas pessoas tem uma sorte do caramba, mesmo sendo uma maluca irresponsável ganha simples de presente de presente uma loja. Acho que toda mulher já sonhou em ter uma loja para vender suas coisinhas, mas tomar conta de uma loja não é algo fácil então fui ajudar essa minha amiga cabeça de vento a tomar conta da loja, eu passava varias tarde lá com ela, não recebia nada por isso e nem queria, era divertido passar a tarde fofocando enquanto arrumava roupas e sapatos. Dizem que em casa de ferreiro o espeto é de pau, talvez seja porque era uma luta sem tamanho para que eu arrumasse meu quarto, meu armário e eu estava ali fazendo aquilo com prazer.

Os dias eram comuns, mas de vez enquanto aparecia umas figura, umas pessoas que te fazia pensar de onde surgiu aquela raridade, são paulo é mesmo uma cidade onde se encontra qualquer coisa, onde ser diferente é normal, varias tribos, vários sotaques. Mas o mais engraçado era ver os homens, todo perdidos, sem a mulher para ajudar, como um cara casado não sabe qual o numero? Acho que nem para eles mesmos eles sabem comprar roupas. Eu não tinha paciência com o público então normalmente ficava no caixa ou repondo as coisas, mas assim que aquele homem entrou na loja, eu fiz questão de prestar a atenção nele, ele era uma peça e tanto, chamava a atenção, loiro, de olhos claro alto, parecia até um gringo.

Eu tenho um ódio mortal desses vendedores chatos que ficam lhe incomodando, perguntando se você quer alguma coisa, se pode ajudar. Pior que é 8 ou 80, ou eles ficam te seguindo a loja toda ou não tem um fdp para te atender quando você precisa, continuei a colocar as roupas no lugar mas não conseguia para de olhar para ele, minha amiga reparou e fazia sinais para eu ir la puxar assunto com ele, mas eu me negava. Mas minha vida é muito troll, quando vi ele se aproximando baixei a cabeça, mas ele insistiu e perguntou se eu trabalhava ali, disse que não mas que podia ajudá-lo (pqp que burra! Agora que eu iria parecer uma oferecida) ele disse que estava procurando roupas para a noiva (noiva??? eu sou me ferro nessa vida né?) ele queria umas lingeries bem bonitas para dar de presente, será que ele pensou “aquela tem cara de safada, deve entender tudo de lingeries” e como ele não sabia o numero fui perguntando como ela era, e ele ia falando e olhando para mim como base, eu colocava as lingeries por cima do corpo e vi que ele estava começando a reparar em mim, pudia ver nos seus olhos claros que ele já estava me imaginando vestindo aquelas lingeries todas só para ele. Logico que eu comecei a usar aquilo para provocá-lo, pegando as calcinhas mais cavadas para ele imaginar a minha bundinha arrebitada falando “vem meu macho, minha bundinha é toda sua” e o clima foi esquentando cada vez mais, ele queria me arrastar para o provador para que ele visse como ficava o “caimento” das cintas ligas. ele me disse que estava justamente querendo comprar umas lingeries mais safada para ver se a noiva dele fica um pouco mais ousada, ele começou a reclamar que a noiva era muito quadrada com essas coisas e ele queria apimentar a relação. Eu disse que para apimentar a relação, ele ia ter que fazer loucuras também, então peguei ele pela mão e fomos até o estoque da loja, no andar de cima onde ninguém poderia nos ver.

Escolhi um canto no atras de uma estante no estoque e começamos a nos beijar, como uma mulher pudia ser tão negligente com um homem tão gostoso daqueles? Eu estava de calça jeans e uma blusa de botão, mas ele foi abrindo cada botão delicadamente, um por um, beijando meu colo, até reparar que eu não usava sutien, ai ele perdeu a linha e começou a chupar meus peitos, ele sugava que até doía de tanto prazer, ouvimos um barulho e paramos, ficamos ali estagnado esperando mas como nada se seguiu continuamos, ele abriu minha blusa toda e abriu um sorriso de orelha a orelha, ele tirou a sua blusa rapidinho e eu pude ver aquele peitoral todo definido, ah que homem gostoso aquele, eu me ajoelhei no papelão e abri o sinto e o zíper e e tão cedo puxei seu pau para fora comecei a mamá-lo, ele não espera que uma garota gostasse tanto que chupar um belo pinto como eu e perdeu o ar facilmente. Ele tirou minha roupa toda em um segundo, me deitou sobre o monte de papelão e começou a me comer, eu queria gemer bem alto, mas não podia, ele metia forte como se estivesse descarregando toda sua frustração sexual na minha humilde e encharcada bucetinha. Mas eu queria fazer mais por ele, se ele estava reclamando da noiva dele, não poderia eu fazer um papai e mamãe certo então pensei em ficar por cima, mas enquanto trocávamos de lugar me deu a ideia, eu vou ficar de costas para ele, eu me posicionei sobre o seu pau e comecei a rebolar , bem, devagarzinho, dando a melhor visão que aquele cara teria, uma bundinha branca, redondinha rebolando gostos sobre o seu pau, ele ficava acompanhando atentamente o movimento de sobe e desce, prestando toda a atenção, a bundinha, a arqueamento das costas, o cabelo vermelho balançando como um comercial de shampoo e eu olhei para dar, com o queixo sobre o ombro para finalizar com chave a maldade, a safadeza.

Ele acabou nem levando as lingeries, comprou umas bermuda para ele e foi embora, muito tempo depois encontrei com ele, casado, numa casa de swing. Quem diria, quando eu vi a mulher dele vi que o que faltava mesmo naquele casal era a ousadia de alguém dar o primeiro passo. Fiquei feliz, mesmo sendo contra a traição, é legal de saber que no fim você ajudou um alguém sexualmente né?”

domingo, 27 de novembro de 2011

O Lado A da Historia

Ola meninos e meninas sapekas!
td bem com vocês?
eu vou bem obrigada... o conto abaixo foi escito em conjunto com o blog geek & devassa esse conto é separado em duas partes... parte A e parte B, mostrando duas visões de uma mesma historia.
espero que gostem...


"Bati a porta do carro e saí correndo. Não queria mais discutir aquele assunto novamente e sinceramente, aquele namoro já estava me desgastando demais. Corri daquele lugar e comecei a procurar meu celular na bolsa. Nina tinha que estar em casa. Dois toques e a voz que tinha o poder de me tranquilizar atendeu...

- Alô?
- Nina, você está em casa? Sei que é tarde, mas terminei com o Luiz e preciso conversar com você, não vou conseguir ficar sozinha agora.
- Claro, você está aonde?
- Há poucos minutos da sua casa, daqui a pouco chego aí.
Peguei um táxi e em 10 minutos cheguei na casa dela. Nos conhecíamos desde a escola e ela havia se tornado a irmã que eu nunca tive. Acompanhou todos os problemas, todos os altos e baixos e sempre esteve do meu lado. Tudo bem que eu era cheia de altos e baixos...Nossa, como ela me aguentava! Cheguei em seu apartamento e ela abriu a porta sorrindo.
- Como consegue rir? [Um dia eu ia entender esse bom humor da Nina para tudo...Mas hoje eu não estava muito afim de tentar]

