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sábado, 19 de novembro de 2011

só as novinhas na sequencia do pente

Olá meninos e meninas sapekas!
Tudo bem com vocês? Eu estou bem... feriadão prolongado todo mundo curtindo, uns vão para a praia, outros para a piscina, ou mesmo morgam dentro de casa o dia todo, tudo bem cada um aproveita do jeito que quer, esse feriado eu fui para a praia, numa casa com piscina e udo e me lembrei de quando era mais nova, que passávamos os feriados na casa das amigas uma das outras, dormíamos juntas, falamos besteira, víamos filmes até tarde e comíamos baboseiras. Foram bons tempos e recordar é viver.

tinha acabado de fazer 18, ainda mantinha as minhas amigas de colegial, ainda mal tinha entendido o que a maioridade significava, sempre fui mignonzinho, então muitos ainda me davam 16 anos. Meu cabelo ainda não era ruivo, ainda não tinha nenhumas minhas tatuagens e nenhum dos meus piercings, era quase uma virgem. Hoje me lembro dessas coisas de quando era mais nova, da época que eu era dita como santa e às vezes me bate a certeza que talvez eu sempre tenha tido esse gosto pelo sexo, pela sedução, sempre fui carregada pelo pecado.

Eu e carol sempre fomos amigas, desde o primeiro dia do colegial, vivíamos juntas, tínhamos nosso grupo só de garota no colégio, ele tinha até nome e hino, mas não vou contar aqui porque né? Mó mico. Mas agente adorava, e eramos conhecidas na escola toda, eramos como unha e carne no colégio, até que um dia, ela me convidou para passar o feriado na casa dela, seus pais estariam viajando e ela e o irmão estariam sozinhos e como o irmão dela não costumava ficar muito em casa, ela não queria ficar sozinha então lá fui eu, de mala e cuia para a casa da Carol. Ficamos a semana toda fazendo mil planos até o fatídico dia.

A casa da Carol era muito legal, tinha tudo que qualquer garota podia querer, uma TV enorme na sala, um quarto só para ela, piscina, computador (que naquela época era raridade), som, vários CD´s e filmes , era tudo do maior conforto possível, até o sofá era daqueles que se você deitar nunca mais iria querer levantar. Só existia um território obscuro naquela casa toda, o quarto do rodrigo, irmão da carol, ele era bem diferente do resto da família, mas assim como todas coisas da carol essa era mais uma coisa que todas as meninas invejavam, o rodrigo era o sonho de qualquer adolescente, mais velho, devia ter uns 25 na época, tatuado, tocava guitarra, era cheio de fazer piadinhas, e quase sempre que o víamos, ele estava vagando pela casa como um zumbi de óculos escuros e de ressaca.

Bom... la estava eu com a minha mala na mão parada em frente aquela porta gigantesca esperando, pude ouvir o som dos passos correndo pela escada e vindo em direção a porta. Era a carol vindo me receber aos berros de felicidade, ficamos ali na porta nos abraçando, falando eufóricas pela felicidade de passar o feriado prolongado juntas. Mas fomos interrompidas por uma voz resmungando, era o rodrigo resmungando de nossa felicidade em vários decibéis, mal dava para entender o que ele falava, ele parecia um zumbi de cueca samba-canção, cabelo todo bagunçado, óculos escuros , um cigarro apagado na boca (ok, talvez o zumbi mais gostoso que eu já vi), ele estava indo fumar seu cigarro matinal(mesmo que já fosse quase de tarde), era a primeira vez que eu via ele assim sem camisa ao vivo, e ele estava praticamente desnudo, pude ver suas tatuagens perfeitamente e elas eram lindas, tudo nele era lindo, era másculo, era rebelde, era livre, era inspirador.

Fomos correndo para o quarto fofocar e falar sobre as futilidades de uma recém-passada adolescência e as horas foram passando até que resolvemos ir para a piscina, coloquei biquíni e tudo, mas como era tímida (acreditem, eu já fui tímida) coloquei também um shortinhos de lycra e uma blusinha de alça. Levamos um microsystem para a beira da piscina e ficamos lá torrando na beira e dançando o axézinho da época, nossa intenção não era cair na água, devia estar um gelo. Estava dançando feliz, requebrando como se não houvesse amanha quando o vi vindo em minha direção, eu fiquei vermelha de vergonha, mas ele fingiu nem ligar para mim, mas ao passar do meu lado, ele me empurrou e eu me desequilibrei e cai na piscina. A água estava um gelo, senti cada pedacinho do meu corpo congelar naquela piscina, e ele continuou andando como se nada tivesse ocorrido, maldito filho da puta! Ai que ódio que eu estava dele naquele momento. Eu sai da piscina soltando fogo pelas ventas, em contraste ao frio que eu estava sentindo, minha pele arrepiou toda devido ao choque térmico, o bico dos meus seios enrijeceram feito pedra e se sobressaiam a minha blusinha colada ao corpo, revelando minha barriguinha, o short que já era colado ficou socado na minha bundinha, em minha pélvis qualquer homem poderia desenhar facilmente o contorno dos lábios da minha bucetinha. Quando ele reparou na imagem que ele havia despertado, ficou parado por um tempo, meio sentado, meio em pé e depois veio com pedido de desculpa querendo me abraçar para me esquentar, ao encostar seu corpo no meu, deixar-me envolta em seus braços tatuados , meu ódio por ele aliviou por alguns segundos, mas só por alguns segundos, quando voltei a mim a carol estava gritando com ele e eu me afastei, empurrei ele puta da vida e sai andando em direção à um pedacinho de sol onde eu pudesse me esquentar. Acho que eu esquentei até demais, voltei a dançar a todo vapor e mesmo com óculos escuros eu sábia que ele me olhava, olhava a minha bundinha rebolando, imaginando as maiores perversidade com ela, hipnotizado, na época achei que ele estava tramando alguma comigo, mas inconscientemente eu sabia que ele estava me desejando arduamente.

Fomos para dentro ver TV e após um tempo rodrigo nos chamou para ir almoçar, ele mesmo tinha cozinhado, ele notou a minha cara de emburrada e ficou me paparicando, pedindo desculpa, mas no fundo, eu estava adorando esse carinho todo comigo. Eu me senti a garota mais f*da do mundo! Do mundo só não... Do colégio! E claro que pude ver o ciumes da carol nisso, ela implicava com ele mais do que o normal, mas eu confesso estar adorando isso, mas eu era uma menina boba e inocente achei que minhas provocações não iam dar em nada, que ele ia ficar “gamadão” em mim então continuei a provocá-lo sem ideia das consequências. 

Sempre que falava com ele, passava a mão em seus braços, sempre dava um jeito de encostá-lo, mesmo que minha boca estivesse dizendo coisas negativas. Ele ficava me zoando, tirando sarro de mim o que me deixava puta por um lado mas feliz por ele estar reparando em mim. E assim íamos passando o feriado, eu andava rebolando perto dele, deixando o máximo de pele possível e ele me zoando e pegando no meu pé.

