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domingo, 23 de outubro de 2011

Star Funcking Wars - Princesa Leya

olá meninos e meninas sapekas!!!
como vão??? é eu sei estive meio ausente, mas minha vida tem estado meio complicada,mas estou de volta, e fazendo uma pesquisa sobre alguns temas e curiosidade alguem sugeriu que star wars era sexy, então consultei minha amiga cris do coxinha nerd, a ju do geek e devassa e o fe do entre zilhoes de blog o café fraco, especiaslistas em star wars e perguntei se eles topariam me ajudar a fazer um conto erótico do star wars. será o primeiro conto do genero, o conto está mais suave, com mais eufemismo, pois queria experimentar um novo jeito de escrever, espero que peguem leve comigo por isso e porque não sou uma fã de star wars ok? espero que se divertam e por favor mais do que nunca comentem para eu saber se fui bem ou se preciso melhorar esse "jeito novo" de escrever.

Recurring profile data #124586: Oi? Tá gravando? Pronto. Hoje é dia... sinceramente já nem sei mais que dia é hoje afinal já estou presa por um bom tempo é é cada vez mais difícil perceber a passagem dos dias, mas quem liga afinal para muitas aqui eu estou falando sozinha, pois não sei ao certo se está gravando, mas melhor assim pois poderei falar aqui sem segredo, como se você fosse a minha melhor amiga confidente, que a gente confia que não irá contar para ninguém, mesmo porque esse gravador velho é o mais próximo que eu tenho de uma amiga nessa prisão imunda. Mas hoje com certeza foi um dia diferente, acho que um que salve todos os meus dias, qual a melhor sensação? A de amor, a de vingança, a de tesão ou a de ódio? Que tal todas em uma só noite? Exatamente... tá bom, tá bom, vou contar como foi.

O som do metal batendo contra o outro reverberava anunciando o arauto da desgraça, ao ouvir aquele a angustia começara subindo pela espinha alcançando o cérebro onde cada fé respondia de um jeito, umas rezavam para seus deuses, como se algum deus estivesse olhando por nós ali, umas se faziam de inaptas, como se isso realmente importasse naquele lugar, acho que mesmo mortas, serviríamos de entretenimento para o tipo de seres que frequentavam aquele lugar, mas algo diferente estava ocorrendo, todas nós estávamos sendo chamadas para o hall principal, sem nenhum tipo de critério, jamais havia visto algo assim, mas foi quando o guarda se aproximou da minha sala é que eu tive a certeza:

  • hey mulher! Capricha, temos gente importante. O jabba quer você bonita... como se isso fosse possível para uma humana

tudo bem que eu não esperaria que um barabel me elogiasse, mas precisa cuspir depois de cada frase? Tenho ânsia toda vez que ele dirige a palavra a mim. Mas fiz o que me pediram, “se arrumar” nesse lugar não exige muito, afinal não temos muitas roupas para escolher, só a nossa velha roupa de escrava, mas ao olhar-me no pequeno pedaço de espelho cortado que havia na parede da minha cela , fazendo a minha trança eu fiquei pensando, no que tinha passado até aqui, as coisas que tinha suportado, me imaginei como uma verdadeira princesa, com todo aquele luxo, comida, bebida e escravos para me satisfazer.. sacho que a ideia de princesa tem mudado desde que estive aqui.

Logo o barabel entrou na minha cela reclamando que eu demorava demais para me arrumar, e entrou já dando tapas na minha cara e me carregando pelo corredor, pelos cabelos. Os grilhões são cada dia mais pesados e o caminho até o hall parece cada vez mais longo. Ao caminhar pelas celas masculinas vi que uma em especial estava vazia, a do han. Fiquei parada alguns segundos rezando para que ele estivesse ali em algum canta escuro da cela, mas fui puxada e cai com tudo no chão. Ao levantar por fim estava no hall principal , estávamos todas enfileiradas, perfiladas frente ao jabba que nos avaliava milimetricamente, o convidado devia ser realmente importante para ele vir nos avaliar assim. Ao longe vi o han acorrentado no canto da sala e tomei um susto.

  • fique tranquila minha jovem, o nosso mercenário está sendo bem tratado, não ocupe sua cabecinha com bobagens.

Ele começou a fazer um discurso sem fim, mas eu só tinha olhos e mente para o han, todo meu sofrimento ali parecia ter sumido com a preocupação com han, então eu ouvi aquele som, aquele som, aquela respiração, aquela tensão no ar, era ele... darth vader, o mal encarnado. Eu simplesmente fiquei parada sem reação, jabba foi apresentando uma por uma até chegar em mim, e quando o fez o darth respirou, foi como se todos os meus sentimentos bons tivessem morrido, como se a presença dele me deixasse numa melancolia sem tamanho, então jabba olhou para mim, fechou as mãos e desviou o assunto escolhendo uma garota para dançar para o darth vader, e advinha quem ele escolheu ? O ser que eu mais odeio em toda a galaxia ! A Lyerd, como se aquela maldita twi'lek pudesse ser sexy do que eu. Conforme ela ia dançando meu ódio ia aumentando, talvez meus pensamentos pudessem ser ouvido por todos ou se darth pode sentir o cheiro do ódio, mas ele reparou e sem dizer nada apontou para mim e me chamou para vir ao centro dançar.

Era a minha deixa, ela minha chance de acabar com a arrogância daquela vadia azul, e o salão se tornou uma arena de batalha, uma batalha de sensualidade, eu dançava da maneiras mais provocante, induzindo até a minha parceira, apesar do ódio consegui um beijo , um beijo quente em uma das piores inimigas, pude sentir ela se excitar, com aquilo, ela não esperava, todo aquele odio poderia ser apenas tesão reprimido? Estávamos quase fazendo sexo ali mesmo, eu tinha a situação sobre o meu controle, acho que se existe algo mais poderoso que o ódio é o tesão porque logo ela ficou em segundo plano, e eu era o objeto de maior desejo daquela sala, meus movimentos , minhas pernas se abriam e meus braços fechavam implorando por um parceiro, um homem, um macho. Jabba mandou que parássemos, ele estava visivelmente transtornado

Esperava que o próprio darth viesse até os meus encantos, seria a maneira ideal de sair daquele lugar, mas no meu jogo mental vader moveu uma peça e anunciou seu xeque mate. Ele fez o han se levantar e vir até o centro. Ele o pôs na minha frente, colado, nossos lábios quase se tocaram ali, e jabba questionou vader, que se enfureceu, acho que irritar vader não foi uma das escolhas mais inteligentes do senhor “The Hut”, então ele ordenou que todos as escravas e guardas saíssem, eu e han ficamos ali, mas han parecia diferente, sem reação.
Vader o desacorrentou e ele permaneceu imóvel olhando para mim, então deu alguns passos para trás e se sentou em uma cadeira, se ajeitou e eu pudo ouvir o som da palha estralando e disse