- Aquele cara não te merecia.
- Você podia ter me avisado isso antes. [Falei isso já esperando um fora...]
Ela me olhou sorrindo.
- Eu sei, eu sei, sou teimosa demais. Mas porque ele tinha que me trair justo agora que estávamos de viagem marcada?
- Olha para o que você está falando Cintia... Acha o que? Que ele agendou uma traição no programa de fidelidade de vagabundas?
- Verdade. Desculpe te incomodar mais uma vez com esse meu escândalo. [Minha vergonha ultrapassava todos os limites, desde os 11 anos que eu apurrinhava a Nina com meus problemas com namorados, mas não consigo me lembrar uma vez que precisei dar colo para ela...]
- Entre e pegue uma cerveja para a gente conversar.
- Eu mereço uma cerveja! Vou ao banheiro enquanto pega.
Fui ao banheiro e me olhei no espelho. Acabada! Olhos borrados, cabelo despenteado e roupa bagunçada. Como eu podia ficar tanto tempo com uma pessoa que não me merecia? Só posso ter o dedo mais podre do mundo para homens...cruzes, será que esse tal de cupido nunca vai dar uma dica boa? Ta foda! "Eu sou um desastre" - falei enquanto lavava o rosto.
- Não amiga, você não é. Quer tomar um banho para melhorar esse rosto?
- Agora não, depois talvez.
Sentamos na varanda e começamos a falar sobre amenidades, como os homens não prestavam, como estava no trabalho, sobre a idiota da contabilidade que não sabia se arrumar direito, enfim, uma verdadeira lavagem de alma, como sempre. Enquanto eu falava e falava e falava, fiquei pensando... A Nina tinha uma forma muito diferente de mim de levar a vida, ela parecia estar sempre na adolescência... Parecia que nunca ia envelhecer... Eu já me preocupava com o futuro, filhos, coisas de "gente grande"... Até que me liguei que eu falava mais do que ouvia e parei.
- O que foi?
- Você, não está me contando nada. Como está sua vida? Está namorando ou saindo com alguém?
- Você sabe que não, aliás...até onde você sabe, não.
- Como assim?
- Sabe, outro dia, depois de muito meditar sobre os últimos relacionamentos, cheguei à conclusão que homem não presta.
- Pfffff... [Era só o que me faltava...eu cheguei à essa conclusão quando peguei o Jorginho com 11 anos Nina!]
- Eu sei... Estou dizendo que cheguei à conclusão e resolvi variar.
- Como assim Nina?
- Vamos lá, achei que fosse ser complicado te contar, mas preciso né? Estou saindo com uma menina.
- MENINA? [Minha mente foi direto para uma cena de Nina beijando outra menina e isso me incomodou.. Eu estava com ciumes da minha amiga?]
- Isso mesmo, pronto, falei.
- E como é? [Sorri por dentro]
- Sério? Sua pergunta é essa mesmo? Como é? Poderia apostar 3400 perguntas, menos essa.
- Ué, que que tem? Só você pode ser liberal? [Eu sei, eu sei... Fico pagando de liberal, mas todo mundo sabe que não sou nada disso...]
- Ah ta, fala sério que você faria uma coisa dessas...
- Nunca diga nunca, lembra? [Como sou brega, Deus do céu...]
- Rsss...verdade! É gostoso. Diferente. Sexy. Doce. Ardente. Delicado. Sensual.....
- Ei, psiu, acorda! Fiquei até arrepiada... [Calma aí...eu estou dando em cima da Nina? Nããão, pára de pensar besteira]
- Arrepia mesmo...é muito bom...o toque, o beijo, a língua, nossa...você tem que experimentar!
- Tá maluca? Disse que sou mente aberta mas não virei lésbica não! [O "tá maluca" ficou repetindo na minha mente para sempre]
- Ah, deixa de ser preconceituosa.
- Ok Ok, hora do banho, esse papo está muito estranho...
- Rsss...ok, vai la.


Fui para o banheiro e liguei o chuveiro, o vapor de água quente tomou conta de tudo, até do espelho. Fiquei pensando no que Nina havia falado e me arrepiava a cada pensamento. Será que era bom mesmo? Tirei minha roupa e entrei no chuveiro. Nossa, como eu estava precisando desse banho. E como eu consegui abstrair o Luis tão rápido depois que Nina me contou sua história, eu nem lembrava mais o rosto dele, só tinha na minha mente a imagem de Nina beijando outra mulher e isso me incomodava um pouquinho...
- Tudo bem aí?
- Tudo ótimo, eu estava precisando disso.
- Vou ficar aqui para conversar com você.
Olhei para ela rindo, já havíamos tomado banho inúmeras vezes juntas, trocávamos de roupa na frente uma da outra e viajávamos sozinhas, mas hoje as coisas estavam meio estranhas.
- Ah pára vai, não posso mais ver você?
- Verdade, estou sendo boba. Senta aí.
Ela se sentou no vaso e ficamos conversando, na verdade eu fiquei falando...como sempre! Nina estava tomando sua cerveja, sorrindo e olhando para mim. Como a água e o vapor estavam me fazendo bem...eu passava sabonete pelo meu corpo como se eu fosse feita de diamantes...Precisava cuidar de mim um pouquinho... Passados 5 minutos olhei para ela de novo e lá estava. Minha amiga, sentada no vaso, sem roupa, com as pernas abertas e se tocando delicadamente enquanto olhava para mim... Fiquei meio envergonhada...
- Não fica com vergonha, você é linda, sempre foi.
- Não é disso que estou com vergonha.
- Está vergonha por me dar tesão?
Sorri e resolvi arriscar. [Onde eu estava com a cabeça? Eu estava realmente dando em cima da Nina. Da Nina!]
- Te dou tesão?
Pronto, era o que ela precisava. Se corpo se juntou ao meu no banho e sua boca veio direto em encontro aos meus lábios. Tomei um susto e interrompi...
- Rápido assim?
- Cala a boca e me beija...
Era uma ordem e eu sentia aquela urgência também. Era como se esperássemos por isso... Tudo estava perfeito. Suas mãos passaram pelo meu corpo, seus lábios me tocaram por inteiro. Sua boca Ela me sentou no chão e sua língua me tocou profundamente, eu já estava excitada, mas meu corpo derramava vontade de ter mais e mais prazer. Sua língua fazia movimentos delicados e sensuais, suas mãos abriam e fechavam minhas pernas. Ela subia pela minha barriga e me deixava mais molhada do que eu já estava. Gozei muitas vezes e quanto mais eu me tremia, mais ela me lambia toda... Seus lábios estava cheios do meu prazer... E ela veio até minha boca Nos beijamos mais e eu senti meu sabor como nunca havia sentido. Tudo estava muito gostoso...
Fomos para a cama e continuamos a nos beijar e tocar. Ela pegou um consolo e eu me assustei.
- Sério?
Nina não me respondeu, me virou de quatro e enfiou ele todinho em mim...Eu gemi e me tremi toda, rebolei para ela como nunca havia rebolado para ninguém...Aquela mulher precisava ter o melhor de mim, e ela estava tendo...Meu gozo escorria pelas minhas pernas...Eu estava toda arrepiada e gemendo de prazer...Ai como eu queria que ela...Eu dizia seu nome em meio aos gemidos, tocava meus seios e delirava naquele momento... Sua boca tocava minhas costas e me fazia carinho. Gozamos tantas vezes que nem me lembro. Nossa intimidade era antiga e imediata ao mesmo tempo. Transamos na cama, no chão, na varanda, na cozinha, na sala, no elevador enquanto descíamos para o carro, no carro e na minha casa quando lá chegamos. Meu corpo estava leve e molhado, com sensações deliciosas...

sábado, 19 de novembro de 2011

só as novinhas na sequencia do pente

Olá meninos e meninas sapekas!
Tudo bem com vocês? Eu estou bem... feriadão prolongado todo mundo curtindo, uns vão para a praia, outros para a piscina, ou mesmo morgam dentro de casa o dia todo, tudo bem cada um aproveita do jeito que quer, esse feriado eu fui para a praia, numa casa com piscina e udo e me lembrei de quando era mais nova, que passávamos os feriados na casa das amigas uma das outras, dormíamos juntas, falamos besteira, víamos filmes até tarde e comíamos baboseiras. Foram bons tempos e recordar é viver.

tinha acabado de fazer 18, ainda mantinha as minhas amigas de colegial, ainda mal tinha entendido o que a maioridade significava, sempre fui mignonzinho, então muitos ainda me davam 16 anos. Meu cabelo ainda não era ruivo, ainda não tinha nenhumas minhas tatuagens e nenhum dos meus piercings, era quase uma virgem. Hoje me lembro dessas coisas de quando era mais nova, da época que eu era dita como santa e às vezes me bate a certeza que talvez eu sempre tenha tido esse gosto pelo sexo, pela sedução, sempre fui carregada pelo pecado.

Eu e carol sempre fomos amigas, desde o primeiro dia do colegial, vivíamos juntas, tínhamos nosso grupo só de garota no colégio, ele tinha até nome e hino, mas não vou contar aqui porque né? Mó mico. Mas agente adorava, e eramos conhecidas na escola toda, eramos como unha e carne no colégio, até que um dia, ela me convidou para passar o feriado na casa dela, seus pais estariam viajando e ela e o irmão estariam sozinhos e como o irmão dela não costumava ficar muito em casa, ela não queria ficar sozinha então lá fui eu, de mala e cuia para a casa da Carol. Ficamos a semana toda fazendo mil planos até o fatídico dia.

A casa da Carol era muito legal, tinha tudo que qualquer garota podia querer, uma TV enorme na sala, um quarto só para ela, piscina, computador (que naquela época era raridade), som, vários CD´s e filmes , era tudo do maior conforto possível, até o sofá era daqueles que se você deitar nunca mais iria querer levantar. Só existia um território obscuro naquela casa toda, o quarto do rodrigo, irmão da carol, ele era bem diferente do resto da família, mas assim como todas coisas da carol essa era mais uma coisa que todas as meninas invejavam, o rodrigo era o sonho de qualquer adolescente, mais velho, devia ter uns 25 na época, tatuado, tocava guitarra, era cheio de fazer piadinhas, e quase sempre que o víamos, ele estava vagando pela casa como um zumbi de óculos escuros e de ressaca.

Bom... la estava eu com a minha mala na mão parada em frente aquela porta gigantesca esperando, pude ouvir o som dos passos correndo pela escada e vindo em direção a porta. Era a carol vindo me receber aos berros de felicidade, ficamos ali na porta nos abraçando, falando eufóricas pela felicidade de passar o feriado prolongado juntas. Mas fomos interrompidas por uma voz resmungando, era o rodrigo resmungando de nossa felicidade em vários decibéis, mal dava para entender o que ele falava, ele parecia um zumbi de cueca samba-canção, cabelo todo bagunçado, óculos escuros , um cigarro apagado na boca (ok, talvez o zumbi mais gostoso que eu já vi), ele estava indo fumar seu cigarro matinal(mesmo que já fosse quase de tarde), era a primeira vez que eu via ele assim sem camisa ao vivo, e ele estava praticamente desnudo, pude ver suas tatuagens perfeitamente e elas eram lindas, tudo nele era lindo, era másculo, era rebelde, era livre, era inspirador.