Até uma noite em que eu e carol resolvermos ficar acordada vendo filmes, estávamos completamente a vontade, eu estava de camisetão de moletom e calcinha deitada no tapete aposto que daria uma ótima vista para quem estivesse atras, e adivinhem quem se deitou no sofá atras de nós assim de repente? O rodrigo que eu conhecia jamais iria ficar num sábado de feriado a noite em casa vendo filmes, então meu ego inflou achando que ele ia ficar só para ficar mais tempo comigo, como eu pude ser tão boba, mas aquilo serviu para perder a vergonha, eu ficava subindo a blusa devagarzinho, cada hora um pouquinho da minha bundinha era revelada, redondinha e durinha a minha bundinha era um premio aos olhos do rodrigo, e quando ela já estava toda descoberta decidi aumentar o premio ainda mais.. dobre as pernas e abri-as um pouquinho, dando a visão do meu “pacotinho”, as vezes eu olhava para trás, com a cara mais safada do mundo e via ele com a mão sobre a sua bermuda, apertando o seu pau, tentando se conter, como era aquelas bermudas de futebol dava para ver o volume nitidamente. Fiquei tão alucinada nessa brincadeira que nem prestei a atenção no filme, mas acho que a carol também não, quando olhei ela estava dormindo, então me levantei para ir pegar um copo de coca mas nunca imaginei o que viria a seguir.

Eu mal encostei no puxador da geladeira e ele veio me encochando, me senti arrepiada de novo, o bico dos meus seios endureceram novamente, não sei se pelo frio de estar encostada na porta da geladeira ou se foi de sentir o pau dele contra a minha bundinha. Ele veio dizendo que eu era uma novinha muito folgada, que eu fiquei provocando ele o feriado todo, que ele tava louco para me pegar de jeito, me beijar, mas a irmã dele estava sempre comigo como um carrapato e que ele só estava esperando uma oportunidade, eu consegui me virar e fiquei de frente para ele, de rosto colado tive a audácia, a cara de pau, a safadeza e inocência de perguntar “oportunidade para quê?” ele então se arqueou sobre mim com aquele tamanho todo e eu toda pequenininha não tinha nada a fazer a não ser aceitar aquele beijo cheio de tesão (não que eu fosse negar de qualquer jeito) foi a primeira vez que eu sentia o que é um beijo cheio de tesão, um beijo de um homem, aquilo me tomou e me deixei sentimento que se aflorava ali, ele me pegou de jeito mesmo, sem dó a mão dele já estava na minha bundinha, disputando espaço com a minha calcinha quase que infantil, ele me apertava toda, ele mal respirava, e eu fui sendo carregada naquela volúpia como se estivesse num furacão, a mão dele subiu por dentro blusa pelas minhas costa e veio tomando espaço até os meus peitos, eles estavam bem durinhos e eu soltei um suspiro, quase um gemido quando ele apertou os mamilos, ele tampou a minha boca e disse para eu ficar bem quietinha porque agente não queria acordar a carol, eu então balancei a cabeça concordando e ele foi beijando meu pescoço me arrepiando todo, os arrepios percorriam meu corpinho todo, da espinha até a bucetinha que já estava ficando bem molhadinha, até que ele levantou a minha blusa toda, estava quase só de calcinha, e eu começou a chupar, mordiscar, lamber, apertar meus peitos e eu lá no melhor momento da minha voda até o momento, querendo explodir os tímpanos alheios gritando seu nome, gemendo gostoso como uma verdadeira safadinha, plena e satisfeita, que era como eu estava me sentindo. Mas minha plenitude foi quando senti a mão dele escorrendo pela minha barriguinha e enfiando sua mão dentro da minha calcinha e logo com os dois dedos, ele estava realmente na vontade, instintivamente eu puxei o ar, arregalei os olhos e abri minhas pernas e a envolvi com uma delas, eu estava completamente sem sustentação, nem física (pois estava num pé só) nem moral (pois o irmão da minha melhor amiga estava a um passo de me comer na cozinha enquanto ela dormia na sala) os dedos dele me invadiram, minha bucetinha ficou pequena, pois a contrai no susto, e podia sentir tudo, eu estava abraçada com ele, com braços e uma perna, eu passava minha mão na nuca dele, de olhos fechados,gemido no ouvido dele, mal conseguia falar.. não! Eu mal conseguia respirar direito, só balbuciava palavras ao vento incentivando ele, dizendo como estava gostoso, como eu era toda dele, como ele estava me levando a loucura, como ele era gostoso, eu gozava e meu corpo todo tremia apoiado sobre ele.

Então ele me pegou e me colocou sobre o balcão da cozinha, e levantou minha blusa deixando meus peitos a mostra, e tirou a minha calcinha, ele ficou vidrado ao ver a minha bicetinha lisinha, molhadinha, e toda rosadinha em contraste com a pele branco, mas foi quando ele arreou o shorts e pois aquele pau enorme pra fora que eu me dei conta do que estava fazendo, eu disse para ele ir devagar que eu era virgem (eu não era, eu já postei aqui como perdi a virgindade, mas na hora foi tudo que me veio a cabeça) ele ficou parado, pálido, mais branco que a porta da geladeira , ai começou a ficar transtornado, começou a falar um monte de merda, me xingar e eu comecei a ficar com medo, eu comecei a chorar, ele saiu batendo a porta e só ouvi ele ligando o carro e saindo, eu voltei para a sala , sentei toda encolhida no sofá e fiquei ali chorando até pegar no sono. Não o vimos o resto do feriado.”

domingo, 31 de outubro de 2010

Feliz Regina ...

Olá meninos e meninas sapekas !!
Tudo bom com vocês ?? eu estou bem mas ando muito ocupada ultimamente , recebi uma promoção no trabalho e tal então anda meio corrido para mim, mas para não deixar vocês na mão ( ou sim, se masturbando) eu conto com meus amigos e amigas, e uma delas me enviou uma historia que queria compartilhar com as pessoas, como ela se mudou, então postanto como um presente de despedida, Regina vamos sentir saudades, espero te ver em breve.

"Há muito tempo eu era afim daquela mulher, e ela era aquele tipo vulgo “Morde e Assopra” assim como tantas que já conheci. Mas o que importava é que eu sabia que ela queria, tanto quanto eu. Sempre fui muito cheia de dúvidas e completamente contra tomar decisões. Jamais cheguei numa mulher, mal sabia como se fazia isso, mas se eu não fizesse, nada aconteceria.
Assim, pelo menos, eu pensava.


