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domingo, 23 de outubro de 2011

Star Funcking Wars - Princesa Leya

olá meninos e meninas sapekas!!!
como vão??? é eu sei estive meio ausente, mas minha vida tem estado meio complicada,mas estou de volta, e fazendo uma pesquisa sobre alguns temas e curiosidade alguem sugeriu que star wars era sexy, então consultei minha amiga cris do coxinha nerd, a ju do geek e devassa e o fe do entre zilhoes de blog o café fraco, especiaslistas em star wars e perguntei se eles topariam me ajudar a fazer um conto erótico do star wars. será o primeiro conto do genero, o conto está mais suave, com mais eufemismo, pois queria experimentar um novo jeito de escrever, espero que peguem leve comigo por isso e porque não sou uma fã de star wars ok? espero que se divertam e por favor mais do que nunca comentem para eu saber se fui bem ou se preciso melhorar esse "jeito novo" de escrever.

Recurring profile data #124586: Oi? Tá gravando? Pronto. Hoje é dia... sinceramente já nem sei mais que dia é hoje afinal já estou presa por um bom tempo é é cada vez mais difícil perceber a passagem dos dias, mas quem liga afinal para muitas aqui eu estou falando sozinha, pois não sei ao certo se está gravando, mas melhor assim pois poderei falar aqui sem segredo, como se você fosse a minha melhor amiga confidente, que a gente confia que não irá contar para ninguém, mesmo porque esse gravador velho é o mais próximo que eu tenho de uma amiga nessa prisão imunda. Mas hoje com certeza foi um dia diferente, acho que um que salve todos os meus dias, qual a melhor sensação? A de amor, a de vingança, a de tesão ou a de ódio? Que tal todas em uma só noite? Exatamente... tá bom, tá bom, vou contar como foi.

O som do metal batendo contra o outro reverberava anunciando o arauto da desgraça, ao ouvir aquele a angustia começara subindo pela espinha alcançando o cérebro onde cada fé respondia de um jeito, umas rezavam para seus deuses, como se algum deus estivesse olhando por nós ali, umas se faziam de inaptas, como se isso realmente importasse naquele lugar, acho que mesmo mortas, serviríamos de entretenimento para o tipo de seres que frequentavam aquele lugar, mas algo diferente estava ocorrendo, todas nós estávamos sendo chamadas para o hall principal, sem nenhum tipo de critério, jamais havia visto algo assim, mas foi quando o guarda se aproximou da minha sala é que eu tive a certeza:

  • hey mulher! Capricha, temos gente importante. O jabba quer você bonita... como se isso fosse possível para uma humana

tudo bem que eu não esperaria que um barabel me elogiasse, mas precisa cuspir depois de cada frase? Tenho ânsia toda vez que ele dirige a palavra a mim. Mas fiz o que me pediram, “se arrumar” nesse lugar não exige muito, afinal não temos muitas roupas para escolher, só a nossa velha roupa de escrava, mas ao olhar-me no pequeno pedaço de espelho cortado que havia na parede da minha cela , fazendo a minha trança eu fiquei pensando, no que tinha passado até aqui, as coisas que tinha suportado, me imaginei como uma verdadeira princesa, com todo aquele luxo, comida, bebida e escravos para me satisfazer.. sacho que a ideia de princesa tem mudado desde que estive aqui.

Logo o barabel entrou na minha cela reclamando que eu demorava demais para me arrumar, e entrou já dando tapas na minha cara e me carregando pelo corredor, pelos cabelos. Os grilhões são cada dia mais pesados e o caminho até o hall parece cada vez mais longo. Ao caminhar pelas celas masculinas vi que uma em especial estava vazia, a do han. Fiquei parada alguns segundos rezando para que ele estivesse ali em algum canta escuro da cela, mas fui puxada e cai com tudo no chão. Ao levantar por fim estava no hall principal , estávamos todas enfileiradas, perfiladas frente ao jabba que nos avaliava milimetricamente, o convidado devia ser realmente importante para ele vir nos avaliar assim. Ao longe vi o han acorrentado no canto da sala e tomei um susto.

  • fique tranquila minha jovem, o nosso mercenário está sendo bem tratado, não ocupe sua cabecinha com bobagens.

Ele começou a fazer um discurso sem fim, mas eu só tinha olhos e mente para o han, todo meu sofrimento ali parecia ter sumido com a preocupação com han, então eu ouvi aquele som, aquele som, aquela respiração, aquela tensão no ar, era ele... darth vader, o mal encarnado. Eu simplesmente fiquei parada sem reação, jabba foi apresentando uma por uma até chegar em mim, e quando o fez o darth respirou, foi como se todos os meus sentimentos bons tivessem morrido, como se a presença dele me deixasse numa melancolia sem tamanho, então jabba olhou para mim, fechou as mãos e desviou o assunto escolhendo uma garota para dançar para o darth vader, e advinha quem ele escolheu ? O ser que eu mais odeio em toda a galaxia ! A Lyerd, como se aquela maldita twi'lek pudesse ser sexy do que eu. Conforme ela ia dançando meu ódio ia aumentando, talvez meus pensamentos pudessem ser ouvido por todos ou se darth pode sentir o cheiro do ódio, mas ele reparou e sem dizer nada apontou para mim e me chamou para vir ao centro dançar.

Era a minha deixa, ela minha chance de acabar com a arrogância daquela vadia azul, e o salão se tornou uma arena de batalha, uma batalha de sensualidade, eu dançava da maneiras mais provocante, induzindo até a minha parceira, apesar do ódio consegui um beijo , um beijo quente em uma das piores inimigas, pude sentir ela se excitar, com aquilo, ela não esperava, todo aquele odio poderia ser apenas tesão reprimido? Estávamos quase fazendo sexo ali mesmo, eu tinha a situação sobre o meu controle, acho que se existe algo mais poderoso que o ódio é o tesão porque logo ela ficou em segundo plano, e eu era o objeto de maior desejo daquela sala, meus movimentos , minhas pernas se abriam e meus braços fechavam implorando por um parceiro, um homem, um macho. Jabba mandou que parássemos, ele estava visivelmente transtornado

Esperava que o próprio darth viesse até os meus encantos, seria a maneira ideal de sair daquele lugar, mas no meu jogo mental vader moveu uma peça e anunciou seu xeque mate. Ele fez o han se levantar e vir até o centro. Ele o pôs na minha frente, colado, nossos lábios quase se tocaram ali, e jabba questionou vader, que se enfureceu, acho que irritar vader não foi uma das escolhas mais inteligentes do senhor “The Hut”, então ele ordenou que todos as escravas e guardas saíssem, eu e han ficamos ali, mas han parecia diferente, sem reação.
Vader o desacorrentou e ele permaneceu imóvel olhando para mim, então deu alguns passos para trás e se sentou em uma cadeira, se ajeitou e eu pudo ouvir o som da palha estralando e disse

  • Faça o seu show, me mostre o que você tem de melhor

então eu baixei a cabeça e pensei na decisão mais importante da minha vida até o momento, eu tinha tudo na mão, tinha darth vader interessado na minha energia sexual, tinha jabba se corroendo de odio, e tinha ele, han solo ali na minha frente, eu podia usar darth, me vingar do jabba e me.. bom podia compensar toda a dor que han sentiu nos últimos tempos com o calor do meu corpo, como objeto do meu desejo. Então meu quadril começou a se mexer, comecei a rebolar, passando a mão pelo corpo, pela minha barriguinha, passando pelos meus seio, quase querendo arrancar aquele top , continuei seguindo até colocar as mãos para o alto e me transformar em um pendulo, hipnotizando com meu quadril, rebolando, mostrando e escondendo. Fiquei de quatro, me esgueirando pelo chão como uma gatinha manhosa, só olhando para trás vendo a reação do han , mas ele só ficava me olhando e eu continuava a dançar, sem nunca para de rebolar, minha “saia” estava atochado na minha bunda, eu já estava ficando exitada com tudo aquilo também, se eu continuasse logo ia fica com a saia encharcada.

Então fui me aproximando do han, eu comecei a rebolar no seu colo, bem devagar, encostando só um pouquinho, só para dar o gostinho, mas quem acabou não resistindo fui eu, e logo estava rebolando no pau dele, e ele a mostrar o que fazia dele um humano, se é que você me entende hehehe virei de frente , sentei no colo dele, ainda algemada pus minhas mãos em sua nuca e comecei os movimentos, quase como uma dança do acasalamento humano, eu ali quase nua, com meus peitos na cara do han, e me esfregando nele eu já tava no ponto alto da minha excitação, podia ter um orgasmo a qualquer toque do han mas ele continuava só a me olhar, mas então segurei em seu rosto, e fui lentamente em direção a sua boca, ia lhe dar um doce beijo, nossos lábios se tocaram, ele apertou o braço da cadeira com tanta força que quebrou, eu tomei um susto, ele se levantou da cadeira com tudo e eu fui arremessada ao chão, fiquei apavorada, nunca tinha visto han daquele jeito, eu estava parecia uma criança deitada no chão morrendo de medo de apanhar, mas eu estava ali, seminua e era uma escrava, teria que fazer o que eu tinha que fazer.