Fomos correndo para o quarto fofocar e falar sobre as futilidades de uma recém-passada adolescência e as horas foram passando até que resolvemos ir para a piscina, coloquei biquíni e tudo, mas como era tímida (acreditem, eu já fui tímida) coloquei também um shortinhos de lycra e uma blusinha de alça. Levamos um microsystem para a beira da piscina e ficamos lá torrando na beira e dançando o axézinho da época, nossa intenção não era cair na água, devia estar um gelo. Estava dançando feliz, requebrando como se não houvesse amanha quando o vi vindo em minha direção, eu fiquei vermelha de vergonha, mas ele fingiu nem ligar para mim, mas ao passar do meu lado, ele me empurrou e eu me desequilibrei e cai na piscina. A água estava um gelo, senti cada pedacinho do meu corpo congelar naquela piscina, e ele continuou andando como se nada tivesse ocorrido, maldito filho da puta! Ai que ódio que eu estava dele naquele momento. Eu sai da piscina soltando fogo pelas ventas, em contraste ao frio que eu estava sentindo, minha pele arrepiou toda devido ao choque térmico, o bico dos meus seios enrijeceram feito pedra e se sobressaiam a minha blusinha colada ao corpo, revelando minha barriguinha, o short que já era colado ficou socado na minha bundinha, em minha pélvis qualquer homem poderia desenhar facilmente o contorno dos lábios da minha bucetinha. Quando ele reparou na imagem que ele havia despertado, ficou parado por um tempo, meio sentado, meio em pé e depois veio com pedido de desculpa querendo me abraçar para me esquentar, ao encostar seu corpo no meu, deixar-me envolta em seus braços tatuados , meu ódio por ele aliviou por alguns segundos, mas só por alguns segundos, quando voltei a mim a carol estava gritando com ele e eu me afastei, empurrei ele puta da vida e sai andando em direção à um pedacinho de sol onde eu pudesse me esquentar. Acho que eu esquentei até demais, voltei a dançar a todo vapor e mesmo com óculos escuros eu sábia que ele me olhava, olhava a minha bundinha rebolando, imaginando as maiores perversidade com ela, hipnotizado, na época achei que ele estava tramando alguma comigo, mas inconscientemente eu sabia que ele estava me desejando arduamente.

Fomos para dentro ver TV e após um tempo rodrigo nos chamou para ir almoçar, ele mesmo tinha cozinhado, ele notou a minha cara de emburrada e ficou me paparicando, pedindo desculpa, mas no fundo, eu estava adorando esse carinho todo comigo. Eu me senti a garota mais f*da do mundo! Do mundo só não... Do colégio! E claro que pude ver o ciumes da carol nisso, ela implicava com ele mais do que o normal, mas eu confesso estar adorando isso, mas eu era uma menina boba e inocente achei que minhas provocações não iam dar em nada, que ele ia ficar “gamadão” em mim então continuei a provocá-lo sem ideia das consequências. 

Sempre que falava com ele, passava a mão em seus braços, sempre dava um jeito de encostá-lo, mesmo que minha boca estivesse dizendo coisas negativas. Ele ficava me zoando, tirando sarro de mim o que me deixava puta por um lado mas feliz por ele estar reparando em mim. E assim íamos passando o feriado, eu andava rebolando perto dele, deixando o máximo de pele possível e ele me zoando e pegando no meu pé.

Até uma noite em que eu e carol resolvermos ficar acordada vendo filmes, estávamos completamente a vontade, eu estava de camisetão de moletom e calcinha deitada no tapete aposto que daria uma ótima vista para quem estivesse atras, e adivinhem quem se deitou no sofá atras de nós assim de repente? O rodrigo que eu conhecia jamais iria ficar num sábado de feriado a noite em casa vendo filmes, então meu ego inflou achando que ele ia ficar só para ficar mais tempo comigo, como eu pude ser tão boba, mas aquilo serviu para perder a vergonha, eu ficava subindo a blusa devagarzinho, cada hora um pouquinho da minha bundinha era revelada, redondinha e durinha a minha bundinha era um premio aos olhos do rodrigo, e quando ela já estava toda descoberta decidi aumentar o premio ainda mais.. dobre as pernas e abri-as um pouquinho, dando a visão do meu “pacotinho”, as vezes eu olhava para trás, com a cara mais safada do mundo e via ele com a mão sobre a sua bermuda, apertando o seu pau, tentando se conter, como era aquelas bermudas de futebol dava para ver o volume nitidamente. Fiquei tão alucinada nessa brincadeira que nem prestei a atenção no filme, mas acho que a carol também não, quando olhei ela estava dormindo, então me levantei para ir pegar um copo de coca mas nunca imaginei o que viria a seguir.

Eu mal encostei no puxador da geladeira e ele veio me encochando, me senti arrepiada de novo, o bico dos meus seios endureceram novamente, não sei se pelo frio de estar encostada na porta da geladeira ou se foi de sentir o pau dele contra a minha bundinha. Ele veio dizendo que eu era uma novinha muito folgada, que eu fiquei provocando ele o feriado todo, que ele tava louco para me pegar de jeito, me beijar, mas a irmã dele estava sempre comigo como um carrapato e que ele só estava esperando uma oportunidade, eu consegui me virar e fiquei de frente para ele, de rosto colado tive a audácia, a cara de pau, a safadeza e inocência de perguntar “oportunidade para quê?” ele então se arqueou sobre mim com aquele tamanho todo e eu toda pequenininha não tinha nada a fazer a não ser aceitar aquele beijo cheio de tesão (não que eu fosse negar de qualquer jeito) foi a primeira vez que eu sentia o que é um beijo cheio de tesão, um beijo de um homem, aquilo me tomou e me deixei sentimento que se aflorava ali, ele me pegou de jeito mesmo, sem dó a mão dele já estava na minha bundinha, disputando espaço com a minha calcinha quase que infantil, ele me apertava toda, ele mal respirava, e eu fui sendo carregada naquela volúpia como se estivesse num furacão, a mão dele subiu por dentro blusa pelas minhas costa e veio tomando espaço até os meus peitos, eles estavam bem durinhos e eu soltei um suspiro, quase um gemido quando ele apertou os mamilos, ele tampou a minha boca e disse para eu ficar bem quietinha porque agente não queria acordar a carol, eu então balancei a cabeça concordando e ele foi beijando meu pescoço me arrepiando todo, os arrepios percorriam meu corpinho todo, da espinha até a bucetinha que já estava ficando bem molhadinha, até que ele levantou a minha blusa toda, estava quase só de calcinha, e eu começou a chupar, mordiscar, lamber, apertar meus peitos e eu lá no melhor momento da minha voda até o momento, querendo explodir os tímpanos alheios gritando seu nome, gemendo gostoso como uma verdadeira safadinha, plena e satisfeita, que era como eu estava me sentindo. Mas minha plenitude foi quando senti a mão dele escorrendo pela minha barriguinha e enfiando sua mão dentro da minha calcinha e logo com os dois dedos, ele estava realmente na vontade, instintivamente eu puxei o ar, arregalei os olhos e abri minhas pernas e a envolvi com uma delas, eu estava completamente sem sustentação, nem física (pois estava num pé só) nem moral (pois o irmão da minha melhor amiga estava a um passo de me comer na cozinha enquanto ela dormia na sala) os dedos dele me invadiram, minha bucetinha ficou pequena, pois a contrai no susto, e podia sentir tudo, eu estava abraçada com ele, com braços e uma perna, eu passava minha mão na nuca dele, de olhos fechados,gemido no ouvido dele, mal conseguia falar.. não! Eu mal conseguia respirar direito, só balbuciava palavras ao vento incentivando ele, dizendo como estava gostoso, como eu era toda dele, como ele estava me levando a loucura, como ele era gostoso, eu gozava e meu corpo todo tremia apoiado sobre ele.