Um dia, fomos a uma festa. Na verdade não fomos juntas, nos encontramos por lá. Papo vai, papo vem, bebida entra, verdade sai. Acabamos as duas um pouco alegres. Foi então que eu vi a oportunidade de começar o assunto. Não quis ser clichê, mas haviam algumas coisas que eu não podia deixar de dizer. Coisas que ela já sabia, mas não me custava nada repetir, ainda mais que eu já nem sabia o que dizer direito. Ter como enrolar é sempre bom.
Depois de tanta enrolação, a conversa acabou, claro. E naquele silêncio, pensei em algo, quando vi, já havia dito:
- Você sabe que eu sou afim de você.
Ela sorriu, segurou seu copo e disse:
- Não fala isso, você sabe que eu não posso.
Eu perguntei o motivo, e ela não fazia nada além de repetir a primeira pessoa do singular incansavelmente. Eu achando muita graça, sabia o que ela ia dizer, mas queria ouvir dela, só não sabia se ela teria coragem de dizer.
- Eu... Eu – Ela repetia – Nunca fiz isso antes.
- Mas você quer ou tem curiosidade?
- Não quero.
Aquele “não quero” destruiu todas as minhas ilusões, tudo que eu achava, tudo que eu planejava. Destruiu o ponto lindo no teto que eu usava pra lembrar dela. Naquele momento tudo desmoronou, foi então que a bebida bateu e eu decidi sair de perto dela.
Passei a festa toda bebendo e conversando com outras pessoas, e sempre a via me olhando com uma cara indecifrável. Hora de ir embora. Ela veio até mim e disse:
-Vem, vou te levar pra casa.
- Você não deveria dirigir assim.
- Eu parei de beber depois da nossa conversa, to sóbria, relaxa.
Confiei. Nos despedimos de todos e entramos no carro.
Seguimos caladas até metade do caminho, quando então ela resolveu quebrar aquele silêncio. Perguntou se eu estava bem e por que estava quieta. Respondi que estava muito bem, e estava quieta porque não tinha muito o que falar. Ela pediu desculpas por ter me chateado e continuamos em silêncio.


Meu prédio se aproximava e eu já não tinha mais nada a perder, ou melhor, tinha; a amizade dela e lembrei disso no último momento, isso evitou que eu a beijasse de surpresa. Então ela parou o carro, eu segurei seu rosto e dei um beijo em sua bochecha, ela, por sua vez, retribuiu sem soltar seu rosto do meu. Eu ali, pensei 1000x se deveria arriscar, incrível como eu consegui pensar tanto em poucos segundos. Então dei um abraço nela, e falei pra ela ficar tranqüila que nada tinha mudado e agradeci a carona. Ela ficou aliviada... Parece que disse “que bom que você entendeu”, não lembro direito. Soltei o abraço e pensei “É agora!” Mais uma vez segurei seu rosto e lhe dei um beijo, mas dessa vez bem próximo à boca. Ela, ao retribuir, acabou me dando um selinho. Pensei que ela reagiria de várias formas, mas tudo que fez foi ficar olhando pra mim, então tomei coragem e fui. Para meu espanto e felicidade, ela retribuiu o beijo. Minha vontade dela era imensa, não conseguia mais parar de beijá-la e não queria. Não iria a lugar algum sem aquela mulher. Finalmente parei e perguntei se ela queria subir. Ela disse que achava melhor não, e pediu desculpas, disse que não sabia o que tinha dado nela. Pediu que eu descesse do carro e foi embora.
Cheguei em casa sem saber o que estava sentindo. Se estava feliz por finalmente ter conhecido o prazer saciado ou se estava triste por ela ter ido embora.


Larguei minhas coisas em cima da mesa (chave, celular, documentos e etc) e sentei no sofá, ouvi meu celular dar sinal de mensagem. Novamente para minha surpresa, era ela. A mensagem dizia “Desculpa se fui grossa, é que não sabia o que fazer. Amanhã conversamos, fica bem. Beijos”
Aquilo não poderia terminar daquele jeito. Como assim, “fica bem, beijos”. Liguei pra ela. Demorou um pouco e ela me atendeu.
- Eu ia te ligar.
- Por que não ligou?
- Não sabia se deveria.
- Devia ter ligado
- O que foi?
- Por que você mandou essa mensagem? O que você quis dizer com isso? Tá arrependida?
- Não, claro que não. É que eu não sei, eu nunca fiz isso, você sabe. Eu to confusa, não sei o que ta acontecendo.
- Beleza, então amanhã a gente conversa.
- Não calma, não fica brava, desce. Eu vou passar aí.
A hora de conversar era aquela. E eu ia fazê-la entender o que se passava com ela! Nem que pra isso eu tivesse que agarrá-la no meio da rua. Desci e em 2 minutos ela chegou. Estacionou o carro desceu, falei pra subirmos e ela aceitou

Chegamos em casa, sentamos no sofá, cada uma numa ponta. E eu comecei:
- Pode falar.
- Eu não sei o que falar. Não sei nem o que ta acontecendo comigo.
- Eu sei o que ta acontecendo contigo.
- Você não sabe.
- Você quer, mas tem medo! É natural... Eu fui assim também, você acha que eu faria mal a você?
- Claro que não!
- Então qual é o problema?
- Eu não sei bem...
- Você gostou?
- ...
- Gostou?
- Gostei, mas isso não quer dizer nada.
Como não quer dizer nada? Então o que diz alguma coisa? Mulheres são complicadas demais. Eu sou complicada, mas ela... Meu Deus. Fiquei sem palavras. Abaixei a cabeça e não parava em pensamento nenhum, na verdade não sei quanto tempo consegui ficar sem pensar em nada. Agora lembrando disso, parece que tive uma espécie de amnésia. E ela me interrompeu:
- Nós temos uma vida completamente diferente, idade, objetivos, amigos, tudo diferente.
- Você tem medo do que os outros vão dizer?
- Não... Não é isso.
- Ninguém precisa saber!
- Eu vou saber. Eu tenho várias amigas gays e tal, mas a diferença é que são elas... E não eu. Nunca tive preconceito, mas agora eu já to perdida. Não sei.
- Quando é com os outros é bem mais fácil NE?
- É... Mais ou menos isso. Como eu vou chegar e apresentar você pras minhas amigas? Como vou te apresentar pra minha mãe? Ela vai ter um troço!
- Você não precisa me apresentar pra ninguém, não precisa tornar sua vida pública.
- E como eu vou justificar você sempre do meu lado?
- Então não foi só um beijo?!
- Não entendi.
Pensei que pra ela, aquilo havia sido apenas um beijo. Mas não... Ela já pensava no amanhã, no depois de amanhã, e na semana seguinte, em tudo. Comigo. O que eu deveria dizer? Claro que eu queria, mas será que ela suportaria?
- Pensei que pra você tinha sido apenas um beijo, mas você ta aí falando de apresentar pra família, pros amigos...
- É, porque eu não renunciaria muitas coisas só por uma diversão.
- Então eu não seria só uma descoberta?
- Claro que não, se eu beijei você é porque eu sinto alguma coisa, eu só não sei se eu quero sentir isso, se eu quero levar isso adiante.
- Uau!