  • Faça o seu show, me mostre o que você tem de melhor

então eu baixei a cabeça e pensei na decisão mais importante da minha vida até o momento, eu tinha tudo na mão, tinha darth vader interessado na minha energia sexual, tinha jabba se corroendo de odio, e tinha ele, han solo ali na minha frente, eu podia usar darth, me vingar do jabba e me.. bom podia compensar toda a dor que han sentiu nos últimos tempos com o calor do meu corpo, como objeto do meu desejo. Então meu quadril começou a se mexer, comecei a rebolar, passando a mão pelo corpo, pela minha barriguinha, passando pelos meus seio, quase querendo arrancar aquele top , continuei seguindo até colocar as mãos para o alto e me transformar em um pendulo, hipnotizando com meu quadril, rebolando, mostrando e escondendo. Fiquei de quatro, me esgueirando pelo chão como uma gatinha manhosa, só olhando para trás vendo a reação do han , mas ele só ficava me olhando e eu continuava a dançar, sem nunca para de rebolar, minha “saia” estava atochado na minha bunda, eu já estava ficando exitada com tudo aquilo também, se eu continuasse logo ia fica com a saia encharcada.

Então fui me aproximando do han, eu comecei a rebolar no seu colo, bem devagar, encostando só um pouquinho, só para dar o gostinho, mas quem acabou não resistindo fui eu, e logo estava rebolando no pau dele, e ele a mostrar o que fazia dele um humano, se é que você me entende hehehe virei de frente , sentei no colo dele, ainda algemada pus minhas mãos em sua nuca e comecei os movimentos, quase como uma dança do acasalamento humano, eu ali quase nua, com meus peitos na cara do han, e me esfregando nele eu já tava no ponto alto da minha excitação, podia ter um orgasmo a qualquer toque do han mas ele continuava só a me olhar, mas então segurei em seu rosto, e fui lentamente em direção a sua boca, ia lhe dar um doce beijo, nossos lábios se tocaram, ele apertou o braço da cadeira com tanta força que quebrou, eu tomei um susto, ele se levantou da cadeira com tudo e eu fui arremessada ao chão, fiquei apavorada, nunca tinha visto han daquele jeito, eu estava parecia uma criança deitada no chão morrendo de medo de apanhar, mas eu estava ali, seminua e era uma escrava, teria que fazer o que eu tinha que fazer.

Ele ficou ali parado, um tempo, veio até mim, e estendeu sua mão, mas quando eu achei que ele ia me ajudar a levantar como um cavalheiro, ele me pegou pelo cabelo e me levantou rudemente, estávamos frente a frente novamente, rosto colado.

  • O que você acha que eu sou vadia?
  • Quem você acha que eu sou mercenário?
  • Você é minha putinha e hoje eu serei seu macho, um macho de verdade.

Aquelas palavras penetraram a minha alma e me arrepiei toda, ele ordenou que eu tirasse o top, eu balbuciei em responder que não e leve um tapa na cara tão forte que meu rosto fico vermelho na hora, eu mandou eu ficar quieta e apenas obedecer, eu só balancei a cabeça , segurando para não chorar. Então de maneira envergonhada eu comecei a tirar o top, deixando meus seios amostra, mas querendo cobri-los, mas ele me impediu, queria vê-los, apalpá-los, apertou meus mamilos até eu suspirar de dor

  • Não minta para mim, eu sei que você gosta, eu sei...

ele então enfiou a mão por baixo da saia e enfiou seus dedos de uma só vez, eu estava toda úmida, não podia negar a ele que eu estava gostando, e assim ficou me rodeando me observando, então eu terminava de tirar minha roupa toda. Só ouvi o estalo da sua mão em minha bunda, seguido de dor, antes de cair de quatro no chão. eu estava vermelha de vergonha , tesão e dor. Ainda podia sentir meu rosto quente do tapa que levei. Então ele passou por mim, passando o dedo pela minha espinha do meu cuzinho até a nuca, abriu o zíper, tirou seu pau para fora e se sentou na cadeira, e eu lá olhando para ele com os olhos cheios de lagrimas, humilhada por ele, ele que eu... enfim... Ele ficou balançando o seu membro como se quisesse dizer “vem meu bichinho de estimação, vem me chupar...” eu pensei em negar, mas já tinha ido longe demais para voltar, então comecei a engatinhar, pensava em cada chibatada que han deve ter levado naquela prisão, e entendi que o meu desejo de trocar de lugar com han e sentir todas as dores em seu lugar havia sido realizado, então fechei os olhos, abri a boca e senti sua parte viva, quente e pulsante preencher minha boca aos poucos, comecei a chupar, como se quisesse sugar toda a dor que ele havia suportado, meio tímida no inicio, mas aos pouco fui tomando gosto, então ouvi a respiração da darth ficar mais forte também, sentia a pressão de sua mão empurrando minha cabeça contra o seu pau, até que então ela parou. Ele então me deitou sobre o piso frio, e se deitou sobre mim, se posicionou entre o meio das minhas pernas, eu olhei em seus olhos e pude reconhecer o velho han, ele então penetrou em mim e eu pude sentir a ultima dor que sentiria naquele lugar, eu seria preenchida de tesão, amor e esperança de que tudo ficaria bem, nossos ritmos estão sincronizados, nossa respiração, e ele parecia ir no meu ritmo, parecia respeitar o meu prazer, indo e vindo, me convidando e me levando adiante, até que eu comecei a anunciar o meu êxtase, e ele aumentou o ritmo, o corpo quente começava a suar e molhar o piso frio.
  • Eu vou... ai eu vou.. não para... hhhuumm assim eu vou...
  • Eu sei.



Bonus Track: anos depois na taverna de zaloriis

  • Sabe han, fico pensado.. acha que eu e a leia teríamos formado um belo casal, sabe? Teríamos filhos, uma vida quieta e pacata em algum lugar, longe dessa bagunça
  • Eu sei, luke... Eu sei.

sábado, 12 de março de 2011

Sonhe com os Anjos

Olá, meninos e meninas sapekas!
Tudo bem com vocês? Faz tempo que não escrevo, né? Ué, mas teve Carnaval e eu também mereço uns dias de descanso, não é? Afinal, todo mundo deve ter aprontado das suas, feito muito sexo e bebido até cair. E ouvindo essas histórias das pessoas bêbadas, uma delas me chamou a atenção uma vez, a qual eu irei transcrever aqui para o blog hoje, em homenagem ao Carnaval e ao Dia Internacional da Mulher.