Ele ficou ali parado, um tempo, veio até mim, e estendeu sua mão, mas quando eu achei que ele ia me ajudar a levantar como um cavalheiro, ele me pegou pelo cabelo e me levantou rudemente, estávamos frente a frente novamente, rosto colado.

  • O que você acha que eu sou vadia?
  • Quem você acha que eu sou mercenário?
  • Você é minha putinha e hoje eu serei seu macho, um macho de verdade.

Aquelas palavras penetraram a minha alma e me arrepiei toda, ele ordenou que eu tirasse o top, eu balbuciei em responder que não e leve um tapa na cara tão forte que meu rosto fico vermelho na hora, eu mandou eu ficar quieta e apenas obedecer, eu só balancei a cabeça , segurando para não chorar. Então de maneira envergonhada eu comecei a tirar o top, deixando meus seios amostra, mas querendo cobri-los, mas ele me impediu, queria vê-los, apalpá-los, apertou meus mamilos até eu suspirar de dor

  • Não minta para mim, eu sei que você gosta, eu sei...

ele então enfiou a mão por baixo da saia e enfiou seus dedos de uma só vez, eu estava toda úmida, não podia negar a ele que eu estava gostando, e assim ficou me rodeando me observando, então eu terminava de tirar minha roupa toda. Só ouvi o estalo da sua mão em minha bunda, seguido de dor, antes de cair de quatro no chão. eu estava vermelha de vergonha , tesão e dor. Ainda podia sentir meu rosto quente do tapa que levei. Então ele passou por mim, passando o dedo pela minha espinha do meu cuzinho até a nuca, abriu o zíper, tirou seu pau para fora e se sentou na cadeira, e eu lá olhando para ele com os olhos cheios de lagrimas, humilhada por ele, ele que eu... enfim... Ele ficou balançando o seu membro como se quisesse dizer “vem meu bichinho de estimação, vem me chupar...” eu pensei em negar, mas já tinha ido longe demais para voltar, então comecei a engatinhar, pensava em cada chibatada que han deve ter levado naquela prisão, e entendi que o meu desejo de trocar de lugar com han e sentir todas as dores em seu lugar havia sido realizado, então fechei os olhos, abri a boca e senti sua parte viva, quente e pulsante preencher minha boca aos poucos, comecei a chupar, como se quisesse sugar toda a dor que ele havia suportado, meio tímida no inicio, mas aos pouco fui tomando gosto, então ouvi a respiração da darth ficar mais forte também, sentia a pressão de sua mão empurrando minha cabeça contra o seu pau, até que então ela parou. Ele então me deitou sobre o piso frio, e se deitou sobre mim, se posicionou entre o meio das minhas pernas, eu olhei em seus olhos e pude reconhecer o velho han, ele então penetrou em mim e eu pude sentir a ultima dor que sentiria naquele lugar, eu seria preenchida de tesão, amor e esperança de que tudo ficaria bem, nossos ritmos estão sincronizados, nossa respiração, e ele parecia ir no meu ritmo, parecia respeitar o meu prazer, indo e vindo, me convidando e me levando adiante, até que eu comecei a anunciar o meu êxtase, e ele aumentou o ritmo, o corpo quente começava a suar e molhar o piso frio.
  • Eu vou... ai eu vou.. não para... hhhuumm assim eu vou...
  • Eu sei.



Bonus Track: anos depois na taverna de zaloriis

  • Sabe han, fico pensado.. acha que eu e a leia teríamos formado um belo casal, sabe? Teríamos filhos, uma vida quieta e pacata em algum lugar, longe dessa bagunça
  • Eu sei, luke... Eu sei.

sexta-feira, 2 de setembro de 2011

braços de uma alma paulistana


Olá meninos e meninas sapekas!
Tudo bem com vocês? Eu estou bem, eu pouco na minha no momento mas estou bem.
Mas foi inevitável me lembrar da época que tudo era maravilhoso. Ok, nem tudo, mas quando se esta em meio a natureza tudo parece mais bonito não é!? Pois é. Esse é o tema do post desta semana. Aproveitem.

“Eu lembro de voltar por varias vezes da balada e ver pessoas correndo e fazendo exercícios e me perguntava “Quem diabos corria as cinco da manhã ?” mas a vida adora me pregar peças e claro comecei a trabalhar tanto que comecei a ficar sem tempo para a academia, e eu um dia desses reclamando sobre como eu estava gorda e velha (claro que eu não tinha nem 25 anos e estava comendo sorvete) e então minha amiga disse que corria todos os dias as 5 da manha no parque, depois de xingá-la um pouco deixei que ela explicasse que ela achava aquele o melhor horário, pois o tempo é mais ameno, tem pouca gente no parque e blah blah blah wiskas sache. Enfim eu disse que qualquer dia eu iria experimentar (mas claro que eu falei aquilo da boca para fora mas preciso aprender a medir minhas palavra), mas CLARO que ela me ligou as quatros da matina para me chamar para correr alguns dias depois.

Eu recusei, mas fiquei rodando na cama , tinha perdido o sono. Então tratei de me arrumar, ligar para aquela maldita e ir para o parque. Nos encontramos no portão 6, eu com a cara de sono e ela lá toda animada, já fazendo alongamento me esperando. Eu não sei de onde ela tirava tanta disposição mas já que eu estava ali... corremos , corremos, corremos e conversamos também e isso ajudou a não perceber o quanto nos havíamos corrido, só senti quando parei e ai as dores me alcançaram e puta que pariu, que dores. Ela disse que isso era normal para os inciantes (detalhe que ela só me avisou depois né?) mas que logo logo ia passar , logo meu corpo ia se acostumar e disse que faríamos um dia sim e um dia não (como se eu já tivesse aceitado), mas acho que de certa forma aceitei e fiz o combinado.

Sem que pudesse perceber fui tomando gosto pela coisa, eu praticamente levantava sem sono e eu que ligava para ela para ir correr, mesmo quando ela não podia eu ia correr sozinha, o que acabou se tornando frequente devido ao trabalho dela até que por fim eu já estava indo correr sozinha, todo santo dia, comprei roupas, comprei um mp3 só para deixar as musicas que eu gostava. E corria com aquela trilha sonora, sem ninguém para me perturbar, ei sai do mundo, entrava no meu mundo. A musica me fazia bem, o suor me fazia aliviar os problemas. Eu estava irreconhecível, não era um comercial da olympikus mas eu estava correndo sem parar as 5 da manha com um sorriso no rosto. Um desses incontáveis dias algo diferente aconteceu... eu estava sempre ouvindo musica e quase nunca reparava em nada no caminho, mas um cara me chamou a atenção, nunca vi alguém tão charmoso correndo, uma calça dessas de tectel , e uma blusa de manga comprida bem justinha, mostrando o corpo preparado do rapaz, era um loiro de olhos azuis, quase uma alemãozinho, logo pensei: “forasteiro” e continuei a correr.

O parque é bem grande, mas comecei a reparar eu de tempo s em tempos ele dava um jeito de aparecer para mim, acho que ele ficou cortando caminho de proposito só para me ver, porque não era humanamente possível ou eram as .. “forças do destino” e ele parecia corre em câmera lenta. Então ele decidiu se aproximar, correr praticamente do meu lado, mas eu fingi que não estava nem ai, mantive com os fones de ouvido o tempo todo, admito que um pouco de charme da minha parte. Mas o cabra corria num ritmo bastante forte e eu acabei cedendo comecei a diminuir até caminhar lentamente, ele seguiu em frente. Eu vi, quase como uma miragem um bebedouro ali só me esperando, parei pare beber água , então o vi retornar. Resolvi dar uma chance ao rapaz, tirei o fone do ouvido e fiquei ali bebendo água, recuperando as minhas forças, esperando para ver como o forasteiro se saía.

Apelão! Era isso o que ele era. Apelão! Acho que ele leu meus pensamentos que eram: “como alguém pode ficar tão sexy com a camiseta toda suada???” e fez o favor de tirar a camisa, e revelou uma das maiores e mais fodas tatuagens que eu já vi com os meus próprios olhos claros que deus me deu. A tatuagem cobria o ombro, parte do braço e parte das costas. Eu fiquei olhando , olhando que ele acabou notando e sorriu. Na hora fiquei sem o que dizer e acabei dizendo “doeu?” (damn it ! Que coisa mais estupida ! Não.. fez cosquinha... alicia burra! alicia burra!) ele ainda sorriu e disse que não, que fofo.. ficamos então conversando, logo reparei que ele era do sul, com aquele sotaque maravilhoso que a cada “bah!” que ele soltava minha calcinha molhava mais um pouquinho, íamos andando bem devagar, parecia que estavam todos “acelerados” e só agente em câmera lenta repara para onde estávamos indo e fomos para lá pelos meio do parque, é uma parte meio abandonada e sem iluminação. ainda estava de noite e eu comecei a ficar com medo pois falavam que por ali tinha muitos assaltos e até estupros e me abracei com o meu homem e disse “me protege?” ele virou para mim e sim, “claro, minha princesa“ (princesa é da cohab mas ouvir isso de um.. príncipe europeu com sotaque do sul ganha outro tom) eu não resisti, olhei nos seus olhos azuis, passei a mão pela sua nuca e pelos seus cabelos molhados de suor e dei um beijo. 