Fiquei um pouco perturbada com aquilo, mas ótimo! Ou não... Talvez fosse melhor ela apenas ir levando enquanto decidia, mas eu a conhecia, não gosta de deixar nada pra  depois. Ela queria resolver a situação naquele momento, no máximo no dia seguinte. E pelo rumo do papo, parecia que seria no dia seguinte. Não sei o que me deu, mas eu resolvi deitar no colo dela, deitei e fiquei quieta. Ela começou a mexer no meu cabelo, e falar, falar, falar sem parar tudo que ela já havia dito antes. E eu ali, deitada em seu colo, sem saber o que fazer.
Decidi que não poderia colocá-la na parede, porque aí então, ela optaria por não ficar mais comigo, então disse pra ela tudo que sentia e o que eu pretendia ou imaginava. Ela prestou atenção em tudo... E no fim me abraçou. No abraço eu disse:
- O que você sente?
- Me sinto bem
- Não, não é como você se sente, mas o que você sente.
- Carinho
Olhei pra ela e perguntei se ela sentia vontade. Pra mim sempre foi válido o velho ditado, quem cala consente. E por ter calado, eu a beijei. Beijei com todo sentimento e vontade que havia dentro de mim, fui carinhosa, calma e delicada. Ela também, parecia que estava explorando algo, e fascinada com a descoberta, ali eu a senti entregue à mim.
Fui me deitando em cima dela e ela se ajeitando no sofá, não demorou muito para que eu estivesse completamente em cima dela, e ela confortavelmente no sofá, permitindo-se sentir tudo que outrora negava.


Lentamente fui colocando minha perna entre as pernas dela e beijando seu pescoço, seu colo e voltando para boca, quando senti que sua respiração estava mais rápida, sentei-me em cima dela, e a fiz levantar ainda beijando... Tirei sua blusa e confesso que quase gozei quando a vi estendendo os braços para cima para me ajudar a tirá-la. Coloquei a blusa no chão com calma, e olhei pra ela demonstrando todo meu desejo. Fui com vontade ao seu colo, e abaixei seu sutiã, lambendo cada pedaço de seus seios. Quando vi que ela estava se deliciando, tirei seu sutiã. Neste momento ela parou de me beijar, e me olhou fundo. Passou a mão em minhas costas por dentro da blusa, de forma a tirá-la, eu a ajudei, e eu mesma tirei o sutiã. Ela ficou me olhando, sem saber direito se deveria fazer aquilo ou não, mas deu um sorriso e retribuiu o carinho que eu havia feito em seus seios. Continuamos nos beijando e nos explorando, até que não consegui mais segurar tanto desejo e desabotoei sua calça, enfiando a mão por dentro, percebi o quanto ela estava molhada e isso era um ótimo sinal. Ela queria tanto quanto eu. Já estava gemendo, e eu nem havia tirado sua calça.
Tirei, com muita calma, como sempre, da forma mais romântica possível, e tirei a minha também, deixando ela me ajudar, claro.


Totalmente à vontade, trocamos carícias e cada vez que eu a tocava era um outro modo de fechar os olhos e emitir ruídos que me molhavam de prazer também. Fui beijando seu corpo inteiro, beijei sua barriga e fui descendo. Quando cheguei ao ponto, já sabia exatamente onde ir, mas antes dei uma enrolada, pra vê-la se contorcendo, e vi.


Quando decidi então que aquela era a hora, ela me segurou pelos cabelos apertou minha cara contra ela e gritou meu nome. Eu ali, disposta a lhe dar todo prazer que uma mulher poderia sentir, alcancei meu objetivo. E, ao vê-la gozar, trêmula, me olhando e sorrindo, imediatamente me senti a ponto de gozar, mas para isso precisaria da ajuda dela, e não demorou, ela logo retribuiu o que eu havia lhe feito e com muita competência para uma primeira vez com mulher. Senti que aquela noite iria longe, porque nós duas queríamos muito mais. E fizemos ainda muitas outras coisas no sofá. Quando já estávamos cansadas, decidimos levantar e ir para o meu quarto. Ao deitar, parece que minha cama tinha uma fogueira embaixo, pois começamos a nos tocar novamente, mas de um jeito muito mais quente, já que havíamos abusado do romantismo anteriormente.


Dormimos pouco, quando acordei a vi de olhos fechados com um sorriso no rosto e não sei dizer ao certo quanto tempo fiquei olhando pra ela. Aquela garota tão linda me fazia sonhar com as coisas mais belas, só pensamentos de amor e carinho passam pela minha cabeça, por isso me levantei e lhe preparei um belo café da manha na cama, o seu sorriso naquela manha parecia estar mais radiante do que antes, então comemos e provocavamos uma a outra como um casal apaixonado, mas ers dificil ficar na cama com ela sem fazer nada, sem sentir aquela vontade louca por isso não demoro muito e logo ja estavamos fazendo sexo novamente."

sexta-feira, 28 de maio de 2010

De louco e fake todo mundo tem um pouco...