No inglês, os verbos terminados em “ing” são usados para evidenciar o tempo da ação, dar ênfase à duração da ação. Se eu tivesse nos Estados Unidos, é assim que eu deveria descrever o meu processo de acordar naquele dia. Lento, arrastado, fiquei dormindo e acordando por curtos períodos de tempo, surgindo as coisas mais malucas na minha cabeça. Tudo meio sem nexo, sem sentido ou proposito, até que em um momento, um pensamento fez sentido: “o chuveiro está ligado”. E procurei me ater a este único pensamento lúcido dentro da minha mente ainda adormecida e ressacada da noite anterior. Eu não bebi tanto, mas é o que todos os bebuns dizem, não é ?! Mas pensando que o chuveiro estava ligado, e que eu estava moribundo demais para levantar, surgiu a pergunta intrigante: se eu estava na cama quem estava no meu chuveiro? Então, reuni todas as minhas forças para mover meus olhos; a porta estava aberta, as coisas estavam meio embaçadas, meio confusas, mas ela estava ali, eu podia jurar que tinha uma garota no meu banheiro. Comecei a observá-la tomando banho, com tudo embaçado ela parecia ter um brilho único, quase como se emanasse uma luz de anjo, e eu podia jurar que estava diante de um, pois só de vê-la senti uma paz, uma alegria, podia ver um tom dourado contornando sua pele branca.

Mas quem seria aquela garota? Esforcei-me para tentar lembrar dela, mas tudo que ganhei foi uma bela dor de cabeça; então comecei a reparar nos detalhes, ver se algum deles me trazia de volta à memoria quem ela era e, melhor, o que ela fazia no meu banheiro tomando banho sem o menor pudor. Admito que queria lembrar que nós fizemos um sexo maravilhoso bêbados na madrugada, que eu estava exausto era de ter tido prazer a noite toda, que aquela garota foi minha, que eu pude ouví-la gemendo no meu ouvido, bem de pertinho, me apertando, me pedindo mais, sentindo o movimento do seus quadris, sentindo eu enfiando fundo naquela xana rosadinha e molhada... Ah, como eu queria me lembrar disso! Comecei vendo desde os seus pés e fui subindo, era tinha belas pernas, simétricas, aliadas à graça de seus movimentos; devia ser alguma dançarina de ballet, ou algo assim. Suas pernas se encaixavam perfeitamente à sua bunda, dando-lhe a forma perfeita, redonda, cheia, qualquer um daria tudo para tê-la, apertá-la, mordê-la, beijá-la até deixar a pele dela arrepiada. A água escorria pelas suas costas, tocando o seu corpo, seguindo suas curvas, desde o sulco formado pela coluna até as suas “covinhas”; a água formava essa forma cristalizada do seu corpo escultural, sua bunda era tão perfeitamente redonda que a água escorria e caia sem tocar a dobra da junta com a perna.

Mas foi quando ela virou que eu pude ver que aquilo só poderia ser um sonho, pude ver ela virando em câmera lenta, vi ainda melhor as curvas as suas costas, sua cintura, sua bunda, seus seios, sua barriga sequinha, sua pélvis, tudo em perfeita harmonia. Vi seus cabelos longos e lisos em pleno ar, como aqueles comerciais de shampoo, e via cada gota de água como naquele comercial de pasta de dente. Seus olhos por fim cruzaram os meus; mesmo que eles não me notassem, mesmo que por um instante, eram lindos olhos, levemente amendoados, profundos, e confortantes como seu quisessem dizer: “Oh meu amor, eu estou aqui, vai ficar tudo bem...”. Seus lábios eram macios, tímidos e delicados, seus seios eram durinhos, com os mamilos rosados e durinhos... acho que aquele banho estava tendo um prazer quase sexual, Deus me abençoe se ela estivesse pensando e lembrando da nossa noite anterior e relembrando dos nossos momentos de prazer juntos, porque eu... bem, eu não lembro de nada ainda. Sua barriga era sequinha, mas não era musculosa nem magrela, era realmente era um convite ao Paraíso. A água corria e eu louco para estar ali, de joelhos frente ao meu anjo, beijando a sua barriguinha e descendo.

Aquela mulher era linda demais, eu não consegui achar um misero defeito, uma única imperfeição... e aquela energia que me deixava na mais absoluta paz, como se eu tivesse finalmente alcançado a rendição. Reparei que ela tinha duas tatuagens, uma no ombro e uma na pélvis, ambas tão delicadas quanto seu próprio ser, como seu próprio corpo, seu próprio espirito; era como se as tatuagens fossem a expressão do seu ser escapulindo pela sua pele, deixando-lhe ternas marcas.

Mas minha vida fez sentindo quando ela olhou para mim e sorriu, o sorriso mais bonito que eu já tinha visto: os dentes perfeitos, brancos, as covinhas no rosto, tudo se encaixava num sorriso de moleca, um sorriso inocente... isso inundou meu coração de sentimentos, eu nem pensava em sexo naquela hora, só pensava em tê-la em meus braços, em protegê-la , fazê-la sorrir, ser feliz. Eu sorri de volta na mais pura reação. Sabe quando você vê um bebê e sorri? Foi assim, eu vi o seu sorriso e sorri de volta, espontaneamente; e adormeci.
Quando acordei, vi que em minha cama havia uma poça de baba; talvez porque dormi profundamente, ou porque fiquei babando pelo meu anjo. Levantei desesperado, querendo beijar o meu anjo; fui procurá-la, mas não a achei. Até hoje não sei se foi um sonho ou se foi realidade, o box estava levemente molhado, mas eu poderia ter tomado banho durante a bebedeira à noite e sonhei com isso; ou estava muito louco e me deram banho e eu sonhei com isso... eu sinceramente não sei, mas fiquei feliz de saber que anjos existem. 

Se você é essa garota e está lendo isso, saiba que eu ainda tenho seu rosto pintado no meu coração, cravado em minha alma. Seu sorriso está marcado em minha alma. Eu ainda posso imaginar seu beijo queimando em meus lábios, o toque do seu corpo na ponta dos meus dedos

domingo, 31 de outubro de 2010

Feliz Regina ...

Olá meninos e meninas sapekas !!
Tudo bom com vocês ?? eu estou bem mas ando muito ocupada ultimamente , recebi uma promoção no trabalho e tal então anda meio corrido para mim, mas para não deixar vocês na mão ( ou sim, se masturbando) eu conto com meus amigos e amigas, e uma delas me enviou uma historia que queria compartilhar com as pessoas, como ela se mudou, então postanto como um presente de despedida, Regina vamos sentir saudades, espero te ver em breve.

"Há muito tempo eu era afim daquela mulher, e ela era aquele tipo vulgo “Morde e Assopra” assim como tantas que já conheci. Mas o que importava é que eu sabia que ela queria, tanto quanto eu. Sempre fui muito cheia de dúvidas e completamente contra tomar decisões. Jamais cheguei numa mulher, mal sabia como se fazia isso, mas se eu não fizesse, nada aconteceria.
Assim, pelo menos, eu pensava.