O beijo era sensacional, era delicado, mas com vontade, coisa muito difícil entre os homens principalmente entre os do tipo parrudinho, fiquei viajando em seus lábios e logo começou a bater aquela vontade, nossos corpos suados me davam mais tesão ao contrario do que se espera, eu podia sentir o calor dos nossos corpos ainda, os músculos estavam enrijecidos pelo exercícios e estava tudo durinho, eu tentei, eu juro que eu tentei mas não resisti e taquei a mão não bunda dele e apertei com gosto, ele tomou um susto e eu fui tomada pelo tesão, gente que bunda, durinha, e que corpo. Ai ele começou a se aproveitar de mim também, a mão dele começou a explorar o meu corpo, e nessa época eu tava com o corpo no auge, ele deve ter deliciado também. Eu olhei bem pra ele fazendo a cara de mais safada que eu poderia fazer, sabia que um gentleman como aquele não ia se tocar das minhas intenções se eu fosse sutil. Ok, nem assim.. tive que falar para irmos para um lugar mais afastado (mais ? é... já estávamos no meio do nada, então só nos restava o meio do mato. Sim. Era exatamente onde eu queria ir)

Avistei uma arvore, em meia a tantas outras pois escolhi logo o meio do bosque, eu sabia o que ia acontecer, e minha mente fértil já havia imaginado tudo, eu já estava molhadinha antes mesmo de começar. Mas o “príncipe” entendeu o recado, me pegou pela cintura me puxou contra ele e quase num passe de dança virou e me colocou contra a arvore, eu só pude dizer “vem delicia!” antes de começarmos a festa, os beijos já começaram intensos, ele foi certeiro na minha orelha, beija mordia e murmurava coisas que meu estado de tesão me impossibilitavam raciocinar, aquele sotaque, a adrenalina do momento, a endorfina do exercício tudo foi acumulando e eu estava revirando os olhos, me segurando nele, com força porque minhas pernas já estavam fracas e pedindo por mais.

As roupas de exercidos tem uma qualidade interessante, são fáceis de tirar, na verdade são tão acessíveis que você nem precisa tirar, só reparei que ele estava com as mãos indo em direção aos meus peitos pela diferença de temperatura do meu corpo quente o o gélido tempo da minha capital paulista, o meu gaúcho já chegou na pegada, apertando com firmeza, mas sem perder a noção, se eu não estivesse encostada na arvore, eu juro que tinha caído no chão na hora que ele começou a descer a mão e enfiou dentro da minha calça e indo direto na minha bucetinha, seus dedinhos entraram com facilidade enquanto ele me falava as putarias mais baixas que soavam como lindos sonetos rebuscados naquele sotaque gaúcho. Eu me segurava ele pelos cabelos, e pedia por mais, mordia os lábios, mordia o seu pescoço, eu estava a caminho do orgasmo mais agressivo da minha vida e pela primeira vez fiz questão de anunciar, anunciei em alto e bom som “eu vou gozar” e claro que ele me pediu para gozar , gozar para ele mas como dizia o velho ditado, seu simples desejo se tornara uma ordem.

Mas eu tenho o (péssimo ou maravilhoso) habito de nunca deixar barato, se um homem me faz gozar rápido eu tenho que fazer ele gozar mais rápido ainda, então coloquei ele apoiada na arvore abaixei suas calças só um pouco e pus seus pau para fora, não deixei nem o menino respirar um pouco do ar puro do parque e já cai de boca, coloquei a minha mão por dentro da calça comecei a me masturbar também para dar mais ritmo, eu por um momento deixei de ouvir o seus sotaque para ouvir o seu gemido, acho que a única coisa mais tesuda que o sotaque de um gaucho é o gemido de um gaúcho (e isso vale para as gauchas também, uma vez eu tava com a … ah deixa para lá! isso vou deixar para outro dia né ?) fiz questão de beber até a ultima gota, e ainda abrir minha boca para cair lentamente. Quando eu olhei para ele com aquela cara de safada ele tava olhando para mim com os olhos arregalados, e eu apenas.. sorri.

Acho que a vontade dele era me xingar tanto, mas ele descontou tudo na minha bucetinha, ele me erguei contra a arvore, ajeitou seu pau bem na porta da minha bucetinha e enfiou tudo de uma vez, me pegou pelo cabelo e começou a bombar bem forte, eme me comia e falava em meu ouvido “vai paulista, rebola no meu pau paulista, eu sei que você gosta, hoje você achou um macho de verdade paulista.” eu estava entrando no clima mas percebi que ele diminuiu o ritmo, quando abri os olhos, vi que o dia estava clareando, que logo o parque ia ficar cheio e a escuridão de estarmos embrenhados mato a dentro já não nos abandonava.

Ele me deu seu telefone, disse que ficaria na cidade mais alguns dias, eu fui la no apart-hotel no outro dia terminar o serviço e valeu cada minuto. O percusso que normalmente eu fazia em 20 minutos eu levei por volta de uma hora e quarenta minutos, lembro que cheguei atrasada no meu compromisso e acabei nem podendo entrar, mas quer saber? Não trocava aquela foda por nenhum evento chato que tem a toda hora.

sábado, 23 de julho de 2011

Alicia Delicia e o dia que a revista Sexy ouviu um não...

Olá meninos e meninas sapekas!
Saudades? Pois é eu também !
Mas hoje ainda não teremos um conto novo, hoje estou aqui a pedido de muitos para dar explicações a respeito do meu convite para a revista Sexy. Vamos do inicio, sim do inicio.

Dizem que algumas coisas são de família, e as vezes, chego a acreditar nisso. Meu avô era um pervertido de primeira, tinha vários filmes pornos, baralhos eróticos e era assinante de revistas masculinas que deu para o meu irmão e para o meu primo quando ficou mais velhinho (e acho que num funfava mais), até ai normal, mas lembro de uma cena curiosa nisso tudo, minha mãe lendo estas revistas! Porque minha mãe leria uma revista de mulher pelada? Ela me disse que gostava das matérias e tal, achei estranho aquilo estranho, mas nunca questionei. Só tempos depois já na faculdade de jornalismo fui prestar a atenção nessas matérias e realmente eram muito boas, eu gostava de sexo e gostava de escrever e de fotografar, o emprego dos meus sonhos era trabalhar numa revista como essa! Desde então sempre quis conhecer a redação dessas revistas, conhecer as pessoas que trabalham para fazer tudo aquilo que os homens “fapeiam” , imagine como é dizer “eu trabalho na revista XXX” eu acho que seria muito legal e foi assim que eu adquiri contato com a revista Sexy, através do twitter, participando e praticamente implorando para que eles me deixassem conhecer a revista. Mas foi em um tweet “despretensioso” que eu consegui chamar a atenção deles, falava sobre um convite sobre conhecer a redação, eles pediram o meu e-mail e eu crente que finalmente ia poder realizar o meu sonho, mas quando o e-mail chegou eu fiquei em panico.

Eu vi a carol ( @tchulimtchulim ) sair no site da revista Trip, vi a mari ( @Mari_Graciolli ) ter uma coluna chamada Papo Vip no site da revista Vip, mas jamais esperava aquilo para mim, elas são garotas lindas, gente boa, engraçadas muito mais dispostas a se expor do que eu, e porque o convite de participar de uma ação da revista Sexy para o #lingerieDay no facebook estava no meu e-mail? Eu não sei, fiquei em choque, parei de trabalhar, fiquei olhando para o pc, repetindo “fudeu...” até que meu chefe veio falar comigo, obviamente achando que tinha feito alguma cagada em algo do cliente, quando ele leu o e-mail ele mesmo ficou mudo por um tempo e me perguntou “e agora?”

E AGORA? Na hora meu impulso foi de aceitar, tacar o foda-se e ser feliz, mas não sei porque naquele dia meu juízo estava acordado (culpa da minha mãe eu acho). Eu entendi que aquela decisão poderia sim mudar toda a minha vida, e que é pior poderia mudar todo o meu passado. Até hoje eu fui conhecida pelas coisas que penso, que escrevo que gosto, não vou negar que as fotos no meu avatar não ajudam, ajudam sim, não serei hipócrita, mas não segura follower, não da retorno ao blog, não me da prestigio, não me faz ouvir coisas maravilhosa a respeito do meu trabalho vindo de gente muito foda, e acho que estaria jogando tudo isso fora se tivesse aceitado esse convite, então meus caros leitores, EU RECUSEI , educadamente e com a mesma admiração que AINDA TENHO pela revista Sexy, mas eu não podia abandonar o que eu fiz até aqui.

Não quero dizer que as pessoas que aceitaram o convite, ou fizeram algo parecido não tem cérebro e são só umas gostosas querendo se aparecer, não mesmo. Mas quando eu comecei com esse trabalho, eu quis fazer algo diferente, algo além do clichê de falar de “como convencer a sua namorada a fazer sexo anal” porque isso tem de monte por ai. Uma vez recebi um e-mail de um fã dizendo que eu havia mudado a visão dele sobre as mulheres, que o fato de eu falar sobre sexo, gostar e fazer sexo elevado ao meu limite não fazia de mim uma pessoa vadia, infiel, ou imprestável para outros propósitos. Então como eu poderia abdicar de tudo que construí e abandonar as pessoas que me veem como um modelo a ser seguindo para simplesmente pela fama e mostrar a minha bunda ao mundo? Vocês podem até achar que eu estou exagerando mas querem ver um exemplo verdadeiro? Ellen Roche, é aquela loira gostosa mesmo, sabiam que ela queria fazer medicina e reza a lenda que ela foi aprovada para fazer medicina na USP ? Não, claro que você não sabia.. porque será ?