Ola meninos e meninas sapekas !
Como vão vocês ? Eu vou bem obrigada...
eu estava respondendo ao formspring e duas perguntas me fizeram lembrar esta história me perguntaram qual foi o presente mais estranho que eu já ganhei e sobre as meninas estarem perdendo sua virgindade cada vez mais cedo então me lembrei desta historia. Me ensinou muito sobre algumas coisas...
Era uma daquelas semana das profissões, a escola convidava um profissional que tenha estudado na escola para voltar e falar sobre sua profissão e sobre educação, e eu fui uma desta convidadas. Eu estava apavorada, pois falar para adolescentes é sempre difícil, fiquei morrendo de medo deles me zoarem mas seria uma experiência inesquecível. Acordei cedo preparei meu equipamento e coloquei uma roupa mais moleca para tentar não parecer tão adulta.
A palestra passou, não fui vaiada então para mim foi positivo, mas assim que acabou quasse todo mundo saiu correndo para o “recreio”, eu fiquei la sentada na mesa conversando com os mais interessados, conversando sobre todas as coisas e claro que logo o assunto foi para sexo e foi ai que uma menina me chamou a atenção, ela era linda e falava de sexo com todo desejo de experimentar que clamava os meus desejos. Ela falava de sexo com uma propriedade que eu não tirava o olho dela e do seu corpo, então resolvi contar algumas das minhas historia e tal e vi seus olhos brilharem.
Depois de acertar tudo com a diretoria fui para o meu carro para ir embora, quando vejo ela encostada no meu carro como se me esperasse, ela falou qualquer coisa que nem me recordo, só lembro de combinamos de ir almoçar, eu perguntei se ela não tinha que ir para casa e ela disse que não, que ela sempre almoçava fora e atarde ia jogar handbol, então sem problemas. Almoçamos e logico que o assunto foi sexo, ela me contava todas as suas fantasias, seus fetiches seus desejos, e eu olhava para o seu corpo e me deixava exitada com muita vontade de fazer uma loucura, mas apesar do seu corpão ela era só uma menina por isso me contia, mas ela me confessou algo interessante disse que seu primeiro beijo na verdade foi com a sua melhor amiga, as duas treinavam para poder não fazer feio, sem interesse nenhum só para praticar mesmo, então ela queria fazer o mesmo com o sexo praticar com alguem e aprender tudo antes de se entregar de verdade a um cara, sem desejo, sem intenções, sem que alguem se aproveite dela, e ela olhava nos meus olhos ao dizer isso, olhava fixamente bem de perto, eu fiquei sem reação
Os dias foram se passando, ela havia me adicionado no msn e no orkut, pude ver suas fotos, eram ousadas, poses provocantes, ela tinha belo seios, coxas grossas e um bunda de dar inveja em muita garota, mamãe deu muito Biotônico pra ela, não é possível, fotos de bikini, fotos de shortinhos, mini-saia, até de camisola atiçavam a minha mente e falando com ela mais e mais eu entendi o que ela queria, ela queria se livrar da dor, do constrangimento, do nervosismo da primeira vez, para fazer tudo certo para um cara legal, ela não estava louca para sair dando, a virgindade para ela não era um himem e sim sua noite com uma cara, dei os conselhos que sempre dei a todas as meninas que veem me perguntar sobre a primeira vez, relaxe e se masturbe bastante e ela disse que iria experimentar, passaram-se os dias e ela disse que era maravilhoso , que se masturbava com muita frequência mas que ainda não era suficiente, então assim sem nenhuma cerimonia ela me perguntou se eu não queria ser a sua professora, eu não queria ensina-la a fazer sexo, ela queria que eu a ensinasse tudo o que eu sabia, queria que eu a fizesse experimentar de tudo. Eu fiquei sem saber o que dizer, era uma garota, uma menina, mas eu achei justo as intenções dela fiquei muito em duvida, era o meu desejo contra a minha razão ela então disse para se encontrar para conversar melhor então eu aceitei. A diaba se vestiu da maneira mais provocativa, quase uma colegial de filme porno, ela disse que tinha um presente pra mim, eu fiquei espantada e ela tirou da mochila um pacote embrulhado e com fita, ela ao me entregar disse, rasga que da sorte, eu ri e rasguei quando eu vi era um strap-on (aquelas cintas com um pinto de borracha) dos grandes e preto, eu olhei para ela e ela me deu um sorriso e disse calmamente que se era para experimentar que fosse do maior e do melhor e disse que tinha outras coisas guardadas na mochila.
Aquela safada já tinha planejado tudo, ela sabia que eu não resistiria no ao vivo, ela então pegou na minha mão e me pediu com aquela cara de criança por favor, e eu não pude resistir, peguei ela pela mão e fomos em direção ao carro, minha pernas tremia de nervoso da loucura que era aquilo, ela pelo contrario estava agitada, louca para começar logo. O elevador subia devagar, eu me olhava, olhava o espelho, olhava ela e tremia, e ela apenas sorria, me desafiando então quando eu estava quase me arrependendo, quando eu abri a boca para falar que ia desistir ela me deu um beijo, eu fiquei sem reação, só correspondi aquele beijo.
Entramos em casa e fomos direto para o quarto, peguei i presente e entrei no banheiro, arreei as calças e coloquei a cinta, era enorme, ter algo enorme e preto “pendurado” e comecei a rir mas enfim sai do banheiro e ela me esperava deitada em minha cama, já sem calcinha nem sutien, com a mini-saia quase revelando a graça da brincadeira. Mas ela queria que eu ensinasse, então eu ia ensinar direitinho, peguei na mão dela e deixei ela de pé, deixei-a de costas para mim e fui beijando o seu pescoço, bem devagar, beijando a sua orelha, passando a mão em suas pernas, pela parte interna das suas coxas e vi elas se arrepiar e suspirar, e encochava ela e ela gostava fiz força contra a cinta. Era uma sensação estranha, será essa a sensação de ter um pinto ? Então quis entrar na brincadeira, dar uma de taradão , abri o zíper da calça e pus o pinto para fora e disse para ela que ia ensinar ela a bater uma punheta, ela pegou meio desengonçado, meio sem jeito então fui orientando, para baixo até a base e para cima , vai aumentando o ritmo devagar, mas em um pinto de borracha é meio difícil então falei para ela ajoelhar, desabotoei a calça e ela ficou me olhando com aquela aquela cara de “e agora o que eu faço?” com aquele troço balançando da cara dela, então fiquei passando o dito cujo pelo rosto dela, dando batidinhas de leve, tudo que ela não podia era sentir nojo de uma pau, então nada melhor do que uma “surra de pau mole” para tirar esse medo, mandei ela fazer sexo oral, será que ela nunca tinha visto um filme porno? Com toda aquela sedução de menina safada, de ninfeta e agora era isso? Ah não... eu tinha que transformar aquela menina em uma profissional, para ela dar noites inesquecíveis, levante-a, peguei a sua mão e comecei a chupar seu dedo do meio como se fosse o pau mais saboroso do mundo, e olhava para ela para ver e ela com os olhos verdes brilhando então fiz ela ajoelhar denovo. Encarnei um rapaz e fui pedindo para ela lamber ele todinho, ela atendeu prontamente e passou a lamber e que visão era aquela, vendo ela lamber aquela tora preto fazia minha bucetinha ficar ensopada, ela finalmente estava pegando o gosto, sem que eu manda-se ela passou a chupar e olhar para mim com cara de “estou fazendo tudo certo ? É assim que vc gosta?”, aquele pau mal cabia na boca dela mas ela se esforçava para ir cada vez mais fundo, ela finalmente pegou o espirito da coisa. Mas nem só de o pão vive o homem, então pus ela na cama, abri suas pernas e enfim cheguei a sua bucetinha lisinha aposto que ela se depilou de proposito, só para parecer ainda mais uma menininhas safada, masturbem ela bem gostoso até que pudesse saber que ela gozou, então ela finalmente estava pronta, fui até a sua mochila ver o que ela tinha trazido de especial, e vi um lubrificante, camisinha e outras coisas. Ensinei ela como colocar uma camisinha e passei lubrificante por todo a tora preta e na sua bucetinha.
Abri ainda mais a suas pernas e apontei e fui colocando o pau devagarzinho para não machuca-la, ela tinha escolhido um dotadão, menina de fibra, mas se todo homem fosse tão gentil como uma mulher aposto que elas gozariam muito mais (rs) ela se mordia, não sei se de dor ou de tesão, mas ela gemia sem parar, quase como um daqueles bonecos que quando vc bomba ele solta um sonzinho agudo, mas papai-e-mamãe era muito simples, então quando senti que sua bucetinha estava mais “laciada” eu a coloquei para cavalgar, peguei-a pela cintura e fui guiando o seu quadril fazendo ela rebolar no pau porque esse era o segredo desta posição, a menina leva jeito, nunca descobri se sexo é instintivo mas ela em pouco tempo estaria dando caldo.
Acho que por ela já estava tudo bem ela já tinha matado a sua curiosidade, mas ainda faltava uma curiosidade minha, e praticamente a única razão pela qual eu aceitei esse jogo, eu queria descobrir porque os homens são tão aficionados por sexo anal. Deixei ela de quatro e comecei a chupa-la, chupei sua bucetinha como nenhum homem conseguiria e lambi seu cuzinho já preparando para a surpresa final , usei e abusei do lubrificante ela sentiu o gelado pingando bem no seu anelzinho e perguntou o que eu ia fazer , fiquei quieta e espalhei com os meus dois dedo cuzinho a dentro, para que ele se preparasse para se abrir para mim e para o meu pauzão de negão(rs), ela estava muda já, totalmente entrege ao prazer, então fui arregaçando aquele cuzinho prega por prega, o lubrificante estava ajudando mas eu tinha dó dela ter sua bundinha comida pela primeira vez logo por um “negão” , mas eu estava em transe, eu só via aquela bundinha branca arrebitada e aquele cuzinho se abrindo e assimilando todo o meu pau, é uma imagem que não sai da minha cabeça até hoje e o meu macho interior aflorou ainda mais, eu mordia o lábio de tanto prazer, só de ver aquela cena segurava ela pelo quadril e fazia os movimentos de vai e vem, bem devagar, bem gostoso e logo estava tudo la dentro eu queria gozar e faze-la sentir a sensação mais prazerosa mas isso eu não podia fazer mas quando me dei por satisfeita, ela deitou na cama desfalecida, com o corpo completamente relaxado pelos espasmos proporcionados pelos inúmeros orgasmo que ela teve.
Essa experiência me fez entender muitas coisas, como que o sexo sem o sentimento é só algo entrando e saindo da sua buceta, não to falando que só devemos fazer amor, mas que mesmo no sexo é preciso algo, percebi como o desejo mutuo é importante, como devemos valorizar as pessoas mesmo que seja só por uma noite.