Um dia, fomos a uma festa. Na verdade não fomos juntas, nos encontramos por lá. Papo vai, papo vem, bebida entra, verdade sai. Acabamos as duas um pouco alegres. Foi então que eu vi a oportunidade de começar o assunto. Não quis ser clichê, mas haviam algumas coisas que eu não podia deixar de dizer. Coisas que ela já sabia, mas não me custava nada repetir, ainda mais que eu já nem sabia o que dizer direito. Ter como enrolar é sempre bom.
Depois de tanta enrolação, a conversa acabou, claro. E naquele silêncio, pensei em algo, quando vi, já havia dito:
- Você sabe que eu sou afim de você.
Ela sorriu, segurou seu copo e disse:
- Não fala isso, você sabe que eu não posso.
Eu perguntei o motivo, e ela não fazia nada além de repetir a primeira pessoa do singular incansavelmente. Eu achando muita graça, sabia o que ela ia dizer, mas queria ouvir dela, só não sabia se ela teria coragem de dizer.
- Eu... Eu – Ela repetia – Nunca fiz isso antes.
- Mas você quer ou tem curiosidade?
- Não quero.
Aquele “não quero” destruiu todas as minhas ilusões, tudo que eu achava, tudo que eu planejava. Destruiu o ponto lindo no teto que eu usava pra lembrar dela. Naquele momento tudo desmoronou, foi então que a bebida bateu e eu decidi sair de perto dela.
Passei a festa toda bebendo e conversando com outras pessoas, e sempre a via me olhando com uma cara indecifrável. Hora de ir embora. Ela veio até mim e disse:
-Vem, vou te levar pra casa.
- Você não deveria dirigir assim.
- Eu parei de beber depois da nossa conversa, to sóbria, relaxa.
Confiei. Nos despedimos de todos e entramos no carro.
Seguimos caladas até metade do caminho, quando então ela resolveu quebrar aquele silêncio. Perguntou se eu estava bem e por que estava quieta. Respondi que estava muito bem, e estava quieta porque não tinha muito o que falar. Ela pediu desculpas por ter me chateado e continuamos em silêncio.


Meu prédio se aproximava e eu já não tinha mais nada a perder, ou melhor, tinha; a amizade dela e lembrei disso no último momento, isso evitou que eu a beijasse de surpresa. Então ela parou o carro, eu segurei seu rosto e dei um beijo em sua bochecha, ela, por sua vez, retribuiu sem soltar seu rosto do meu. Eu ali, pensei 1000x se deveria arriscar, incrível como eu consegui pensar tanto em poucos segundos. Então dei um abraço nela, e falei pra ela ficar tranqüila que nada tinha mudado e agradeci a carona. Ela ficou aliviada... Parece que disse “que bom que você entendeu”, não lembro direito. Soltei o abraço e pensei “É agora!” Mais uma vez segurei seu rosto e lhe dei um beijo, mas dessa vez bem próximo à boca. Ela, ao retribuir, acabou me dando um selinho. Pensei que ela reagiria de várias formas, mas tudo que fez foi ficar olhando pra mim, então tomei coragem e fui. Para meu espanto e felicidade, ela retribuiu o beijo. Minha vontade dela era imensa, não conseguia mais parar de beijá-la e não queria. Não iria a lugar algum sem aquela mulher. Finalmente parei e perguntei se ela queria subir. Ela disse que achava melhor não, e pediu desculpas, disse que não sabia o que tinha dado nela. Pediu que eu descesse do carro e foi embora.
Cheguei em casa sem saber o que estava sentindo. Se estava feliz por finalmente ter conhecido o prazer saciado ou se estava triste por ela ter ido embora.


Larguei minhas coisas em cima da mesa (chave, celular, documentos e etc) e sentei no sofá, ouvi meu celular dar sinal de mensagem. Novamente para minha surpresa, era ela. A mensagem dizia “Desculpa se fui grossa, é que não sabia o que fazer. Amanhã conversamos, fica bem. Beijos”
Aquilo não poderia terminar daquele jeito. Como assim, “fica bem, beijos”. Liguei pra ela. Demorou um pouco e ela me atendeu.
- Eu ia te ligar.
- Por que não ligou?
- Não sabia se deveria.
- Devia ter ligado
- O que foi?
- Por que você mandou essa mensagem? O que você quis dizer com isso? Tá arrependida?
- Não, claro que não. É que eu não sei, eu nunca fiz isso, você sabe. Eu to confusa, não sei o que ta acontecendo.
- Beleza, então amanhã a gente conversa.
- Não calma, não fica brava, desce. Eu vou passar aí.
A hora de conversar era aquela. E eu ia fazê-la entender o que se passava com ela! Nem que pra isso eu tivesse que agarrá-la no meio da rua. Desci e em 2 minutos ela chegou. Estacionou o carro desceu, falei pra subirmos e ela aceitou

Chegamos em casa, sentamos no sofá, cada uma numa ponta. E eu comecei:
- Pode falar.
- Eu não sei o que falar. Não sei nem o que ta acontecendo comigo.
- Eu sei o que ta acontecendo contigo.
- Você não sabe.
- Você quer, mas tem medo! É natural... Eu fui assim também, você acha que eu faria mal a você?
- Claro que não!
- Então qual é o problema?
- Eu não sei bem...
- Você gostou?
- ...
- Gostou?
- Gostei, mas isso não quer dizer nada.
Como não quer dizer nada? Então o que diz alguma coisa? Mulheres são complicadas demais. Eu sou complicada, mas ela... Meu Deus. Fiquei sem palavras. Abaixei a cabeça e não parava em pensamento nenhum, na verdade não sei quanto tempo consegui ficar sem pensar em nada. Agora lembrando disso, parece que tive uma espécie de amnésia. E ela me interrompeu:
- Nós temos uma vida completamente diferente, idade, objetivos, amigos, tudo diferente.
- Você tem medo do que os outros vão dizer?
- Não... Não é isso.
- Ninguém precisa saber!
- Eu vou saber. Eu tenho várias amigas gays e tal, mas a diferença é que são elas... E não eu. Nunca tive preconceito, mas agora eu já to perdida. Não sei.
- Quando é com os outros é bem mais fácil NE?
- É... Mais ou menos isso. Como eu vou chegar e apresentar você pras minhas amigas? Como vou te apresentar pra minha mãe? Ela vai ter um troço!
- Você não precisa me apresentar pra ninguém, não precisa tornar sua vida pública.
- E como eu vou justificar você sempre do meu lado?
- Então não foi só um beijo?!
- Não entendi.
Pensei que pra ela, aquilo havia sido apenas um beijo. Mas não... Ela já pensava no amanhã, no depois de amanhã, e na semana seguinte, em tudo. Comigo. O que eu deveria dizer? Claro que eu queria, mas será que ela suportaria?
- Pensei que pra você tinha sido apenas um beijo, mas você ta aí falando de apresentar pra família, pros amigos...
- É, porque eu não renunciaria muitas coisas só por uma diversão.
- Então eu não seria só uma descoberta?
- Claro que não, se eu beijei você é porque eu sinto alguma coisa, eu só não sei se eu quero sentir isso, se eu quero levar isso adiante.
- Uau!