Seu eu alcançasse a fama sendo uma musa da revista sexy, ninguém ia se lembrar que um dia eu fui uma escritora, que um dia eu fui uma pessoa que gostava de debater assuntos filosóficos que gosta da sociologia e antropologia, que gosta da tão odiosa natureza humana, eu seria reduzida ao bumbum lindo do facebook. Não quer dizer que nunca sairia numa revista desta, mas eu gostaria de ter a minha “carreira” solida a ponto da fama de “gostosa” não a desfaça, quando eu for uma escritora, um colunista ou uma apresentadora de TV (quem sabe né?) ai talvez eu aceite um convite de posar. Tudo que eu quero hoje é o reconhecimento pelo meu trabalho e não pela junção da informação genética do meu pai e da minha mãe.

Eu adoro o Papo Vip da @Mari_Graciolli e adorei a entrevista da mesma revista Sexy com a @anacheiadegraca (que mesmo uma graça), ficaria muito agraciada com algo desse gênero, e continuo querendo conhecer a redação destas revistas, mas isso é tudo que vocês conseguiram da minha humilde pessoa. Queria parabenizar a revista Sexy por essa nova abordagem utilizando a internet a seu favor, tem meu total apoio.

Grata,
e um beijo bem gostos a todos,
Alicia Delicia

segunda-feira, 18 de julho de 2011

PROMOÇÃO - libere sua garganta

Olá meninos e meninas!
tudo bem com vcs ? eu estou melhorando.. mas meu braço ainda doi um pouco (para quem não sabe sofri um acidente há duas semanas), enfim. Mas para não deixar o blog abandonado e ajudar uma velho amigo eu resolvi bolar essa promoção. ela é bem simples, então vamos à ela:

A promoção é o seguinte, vocês iram narrar um trecho de um conto erotico (ficar feliz se vc o meu), com aquela voz bem sexy, bem sedutora e vão me enviar em parafalarcomalicia@gmail.com e cruzar os dedinhos.

serão escolhidos 3 finalistas de cada genero (um homem e uma mulher) que serão já receberá um premio. eu vou escrever contos exclusivos que serão lidos pelos finalistas e o audio será reproduzido durante o evento "Erotic sexy Night" que acontece em 13 de agosto na cidade de Guarujá, litoral de Sp. Os Primeiros colocados de cada genero ainda ganharam um livro do Milo Manara por minha conta

alguma duvida ? para mais infos sobre a promoção sobre a promoção, o evento ou qq outra coisa parafalarcomalicia@gmail.com quero muito ouvir a voz de vocês aqui bem no meu ouvidinho.

domingo, 8 de maio de 2011

Alicia "Sexy" Delicia



Olá meninos e meninas!
Hoje teremos algo diferente por aqui... hoje não narrarei um historia da minha vida como de costume. Hoje falaremos do presente, há um tempo atrás postei algo aqui sobre a masturbação feminina, foi bastante debatido, teve grande repercussão e isso me deixou bastante feliz.
Como todos sabem eu gosto muito de cinema , e um dia desses vi um filme muito legal da Ingrid Guimaraes, chamado “De Pernas Para o Ar” também com a GOSTOSA da maria paula (casseta !!) e dei muitas risadas e me identifiquei bastante com o filme, para quem não viu segue a baixo o trailer




O filme conta basicamente a historia de uma empresaria que se torna sócia de uma empresa de produtos adultos, como ela transformou um simples sexy-shop em uma marca de revenda em todo brasil. O filme também mostra duas coisas interessantes, o “Coelho Feliz” e a Erotika Fair.
Para quem não acompanha o twitter não sabe mas fui a Erotika Fair , a maior feira adulta da América Latina e a quarta maior do mundo, fui encontrar a @camilinha69 e sem querer acabei achando o tal coelho, tirei uma foto que hoje é o fundo de tela do meu celular. Para saber mais sobre a feira veja o video feito pelos lindos da Sexpedia




Vi milhares de outros produtos e me dei conta de quanta coisa a no mercado e muitas pessoas tem preconceito, acham que se alguém ver vai ser crucificada, muitas amigas minhas tem vergonha de ir à um sex shop, tenho que pegar pela mãozinha que nem criança e levar, realmente elas parecem crianças no parque de diversões, felizes e com os olhinhos brilhando.

O Tempo passou e eu descobri que a historia do filme se baseava na historia de verdade, que a marca do filme realmente existia, o filme conta a historia de Érica Rambalde e da Sexy Delicia, procurando saber mais sobre a marca descobri que elas estão com vagas abertas para consultoras (tipo natura, chic né benhê ?) em Recife para mais informações procure a minha lindissima amiga Jo (a Cumbuca-mor) no Sou Uma Cumbuca . Ela me pediu um favor especial, disse que a marca estava com uma campanha de marketing apoiando as blogueiras a falar sobre os produtos eróticos, sobre esse preconceito, sobre como comprar pintos no sexshop parece coisa de mulher mal comida, sem sexo, insatisfeita, e também sobre como muitas fazem suas compras, como gostam de usar. E perguntando as pessoas no twitter descobri que são parceiras das LINDISSIMAS da Fatale Art , Marca de peso né ?.

Então resolvi ir la na loja virtual, e dar uma olhadinha nos produtos. Pensei em falar sobre os pintos de borracha, e como todas as mulheres tem medo de serem descobertas, ou falar dos bullets que as mulheres podem andar na bolsa (como eu...) mas resolvi inovar vou falar de algo que as pessoas não costumam usar ou até saber que existe.

Alguns produtos passam longe da fama mas eu garanto total satisfação, é um produto que o homem pode usar, e que a mulher pode sugerir sem preconceitos, pode ser usada tanto por héteros como por homossexuais, de ambos os gêneros, afinal o sexo deve ser democrático não !? Estou falando das capas penianas , se você não associou o nome ao objeto: Veja com seus proprios olhos




Elas podem serem usada no pau do seu homem, podem ser usada no consolo, no strapon (cinta com pênis) , há quem já usou até nos dedinhos. Viram como ela é pratica? e o melhor são estas texturas , se você gosta daquelas camisinhas com texturas, isso vai te levar ao paraíso dos orgasmos, se você for das apertadinhas você vai sentir cada pedacinho te massageando, se você pedir para o parceiro ir bem rápido , vai sentir um turbilhão de prazer. Mas não é só isso ela tem outras vantagens como:
  • é uma capa extensora, mede 15 cm (media nacional) e tem uma extensão de 4,5 cm.. ou seja o pau fica com 19,5 e isso é pau pra caramba !!!
     
  • ele estica até 5 vezes o seu tamanho natural, ou seja nada de desculpinha de “isso não cabe em mim honey” ou “tem GG ?”
  • esse modelo possui um estimulador de clitóris
     
  • ainda tem até um suporte para micro-vibro (caso você tenha um)
     

Resumindo o negocio deixa o pau grande, grosso, estimula seu clitóris e pode até vibrar !!! que mulher não morreria de tantos orgasmos com uma desses hein ??? produto ALTAMENTE RECOMENDADO

Se você tem um, deixe seu depoimento nos comentários , se você não tem, compre e volte aqui para comentar !!!


links:


domingo, 17 de abril de 2011

Não há lugar como o 127.0.0.1

Olá meninos e menias sapekas!
Tudo bem com vocês ? Eu estou bem obrigada... estou aqui trancada em casa no fds porque o namorado nerd não larga da frente do pc trabalhando, quando comecei ninguém me contou que seria assim. Acho que está na moda namorar nerd não é ? os nerds estão em alta agora, principalmente entre os blogueiros e principalmente entras as garotas bonitas e muitas vezes nem privilegiadas intelectualmente. Conversando sobre isso com uma amiga ela queria de todo modo que eu escrevesse um conto entre ela e sua paixão platônica, um blogueiro muito famoso, aposto que todos vocês o conhecem. Sendo um pedido tão especial eu o farei. Então esta será uma baseada na historia real de mariana e o seu blogueiro portanto divertam se tentando imaginar o que é verdade e o que não é.

“Oi ? Licença...
Desculpe interromper mas eu precisava vir aqui contar isso para vocês. Achei que lugar nenhum no mundo seria melhor para isto do que o famoso blog da minha queridíssima amiga Alicia. Deixem eu me apresentar formalmente, meu nome é Mariana Fujikawa, tenho 21 aninhos e sou descendente de japonês, sim... aqueles olhinhos puxados, carinha de anjo e sou pequeninha mas acho que a descendência termina por ai, eu sou bem safadinha, desde pequena já sabia bem o que eu queria, e não era brincar de boneca, eu queria era saber dos garotos da rua, e adorava os mais velhos, e isso me deu muita experiencia, mesmo novinha já era um furacão de tesão e sedução. Nunca abandonei esse jeito de menina inocente que meus genes carregam , pois eles são muito úteis , fazer aquele jeito de ninfetinha safada, que os rapazes tanto gostam.