Então ele me pegou e me colocou sobre o balcão da cozinha, e levantou minha blusa deixando meus peitos a mostra, e tirou a minha calcinha, ele ficou vidrado ao ver a minha bicetinha lisinha, molhadinha, e toda rosadinha em contraste com a pele branco, mas foi quando ele arreou o shorts e pois aquele pau enorme pra fora que eu me dei conta do que estava fazendo, eu disse para ele ir devagar que eu era virgem (eu não era, eu já postei aqui como perdi a virgindade, mas na hora foi tudo que me veio a cabeça) ele ficou parado, pálido, mais branco que a porta da geladeira , ai começou a ficar transtornado, começou a falar um monte de merda, me xingar e eu comecei a ficar com medo, eu comecei a chorar, ele saiu batendo a porta e só ouvi ele ligando o carro e saindo, eu voltei para a sala , sentei toda encolhida no sofá e fiquei ali chorando até pegar no sono. Não o vimos o resto do feriado.”

sábado, 6 de agosto de 2011

é ritmo de festa

Olá meninos e meninas sapekas!
Tudo bom com vocês? Eu sei .. eu sei que estive meio ausente, mas para quem não sabe eu sofri um acidente de kart e fiquei com o braço imobilizado mas podem ficar tranquilos que eu já estou melhor viu ? Enquanto estava imobilizada fiquei pensando nas vezes que fiquei assim, e me lembrei de alguém que me deixava descadeirada. Dizem que dançar é fazer sexo na vertical, deve ser porque eu quase tinha orgasmos.

“algumas pessoas se destacam na multidão, e sempre existe um motivo para tal. Era um dia comum, de uma viagem para a casa de praia comum, ficamos em um condomínio fechado e la possuía tudo desde supermercado até sorveteria, e ficamos sabendo que haveria uma festa, mas era só para os condôminos. Mas vocês acham que nós íamos ficar de fora? O fato de ser proibido era o que deixava agente com mais vontade. Começamos a nos arrumar, caprichamos mesmo no visual, sem mesmo saber se conseguiríamos entrar, mas a ideia é que estivéssemos tão gatas que ninguém teria coragem de nos barrar, tínhamos que parar o baile com a nossa chegada. E assim foi feito, passamos pela portaria como se estivesse desfilando, mas nenhum impacto foi maior que a decepção de estar la dentro(risos).

Acho que agente não se preocupou muito de pensar se a festa ia ser boa ou não, acho que ficamos tão empolgados pelo fato de ter uma festa naquele condomínio fechado, de ter algo diferente que o nível da festa pouco importou, mas estávamos ali, então tínhamos que fabricar uma festa. Fomos em direção ao bar, dar aquela calibrada, nada como um pouco de álcool para agitar as coisas não!? O DJ foi esperto também acho que nem ele estava aguentando as musicas dele, mas ao ver a gente, ele percebeu que a noite estava salva, tudo bem que foi uma session meio “revival” mas era o que a gente precisava,no inicio era só a nossa roda de amigos na pista, mas quando nos demos conta a pista já estava cheia.

Eu fui respirar um pouco, onde? Há ! É claro que no bar né gente? Sentei no banquinho e fiquei encostada la tomando alguma coisa, só olhando as pessoas dançarem. Quando ouço alguém me dizer que eu devia estar orgulhosa do meu feito, perguntei por que já imaginando ser um daqueles chatos querendo se dar bem na “night”, mas fui surpreendida (vamos contar? 1 vez) e ouvi um elogio, não a minha beleza ou ao meu corpo, mas a minha atitude, pois ele era professor de dança naquele condomínio e há muito não via uma festa como aquela e ele sabia que aquilo era culpa minha. Olhei desconfiada para ele, do tipo “cantada do professor de dança? Essa é nova para mim” mas fomos conversando e vi que ele era realmente o professor de dança local e me contou como ele foi parar dançando com as velinhas até o chão nos domingos a tarde.

Ele me disse que estávamos falando demais e dançando de menos e me chamou para dançar, na hora eu travei, eu adoro dançar, mas com um professor de danças, seilá fiquei meio tímida, mas acabei aceitando. Dizem que dançar é fazer sexo na vertical, bom acho que sim porque eu quase tive orgasmos dançando com ele, aquele homem me segurando, me conduzindo, me cheirando, me envolvendo, eu estava literalmente em suas mãos, e que mãos, firmes, decididas, que sabiam o que estavam fazendo, a respiração, o olhar, que tesão de homem meu deus, nossos corpos se encaixavam, começou a bater a vontade de ver se a gente também era sincronizado assim na horizontal. Mas onde ? Era desperdício demais ver um cara com uma gingado daqueles limitado pro um espaço apertado, tinha que ser em uma cama, mas em qual cama? Voltar para a casa ? Mas e as pessoas lá? Tentei me segurar o máximo que pude, já sentia o membro dele fazendo volume na calça, eu já estava molhadinha, dançando mesmo tremula de tesão.

Não haveria outro jeito. Eu teria que dar um jeito de escapar dali sem que ninguém me visse. Mas como eu ia fazer para explicar para o pessoal da casa? Porque nem todo mundo foi com agente para a festa. Mas eu estava decidida a arriscar, mesmo porque não seria um risco tão grande além das pessoas falando na minha orelha. Então dei perdido da galera e sai com ele de moto, sem capacete nem nada, me aproveitei para ficar agarrada com ele na moto, o vento no cabelo deixavam aquele momento ainda mais cinematográfico. Enfim chegamos na casa, estavam todos la no fundo, na churrasqueira, mandei ele pro quarto onde eu estava, fui até la o fundo, e falei que tinha vontade mais cedo porque tava com dor de cabeça, e para não fazerem muita zona la para dentro, nem no meu quarto. E voltei para o meu quarto, estava tão escuro que eu não via o meu gato dançarino, chamei por ele abriu a cortina, fazendo o reflexo da lua cheia iluminar todo quarto e ele veio, surgindo da penumbra e começou a passar a mão em mim, vagarosamente pelo meu corpo se anunciando, até chegar em meus braços, então ele me virou com tudo, e me prensou contra ele, quase num passo de tango argentino. Minha bundinha encaixada no seu pau duro sobressaindo a calça e com as mãos na minha cintura começou a me fazer rebolar. Pude sentir todo o fervor o sangue latino roçando minha bundinha no pau dele, as mãos firmes precorriam por baixo da blusa procurando meus seios, quando os encontraram , apertaram, beliscando os meus mamilos, e a barba por fazer roçando na nuca, ficamos ali naquela dança gostosa, mas eu não sou de me segurar muito, minha boca queria mais, comecei a ficar com água na boca, eu queria um beijo (hahaha pensaram outra coisa né? Calma, seus apressadinhos) e fui atras da minha vontade, beijei como se pudesse sugar toda aquela vitalidade dele, aquele gingado, o beijo era tão forte que nos faltava ar, mas aquela vontade não passava, aquela sede ainda permanecia, então eu descobri o que eu queria, puxei ele para beirada da cama, fiz ele sentar bem na ponta da cama.

Ele entendeu o recado e baixou as calças e se sentou, então fui me agachando até ficar de quatro, vim engatinhando como uma felina em direção ao seu monumento, e olhando fixamente para ele, comecei lambendo suas bolas, mas eu queria mesmo era chupar, então cai de boca, comecei a mamá-lo, de quatro, o reflexo da lua a pratear as curvas do meu corpo. Então percebi sua “pau”pitação (risos) e vi que ele ia gozar, então decidi dar esse presente a ele, provavelmente uma cena que ele não esquecerá jamais, deixei ele gozar no meu rosto, conseguem imaginar uma garota ruiva de quatro que acabou de chupar o seu pau, toda lambuzada com a sua porra ao luz do luar de lua cheia, pois é lembrando hoje acho que até eu queria ter visto isso.

Me Limpei e o sexo continuou, ele comandava a minha cintura de uma forma que eu nunca vi igual, aquele cara me ensinou a rebolar de verdade, por cima, me fez apoiar pra frente, sobre o seu peito, para tirar um pouco do peso dos quadris, tendo mais mobilidade, de quatro fez estrago na minha bucetinha, ele abriu minha bundinha até meu “enrugadinho” ficar lisinho, quase se abrindo, deve ter sido uma visão incrível para ele pois ele começou a se perder no silencio e começou a balbuciar algumas palavras, e eu morrendo de medo de alguém ouvir, então tinha que fazê-lo gozar logo. Me esforcei ao máximo, num ritmo frenético, rebolando em todas as direções naquele pau até ele finalmente gozar e eu desfalecer sobre o seu peito.

Adormeci, aninhada e exausta em seu peito, no meio da noite acordo com alguém na porta do meu quarto olhando e olhando para minha cama e fechou a porta, no dia seguinte , minha cama vazia ,fui tomar café e la estavam as meninas la esperando para me dar um esporro daqueles, elas falaram que me viram dormindo com um cara e quando encontraram um estranho andando pela casa ele disse que era o cara que limparia a piscina, e ficaram la falando que o cara da piscina já era demais para mim, e eu morrendo de vontade de rir.”