Fiquei um pouco perturbada com aquilo, mas ótimo! Ou não... Talvez fosse melhor ela apenas ir levando enquanto decidia, mas eu a conhecia, não gosta de deixar nada pra  depois. Ela queria resolver a situação naquele momento, no máximo no dia seguinte. E pelo rumo do papo, parecia que seria no dia seguinte. Não sei o que me deu, mas eu resolvi deitar no colo dela, deitei e fiquei quieta. Ela começou a mexer no meu cabelo, e falar, falar, falar sem parar tudo que ela já havia dito antes. E eu ali, deitada em seu colo, sem saber o que fazer.
Decidi que não poderia colocá-la na parede, porque aí então, ela optaria por não ficar mais comigo, então disse pra ela tudo que sentia e o que eu pretendia ou imaginava. Ela prestou atenção em tudo... E no fim me abraçou. No abraço eu disse:
- O que você sente?
- Me sinto bem
- Não, não é como você se sente, mas o que você sente.
- Carinho
Olhei pra ela e perguntei se ela sentia vontade. Pra mim sempre foi válido o velho ditado, quem cala consente. E por ter calado, eu a beijei. Beijei com todo sentimento e vontade que havia dentro de mim, fui carinhosa, calma e delicada. Ela também, parecia que estava explorando algo, e fascinada com a descoberta, ali eu a senti entregue à mim.
Fui me deitando em cima dela e ela se ajeitando no sofá, não demorou muito para que eu estivesse completamente em cima dela, e ela confortavelmente no sofá, permitindo-se sentir tudo que outrora negava.


Lentamente fui colocando minha perna entre as pernas dela e beijando seu pescoço, seu colo e voltando para boca, quando senti que sua respiração estava mais rápida, sentei-me em cima dela, e a fiz levantar ainda beijando... Tirei sua blusa e confesso que quase gozei quando a vi estendendo os braços para cima para me ajudar a tirá-la. Coloquei a blusa no chão com calma, e olhei pra ela demonstrando todo meu desejo. Fui com vontade ao seu colo, e abaixei seu sutiã, lambendo cada pedaço de seus seios. Quando vi que ela estava se deliciando, tirei seu sutiã. Neste momento ela parou de me beijar, e me olhou fundo. Passou a mão em minhas costas por dentro da blusa, de forma a tirá-la, eu a ajudei, e eu mesma tirei o sutiã. Ela ficou me olhando, sem saber direito se deveria fazer aquilo ou não, mas deu um sorriso e retribuiu o carinho que eu havia feito em seus seios. Continuamos nos beijando e nos explorando, até que não consegui mais segurar tanto desejo e desabotoei sua calça, enfiando a mão por dentro, percebi o quanto ela estava molhada e isso era um ótimo sinal. Ela queria tanto quanto eu. Já estava gemendo, e eu nem havia tirado sua calça.
Tirei, com muita calma, como sempre, da forma mais romântica possível, e tirei a minha também, deixando ela me ajudar, claro.


Totalmente à vontade, trocamos carícias e cada vez que eu a tocava era um outro modo de fechar os olhos e emitir ruídos que me molhavam de prazer também. Fui beijando seu corpo inteiro, beijei sua barriga e fui descendo. Quando cheguei ao ponto, já sabia exatamente onde ir, mas antes dei uma enrolada, pra vê-la se contorcendo, e vi.


Quando decidi então que aquela era a hora, ela me segurou pelos cabelos apertou minha cara contra ela e gritou meu nome. Eu ali, disposta a lhe dar todo prazer que uma mulher poderia sentir, alcancei meu objetivo. E, ao vê-la gozar, trêmula, me olhando e sorrindo, imediatamente me senti a ponto de gozar, mas para isso precisaria da ajuda dela, e não demorou, ela logo retribuiu o que eu havia lhe feito e com muita competência para uma primeira vez com mulher. Senti que aquela noite iria longe, porque nós duas queríamos muito mais. E fizemos ainda muitas outras coisas no sofá. Quando já estávamos cansadas, decidimos levantar e ir para o meu quarto. Ao deitar, parece que minha cama tinha uma fogueira embaixo, pois começamos a nos tocar novamente, mas de um jeito muito mais quente, já que havíamos abusado do romantismo anteriormente.


Dormimos pouco, quando acordei a vi de olhos fechados com um sorriso no rosto e não sei dizer ao certo quanto tempo fiquei olhando pra ela. Aquela garota tão linda me fazia sonhar com as coisas mais belas, só pensamentos de amor e carinho passam pela minha cabeça, por isso me levantei e lhe preparei um belo café da manha na cama, o seu sorriso naquela manha parecia estar mais radiante do que antes, então comemos e provocavamos uma a outra como um casal apaixonado, mas ers dificil ficar na cama com ela sem fazer nada, sem sentir aquela vontade louca por isso não demoro muito e logo ja estavamos fazendo sexo novamente."

sexta-feira, 21 de maio de 2010

pau... la...