Minha vida social era bastante animada, principalmente pelas festas da faculdade, então raramente ficava na frente do pc, num dia entendiante eu estava la navegando sem nenhum proposito, quando um amigo meu me mandou um link com um vídeo engraçado, lembro que ri muito nesse vídeo, e comecei a querer ver mais e mais vídeos, e passei a todo dia entrar no blog para ver o que tinha de novo, mas foi quando em um post, eu o vi! Ele! O dono do blog! Meu jesus (literalmente), o cara era um gato, era lindo, aquele cabelo arrumadamente largado, tatuagem, alargador, daqueles que você quer levar para casa e cuidar , naquele dia em diante eu me encantei por ele, mas ele ainda parecia muito distante, afinal não tínhamos contato direto. Anos se passaram e veio o twitter, agora sim eu estava pertinho dele! Eu sabia que não ia receber atenção sempre mas só de ver ele me sitando em uma frase já fazia eu ganhar o meu dia, e a minha noite também, afinal quantas noites eu sonhei com ele, em algumas noites frias e solitárias eu me masturbava pensando nele até cair no sono, desfalecida, mas gostava mesmo era de pensar nele ao acordar, me masturbar bem gostoso, pensando nele ali na minha cama, acordando ele com um belo boquete matinal, as imagens eram tão vividas, eu quase podia sentir o pau dele preenchendo a minha boca, e assim eu começava o meu dia, cheia de tesão graças ao meu blogueiro.

Mas nada se compararia ao dia que eu soube que ele estaria na campus party, um evento que rola todo ano em são paulo que reúne nerds de todos os gêneros em quatro dias de evento, então eu comecei a me agilizar, comprei passagem, arrumei minhas malas , até minha barraca para dormir la no “camping” do evento, estranho que que naquela semana de preparação eu não pensei em sexo, só pensava em como seria encontrá-lo o que ia dizer para ele, mas foi já dentro do ônibus indo para são paulo que a vontade começou a bater, eu precisava me aliviar, de qualquer forma, eu tentei fazer por cima da calça, mas de calça jeans é difícil, então como o som da salvação eu ouvi o som da tranca do banheiro se abrindo, corri prar la e por fim pude me aliviar, nem liguei para onde eu estava, tudo que passava na minha cabeça era o meu blogueiro me comendo, e meus dedinho ávidos na minha xaninha tentando aliviar a minha vontade.

Por fim cheguei ao evento pela manha, e tratei de passear pelo lugar e conhecer as coisas e as pessoas, pois eu sabia que o meu blogueiro só vinha a noite. Apesar de japonesa sempre fui muito entrosa fácil então não foi difícil fazer amizade, ainda mais em um lugar tão masculino as meninas costumam se refugiar do assedio em bandos. E logo entre as fofocas femininas habituais (sim, as meninas nerds também fofocam, sabiam?) o assunto foi parar nos gatcheeeenhos do recinto, cada uma dando seus votos e eu obviamente falei do meu blogueiro, elas concordaram que ele era lindo, mas corria a boca pequena que ele era gay, minha cara foi no chão, eu não podia acreditar que o meu homem gostava de empurrar a janta, disseram que ele negou fogo para uma menina mo gostosa ai e tal, eu me recusava a acreditar.

Por fim a noite caiu e ele chegou e logo se juntou a nós, eu tremia, e na hora que ele veio me cumprimentar, eu dei um abraço nele e fiquei sentindo ele ali colado ao meu corpo, acho que ele mal sabia a quanto tempo eu sonhava com este momento, foi magico, parecia que o tempo havia parado, e aposto que ele não entendeu nada. Ficamos conversando e dando risada, ele realmente muito engraçado, mas ele é meio tímido, acho que tava começando a entender de onde vinha a fama dele, poxa o menino só era educado, era um fofo. Então me pus a liberar o homem que havia nele, sugeri de sairmos, irmos até um bar, nada como um pouco de álcool para fazer alguém criar coragem não é ?!. eu dei o meu jeito de sentar ao lado dele na mesa do bar, ficava sempre tocando nele sempre próxima, tudo que eu conseguia era fazer ele dar uma olhadinha rápida e discreta para o meu decote, mas eu queria mesmo era pagar um belo boquete por baixo da mesa. Então decidi ser drástica, comecei a zoar ele, fazer piadinha, dizendo que ele não dava conta do recado e o que eu tinha ouvido sobre ele devia ser mesmo verdade.

No fim da noite nada havia acontecido, eu estava bem a mais por casa das cervejas que eu havia tomado, ao voltar para o camping pedi que ele me ajudasse a chegar na minha barraca, ainda zoei mais um pouco o coitado dizendo que precisava de alguém forte para me carregar mas fofo para não abusar de uma linda japonesinha bêbada. Ele então me levou, mas ao me deixar na porta da minha barraca perguntou “qual é a sua?” eu me fiz de besta e perguntei com a cara mais inocente do mundo (e safada também) “como assim?” , ele ficou la de “mimimi” e eu vendo tudo girando nem prestei a atenção no que ele tava resmungando, me joguei pra cima dele e o beijei, fechei meus olhos e parti para cima, eu o apertava contra mim para ter certeza que aquilo não era mais um sonho, uma alucinação , uma viagem de uma fã bêbada.

Ele me pegou pelo cabelo, e puxou minha cabeça para trás, olhos nos meus olhos e disse “era isso que você queria desde o inicio, não era?! Agora você vai ter ! Você vai levar uma surra de rola para nunca mais esquecer” e voltou a me beijar, aquilo me fez ficar molhadinha na hora. Ele me colocou pra dentro da barraca, olhou para os lados, e entrou. E assim começou o pega, ele começou a tirar a roupa e tirar a minha, eu fingia relutar, me fingia de garota bêbada indefesa sendo abusada, mesmo estando consciente e adorando tudo, eu estava vendo o meu blogueiro se transformar em um macho de verdade, louco para me comer, ali mesmo naquela barraca , eu não podia fazer feio. Ambos já totalmente nus dentro da barraca ele me pegou pelo cabelo e me colocou de quatro de frente para o pau dele e disse “chupa sua vadiazinha, mama gostoso sua japinha safada” e eu obedeci, cai de boa naquele pau que eu tanto desejava , chupava e olhava para ele com cara de “estou fazendo direitinho... é assim que você gosta?” e ele falava nada, só fazia os movimentos como se estivesse me comendo, me prensava para ir cada vez mais fundo, e a minha boquinha recebia tudo, podia senti-lo la no fundo, quando ele me deu uma folga, eu pude pegá-lo, e lambê-lo todinho, lambi as bolas , lambi a cabecinha, lambi o freio, nossa parecia que ele ia gritar de tanto tesão de ver aquela japonesinha chupando o pau dele. Então ele me deitou e coçou a chupar os meus peitinho, ele veio com tudo, apertando, apalpando, mordendo , chupando , o bico do meu peito é rosadinho e já esta vermelho e duro feito pedra diante de tanta violência com ele os tratava, ele passou a mão por todo o meu corpo, descobrindo cada cm daquele corpo.

Mas ele queria mais, foi descendo pela minha barriguinha, e abrindo a minha perna, a cada centímetro que ele desci ele abria minha perna mais um centímetro, quando ele chegou ao meu piercing de umbigo, eu achei que estava no meu limite, já estava ensopada, com as minhas pernas totalmente abertas eu podia sentir escorrer, então ele foi lamber o meu melzinho,minha xana estava “batendo palminha” clamando por ele, e quando senti a sua linga na minha xaninha eu dei um leve gemido, não me aguentei, ele começou a lamber o meu grelinho e enfiar os seus dedos em mim, dois dedos e eu me controlando para não gemer alto, eu dava gemidinho baixinhos, sufocados até gozar.