sexta-feira, 19 de março de 2010

OS VENCEDORES DO I PRÊMIO "ENVIE O SEU CONTO

Estou aqui pra anunciar os vencedores do nosso excitante concurso, gostei muito de ler todos eles, agradeço a quem se esforçou para escrever superando a vergonha, o preconceito, e a preguiça
e o premio vai para ...

1 . surpresa* por mia black
2 . tesão acumulado por pati
3 . eu e minha amiga * por eros richcock

*os nomes foram dados por mim, para poder separa-los já que não era pré requisito dar título ao conto

segue então para o deleito de vcs o conto vencedor...


"Essa história é única, algo que mudaria minha vida para sempre. Não irei tratar-me com meu próprio nome, muito menos dizer quem é aquele que me acompanha. Aqui, podem me conhecer como Fernanda, uma simples garota, que se sente presa pelos pais. Certo dia, um acaso incrível aconteceu. Conheci uma pessoa especial, seu nome? Carlo. Ele tinha um jeito especial de ser. Aquele sorriso que me encantava, aquele corpo aparentemente esculpido por Deuses. Ele tinha um pouco de tudo o que eu queria para mim. Mas digo nada é perfeito. Uma única coisa nos impedia de nos amarmos como realmente queríamos. Ele era de outro estado. Ainda dependente dos pais, tive um grande problema para me adaptar à idéia de que seria praticamente impossível um dia nos vermos. Minha ironia passou a viver de ir até a casa de Kate e de sua irmã gêmea Beth. Nós passávamos as tardes vendo filme, admirando a foto de belos homens e é claro, chorando pro homens. Cada uma com seu problema amoroso. Em uma bela tarde ouvi Beth reclamar com minha mãe quanto deixar-me dormir em sua casa. Era engraçado à forma como ela conseguia dobrar com facilidade os adultos. Com sua aparente responsabilidade, convenceu minha mãe a me deixar aproveitar aquele dia o máximo que pudesse.
A noite seria maravilhosa, inesquecível. Fizemos doces, brigadeiro, guerra de travesseiro, até que Kate pediu licença dizendo precisar cumprir um prazo de entrega do serviço. Ambas, excelentes arquitetas, corriam para fazer o serviço o mais breve possível e perder seu tempo comigo, uma garota iniciando seu curso da faculdade. Beth ficou cansada e pediu licença para ir para o quarto. Achei estranho. Depois de tanta dificuldade para me fazer ficar em sua casa, elas me deixam sozinha? Fiquei chateada, subi para o meu quarto improvisado e vi que deixaram a cama cheia de almofadas. Elas ainda sabiam como me agradar. Joguei-me de bruços contra o colchão abraçando tudo que estava à minha frente. Mordi a ponta do travesseiro. Uma grande parte de mim viajava, desejando estar ao lado de Carlo, apenas para senti-lo comigo. Foi então que ouvi um bater na porta, apenas falei para entrar, não tive vontade alguma de levantar a cabeça. Eu estava em meu melhor momento, pensando no meu amor. Senti uma mão passar pelas minhas costas como que me massageando. Deu uma risadinha. De repente senti-me desconcertada, apoiando-me nos cotovelos virei o corpo e só não gritei por que a emoção falou mais alto. Não sabia se gritava ou se chorava, se o abraçava. Realmente eu não sabia o que fazer. Foi então que me virei por completo ainda deitada, estendi os braços recebendo-o sob meu corpo. Gesto, o qual foi bem aceito por ele, que como que caindo sobre meu abraço convidativo me encheu de beijos. Nunca havia visto Carlo, para mim, ele era aquilo que via nas fotos, lindo de sua forma. Pessoalmente? Ele era maravilhoso. O perfume que ele exalava me excitava, suas mãos ágeis e experientes serpenteavam pela lateral do meu corpo como que me conhecendo, nem ele mesmo acreditando que aquele momento era real.
Aquele momento não houve nenhuma palavra. Um gesto levou ao outro. Nem vi se a porta estava aberta ainda, aquilo pouco importava. Deixei que ele tocasse todo meu corpo, enquanto aproveitava e tateava-o, conhecendo cada centímetro que até então só tinha visto virtualmente. Toquei sua intimidade com paixão por dentro da calça, meu desejo pareceu ter animá-lo, quando o senti aumentar de tamanho enquanto endurecia na minha mão. Fiquei vermelha, não sabia se o que fizesse ali fosse mudar algo entre nós, coisa que acredito que não aconteceria, já que agora ele me beijava como se o mundo fosse acabar e ele quisesse morrer assim. Retribui seus beijos carinhosamente, sentindo sua língua passar pela minha, como que uma guerra travava-se, onde cada língua queria seu próprio pedaço no céu. Seus beijos, porém, eram inquietos. Sua língua deslizou pelo meu pescoço. Ele me beijou por cada lugarzinho em que sua língua passava até chegar aos meus seios. Carlo retirou minha blusa rapidamente, já abrindo o fecho do sutiã. Observei seu caminho, por instantes, que para mim pareceram milênios, ele parou e admirou meus seios fartos saltarem para fora. Passou a língua pelos lábios saboreando o que via e em seguida abocanhou o bico do seio direito. Ele mordiscou, chupou, lambeu, enquanto a outra mão apalpava o seio da esquerda. Alternou em seguida, brincando com todo o meu peito, me animando, onde a cada gemido baixo e rouco que dava ele mais lambia e mais brincava com eles. Em retribuição, eu o tocava, subia e descia com minha mão. Abaixei as calças dele com a outra mão para melhor senti-lo. Ele soltou um suspiro ao sentir que seu pênis saltava para fora.
Ele continuou seu caminho explorador pelo meu corpo. Ao chegar à cintura ele abaixou minha saia. Segurando-me pelo quadril, me ergueu de uma forma que eu ficasse sentada. Pude enfim ver seu tamanho. Ele estava daquele jeito por minha causa, apenas por me beijar. Que mulher não se sentiria vigorosa? Carlo me beijou novamente e me puxou contra seu corpo. Eu entendi mais ou menos o recado, conhecia seus desejos, conhecia sua vontade. Fiz o mesmo trajeto que ele. Desci beijando-o no pescoço, cada vez mais eu gostava daquilo. A cada toque meu, o corpo dele parecia estremecer. Fui ajoelhando e ficando com o corpo meio deitado. Cheguei ao seu ponto fraco. Passei a língua bem devagar pela cabeça de seu pênis, para logo em seguida abocanhá-lo de jeito. Chupava um homem daquela forma pela primeira vez, mas estava adorando. A forma como ele passou a mão na minha nuca e afastou meus cabelos para o lado. Levantei os olhos para ver suas reações e qual não foi minha felicidade de vê-lo com o rosto pro alto, mordendo o lábio inferior. Seus olhos fechados aparentemente não acreditando no que acontecia. Lambi, chupei, me lambuzei. Foi então que senti uma mão sobre meu rosto, ergui meu olhar e encontrei os de Carlo, ele estava desejoso. Deitou-me novamente e foi direto ao pote. Quase tive um colapso quando sentia sua língua passear pelos lábios de minha intimidade. Deitei a cabeça, arqueei as costas levemente. Ele estava me fazendo ir ao céu e voltar. Cada lambida, cada toque com o dedo que ele fazia. Quanto mais ele me acariciava, mais molhada eu ficava, excitada. Estava pronta para recebê-lo. Enlacei minhas pernas ao redor da sua cintura desejosa. Senti-o me penetrando forte, recebendo-o por completo. O vai-e-vem foi demorado. Lento e prazeroso senti cada toque do seu corpo no meu. Gemia baixinho ao seu ouvido sentindo-o ficar mais excitado com essas provocações. Virei meu corpo e me empinei toda. Sabia o quanto aquilo iria deixá-lo contente. Estava disposta a aprender tudo com ele. Logo ele investia em mim novamente. Logo suávamos de prazer. Cada estocada, cada carinho, cada vai e vem me deixou em um frenesi louco. Ele abraçou meus seios, continuou me beijando na nuca até que ouvi falar-me ao pé do ouvido: “Vou gozar”. Aquilo me deixou agitada. Ele estava esperando, eu bem o sabia. Empinei bem o corpo, me entreguei aos seus toques e gozei junto com ele. Ficamos abraçados, deitei em conchinha ao seu lado. Queria aproveitar cada momento com Carlo. Deitei e ficamos conversando, sobre coisas triviais, apenas querendo que o mundo acabasse para que ficássemos juntos. Beijei-o calorosamente e aninhei-o em mim, acariciei seu rosto com as costas da minha mão. Fiz cafuné, em breve o vi dormir. Adormeci ao seu lado e tão feliz fiquei que ao acordar percebi que aquilo não era apenas um sonho. Era a mais pura realidade. "