Olá meninos e meninas sapekas !
Tudo bom com vocês ? Eu estou bem,obrigada...
Muitos fãs, principalmente homens, vem elogiar meu corpo, vem dizer que eu sou muito gostosa, muito linda, e me enchem de elogios. Não vou negar que é ótimo ouvir isso, mas fico pensando como se sentem suas namoradas, eu olho no espelho e não vejo tudo isso, já vi uma cara que tinha uma namorada linda, eu achava ela muito mais linda do que eu e é disso que se trata o conto de hoje
Eu sempre evito fazer julgamentos das pessoas sem conhece-las, mas as vezes é impossível. Eu ainda trabalhava na tv e como é um lugar gigante não há como se conhecer todas as pessoas, mas é impressionante como algumas pessoas você parece que conhece de tanto ouvi falar dela, todo dia que eu sentava para almoçar com o pessoal, uma pauta certa era essa garota e quem ela estava pegando no momento, de office boy, estagiário, funcionário, tava vendo a hora que eu ia ouvir que ela pegou o diretor geral! Obvio que eu comecei a criar uma antipatia ao comportamento devasso daquela escaladora de cargos.
Eu me lembro de ter trabalhado com ela uma vez, mas tive pouco contato, pois era apenas a fotografa e ela estagiaria da superintendência, mas foi em um encontro por acaso que nos conhecemos de verdade, lembro de estar no corredor e ela veio falar com uma amiga em comum, nem me lembro quem era essa amiga em comum, mas me lembro de ela ir embora e eu ficar com ela sem nenhuma pretensão, acabei descobrindo que paula na verdade era muito parecida comigo, uma menina inteligentíssima, mas nem um pouco arrogante, e sem falso moralismo, sabia conversar sobre politica, filosofia, economia, até sobre carros e futebol, mas isso estava fora da minha alçada, ficamos conversando o almoço todo, paradas no corredor enquanto eu queria mais sobre essa menina, e confessei que tinha antipatia por ela pelas historias que ouvia, mas que tinha um novo conceito sobre ela. Ela disse que é impressionante a fama que ela havia pegado, ela jamais tinha ficado com nenhum cara naquela empresa, eu fiquei chocada, mas entendia porque sei como é a maldade do ser humano, já sofri com isso também... eu me identifiquei na hora e acabamos ficando amigas, tínhamos vários amigos em comum, saíamos juntas de vez em quando.
Mas depois que eu sai da tv, nossa amizade se resumia ao msn, conversamos mais pela net, ela me contava o que se passava, eu era uma espécie do conselheira para ela, ela estava namorando um cara muito gente boa, mas ela estava insegura e resolveu se abrir pra mim. Ela se achava gorda e que o namorado dela merecia alguem melhor , ele era tão legal com ela que ela decidiu passar por cima do ciumes dela e decidiu que iria realizar o maior sonho dele, um menage à trois, e queria escolher uma garota bem gostosa e bem experiente para dar a ele um sexo memorável a ele. Resumindo, ela me convidou e eu aceitei contanto que eu desse as regras do jogo, eu queria carta branca sem ouvir reclamações, ela ficou com receio mas decidiu aceitar.
Marcamos um dia, eu pedi que fosse um dia em que nenhum de nós 3 tivesse compromissos, queria um dia só para isso. Então fui pegar ela logo pela manha, assim que abriu o shopping la estávamos nós duas batendo perna, eu disse para não se preocupar comigo, eu já tinha o que vestir, então que se preocupássemos em comprar algo sexy e ousado para ela, para isso visitamos todas as lojas, ela dizia que eu a estava morrendo de vergonha, se criticada a cada roupa que eu roupa que eu escolhia, mesmo que eu a elogiasse. Paula era uma menina linda, afirmo sem peso na consciência que a paula é uma das garotas mais bonitas que eu já vi, ela era loira, tinha um cabelo lindo, macio, fino, macio sedoso, eu morria de inveja daquele cabelo, tinha uma franja que a deixa com um ar de menina, um detalhe alegre, sutil, doce e inocente. Ela tinha uma pele branca, era baixinha, devia ter não mais que 1,60 e seios bem fartos, claro que eu não podia dizer que ela devia fazer piercing no umbigo e comprar um shorts de lycra e mandar ela dançar “é o tchan”, mas daí a gorda tem um grande passo, eu olhava pra ela e via um corpo bem feito, sabe ? Com cintura , com quadril, pernas grossas... essa garota podia dar um baile em muita menininha se tivesse mais atitude, se eu fosse um cara eu com certeza ia achar ela gostosa.
Bom, logo a noite chegou e la estavam nós três indo ao motel, claro que eu fiz questão de cobrir a paula para que deixasse a surpresa para o momento certo, eu coloquei um shorts para deixar minhas pernocas de fora e uma blusa e um colete. Paula estava com um vestido, aberto nas costas, e valorizando aquele par de seios e seu namorado estava caprichado também, e estava muito cheiroso, nossa... nada com um homem cheiroso te beijando. Mas a surpresa estava com a paula, deitamos ele na cama, ao chegar perto da paula eu senti que ela tremia de nervosismos, então vi que era melhor não toca-la, então despi o casaco que a cobria, devagar, mostrando cada centímetro daquele corpo, eu passava a mão, dava uns beijinhos, olhando nos olhos dele como se quisesse falar “veja o que você perdeu”, ele já abriu a calça e tirou o seu pau pra fora e ele começou a crescer a ver a paula , tão gostosa, tão ousada, eu peguei na mão dela e pus entre suas pernas, ela começou a se masturbar enquanto eu mordia a sua orelha e sussurrava o quanto ela era deliciosa, o quanto ela era gostosa, o quanto era lindo ver aquele homem delicioso estava ali, de pau duro, morrendo de vontade de come-la todinha, até ela ficar esfolada, e ela não podia fazer por menos. Então fomos até a cama, eu fui orientando a paula, fui falando pra ela em seu ouvindo o que ela devia fazer, para ela começar batendo uma punheta para ele, bem devagar, olhando para o pau dele , vendo como ele se deliciava e o quanto ela estava louca para chupar ele, lambe-lo, logo ela pegou confiança e começou a chupar gostoso, então eu comecei a beijar aquele homem deixar o cérebro confuso se prestava a atenção no meu beijo ou na paula mamando o seu pau. O sexo foi esquentando, tirei a roupa da paula, comecei pela calcinha , fui valorizando cada parte do seu corpo, até que ela já estava exarcada, nem ela mais aguentava, mas eu ainda queria mais, sentei na cadeira, fiz paula sentar no meu colo, levantei o vestido, abri suas pernas e chamei por ele, para que ele se acabasse de tanto chupa-la ele chupava com força, estava morrendo de tesão com ele chupando e eu falando besteiras em seus ouvidos.
Logo os dois estavam pegando fogo, então deixei que aliviassem seus desejos mais intensos, eu só ia orientando e aumentando a excitação, mas como eu também não sou de ferro me permite o direito de tirar uma casquinha, cai de boca naquele pau também, eu não podia ficar sem sentir o gosto de um pauzão na minha boca não é ? nos dividimos o pau dele, mas tinha pau para todo mundo, e o meu pagamento veio em forma de porra quentinha. Aquele dia foi de fato memorável, ele teve o melhor sexo da vida dele e com a garota que ele gostava, então meninas lembre-se que acima da beleza que você em você mesma está a beleza que ele vê em você, então não ligue para bobagens, valorize o que você tem de bonito e seja feliz e desencane porque enquanto você esta encucada com as suas gordurinha a mais, ele pode estar em casa batendo uma pensando em você.

sexta-feira, 19 de março de 2010

OS VENCEDORES DO I PRÊMIO "ENVIE O SEU CONTO

Estou aqui pra anunciar os vencedores do nosso excitante concurso, gostei muito de ler todos eles, agradeço a quem se esforçou para escrever superando a vergonha, o preconceito, e a preguiça
e o premio vai para ...

1 . surpresa* por mia black
2 . tesão acumulado por pati
3 . eu e minha amiga * por eros richcock

*os nomes foram dados por mim, para poder separa-los já que não era pré requisito dar título ao conto

segue então para o deleito de vcs o conto vencedor...