Agora eu me julgou pronta para receber o seu pau, usou meu orgasmo para me lubrificar, não que no fim o garoto sabia das coisas? Ele então enfiou tudo e começou o movimento, brusco, rápido, seco. Ele literalmente enfia o seu pau em mim, me apertava toda, mas ele disse “quero ver essa japinha rebolar do meu pau, quero ver você sentar, quero ver a minha putinha trabalhar um pouco,” então ele me pôs para cavalgar sobre o seu pau, eu subia e descia, rebolando, com as mãos apoiadas sobre o seu peito, e que corpo tinha aquele menino, falam que blogueiro é gordo, mas aquele era uma delicia, foi meio difícil cavalgar dentro de uma barraca, fiquei meio torta, mas no momento nada era mais importante do que sentir aquele pau veiudo, pulsando dentro da minha xaninha, ela pulsava juntos, eu costumo gozar muito fácil, mas com aquele homem cada gozo era uma orgasmo sem fim, gozei várias vezes.
Mas o melhor ainda estava para o final, ele me deixou de quatro de novo, subiu em cima de mim, e puxou meu cabelo , puxando minha cabeça para trás e disse em meu ouvido, “acha que eu vou deixar barato toda aquela zuação putinha, tá na hora de você pagara, to vendo que você gosta mesmo de rola né ?! Então é isso que você vai ter!” e me soltou, eu cai de cara no chão e fiquei com a bundinha empinada, ele então apontou o seu pau na porta do meu cuzinho, ficou lambuzando com a lubrificação que escorria da minha xaninha, quando ele deu a primeira forçada é que me dei conta do que iria acontecer, ele iria comer o meu cuzinho, eu não estava preparada para aquilo, meu namorado me pedia tanto e eu negava , não deixava nem ele chegar perto e ele ficava decepcionado e agora eu estava ali com o meu ídolo comendo a minha bundinha , eu tentei evitar me sacudi, disse que sexo anal não, mas o personagem já estava encorporado, eu já era a japinha vadia indefesa e bêbada e ele era um macho alfa que ia usar e abusar de mim . Naquele memento era todinha dele, ele ia fazer de mim o que bem queria, e ele queri comer o meu cuzinho, e assim o fez. eu pudi sentir ele entrando , pouco a pouco, até sentir suas bola batendo, havia entrado tudo, ele começou a ir para frente e para trás, que queria gemer, mais não podia, peguei o travesseiro e mordia, para abafar. Na noite anterior eu era só uma garotinha inocente (tá, não tão inocente assim) sonhando em conhecer o seu ídolo e uma noite depois eu ele estava ali arrombando o meu cuzinho, ele dizia como o meu cuzinho era apertado, que ele estava adorando arregaçar todas as minhas preguinhas, ele puxava meus cabelos e e dava tapinhas na minha bunda, que ficou vermelha rapidinho, e acada vez que ele fazia isso eu dava um reboladinha instintivamente, acho que eu tenho mesmo esse espirito de vadia safada, gosto disso. Ele então finalmente anunciou que ia gozar, e pude sentir seu jato quente dentro de mim.

Esse foi um evento inesquecível, foi algo marcante na minha vida, ainda mais que agora eu voltei para a minha pacata cidadezinha no interior, mas eu sei que se um dia eu voltar a são paulo sempre terei alguém para quem ligar.

sábado, 12 de março de 2011

Sonhe com os Anjos

Olá, meninos e meninas sapekas!
Tudo bem com vocês? Faz tempo que não escrevo, né? Ué, mas teve Carnaval e eu também mereço uns dias de descanso, não é? Afinal, todo mundo deve ter aprontado das suas, feito muito sexo e bebido até cair. E ouvindo essas histórias das pessoas bêbadas, uma delas me chamou a atenção uma vez, a qual eu irei transcrever aqui para o blog hoje, em homenagem ao Carnaval e ao Dia Internacional da Mulher.

No inglês, os verbos terminados em “ing” são usados para evidenciar o tempo da ação, dar ênfase à duração da ação. Se eu tivesse nos Estados Unidos, é assim que eu deveria descrever o meu processo de acordar naquele dia. Lento, arrastado, fiquei dormindo e acordando por curtos períodos de tempo, surgindo as coisas mais malucas na minha cabeça. Tudo meio sem nexo, sem sentido ou proposito, até que em um momento, um pensamento fez sentido: “o chuveiro está ligado”. E procurei me ater a este único pensamento lúcido dentro da minha mente ainda adormecida e ressacada da noite anterior. Eu não bebi tanto, mas é o que todos os bebuns dizem, não é ?! Mas pensando que o chuveiro estava ligado, e que eu estava moribundo demais para levantar, surgiu a pergunta intrigante: se eu estava na cama quem estava no meu chuveiro? Então, reuni todas as minhas forças para mover meus olhos; a porta estava aberta, as coisas estavam meio embaçadas, meio confusas, mas ela estava ali, eu podia jurar que tinha uma garota no meu banheiro. Comecei a observá-la tomando banho, com tudo embaçado ela parecia ter um brilho único, quase como se emanasse uma luz de anjo, e eu podia jurar que estava diante de um, pois só de vê-la senti uma paz, uma alegria, podia ver um tom dourado contornando sua pele branca.

Mas quem seria aquela garota? Esforcei-me para tentar lembrar dela, mas tudo que ganhei foi uma bela dor de cabeça; então comecei a reparar nos detalhes, ver se algum deles me trazia de volta à memoria quem ela era e, melhor, o que ela fazia no meu banheiro tomando banho sem o menor pudor. Admito que queria lembrar que nós fizemos um sexo maravilhoso bêbados na madrugada, que eu estava exausto era de ter tido prazer a noite toda, que aquela garota foi minha, que eu pude ouví-la gemendo no meu ouvido, bem de pertinho, me apertando, me pedindo mais, sentindo o movimento do seus quadris, sentindo eu enfiando fundo naquela xana rosadinha e molhada... Ah, como eu queria me lembrar disso! Comecei vendo desde os seus pés e fui subindo, era tinha belas pernas, simétricas, aliadas à graça de seus movimentos; devia ser alguma dançarina de ballet, ou algo assim. Suas pernas se encaixavam perfeitamente à sua bunda, dando-lhe a forma perfeita, redonda, cheia, qualquer um daria tudo para tê-la, apertá-la, mordê-la, beijá-la até deixar a pele dela arrepiada. A água escorria pelas suas costas, tocando o seu corpo, seguindo suas curvas, desde o sulco formado pela coluna até as suas “covinhas”; a água formava essa forma cristalizada do seu corpo escultural, sua bunda era tão perfeitamente redonda que a água escorria e caia sem tocar a dobra da junta com a perna.

Mas foi quando ela virou que eu pude ver que aquilo só poderia ser um sonho, pude ver ela virando em câmera lenta, vi ainda melhor as curvas as suas costas, sua cintura, sua bunda, seus seios, sua barriga sequinha, sua pélvis, tudo em perfeita harmonia. Vi seus cabelos longos e lisos em pleno ar, como aqueles comerciais de shampoo, e via cada gota de água como naquele comercial de pasta de dente. Seus olhos por fim cruzaram os meus; mesmo que eles não me notassem, mesmo que por um instante, eram lindos olhos, levemente amendoados, profundos, e confortantes como seu quisessem dizer: “Oh meu amor, eu estou aqui, vai ficar tudo bem...”. Seus lábios eram macios, tímidos e delicados, seus seios eram durinhos, com os mamilos rosados e durinhos... acho que aquele banho estava tendo um prazer quase sexual, Deus me abençoe se ela estivesse pensando e lembrando da nossa noite anterior e relembrando dos nossos momentos de prazer juntos, porque eu... bem, eu não lembro de nada ainda. Sua barriga era sequinha, mas não era musculosa nem magrela, era realmente era um convite ao Paraíso. A água corria e eu louco para estar ali, de joelhos frente ao meu anjo, beijando a sua barriguinha e descendo.

Aquela mulher era linda demais, eu não consegui achar um misero defeito, uma única imperfeição... e aquela energia que me deixava na mais absoluta paz, como se eu tivesse finalmente alcançado a rendição. Reparei que ela tinha duas tatuagens, uma no ombro e uma na pélvis, ambas tão delicadas quanto seu próprio ser, como seu próprio corpo, seu próprio espirito; era como se as tatuagens fossem a expressão do seu ser escapulindo pela sua pele, deixando-lhe ternas marcas.

Mas minha vida fez sentindo quando ela olhou para mim e sorriu, o sorriso mais bonito que eu já tinha visto: os dentes perfeitos, brancos, as covinhas no rosto, tudo se encaixava num sorriso de moleca, um sorriso inocente... isso inundou meu coração de sentimentos, eu nem pensava em sexo naquela hora, só pensava em tê-la em meus braços, em protegê-la , fazê-la sorrir, ser feliz. Eu sorri de volta na mais pura reação. Sabe quando você vê um bebê e sorri? Foi assim, eu vi o seu sorriso e sorri de volta, espontaneamente; e adormeci.
Quando acordei, vi que em minha cama havia uma poça de baba; talvez porque dormi profundamente, ou porque fiquei babando pelo meu anjo. Levantei desesperado, querendo beijar o meu anjo; fui procurá-la, mas não a achei. Até hoje não sei se foi um sonho ou se foi realidade, o box estava levemente molhado, mas eu poderia ter tomado banho durante a bebedeira à noite e sonhei com isso; ou estava muito louco e me deram banho e eu sonhei com isso... eu sinceramente não sei, mas fiquei feliz de saber que anjos existem. 

Se você é essa garota e está lendo isso, saiba que eu ainda tenho seu rosto pintado no meu coração, cravado em minha alma. Seu sorriso está marcado em minha alma. Eu ainda posso imaginar seu beijo queimando em meus lábios, o toque do seu corpo na ponta dos meus dedos

quarta-feira, 26 de janeiro de 2011

Feliz aniversário !!!

Olá meninos e meninas sapekas !!!
hj é meu aniversário !!! parabéns para mim !!!
em primeiro lugar eu queria agradecer as pessoas que me mandaram as fotos para o meu niver, para quem não sabe o pessoas do twitter se organizou e preparou um presente coletivo para mim, eles mandaram fotos bem sensuais pra o meu e-mail
queria agradecer ao @CasalRoma , a @solzzinho, ao @tyfudias , o @scorpioncam, a @Camilinha69, o @sorrisoperfect , o Gokudera Hayato, o Jackson Wendel, a @julianahaendel  e o @gatinhopassivo ... obrigada pelas fotos pode apostar que adorei !!!

se alguem ainda tiver fotos a mandar por favor enfiei para parafalarcomalicia@gmail.com
e algora para divertir vc o que eu prometi... as melhores keywords de todos so tempos. Para quem não sabe keywords são as palavras que as pessoas procuraram no google e cairam no blog.