PS: PESSOAS NÃO SE ESQUECAM QUE A PROMOÇÃO AINDA TA ROLANDO. PARTICIPEM!!!

segunda-feira, 18 de julho de 2011

PROMOÇÃO - libere sua garganta

Olá meninos e meninas!
tudo bem com vcs ? eu estou melhorando.. mas meu braço ainda doi um pouco (para quem não sabe sofri um acidente há duas semanas), enfim. Mas para não deixar o blog abandonado e ajudar uma velho amigo eu resolvi bolar essa promoção. ela é bem simples, então vamos à ela:

A promoção é o seguinte, vocês iram narrar um trecho de um conto erotico (ficar feliz se vc o meu), com aquela voz bem sexy, bem sedutora e vão me enviar em parafalarcomalicia@gmail.com e cruzar os dedinhos.

serão escolhidos 3 finalistas de cada genero (um homem e uma mulher) que serão já receberá um premio. eu vou escrever contos exclusivos que serão lidos pelos finalistas e o audio será reproduzido durante o evento "Erotic sexy Night" que acontece em 13 de agosto na cidade de Guarujá, litoral de Sp. Os Primeiros colocados de cada genero ainda ganharam um livro do Milo Manara por minha conta

alguma duvida ? para mais infos sobre a promoção sobre a promoção, o evento ou qq outra coisa parafalarcomalicia@gmail.com quero muito ouvir a voz de vocês aqui bem no meu ouvidinho.

domingo, 5 de junho de 2011

Feriadão

Olá meninos e meninas sapekas !
Tudo bem com vocês?
Hoje iremos voltar com a nossa programação normal, hoje vou contar mais um historia minha. O post sobre o caminhoneiro repercutiu bastante, mas não foi a única vez que eu fiz sexo na estrada não, vou contar uma outra que aposto que vai deixar muita gente pensando enquanto estiver em um congestionamento.
“Feriado prolongado, isso é tudo que um paulistano deseja todas as noites quando poe a sua cabeça no travesseiro. Agente sonha com as praias do litoral, com o mar, com a piscina, o churrasco a musica alta, e claro, os “amores” de verão. E eu tinha mais um feriado desse pela frente, um feriado prolongado, com previsão de sol, 15 pessoas em uma casa de praia no litoral norte.

Sexta-feira, 18 horas, eu estava parada em frente ao trabalho esperando a bianca e o Jéferson me pegarem, fui de mala e tudo para o trabalho, não queria perder um minuto, nos reunimos todos em frente a casa do rasta (apelido derivado de rastafari)e assim partimos rumo ao verão. Chegamos na casa la de madrugada, era uma noite agradável, um calorzinho, mas uma bela brisa do mar, a lua cheia. Era o clima perfeito, passada aquela correria para escolher as melhores camas, eu fiquei na cama de cima do beliche, por ser magrinha eu acho. Logo comecei a me despir para colocar o biquíni, mas de repente algo abre a porta sem mais nem menos, eu não estava completamente pelada, mas algo me diz que a pessoa pôde ver bastante da minha... pele. Não pude ver quem era, a pessoa fechou a porta muito rápido, eu mal tinha chegado e já tinha sido visto praticamente pelada, assim é sacanagem (literalmente), eu sai do quarto toda acanhada, toda sem graça pelo que aconteceu, queria me esconder dentro de mim mesma, mas fui caminhando em direção a piscina, com passos tímidos, se eu não gostasse tanto de piscina como eu gosto acho que eu teria desistido da ideia. Acho que eu tenho essa coisa de sereia, adoro ficar na água, me relaxa, eu fico horas e mais horas na água, se deixa fico o dia todo, ou no caso, a noite toda, e foi o que aconteceu, virei a noite na piscina, vi o por do sol deitada sobre as águas, vi todo mundo ir dormir, menos o Artur, ficamos os dois lá papeando, jogando conversa fora, rindo e eu já toda enrugada.
 
Quando amanheceu eu fui tomar um banho e colocar uma roupa, o Artur foi bastante gentil, veio me trazer uma toalha, ajudou a me secar, e pude ver que aquele sacana tava se aproveitando da situação, mas fiquei quieta. Se ele queria brincar então eu iria brincar, e eu sei bem como atiçar um cara. E assim o dia se seguiu, coloquei uma roupa mas fui inútil, na hora do almoço eu já estava de biquíni novamente, mas é claro que desta vez , adivinhem para quem eu ia pedir para passar o protetor solar em mim ? Mas é claro que era ele, fui desfilando até ele, rebolando, quase em câmera lenta, sentei na frente dele, joguei o cabelo de lado suavemente, revelando o meu pescoço, os meus ombros e as minhas costas, e pedi com aquela voz, carregada de dengo que passasse o protetor em mim, fiquei falando do quanto eu era branquinha, que precisava que ele caprichasse, fazia um charme, fingia que ele tava indo muito forte, só para dizer que ele era forte, meio bruto, e que eu era delicadinha (o velho clichê do homem forte e viril e ada mocinha frágil e delicada ainda funciona muito bem obrigada). Assim fiquei um pouco deitada na rede, esperando o efeito do protetor começar, fiquei ali um tempo abstraída, pensando em nada, só relaxando, mas quando dei por mim, o tempo havia passado, procurei pelo Artur e achei ele conversando com uma garota, não sei porque aquilo me deixou... enciumada, eu sei que não rolava nada ali, mas me o único pensamento que passava pela minha cabeça era “sou mais eu”, comecei a ficar inquieta vendo aquela cena, então tomei uma atitude, me levantei e fui … desfilando … pela borda da piscina, me senti a própria gisele bundchen (confesso que fui procurar no google como se escreve, que caralho de nome complicado é esse mulher ?), extendi a toalha no chão, e fiz toda a pose de filme, fiquei de quatro e fui me abaixando devagar, deixando a bunda bem arrebitada, quase como se estivesse mergulhando, quase uma felina, e os olhos dele se voltaram para mim novamente, eu via claramente que a garota estava la falando com ele e ele só olhando para mim, ou para minha bundinha para ser mais especifica, vi o olhar dele de vontade, mordendo os lábios discretamente, mas eu queria mais, eu fui além, desamarrei a parte de cima do biquíni, fiquei alguns segundo segurando com as mãos, quase mostrando , fazendo aquele jogo de mistério, atiçando a imaginação do pobre infeliz (ou feliz já que muitos queriam estar ali) .

Assim continuou a nossa brincadeira de “gata e cachorro”, passamos o feriado todo, nos provocando, ele de todo jeito arrumava um jeito de tirar uma casquinha de mim, eu podia ser a malicia de seus atos, toda vez que ele me tocava, mesmo quando ele fingia (e muito mal) que era “sem querer” , o jeito que ele me pegava nas brincadeiras na água, o jeito como ele adorava me chinchar para pedir licença, me pegava pela cintura e e me bolinava sem dó de mim, podia sentir o pau dele roçando na minha bundinha, ele me segurando pela cintura, e eu fazia por outro lado, como como eu estava sempre por perto dele, sempre vinha lhe trazer alguma bebida, como sempre chamava ele para ir dançar comigo. E a noite finalmente caiu, eu já estava 36 horas sem dormir, já estava deitada na rede quase dormindo, quando ele sentou do meu lado, balançando a rede, me fazendo ninar, até que eu cai no sono, exausta. Acordei com ele me fazendo um cafuné, fiquei ali, fingindo estar dormindo, só para ficar curtindo um pouco aquele carinho, aquele chamego, mas meu desconforto era visível, e ele mais uma vez foi gentil, ele me levou até o quarto mas realmente não ia conseguir subir no beliche com todo aquela moleza que eu estava então deitei no colchão que havia no chão, claro que puxei ele junto, puxei ele direito para mim, e para os meus lábios, e o beijo aconteceu, mas isso foi tudo que aconteceu aquela noite, um beijo de boa noite.

O feriado estava acabando, o com ele os dias de sol, no ultimo dia de sol choveu , e muito, eu não tinha conseguido ir além daquele beijo, e teria que ficar presa com ele no dia de chuva, deitada no sofá. Então decidimos ir embora mais cedo, afinal a casa não era tão divertida com aquela chuva torrencial, começamos a arrumar tudo, nos arrumar, arrumar as malas e por fim, depois do almoço, com a chuva já bem fraquinha. Pegamos a estrada, partindo de volta para casa, todo paulistano acho que já está preparando para pegar transito,ainda mais voltando do litoral depois de um fe3riado prolongado, mas desta vez, foi além, a noite caiu e não tínhamos antes um metro se quer, descobrindo que o barranco havia desmoronado e a estrada ficaria interditada, sem chances de ir a lugar algum durante pelo menos umas 2 horas, os carros desligaram, os faróis desligaram, e se a iluminação da rua, estávamos em um completo breu, mal dava para ver o carro seguinte ou o anterior. No carro estávamos eu, Arthur , o Jéferson e a bianca, o silencia estava reinando absoluto, eu olhei para ele e ele parecia estra lendo meus pensamentos, pois já estava vindo na minha direção, nos beijávamos sem pudor, o casal na frente ficou só observando e com certeza pensaram algo do tipo “essa danadinha, vai aprontar de novo” eu conheço ele há um bom tempo, e eles também me conhecem, sabiam o que estava por vir, então falaram que ia la ver o que estava acontecendo e se tinha um lugar para a bianca fazer xixi, era a minha deixa.
Não tínhamos tempo a perder, assim que ouvimos a porta do carro, bater começou a pegação, montei no colo dele, ele já começou a beijar meu pescoço e ir descendo em direção ao meu colo, eu estava com uma blusa de alcinha e isso facilitou bastante para que ele chegasse até os meus peitos. 