"Essa história é única, algo que mudaria minha vida para sempre. Não irei tratar-me com meu próprio nome, muito menos dizer quem é aquele que me acompanha. Aqui, podem me conhecer como Fernanda, uma simples garota, que se sente presa pelos pais. Certo dia, um acaso incrível aconteceu. Conheci uma pessoa especial, seu nome? Carlo. Ele tinha um jeito especial de ser. Aquele sorriso que me encantava, aquele corpo aparentemente esculpido por Deuses. Ele tinha um pouco de tudo o que eu queria para mim. Mas digo nada é perfeito. Uma única coisa nos impedia de nos amarmos como realmente queríamos. Ele era de outro estado. Ainda dependente dos pais, tive um grande problema para me adaptar à idéia de que seria praticamente impossível um dia nos vermos. Minha ironia passou a viver de ir até a casa de Kate e de sua irmã gêmea Beth. Nós passávamos as tardes vendo filme, admirando a foto de belos homens e é claro, chorando pro homens. Cada uma com seu problema amoroso. Em uma bela tarde ouvi Beth reclamar com minha mãe quanto deixar-me dormir em sua casa. Era engraçado à forma como ela conseguia dobrar com facilidade os adultos. Com sua aparente responsabilidade, convenceu minha mãe a me deixar aproveitar aquele dia o máximo que pudesse.
A noite seria maravilhosa, inesquecível. Fizemos doces, brigadeiro, guerra de travesseiro, até que Kate pediu licença dizendo precisar cumprir um prazo de entrega do serviço. Ambas, excelentes arquitetas, corriam para fazer o serviço o mais breve possível e perder seu tempo comigo, uma garota iniciando seu curso da faculdade. Beth ficou cansada e pediu licença para ir para o quarto. Achei estranho. Depois de tanta dificuldade para me fazer ficar em sua casa, elas me deixam sozinha? Fiquei chateada, subi para o meu quarto improvisado e vi que deixaram a cama cheia de almofadas. Elas ainda sabiam como me agradar. Joguei-me de bruços contra o colchão abraçando tudo que estava à minha frente. Mordi a ponta do travesseiro. Uma grande parte de mim viajava, desejando estar ao lado de Carlo, apenas para senti-lo comigo. Foi então que ouvi um bater na porta, apenas falei para entrar, não tive vontade alguma de levantar a cabeça. Eu estava em meu melhor momento, pensando no meu amor. Senti uma mão passar pelas minhas costas como que me massageando. Deu uma risadinha. De repente senti-me desconcertada, apoiando-me nos cotovelos virei o corpo e só não gritei por que a emoção falou mais alto. Não sabia se gritava ou se chorava, se o abraçava. Realmente eu não sabia o que fazer. Foi então que me virei por completo ainda deitada, estendi os braços recebendo-o sob meu corpo. Gesto, o qual foi bem aceito por ele, que como que caindo sobre meu abraço convidativo me encheu de beijos. Nunca havia visto Carlo, para mim, ele era aquilo que via nas fotos, lindo de sua forma. Pessoalmente? Ele era maravilhoso. O perfume que ele exalava me excitava, suas mãos ágeis e experientes serpenteavam pela lateral do meu corpo como que me conhecendo, nem ele mesmo acreditando que aquele momento era real.
Aquele momento não houve nenhuma palavra. Um gesto levou ao outro. Nem vi se a porta estava aberta ainda, aquilo pouco importava. Deixei que ele tocasse todo meu corpo, enquanto aproveitava e tateava-o, conhecendo cada centímetro que até então só tinha visto virtualmente. Toquei sua intimidade com paixão por dentro da calça, meu desejo pareceu ter animá-lo, quando o senti aumentar de tamanho enquanto endurecia na minha mão. Fiquei vermelha, não sabia se o que fizesse ali fosse mudar algo entre nós, coisa que acredito que não aconteceria, já que agora ele me beijava como se o mundo fosse acabar e ele quisesse morrer assim. Retribui seus beijos carinhosamente, sentindo sua língua passar pela minha, como que uma guerra travava-se, onde cada língua queria seu próprio pedaço no céu. Seus beijos, porém, eram inquietos. Sua língua deslizou pelo meu pescoço. Ele me beijou por cada lugarzinho em que sua língua passava até chegar aos meus seios. Carlo retirou minha blusa rapidamente, já abrindo o fecho do sutiã. Observei seu caminho, por instantes, que para mim pareceram milênios, ele parou e admirou meus seios fartos saltarem para fora. Passou a língua pelos lábios saboreando o que via e em seguida abocanhou o bico do seio direito. Ele mordiscou, chupou, lambeu, enquanto a outra mão apalpava o seio da esquerda. Alternou em seguida, brincando com todo o meu peito, me animando, onde a cada gemido baixo e rouco que dava ele mais lambia e mais brincava com eles. Em retribuição, eu o tocava, subia e descia com minha mão. Abaixei as calças dele com a outra mão para melhor senti-lo. Ele soltou um suspiro ao sentir que seu pênis saltava para fora.
Ele continuou seu caminho explorador pelo meu corpo. Ao chegar à cintura ele abaixou minha saia. Segurando-me pelo quadril, me ergueu de uma forma que eu ficasse sentada. Pude enfim ver seu tamanho. Ele estava daquele jeito por minha causa, apenas por me beijar. Que mulher não se sentiria vigorosa? Carlo me beijou novamente e me puxou contra seu corpo. Eu entendi mais ou menos o recado, conhecia seus desejos, conhecia sua vontade. Fiz o mesmo trajeto que ele. Desci beijando-o no pescoço, cada vez mais eu gostava daquilo. A cada toque meu, o corpo dele parecia estremecer. Fui ajoelhando e ficando com o corpo meio deitado. Cheguei ao seu ponto fraco. Passei a língua bem devagar pela cabeça de seu pênis, para logo em seguida abocanhá-lo de jeito. Chupava um homem daquela forma pela primeira vez, mas estava adorando. A forma como ele passou a mão na minha nuca e afastou meus cabelos para o lado. Levantei os olhos para ver suas reações e qual não foi minha felicidade de vê-lo com o rosto pro alto, mordendo o lábio inferior. Seus olhos fechados aparentemente não acreditando no que acontecia. Lambi, chupei, me lambuzei. Foi então que senti uma mão sobre meu rosto, ergui meu olhar e encontrei os de Carlo, ele estava desejoso. Deitou-me novamente e foi direto ao pote. Quase tive um colapso quando sentia sua língua passear pelos lábios de minha intimidade. Deitei a cabeça, arqueei as costas levemente. Ele estava me fazendo ir ao céu e voltar. Cada lambida, cada toque com o dedo que ele fazia. Quanto mais ele me acariciava, mais molhada eu ficava, excitada. Estava pronta para recebê-lo. Enlacei minhas pernas ao redor da sua cintura desejosa. Senti-o me penetrando forte, recebendo-o por completo. O vai-e-vem foi demorado. Lento e prazeroso senti cada toque do seu corpo no meu. Gemia baixinho ao seu ouvido sentindo-o ficar mais excitado com essas provocações. Virei meu corpo e me empinei toda. Sabia o quanto aquilo iria deixá-lo contente. Estava disposta a aprender tudo com ele. Logo ele investia em mim novamente. Logo suávamos de prazer. Cada estocada, cada carinho, cada vai e vem me deixou em um frenesi louco. Ele abraçou meus seios, continuou me beijando na nuca até que ouvi falar-me ao pé do ouvido: “Vou gozar”. Aquilo me deixou agitada. Ele estava esperando, eu bem o sabia. Empinei bem o corpo, me entreguei aos seus toques e gozei junto com ele. Ficamos abraçados, deitei em conchinha ao seu lado. Queria aproveitar cada momento com Carlo. Deitei e ficamos conversando, sobre coisas triviais, apenas querendo que o mundo acabasse para que ficássemos juntos. Beijei-o calorosamente e aninhei-o em mim, acariciei seu rosto com as costas da minha mão. Fiz cafuné, em breve o vi dormir. Adormeci ao seu lado e tão feliz fiquei que ao acordar percebi que aquilo não era apenas um sonho. Era a mais pura realidade. "

domingo, 25 de outubro de 2009

Ah... O Amor ...