 - " a arte da sirica" // pq siririca é realmente uma arte...

 - "abriu minha bunda, jóia " // é legal pra caramba né ???

 - alguém já teve um orgasmo na consulta ao ginecologista com o pico de pato? // essa tava precisada mesmo hein ?

 - "as minas adano de de calcinha motor" // imaginei vadias com helices...

 - "aumentar clitoris" // e eu que achei que só tinha propaganda de aumento peniano...

 - "batendo uma siririca no capricho" // virou lanchonete agora ???

 - "buceta repirando " // se falam que até fuma né ?

 - "buceta vencedora" // isso é que é determinação !!!

 - "casei virgem e me dei mal" // a stepheane britto no meu blog ?


 - "com que idade eu começei a me masturbar" // se vc não sabe como eu vou saber ?


 - "como falar boceta no fake? " // repita comigo... B-O-C-E-T-A

 - "contos eroticos dei minha buceta e ele gozou nela e depois lambei tudinho a porra e gozada esporrada" // como conseguiu lamber a propria boceta ???

 - "coroas ordinárias com pau grande" // deu tilt aqui... tem traveco coroa ???

 - "dando beijinhos no pé da sua barriga" // aula de anatomia... 0

 - "deixar o namorado pegar em tudo, masturbar, lamber é pecado? " // ue eles sempre falam para eu ficar com deus... será que ele beija bem ???

 - "dirigindo o carro e batendo siririca" // Amante do ayrton senna ...

 - "fiquei com um cara madeu umsms pra eli , mas eli nu respondeu!! eh agora o q eu faço" // se mandou um sms desse jeito, ele só te liga pra te convidar pra recuperação !

 - "o negão mamano no peito da munher e o bico do peito cai de tamto ele chupar" // ops caiu.. deixa que eu pego pra vc

 - "pau entrando na buceta em camera lenta" // tecnologia HDMI e em 3D...

 - "qual o medicamento natural para minha buceta ficar mais gostosa?" // faz um chá de minhápica !!!

 - "qual o remedio para deixar o bico do peito menos doido depois da mordida de um homem" // oi ???

 - "sujeira branca na minha buceta ? " // polenguinho não !!!!

 - "o que passar para a buceta não ficar fedida" // agua e sabão ???


bom é isso pessoal esperam que tenham se divertido !!
bjs minhas delicias !!

domingo, 7 de novembro de 2010

Marido De Amiga Minha Pra Mim é Consolo

Ola meninos e meninas sapekas!
Tudo bem com vocês ?
Eu estou bem, obrigada. A vida é algo engraçado não é ? As vezes agente encontra pessoas nos lugares mais inusitados, quem diria que nos envolveríamos com as pessoas que nunca pensamos. Muitas vezes são pessoas que temos temor de nos envolvermos, mas quando rompemos essas barreiras descobrimos que era o que faltava na sua vida é algo todo novo. Por isso nas próximas duas semanas narrarei o depoimento de duas próximas a mim que tiveram a audácia de romper barreiras.

Meu nome é Marcela e tenho 23 anos, morena , cabelos lisos , 1,55m , eu sei sou muito baixinha mas isso chama a atenção para mim, atrai os olhares, sou magrinha mas sou me cuido muito, um belo bumbum que todos ficam de olho e seios pequenos mas bem durinhos, sou morena de sol, a tipica ratinha de praia. Mas eu andava meio desanimada, me sentindo meio pra baixo , achando que ninguém mais me desejava como antigamente até que algo aconteceu.

Esta historia começa quando eu e “lena” (Alena , nome havaiano que quer dizer graciosa) nos tornamos amigas, ainda nos tempos do colégio, mesmo lena sendo mais velha do que eu, frequentávamos uma a casa da outra, eramos como unha e carne, dormíamos juntas, saímos juntas, e olha que saímos bastante, eramos duas safadinhas, vivíamos nos amassos e pegações a fora. Mas o tempo passa e com o trabalho, e outras responsabilidades, novas amigas enamoradinhos, já não eramos aquele grude de adolescente, mas ela um dia me apresentou seu namorado serio, quando pus os olhos naquele homem senti um pontinho de inveja, ele era lindo, charmoso e tinha uma presença, seu nome era pedro, ele era ex-jogador de voley, cabelos escuros e um corpo ainda em forma, eu fiquei meio sem jeito de reparar tanto nele, mas ele me chamou muito a atenção, mas não era para menos, a lena era muito bonita também. Ela tem cabelos negros , olhos negros e a pele morena, uma descendente de índios ao mais belo estilo “pocahontas” muito charmosa e cheia de vida, então não era para menos que arrumasse um gato para ser seu namorado. No inicio, cada vez que ficava na presença dele eu ficava tensa, travada, bastava ele me olhar ou se dirigir a palavra a mim e eu ficava sem reação, mas com o tempo eu fui me acostumando, o tempo passo e eles casaram e tiveram um filho, e eu fui trabalhar na empresa de pedro, mas nunca perdi aquele frio na barriga quando aquele homem vinha falar comigo ou quando ele me chamava na sua sala.

Mas as coisas começaram a acontecer em um certo dia de trabalho como qualquer outra, eu sempre vou com uma roupa mais a vontade para o trabalho, normalmente um calça legging e uma blusinha e ao chegar la eu me troco, mas nesse dia reparei que tinha esquecido a minha outra roupa, eu só não esqueço a cabeça porque esta grudada, eu tava nos meus piores dias, muita confusão em casa, sem amigas para sair na night, e pior nada de namorado, uma seca das brabas, sabe quando agente não quer , mas sente falta ? É eu tava reclamando que não tinha mesmo sem correr atras, tava me sentindo desvalorizada saca ? Sabe quando você olha para o lado e não vê ninguém que valha a pena dando bola para você e pensa em passar na frente da obra só pra ver se ainda esta com tudo em cima, lógico que eu não isa fazer isso, mas só para entenderem o jeito que eu estava me sentindo. Mas naquele fatídico dia eu senti os olhos de todos os homens daquele escritório caírem sobre mim, eu sentia os olhares deles na minha bunda, no meu decote, me analisando, observando cada detalhe do meu corpo, babando, coitado de um cara que senta perto de mim, ele mal conseguia olhar para o seu monitor, eu praticamente podia ler seus pensamentos, me desejando, me chamando de gostosa, de delicia, querendo me comer, seus olhos eram de quem a qualquer momento ia se levantar vir até mim me debruçar sobre a mesa arrear minha calça e tirar o o pau pra fora e me comer com vontade, me fazer chupar e depois gozar tudo na minha cara. Adoro ser pegada assim de jeito, com vontade, era dessa pegada que eu sentia falta, de um homem de verdade que mostrasse toda sua vontade de me comer, Até o pedro colocou seus olhos sobre mim, quando ele me chamou em suas sala eu tremi na base, mas ele queria apenas o telefone de um fornecedor, aquilo me brochou um pouco, achei que tivesse sido uma falsa esperança.

Achei que estava ficando maluca, no passar dos dias as coisas foram piorando, as minhas vontades estavam aumentando, mas eu não tinha ninguém na minha vida que eu desejasse para por que eu pudesse me aliviar, eu tinha muita vontade de fazer sexo, olhava para os caras na rua e logo vinha na minha mente agente fazendo sexo, um sexo bem gostoso e animado, mas eu queria algo mais intimo, eu estava muito no mundo da fantasia achando que nenhum homem de verdade me queria, Foi quando um dia o pedro me chamou em sua sala e pediu que eu fechasse a porta, eu já estava tão abatida que nem me abalei, foi quando ele perguntou porque eu andava tão cabisbaixa, queria eu poder dizer o que tinha vontade, que eu tava mesmo é com muita vontade de fazer sexo, mas disse que tava problemas com um “affair” e ele disse que o cara devia ser viado, que só uma maluco arrumaria problemas comigo, que eu era muito bonita, uma boa pessoa, ele senti que ele queria dizer gostosa, e conforme ele ia me elogiando eu comecei a viajar, comecei a ficar úmida, olhando para aquela boca deliciosa se mexendo e falando de mim, falando bem, inflando meu ego, eu já quase não prestava a atenção no que ele falava, só ficava babando nele, eu estava molhadíssima, então para evitar maiores problemas dei uma desculpa qualquer e me levantei ele se levantou e me abraçou, me deu uma baraço forte e pude sentir aquele homenzarrão todo com seus braços fortes em volta do meu corpo, precisava sai dali ou não responderia por mim, fui direto ao banheiro, precisava respirar, ai meus deus que calor que eu estava ! Meu corpo estava ardendo, parecia que eu estava ardendo em febre, eu estava me sentei ao vazo e minha xana estava pulsando, eu comecei a fazer xixi e o deixava ela ainda mais quente, meu corpo lembrava da sensação do seu corpo tocando o meu, mas minha mente me traia me fazendo lembrar que eu estava morrendo de tesão no marido da minha amiga, mas aquele homem era gostoso demais não pude resistir, quando dei por mim já estava massageando meu clitoris, me masturbando no banheiro do trabalho, gozando feliz aliviando toda aquela tensão sexual que havia no meu corpo.