quinta-feira, 21 de janeiro de 2010

deflorando o timido

Ola leitores ! Ou devia dizer leitoras ?
Eu queria agradecer a todos e todas que lêem esse blog e que me incentivam a escrever.
É legal saber como agente pode mudar a vida de alguem, as vezes pequenas coisas levam a grandes mudanças. Vou contar sobre a vez que mudei a vida de alguem com uma simples (ou nem tanto...) transa.
Tudo começou quando uma amiga minha veio fara sobre o “Boy” da empresa, aquele menino que ajuda com os documentos, vai nos bancos e esses trabalhos que todo mundo detesta... ela me disse que as meninas estavam fofocando e logo ele passou todo estabanado, tropeçando e derrubando tudo... logo as meninas caíram na risada do pobre coitado dizendo que ele devia ser virgem, eu senti um pouco de pena. Com o passar do tempo comecei a reparar nesse jovem e vi que ele me olhava , mas logo tentava disfarçar, virava a cara, ficava nervoso, suava frio , se tremia todo quando eu passa por ele ou quando eu ia na sua direção, por muitas vezes eu achei que quando ele me via ele fugia, ele não conseguia se conter e isso me aticava a curiosidade, eu não queria nada com ele, só queria saber poque ele tinha tano medo de mim... porque eu o fazia suar.
Eu precisava arrumar um jeito de me aproximar sem ele achar que eu estava interessada, queria que ele fosse meu amigo, queria ajuda-lo a se livrar daquela timidez, ele era bonito, apostei que faria muita garotinha suspirar se tivesse um pouco mais de atitude. Assim comecei a almoçar parto dele, dava até pena vê-lo de cabeça baixa, tesno sabendo que eu estava olhando para ele...
Logo essa brincadeira começou a me exitar, logo eu me pegava molhadinha pensando em fazer sexo com ele, eu sonhava acordada com ele se libertando e me pegando de jeito, mas ele era virgem, e eu não sabia como lidar com isso, vocês podem imaginar eu desvirginando um pobre rapaz ? Eu tendo de ensinar o beaba ao menino, e os sonhos dele ? Eu não podia estragar a sua primeira vez dando uma rapidinha sem sentimentos comigo... mas minha vontade a cada dia até que eu tomei a decisão de ir falar com ele, cara a cara e descobrir o que estava acontecendo de uma vez por todas. Cheguei e logo procurei por ele, era hora do almoço havia muita pouca gente na redação então deveria ter problemas em acha-lo, mas foi até que eu entrei no deposito, onde ficam as velharias, eu sabia que algumas pessoas iam la para deitar e tirar um cochilo, logo ouvi uma respiração ofegante, fiquei imóvel, fiquei escondida, ouvindo as respiração ofegante e os múrmuros... alguem estava se masturbando ali, era ele ! Eu tinha certeza ! Quem mais além de um garoto tímido estaria se masturbando em pleno expediente ?
Eu fiz um barulho para que ele percebesse que eu estava ali e guardasse o instrumento, mas não adiantou muito, ele estava vermelho, suado, e com um volume na calça social que o deixava mais nervoso, ele gaguejava sem parar, mas logo o silenciei com um beijo, apenas encostei os meus lábios nos dele, ele ficou imóvel todos os seus músculos estavam duros como se tivesse dado uma grande cainbra, e o que estava mais duro era seu pau, era bem ajeitado pra um menino da idade dele.. e estava a ponto de bala como só um adolescente com os hormônios a flor da pele, louco para transar podem estar., eu tinha então que tomar o controle da situação, levemente fui passando minhas mãos procurando o meu objeto de desejo, logo achei , comecei a punheta-lo, comecei a ficar com medo o coitado não respirava de tanto prazer, começou a me dar agua na boca, aquela sensação de boca seca que só passa quando você cai de boca em uma bela rola. Eu fui aos pouco beijando a cabeça, a sua extensão e suas bolas cheias de porra quentinha acumulada de um virgenzinho, quase me esqueci que ele era virgem e que gozaria rápido quando eu menos esperava ele não segurou mais e saciou a minha sede de porra, hum que delicia, me senti um coroa pegando uma garotinha, eu o deitei, no colchonete velho que tinha ali e me pus a cavalgar sobre ele, eu fechei os olhos e movimentei os meus quadris, deixando que ele tive a visão do paraíso, de uma garota cavalgando sobre o seu pau, não podia deixar ele gozar dentro de mim, e não podia confiar nele segurando, então não pude ficar muito tempo, então fiz algo que eu sabia que ele não resistiria, logo me pus num 69, deixei a minha bucetinha na cara dele , ele começou a brincar e descobrir como era uma bucetinha de verdade, ele deve ter se masturbando durante muito tempo com aquela cena, de uma bucetinha esfregando na sua cara. Anos depois descobri que ele tomou jeito e virou um rapaz sedutor, me senti em uma parte responsável por isso...