O garoto tinha pegada, sabia o que estava fazendo, foi direto nos mamilos, e começou a lambê-los e deixá-los durinho feito pedra, eu estava muito excitada pois estava esperando por aquilo durante alguns dias. Foi tudo muito rápido, eu segurava ele pelos cabelos e rebolava por cima da calça fazendo pressão, senti o pau dele ficar duro rapidinho, íamos fazer uma loucura, nada ia conseguir nos parar agora, nem a vergonha das pessoas la fora, nem o medo de sermos pegos. Eu então abri o botão da sua bermuda, tirei aquele monumento para fora e sem aviso prévio cai de boca, de uma vez só e só pude ouvir o suspiro profundo, a perca súbita de ar do pobre coitado, não sei se foi o tesão acumulado, mas eu tava inspirada naquele dia, mamei como uma bezerrinha, sugando, lambendo, colocando tudo que podia na minha boquinha, o garoto ficou congelada, sem se mover só apreciando a vista de me ver de quatro no banco de trás de um carro, subindo e descendo a minha boquinha no seu pau, visão que só seria equiparada se alguém conseguisse dar a sorte de ver alguma coisa da janela do carro, pois veria toda a minha bundinha arrebitada e minha bucetinha ensopada, louca para sentir o pau dele. Mas tava na hora de fazer o dele, então parei e fui para o outro lado do banco levantei a saia jeans, abri as pernas e me ajeitei, escolhi uma posição bem confortável, parecia uma rainha em seu trono esperando pelo seu servo, a calcinha foi posta de lado, comecei a passar o dedo pela minha bucetinha, pelo grelinho, eu estava ensopada, meus dedos deslizavam fácil meio dos lábios, eu sei que ele queria ficar ali me olhando, admiando o contraste rosa na minha pele brnaca, o brilho reluzente do meu melzinho escorrendo, mas ele tinha um trabalho a fazer, então ele veio, aaahh sim ele veio,pude sentir bem a língua do rapaz (eu até desenvolvi a teoria de que chupa bala faz sexo oral melhor depois desta) huuummm que habilidade com a língua ele tinha, parabéns a alguma ex namorada dele, porque sexo oral bem feito assim tem que ser trabalho de uma mulher e isso leva tempo, mas naquela hora minha mente estava vazia, meu cérebro desceu até o meio das minhas pernas, gozei feliz. é claro que agente queria mais, mas teria que ficar para um lugar mais.. espaçoso, eu era pequeninha, mas o rapaz era bem grandão. Quando o casal voltou era possível sentir o cheiro de sexo no carro, ver meu rosto corado e nossas caras com um sorriso bobo de orelha a orelha, a bianca disse só movimentando os lábios “depois me conta” eu apenas sorri.”

domingo, 8 de maio de 2011

Alicia "Sexy" Delicia



Olá meninos e meninas!
Hoje teremos algo diferente por aqui... hoje não narrarei um historia da minha vida como de costume. Hoje falaremos do presente, há um tempo atrás postei algo aqui sobre a masturbação feminina, foi bastante debatido, teve grande repercussão e isso me deixou bastante feliz.
Como todos sabem eu gosto muito de cinema , e um dia desses vi um filme muito legal da Ingrid Guimaraes, chamado “De Pernas Para o Ar” também com a GOSTOSA da maria paula (casseta !!) e dei muitas risadas e me identifiquei bastante com o filme, para quem não viu segue a baixo o trailer




O filme conta basicamente a historia de uma empresaria que se torna sócia de uma empresa de produtos adultos, como ela transformou um simples sexy-shop em uma marca de revenda em todo brasil. O filme também mostra duas coisas interessantes, o “Coelho Feliz” e a Erotika Fair.
Para quem não acompanha o twitter não sabe mas fui a Erotika Fair , a maior feira adulta da América Latina e a quarta maior do mundo, fui encontrar a @camilinha69 e sem querer acabei achando o tal coelho, tirei uma foto que hoje é o fundo de tela do meu celular. Para saber mais sobre a feira veja o video feito pelos lindos da Sexpedia




Vi milhares de outros produtos e me dei conta de quanta coisa a no mercado e muitas pessoas tem preconceito, acham que se alguém ver vai ser crucificada, muitas amigas minhas tem vergonha de ir à um sex shop, tenho que pegar pela mãozinha que nem criança e levar, realmente elas parecem crianças no parque de diversões, felizes e com os olhinhos brilhando.

O Tempo passou e eu descobri que a historia do filme se baseava na historia de verdade, que a marca do filme realmente existia, o filme conta a historia de Érica Rambalde e da Sexy Delicia, procurando saber mais sobre a marca descobri que elas estão com vagas abertas para consultoras (tipo natura, chic né benhê ?) em Recife para mais informações procure a minha lindissima amiga Jo (a Cumbuca-mor) no Sou Uma Cumbuca . Ela me pediu um favor especial, disse que a marca estava com uma campanha de marketing apoiando as blogueiras a falar sobre os produtos eróticos, sobre esse preconceito, sobre como comprar pintos no sexshop parece coisa de mulher mal comida, sem sexo, insatisfeita, e também sobre como muitas fazem suas compras, como gostam de usar. E perguntando as pessoas no twitter descobri que são parceiras das LINDISSIMAS da Fatale Art , Marca de peso né ?.

Então resolvi ir la na loja virtual, e dar uma olhadinha nos produtos. Pensei em falar sobre os pintos de borracha, e como todas as mulheres tem medo de serem descobertas, ou falar dos bullets que as mulheres podem andar na bolsa (como eu...) mas resolvi inovar vou falar de algo que as pessoas não costumam usar ou até saber que existe.

Alguns produtos passam longe da fama mas eu garanto total satisfação, é um produto que o homem pode usar, e que a mulher pode sugerir sem preconceitos, pode ser usada tanto por héteros como por homossexuais, de ambos os gêneros, afinal o sexo deve ser democrático não !? Estou falando das capas penianas , se você não associou o nome ao objeto: Veja com seus proprios olhos




Elas podem serem usada no pau do seu homem, podem ser usada no consolo, no strapon (cinta com pênis) , há quem já usou até nos dedinhos. Viram como ela é pratica? e o melhor são estas texturas , se você gosta daquelas camisinhas com texturas, isso vai te levar ao paraíso dos orgasmos, se você for das apertadinhas você vai sentir cada pedacinho te massageando, se você pedir para o parceiro ir bem rápido , vai sentir um turbilhão de prazer. Mas não é só isso ela tem outras vantagens como:
  • é uma capa extensora, mede 15 cm (media nacional) e tem uma extensão de 4,5 cm.. ou seja o pau fica com 19,5 e isso é pau pra caramba !!!
     
  • ele estica até 5 vezes o seu tamanho natural, ou seja nada de desculpinha de “isso não cabe em mim honey” ou “tem GG ?”
  • esse modelo possui um estimulador de clitóris
     
  • ainda tem até um suporte para micro-vibro (caso você tenha um)
     

Resumindo o negocio deixa o pau grande, grosso, estimula seu clitóris e pode até vibrar !!! que mulher não morreria de tantos orgasmos com uma desses hein ??? produto ALTAMENTE RECOMENDADO

Se você tem um, deixe seu depoimento nos comentários , se você não tem, compre e volte aqui para comentar !!!


links:


domingo, 3 de abril de 2011

eixos envenenados e 1 machão invocado

Olá meninos e meninas sapekas!
Vocês estão bem ? Eu estou bem... eu sei que tenho ficado um pouco longe, mas estou sempre aqui ou no twitter ok ? Eu estou bem, obrigada por perguntarem. A vida nos poe frente a uma dialética interessante não é mesmo ? O post anterior foi cheio de romance e chocolate e esse hoje será cheio de cafajestagem ao melhor estilo “vida bandida”. Me perdi um pouco na cronologia das coisas, mas separei uma historia que muita gente vem me pedindo para narrar aqui.

“Tudo se deve a uma garota, conhecida entre nós como “A NOME CENSURADO”. Isso bastava responder a maioria das respostas sobre ela, bastava uma “é a nome censurado...” que todos subentendiam que era algo único, algo além da sua imaginação e com certeza algo bem deliciosamente pervertido. Eu admirava a nome censurado por ela não ser a mais gostosa do pedaço, mas ela realmente tinha um jeito de endoidar os homens, aquele jeito atirado e cara de pau, uma boa e velha safada mesmo. Ela sempre foi muito precoce já saia com os caras de 18 quando tinha apenas 14, ao contrario de mim que era inocente (só fui despertar esse meu lado bem depois né ?) ela era o tipo de garota que a sua mãe não quer que você anda junto, eu era encantada com a vida dela, do tipo “nossa! E sua mãe deixa você fazer isso?” resumindo a nome censurado era o tipo de garota que sua mãe sempre falou para você não se meter.