Oi leitores...
O amor é lindo não é ? pelo menos enquanto agente não descobre que o cara não é nada daquilo que você espera, mas vamos nos ater ao que interessa no momento, meu primeiro amor, meu primeiro namorado, depois de aproveitar a minha adolescência, comecei a amadurecer e queria algo mais... fixo, e quem me fez sentir assim foi Alexandre, que eu gosto de chamar de Alex. Nos conhecemos na faculdade ele assistia as aulas de filosofia comigo, mas nunca havia reparado nele até que tivemos que fazer um trabalho em grupo, Alex era um cara bastante inteligente e sempre tinha sua opinião sobre todas as coisas, controversas ou não, mas ele tinha uma opinião, mas o que me encantou acho que foi o modo com ele era carinhoso comigo, ele parecia ouvir quando eu dizia algo e sempre dizia coisas bonitas, enfim um galanteador de primeira...nós saímos, nós ficamos, e enfim começamos a namorar, não vou dizer que as coisas iam as mil maravilhas, tínhamos nossas briguinhas, ambos tinham um gênio bastante forte e ninguém queria dar o braço a torcer, mas nada que uma demostração publica de afeto ou um monte de beijos e abraços não resolvessem... era isso que me irritava nele, quando ele vinha todo galanteador querendo consertar seus erros, o que nos leva a grande questão, seria Alex o Erick da festa a fantasia (conto anterior) ? Eu estava bêbada de mais aquele dia para lembrar do seu rosto, mas sua voz era parecida e tinham o mesmo porte físico, mas ele tinha uma “pegada” diferente, erick tinha uma pegada forte e decidida. Alex era sutil e delicado e isso me deixava confusa, eu pensei em perguntar a ele mas não queria arriscar, afinal como eu explicaria para ele que queria saber se ele era um estranho que tinha me fudido no meio de uma festa numa cobertura enquanto eu estava bêbada, e que eu custava a esquecer ? Não queria arriscar e nem encher a cabeça dele de idéias. Mas aquilo me atormentava até que teve uma prova que para mim foi suficiente.
Era uma noite de sexta-feira e depois da faculdade , estava em casa sozinha, por que as minhas amigas com quem eu dividia o apartamento tinham ido passar o feriado prolongado fora, e eu tinha tive que ficar, não que isso fosse ruim porque teria o feriado todo com a casa só para mim e combinei de ficar e assistir um filme com o Alex, eu fiz pipoca e brigadeiro e assistimos homem-aranha, terminando ficamos ali deitados em meio as almofadas, eu tava quase pegando no sono uma preguiça de levantar então apenas tirei a calça jeans e dormi de calcinha e uma blusinha... e dormi abraçado com Alex. Eu tive um sonho bem agradável, mas o melhor foi quando acordei, eu nem tinha aberto os olhos quando senti que meu corpo estava sendo tomado pelo tesão, eu logo senti os dois dedos de Alex na minha bucetinha, não sei quanto tempo ele já estava ali, mas acredito que não muito, já que se acorda quando alguem enfia um dedo na sua bucetinha, mas eu já estava totalmente entregue, ele começou a me chupar, eu me mantive com os olhos fechados e quis aproveitar o momento, não é todo dia que se acorda com seu namorado te chupando...
Alex era um cara extremamente carinhoso e isso se refletia na cama, ele me chupava mas com carinho, com delicadeza, sem pressa, me fazia me sentir como uma deusa, como se tivéssemos toda a eternidade só para nós, ele me fez gozar incessantemente, ele não parava eu gozava e ele continuava, ora lambia como um cachorrinho, ora me chupava, ora na bucetinha, ora no cuzinho, também me dedilhava bem devagar...foi naquele dia que descobri que sentia um grande prazer no cuzinho, ele usou e abusou. Ele obvia mente já tinha reparado que eu estava desperta, mas foi bem pertinho, os labios se tocavam suavemente e me disse para não abrir os olhos em nenhum momento até que ele falasse... ele me despiu, tirou minha calcinha que a essa altura já estava toda torta, e ele foi subindo aquela mãe enorme e tirou minha blusinha, meus peitinho estavam rijos e a pele arrepiada, ele começou a beija-los foi subindo beijando o meu pescoço e me virou de bruços,foi então que parei de senti-lo queria saber onde ele estava mas prometi não abrir os olhos, por mais que a minha curiosidade tivesse me matando, e talvez isso tenha aumentado meus sentidos, foi quando senti algo gelado e cremoso em minhas costas, se fosse quente eu até saberia o que era, rs... foi então que sente suas mãos novamente, era um óleo de massagem ele pensou em tudo aquele “canalha” tinha preparado tudo, ele espalhou o óleo por todo o meu corpo, e quando digo todo é todo é todo mesmo, ele foi desde o meu rosto, até os meus pés, eu estava toda lambuzada, eu podia sentir seu corpo se esfregando no meu, eu me senti muito mais ligada a ele a partir daquele momento, então nada mais justo do que retribuir, eu arrebitei minha bundinha e esperei por aquele cacete, e não foi em vão, pude sentir ele duro prensado contra as minhas costas e descendo até chegar a minha bunda, ele então se posicionou na porta da minha bucetinha e pude sentir meus lábios se abrirem, ele pincelou e finalmente enterrou aquele pau imenso na minha bucetinha, eu já tinha ideia de como ele era grande, podia sentir o volume quando dávamos uns amassos, mas nunca o tinha visto de fato, e minha bucetinha pagou o preço, ela foi esfolada, arregaçada mas eu queria mais, meu grelinho roçava na almofada pressionado pelo peso todo seu corpo, e isso deixava mais excitante, ele alcançava toda a extensão da minha bucetinha, não fazia ideia de que minha bucetinha podia suportar alguem daquele tamanho, e então ele me virou de novo abriu minhas pernas e cegou seu rosto bem perto do meu e disse “pode abrir, seus lindos olhos, meu anjo” então eu abri devagar os olhos e a primeira imagem que tive foi daqueles lindos olhos grandes esverdeados, ele me fudia bem devagar e nossos corpos parecia se mexer em sintonia, eu não parava de olhar em seus olhos e eles nos meus, aquilo era sensacional, pude ver com detalhes seus olhos, e o olhar dele me transmitia tanta paz, tanta ternura... e assim ele gozou, se deitou cansado sobre meu corpo todo labuzado pelo oleo que se misturava ao seu suor, quando levantamos havia um café da manha preparado, mas como ele teria preparado ? mas esqueci que morávamos em são paulo onde você encontra de tudo a qualquer hora, mas é romantico mesmo assim... ah e quanto ao erick... depois daquele dia não queria saber se era ele ou não... não fazia mais diferença....