segunda-feira, 5 de outubro de 2009

Toda História Tem Um Começo

Oi leitores...
Sou nova aqui, então deixa eu me apresentar. Meu nome é alicia estou com 25 anos, sou ruiva (tingida), vermelho bem vivo, 55 kilos, 1,67 metro, sou jornalista e moro em sampa. Agora com mais detalhes... rs. Tenho uma pele branquinha e bem lisinha, do tipo mignon, seio pequenos mas bem desenhados, bem firmes, a bunda a mesma coisa, pequena mas bem redondinha e os homens ficam loucos quando eu empino-a... rs. Gostaria de contar minhas historias de forma cronológica ou conforme eu vá me lembrando delas, então vamos começar pelo inicio, como perdi minha virgindade.
Foi numas férias de verão, estava com XX anos (era menor de idade, mas já bem crescidinha, se é que me entendem...) como todos os anos eu e minha família fomos a praia, assim já conhecíamos muitas pessoas no prédio que faziam o mesmo que nós, mas desta vez havia uma pessoa nova, em um dos dias quentes eu e meus amigos fomos a praia, os meninos levaram a bola para uma pelada e nós nossas cadeiras e cangas, e ficávamos só observando, até que esse lindo rapaz me chamou a atenção, então perguntei – quem é esse garoto ?- é o filho do zelador... ele é um gato, né ?- passando isso aproveitamos bem o dia na praia aproveitei para me exibir um pouco e voltamos para o prédio, no caminho meu muso resolveu puxar assunto comigo, eu fui as nuvens nem ligava para o que ele estava falando, meus olhos estavam afixionados naquele corpo, eu nunca tinha me sentido assim antes, hoje relembrando penso como devo ter parecido inexperiente e boba, então combinamos de nos encontrar todos depois no salão de jogos mais tarde, eu subi e fui correndo para o banheiro, nem falei com ninguém, entrei no banho e la fiquei, fiquei pensando nele e fui ensaboando meu corpo,bem devagar.. até que cheguei a minha bucetinha, que a essa altura já estava encharcada... e fiquei ali com a agua caindo sobre o meu corpo se meus dedos deslisando sobre os lábios da minha bucetinha, eu perdi a noção do tempo... minha mente estava longe, meu corpo se arrepiava... quando bruscamente alguem bate na porta, era minha mãe perguntando se “alguem tinha morrido”, eu devia ter demorado bastante, mas não tanto quanto passei me arrumando... vesti uma saia, não muito curta, mas de tecido bem leve, uma blusinha de alça fina...na inocência dessa idade você num pensa no que vai de fato ocorrer , mas seu instinto fala por si... pus um perfume da minha mãe, acho que na ilusão de parecer mais adulta...rs
Chegando la já estavam todos, inclusive o meu deus grego, de camisa polo e calça jeans, simples porem combinava bem com a sua feição. Decidimos jogar sinuca, durante o jogo ficamos naquele jogo de provocação, pedi a ajuda dele já que não era uma e ele se aproveitava disso para se roçar em mim, gestos delicados mas que faziam ficar arrepiada, sua respiração no meu cangote quase fazia minhas pernas tremer, horas depois o pessoal resolveu subir , porque já estava na hora de fechar o salão, assim que todos saíram ele pegou pelo braço, já senti aquele frio na espinha, ele disse que tinha a chave do salão e que queria conversar a sós comigo, eu quase não tinha ar para responder, mas aceitei, chegando la não era preciso dizer nada, apenas os olhos eram o suficiente para dar o recado, ele me beijava com uma volúpia e eu me rendi ao desejo deixava que ele me guiasse nessa nova empreitava, suas mãos descobriam pontos que nem eu sabia, sua mão subia pelas minhas curvas levantando minha blusa e seus lábios iam descendo pelo pescoço, foi para o colo, até chegar aos meus seios, eu suspirei mais forte, ele parou assustado, ele não queria me forçar a nada, mas eu passei a mão em seus cabelos e forcei suavemente a cabeças dele de volta em meus seios,meu mamilo já estava duro como pedra, ele sugava, mamava, beijava, mordiscava e tudo mais a que tinha direito. Estava muito bom mas agora era minha vez de fazer alguma coisa para ele, então eu resolvi fazer o mesmo fui beijando todo o corpo eu queria aproveitar para aprender sobre o corpo masculino e fui descendo até que parei de joelhos, passei a mão sobre a sua calça e senti seu membro duro fazendo volume sobre a calça, então desabotoei as calças e coloquei seu membro para fora eu fiquei perplexica, eu nunca tinha visto um pinto assim muito menos tão de perto, tentei lembrar o que as garotas faziam naqueles vídeos que meu irmão assistia escondido, então peguei nele ainda meio sem jeito, comecei a masturba-lo, beija-lo, lambe-lo, então comecei a chupar e gostei e continuei chupando...ela já não estava mais conseguindo se segurar, então me pegou me virou e me deixou apoiada sobre a mesa e deixou minha bundinha empinada, toda aberta para ele, ele então começou a chupa-la e lamber meu cuzinho, eu também já num aguentava mais de tanto tesão, então me segurou pela cintura , e pôs seu pau na porta da minha bucetinha, se inclinou e sussurrou palavras doces em meu ouvido e forçou seu pau que entrou com dificuldade, senti aquela dorzinha incomoda, mas logo ela passou e ele estava todo dentro de mim, eu pudia sentir o pulsar de suas veia, suas bolas batendo em meu grelinho me fazia ir a loucura, suas respiração ofegante em minha orelha, vou tudo maravilhosa até que ele gozou, senti a porra quentinha jorrando dentro de mim, ao tirar senti o liquido escorrer pelas minhas pernas bambas, ele me deitou na mesa de sinuca e começou a me beijar com carinho e ficamos ali durante horas apenas curtindo o momento...