Os tempos de colégio passaram, vieram os anos de faculdade e tudo ficou ainda mais serio. Adorava sair com ela e dar risadas das merdas que ela falava e das loucuras que fazia então numa dessas conversas na mesa do bar decidimos fazer uma viagem, só as meninas.
No dia seguinte as 6 da manha, eu acordo enfurecida com o meu celular tocando insistente mente depois de 37 chamadas perdidas. Era ela me ligando dizendo para eu arrumar as minhas malas que íamos fazer uma trip , assim sem rumo, só com uma mochila nas costas. Mandei aquele belo e sonoro “VAI TOMAR NO SEU CÚ NOME CENSURADO!!! SÃO SEIS DA MATINA, VAI DORMIR SUA VACA!!!” mas fiquei acordada pensando e depois de meia hora liguei para ela dizendo que ia, ela me xingou um pouco também mas acho que ela já sabia que isso ia acontecer e em pouco tempo ela já estava na porta de casa buzinando. Entrei no carro e todas as meninas já estavam lá, mal sentei no banco e já me deram uma garrafa de cerveja gelada (que belo café da manha não !?), ligamos o som e partimos gritando e mexendo com todos os caras que víamos pelo caminho, parecendo um bando de malucas (malucas com “fogo na bacurinha” como dizia minha mãe) eu parecia um cachorro com a cabeça para fora da janela apenas sentindo o vento batendo no meu rosto, o cheiro da liberdade, pegamos a estrada para o interior e eu já sentia aquele cheiro de mato, o cheiro do orvalho da manha e me bateu uma nostalgia dos meus tempos de infância que durou pouco pois logo as meninas me trouxeram ao mundo dos adultos, fofocando e contando velhas historias e claro, falando mal dos homens.

Já estávamos na estrada para ribeirão preto e a Larissa queria ir ao banheiro, falamos para ela esperar mas ela disse que tava muito apertada, que se agente não achasse um banheiro logo ela ia fazer xixi nas calças, nome censurado respondeu imediatamente no tom de brincadeira (apesar que eu nunca sei bem quando ela tá brincando ou falando a verdade) que ninguém ia “mijar” no carro dela, que a Lari devia colar aquela bunda branca pra fora da janela e mijar pra fora com o carro andando mesmo, e la foi a larie arreando as calças e se jogando pra cima de mim (que estava sentada na janela) e colocando aquela bunda (que era realmente branca) na minha cara, dei uma bela mordida e empurrei ela de volta ao seu lugar , não sabia se riamos mais da situação ou da Lari implorando para agente parar de fazer ela rir que tava dando mais vontade ainda. Por fim achamo um buraco no meio da estrada, helena a mais “elegante” entre nós ainda nos alertou que o banheiro deveria ser nojento e que deveríamos achar outro lugar mas a lari disse que não aguentava mais, tinha que ser ali mesmo. Ela foi me empurrando para fora do carro e foi correndo para o banheiro e eu fui atras da coitada né ? Quando eu entrei no banheiro vi ela estagnada na porta olhando sem acreditar no que havia diante de seus olhos, o banheiro não tinha portas, não tinha tampa nos vasos, não tinha papel, uma das privadas estava literalmente cagada, resumindo era praticamente uma fossa mas com uma louça em cima, e a coitadinha desolada com as pernas tortinhas voltamos para perto do carro, mas as meninas não estavam lá , deviam ter aproveitado para tomar café na.. (seila como chamar aquilo) lanchonete então arrastei a lari para um canto entre os caminhões estacionados, devia ser uma parada de caminhoneiros então procuramos um canto bem escondido. A lari arreou as calças , se agachou se apoiando nos caminhões e fez xixi ali mesmo, morrendo de vergonha tadinha, ela é loirinha, branquinha mas naquele momento estava vermelha , foi quando eu vi que havia um cara em um dos caminhões, era apenas um garoto então nem falei nada para não deixar a lari ainda mais constrangida e ela tá fazendo xixi ainda (não sabia que alguém podia armazenar tanto xixi na bexiga, fiquei olhando para o garoto que nem havia se ligado, ele estava vidrado na bucetinha da lari, acho que ele nunca havia visto algo tão bonito na frente dele, uma garota loirinha, dos olhos claros e depiladinha.

Assim que ela terminou fomos para a lanchonete ver se as meninas estavam por lá, chegando lá vimos a  nome censurado tomando uma dose de PML a rose tentando comer um “bolovo” e a helena tentando comer um mistinho com garfo e faca. A cena erá simplesmente hilaria e eu já entrei rindo , passamos pelos caras (obviamente eram todos homens e creio que todos caminhoneiros afinal estávamos no meio de uma beira de estrada) e eles iam olhando agente passar como se estivéssemos na passarela, eles deviam estar achando que tinham morrido e ido ao céu. Vi o garoto do caminhão entrar correndo e ir falar com uns caras em uma mesa, ficaram conversando um pouco e logo se levantaram e vieram em nossa direção, logo pensei que seria o nosso fim, seriamos estuprada ali, eles vieram cheios de conversinhas, jogando aqueles xavecos de pior “catiguria” e eles ficaram rodeando a nossa mesa, fiquei com muito medo, mas eu sabia como assim um bando de lobos sedentos eles iam farejar o medo, me levantei tomei o resto da dose de PML num gole só bate o copo na mesa e disse “se vocês quiserem uma mulher de verdade tem que saber chegar, com pegada e então ficaram todo parados em silencio por alguns segundos, até que a  nome censurado levantou, se grudou em mim (podia sentir o medo dela também) e ela olhou com aquela cara de safada e disse “ e æ ? quem vai encarar?” eu nem esperei as resposta e já escolhi um deles, preferi escolher do que arriscar ser escolhida, como aconteceu com a  nome censurado mas com tudo acertado, falamos para as meninas esperar agente la no carro e completei com a frase “se agente não voltar em 15 minutos liguem para policia (sempre quis dizer isso) atravessando a porta de saída me virei e disse sem voz disse para deixar o carro ligado .

Fui de encontro ao meu destino pensando no porque mesmo fiz aquela maluquice, e tudo que me vinha eram musica do matanza na cabeça e o sentimento de f*da-se , que ia ser uma boa historia para contar (não para os netos) e fui entrando na fantasia de ser uma vadia de beira de estrada, meu dia de putinha, era melhor isso do que a realidade, e isso foi me deixando excitada, quando finalmente cheguei ao caminhão do rapaz dei uma olhada nele, e para aquele situação ele não era dos piores, sim ele usava uma calca jeans surrada e uma camisa carcomida e aquele boné que devia ser do pai dele, mas podia ser BEM pior né.. ele era o tipo que se você estivesse bêbada na balada você pegaria feliz mas dizer que ligaria no dia seguinte é pedir demais. Ele me ajudou a subir as escadas da boleia (a cabine do caminhão) e pela gentileza o recompensei com uma vista maravilhosa da minha bundinha empinadinha. Chegando la fiquei até admirada, era um caminhão novo tinha até ar condicionado, mas não pude observar muito, pois logo ele veio atras me xinxando todo taradão, morrendo de vontade e nada deixa uma mulher mais excitada do que um homem babando por ela. Assim começou a pegação dentro da cabine, ele tinha a barba por fazer e ficava roçando ela no meu pescoço, e ele me apertava, e suas as mãos eram ásperas, cheia de calos , puxava meu cabelo, tava me deixando louca, ele levantou a minha blusa e começou a chupar os meus peitos, até sua língua ara áspera e ele prensava contra os meus mamilos que já estavam duros feito pedra, eu já estava com meus dedos ficando entre o seu cabelo, as mãos dele passando na minha barriga, querendo descer e eu decidi facilitar as coisas abri o botão da calça, abri o zíper, peguei na sua mãe e a enfiei dentro da minha calça, minha bucetinha já estava molhadinha e ficou ensopada quando senti aqueles dedos enormes me invadindo, achei estranho mas ele não parou continuou a me masturbar e a me chupar ele estava determinado a me fazer gozar pra ele e eu não ia aguentar muito tempo, eu juro que tentei mais meu corpo falou mais alto e eu gozei para ele, apertei ele com tudo liberando todo a te(n)são. Agora eu tava de verdade no espirito, empurrei ele com tudo para tras (acho que ele bateu a cabeça no vidro até) com uma mão sobre o seu peito e uma no seu pau, que fazia volume por cima da calça, abri o cinto, e arreei suas calças e revelei aquele pau durinho por mim e cheio de veias, bem do jeito que eu gosto então não fiz a menor desfeita e cai de boca, mamei gostoso e ele me chamando de puta o que me fazia chupar o pau dele com mais vontade, olhando para ele, acho que exagerei pois o coitado gozou rapidinho.
Mas agora eu queria mais, ele provocou agora ele que desse conta do recado, viu para a “cama” que tem atras dos bancos, tirei a calça e disse “VEM MEU MACHO, VEM ME COMER TODA , APROVEITA QUE HOJE EU SOU A SUA PUTINHA” e ele atendeu, abriu minhas pernas e começou a me chupar, parecia um gato afoito, lambia sem nenhum proposito, parecia que tinha ligado a língua no 220v e esqueceu lá, mas toda mulher que se preze sabe como guiar um homem, e fui falando, em voz alta como eu queria e não é que o menino aprende rápido ? Nada como um homem afim de te fazer gozar né ?! Já estávamos a ponto de bala novamente, ele subindo me beijando toda , apontou seu pau na portinha, deu umas pinceladas e mandou para dentro, ele me puxou pelos ombros e me puxava contra ele, fazendo ir até o fim.

Para completar a minha fazia de puta de beira de estrada eu simplesmente me vesti e sai, como uma completa profissional, mas no caminho de volta ainda pude ver a  nome censurado dando pro gordão, surrada no para-choque do caminhão numa ruazinha de terra, haja pinga amiga. No fim a viagem foi muito legal, essas meninas sabem mesmo como me divertir.”

domingo, 6 de fevereiro de 2011

Noites Mal-durmidas

Ola meninos e meninas sapekas !
Tudo bem com vocês ?

Eu vou bem obrigado, como prometido vou continuar a historia anterior, vocês se lembram do que estava acontecendo, estava em Portugal a trabalho reunido com a galera no apartamento o que só poderia resultar em uma coisa: SEXO.

“De volta a sala de estar, tudo corria normal e eu consegui voltar ao meu prumo e disfarçar o que tinha acabado de ver, mas confesso que não foi fácil ainda mais pois minutos depois a monique “acorda” e me passa pela sala, desfilando aquele corpão, indo até a cozinha, não sei se era só eu mas eu podia sentir o cheiro de sexo no ar, exalando dela. Ela estava ainda embriagada, parecia fora de si, veio até nós e se jogou em nós, se esparramando em nossos colos, e claro com a cabeça no meu colo, ficou me olhando com aqueles olhos castanhos a cara de menina, eu por um estante vi a menina que ainda tem por trás aquela pose toda, uma menina que só esta tentando ganhar o seu espaço mesmo que a falta de alguns limites, isso vez a minha guarda baixar.

Logo já estávamos rindo e nos divertindo e com certeza bebendo mais um pouco e a noite seguiu com agente dançando falando merda e dançando muito , é claro ! Eu dançava com a monique como sempre faziamos, a sensualidade é nata em nós então mesmo que não quer agente passa esta imagem, mas deista ver era não parava de olhar para mim, não tirava os olhos de mim, e sempre mantendo o sorriso. Me aproximei e perguntei se estava tudo bem, ela respondeu que tava melhor do que nunca, me segurou pelo rosto e me deu um selinho, fiquei parada uns segundo, olhando para ela, morrendo de vergonha, não era nem de longe meu primeiro beijo com uma garota, na verdade fiquei pior do que no meu primeiro beijo com uma garota, pois não esperava isso dela, eramos amigas. Fui dormir pensando naquilo, era um dia que fazia muito calor então custei a dormir, ainda mais com a imagem daquela na cabeça e fiquei me revirando a noite toda, as meninas foram dormir la no quarto, eu optei por dormir na sala, em um colchão no chão e o sidney no sofá.

Eu não conseguia manter os olhos sem que me viesse a imagem da monique na cabeça, então tinha que ter algo maior para pensar, tive que fazer alguma loucura. Não pensei duas vezes, fui até o sofá e sussurrei no ouvindo do sidney “eu sei que você esta acordado” ele abriu os olhos, e eu estava em cima dele com o rosto bem pertinho, eu fechei os meus e lhe beijei me entregando ao meu desejo, sidney era um cara mo quieto mo na dele , mas muito engraçado” ele falava pouco, mas quando abria a boca sai cada perola, realmente nunca me senti atraída por ele, mas foi o tesão do momento e aposto que ele não se incomodou o pouco, os beijos começaram a se esquentar, eu já estava toda deitada sobre ele só de calcinha e um blusão (como costumo dormir) ele beijava bem e isso fez com que o tesão que eu sentia fluísse, a mão dele ia descendo aos poucos, ainda meio tímido ou talvez sem entender o que estava acontecendo (vamos combinar que não é todo dia que uma ruiva te acorda no meio da noite com um beijo querendo te dar) tive que dar um empurrãozinho me mexi para que a mão dele ficasse sob a minha bundinha e espera que ele apertasse ela com vontade, mas foi em vão (aaahhh odeio gente lerda !!! pelo amor de deus) então decidi tomar uma atitude drástica, ver se o “lerdinho” pegava no tranco.

Me levantei e procurei algo sem sucesso, mas como que não estalo me veio a ideia, não pensei duas vezes , peguei ele pela mão e o arrastei através da sala até chegar na..... varanda! Encostei ele na parede e parti para cima dele, acho que ele entendeu o recado pois comecei a sentir o volume se sobressaindo no shorts, come ele é alto eu já estava na pontinha do pé, meu blusão já deixava amostra metade da minha bundinha para qualquer um dos prédios vizinhos, mas nem me importei, aquilo me excitava ainda mais, eu ia me esfregando no corpo dele , tentando superar a dificuldade da diferença de tamanho, então ele me pegou pela bunda, me ergue, me virou e me pôs contra a parede, quase tive um orgasmo ali, adoro quando me pega assim, agora eu tava la altura ideal, fiquei só massageando a sua nuca enquanto eu o beijava, e ele já começando a ritmar o vai-e-vem, roçando seu pau na minha bucetinha, mesmo por cima das roupas podia sentir ele quente, pulsando, aquele homem sem camisa, com o shorts de futebol, a barba por fazer e o cabelo bagunçado naquele momento me parecia o homem mais sexy do mundo, o encaixe era perfeito a pressão do pau dele contra a minha bucetinha massageava meu clitóris, eu tava quase gozando já, então pedi para descer e já me ajoelhei, arrastando minha boca pelo seu corpo, pus minha mão por dentro do shorts, subindo delas parte internas das suas coxas, o shorts era bem largo então coloquei a cueca de lado e comecei a lamber as suas bolas, elas estavam bem grandes o pele do saco bem esticada, melhor para matar ele de prazer, lambia em círculos com a pontinha da língua bem rígida, coitado dava dando até pena do coitado, foi atropelado por um caminhão de prazer assim no meio da madrugada, para quem quisesse nos ver. Livrei o pau dele daquela prisão de nylon e algodão, ele fico ali estendido sobre a minha face um pouco só para ele ficar admirando e se sentindo, mas minha volúpia não deixei ele quieto por muito tempo, peguei ele com firmeza, dei aquela jogada de cabelo disfarçando para ver se tinha alguém olhando (mas de noite era difícil de enxergar) então olhei pra ele com a cara de safada e ficou lambendo a cabeça do pau dele, só lambendo deixando o úmido da minha saliva dar contraste com o quente do pau dele, dando aquele gosto choque térmico (parecido com o halls preto) e então comecei a chupá-lo, agora o choque térmico era com o quente da minha boquinha, meu lábios sugando, colocando pressão e minha boca de veludo envolvendo todo aquele pau, era disso que eu estava sentindo falta, do gosto de rola na minha boquinha, aquele cheiro de homem, e ele começou a se empolgar e começou a fazer os movimentos, bem devagar ele estava fodendo minha boquinha, me prensando contra a parede, enfiando seu pau goela abaixo, achei que ele ia gozar ali, mas ele se afastou e me deitou no chão, tirou minha calcinha e jogou pela janela (na hora eu nem me dei conta, mas poxa era minha calcinha nova !!! fiquei com raiva depois mas nem ia perguntar ao porteiro se ele tinha achado uma calcinha né ?) pude olhar para o horizonte e ver o “altura” da loucura que estava cometendo, o sol já começava a mostras seus primeiros raios e nesse clima que ele começou a me chupar, como era gostoso ter aquele homem no meio das minhas pernas, eu puxava o cabelo dele contra o meu corpo, minha perna se contraria contra o seu rosto, eu olhava os prédios vizinhos, já dava ver as pessoas na varanda olhando, o nascer do sol, era quase um quadro, uma pintura pintada em óleo de tesão com prazer.

Eu não via a hora dele me comer toda, puxei ele para cima de mim...ele tirou o shorts e veio contudo, enfiou com facilidade pois já estava molhadinha e começou a bombar... eu deitada no chão, sendo arregaçada, olhando para os casais nas varandas, ou o caras a se masturbarem, todos desejando estar ali, mudamos de posição algumas vezes, ora fiquei por cima, cavalgando e rebolando naquele pau mas a posição final foi comigo debruçada sobre a varanda, as pessoas podiam ver com clareza a minha cara de tesão, minha careta ao gozar muito.

No final, começaram a aplaudir (acho que eles não vem muito dessas coisas em Portugal) eu fiquei morrendo de vergonha, entrei correndo, segurando o meu blusão cobrindo o meu corpo, o sidney ficou lá, acendeu um cigarro e ficou curtindo a pode de garanhão dele.
Queria eu que esta aventura acabasse por aqui, ainda tem muita coisa para acontecer e muito sexo para vocês saborearem...”