Os dias foram passando e eu já não podia me conter, todas as noites eu me masturbava sem parar eu tentava pensar em outras pessoas, eu sabia que era errado pensar no marido da minha melhor amiga mas era mais forte do que eu, eu ia ao orgasmo e gozava com facilidade pensando naquele homem me fodendo gostoso, de lado, de frente, de quatro, na buceta e no cuzinho, ter aquele pau na minha boca, tudo que eu queria era aquela pau dentro de mim. Já estava difícil me conter, eu ia com roupas cada vez mais justas, decotes cada vez maiores, ia cada vez mais bonita, preparada para o dia que o pecado iria me consumir, eu fazia caras, bocas e vozes, ia na sala dele a todo momento tudo para que ele me notasse, que visse o quanto eu estava desejando ele.

Então fatalmente esse dia aconteceu, estávamos em uma reunião com o cliente, puta cliente chato, ficou oras falando e falando e pior era quando ele ficava lançado gracinhas para mim, velho babão, o bom era ver o quando pedro ficava incomodado com isso, depois da reunião ficamos sentados na sala comendo e bebendo o que havia sobrado , rindo e nos divertindo, ele era um cara muito engraçado , eu estava rindo tanto , foi quando ele disse que eu era muito bonita, parei de rir e fiquei vermelha, não sabia como reagir na hora, eu havia sonhado tanto com esse momento nos meus delírios de masturbação que na hora fugiu todas as reações, ele pôs as mãos no meu rosto, passou para a minha nuca e o arrepio desceu pela espinha até chegar a minha xana que começava a pulsar. Eu já estava entrega aquele beijo, quente e ardio, mas como uma boa garota não podia entregar o ouro assim de bandeja, tinha que fazer meu charme, coloquei a mão em sei peito e o empurrei, dizendo que aquilo era errado, que ele era o marido da minha melhor amiga, mas ele jogou a verdade na minha cara, “não vem com esse papinho pra cima de mim não, eu sei que você ta louca para levar rola” me pegou com mais força e me continuou a me beijar, adoro homens com pegada, não pude resistir aquele macho me dominando, eu era toda dele e então eu disse a ele “vem meu cachorrão, me pega de jeito,me chama de cachorra safada.” nem eu me reconheci naquela hora mas na hora do tesão vale tudo, sempre quis ser dominada assim.

Ele foi beijando meu pescoço, beijando o meu colo e indo direto aos meus seios, ele foi tirando minha roupa toda numa só empreitada, achei que ele fosse rasga-las, me deixou peladinha, pronta para o abate, deu uma olhada para o meu corpo nu de cima a baixo, e balbuciou “krl você é muito gostosa, quero te comer agora !” enquanto começava a chupar meus peitos, chupava com vontade,ele estava em transe, eu comprimi meu peito contra a cara dele me entregando para ele, e ele chupava todo o meu peito, mordia meu o bico do peito,me dando uma misto de dor e prazer, então ele me puxou pelo cabelo, e disse “ajoelha que agora você vai provar da minha pica grande, era isso que você queria num era ?” e eu me ajoelhei e não respondi, ele abriu o cinto e depois o zíper e tirou seu pau pra fora, ficou batendo na minha cara e dizendo “responde sua safada” e eu disse bem baixinho, “sim” mas ele disse que eu devia se referir a ele como senhor porque eu seria a putinha dele e ele meu senhor, ele me deu um leve tapa na cara e disse para que eu dissesse “sim senhor, fiquei meio assustada, mas eu estava na sala dele completamente pelada, era a minha única saída então disse “sim, senhor” respondeu “assim é melhor, agora chupa!” eu peguei a quele pau, duro, cheio de veias e comecei a brincar com ele, lambendo as bolas, e fui subindo , lambendo ele todo, quantas vezes eu fiquei com a boca seca enquanto eu me masturbava pensamentos nele e agora ele me deixava com a boca cheia d´agua, pois tinha aquele pau lindo na minha frente, na minha mão e por seguir, na minha boca, chupei e chupei, modéstia a parte , eu sempre fui boa de boquete, sempre me falaram que eu chupo como uma puta profissional, minha boca pequena e macia é perfeita, ouvir ele falando das minhas habilidade, era como musica para os meus ouvidos enquanto eu chupava e chupava com mais capricho, mas ele queria mais, ele me prensava contra o seu pau, até ele bater no fundo da minha gargante, eu quase engasguei mas consegui colocar aquele pau todinho na minha boca, mamando da cabeça até a base, lambendo a cabecinha e olhando para ele e depois enfiando todo na minha boquinha de veludo.

Ele colocou arrumou nossas roupas no chão e me deitou sobre ela, logo percebi que aquela coisa de mandão era só um personagem, que ele se preocupava de eu deitar no piso frio, então decidi entrar naquela brincadeira. Me deitei e fechei e esperei por ele que sem demora já suspendeu as minhas pernas, me deixando com as pernas dobradas e arregaçadas, deixando minha xana toda a mostra e vi seus olhos brilharem ao vê-la ali, lisinha, carequinha, ensopada , quase pingando de tesão, quando ele voltou a sia caiu de boca e começou a me chupar, que língua era aquela, parecia um lobo, ele chupava, lambia, mordia e assoprava tudo ao mesmo tempo, que loucura, ele estava me comendo com a língua, eu não aguentava mais e gozei, um verdadeiro orgasmo como eu merecia. Então ele segurou seu pau e com a outra mão abriu mais as minhas pernas e veio em minha direção beijando o meu corpo, e apontou o seu pau na porta da minha xaninha e me disse “vamos sua safada, implora pela minha pica” mas eu fiquei em silencio, então ele ficou brincando, me tentando , lambuzando o pau dele na minha xana, eu estava com medo de que alguem interrompesse aquele momento e pegassem agente, então eu cedi e disse aquelas palavras, ele retrucou dizendo que eu tinha de falar alto então eu disse em alto e em bom tom “me fode, por favor, me fode gostoso, quero sentir o seu pau dentro de mim, vai eu sou toda sua!” e mal terminei de falar e ele já enfiou tudo de uma vez, e eu perdi o ar, suspirei tão profundamente quanto ele penetrava em mim, começou a bombar forte em mim, sem trégua, como ex-atleta tinha o folego de um cavalo puro sangue, e meu corpo respondia instintivamente, estávamos em sincronia perfeita quando ele resolveu mudar de posição, me colocou de quatro e abriu a minha bunda e disse “agora você é toda minha sua cachorra” e começou a me foder de novo, indo pra frente para tras, eu pudia sentir cada cm daquele pau entrando na minha xana apertada, me senti mesmo uma vadia, mas estava adorando aquilo, tive incontáveis orgasmos um atras do outro, mas meu prazer maior foi quando ele começou a lamber o meu cu, era delicioso mas eu temia sabendo que ele iria comer a minha bundinha, tenter relutar, mas era tudo em vão, pois meu macho havia me dominado por completo, então ele enfiou seu pau , eu já tinha feito sexo anal antes, mas não tinha curtido não, doia de mais, mas eu não tinha como reclamar, deixei que ele comesse a minha bundinha até que vi a dor começar a passar e o prazer reacender, eu logo estava rebolando e rebolando com aquele pau na minha bunda. O ritmo começou a ficar mais intenso, sua respiração mais profundo e eu sabia que ele iria gozar, era para fechar com chave de ouro, ou de porra, ele inundou meu cuzinho de porra quentinha, ele tirou seu pau e eu pude sentir o tamanho do estrago, por alguns segundos me senti uma putinha mas estava feliz, sentindo meu cuzinho cheio de leite e minha xana esfolada.

Ao me recompor, sai da sala de reunião e fui voltar para a minha mesa dei de cara com a lena! Fiquei branca, gagejei, o que ela estava fazendo ali aquela hora, ela disse que estava querendo fazer uma surpresa ao pedro, mas como estavamos em reunião ela nçao quis atrapalhar, a conversa seguiu normal, ela me contando das sobre o seu dia, mal ela sabia que eu ainda tinha a porra do marido dela no meu cuzinho, e pior quando o pedro voltou a sala e viu ela, ela foi e deu um beijo nele, mal ela sabia que tinha o saber do meu gozo, na minha xana. Me perguntam como eu fui capaz, como eu convivia com aquilo, olha pra mim foi só uma aventura, foi um presente do universo a minha auto estima, uma foda para eu ver como eu ainda podia ser desejada, uma foda amiga saca? hoje nós três somos muito amigos e nada mais aconteceu... por enquanto”

domingo, 31 de outubro de 2010

Feliz Regina ...

Olá meninos e meninas sapekas !!
Tudo bom com vocês ?? eu estou bem mas ando muito ocupada ultimamente , recebi uma promoção no trabalho e tal então anda meio corrido para mim, mas para não deixar vocês na mão ( ou sim, se masturbando) eu conto com meus amigos e amigas, e uma delas me enviou uma historia que queria compartilhar com as pessoas, como ela se mudou, então postanto como um presente de despedida, Regina vamos sentir saudades, espero te ver em breve.

"Há muito tempo eu era afim daquela mulher, e ela era aquele tipo vulgo “Morde e Assopra” assim como tantas que já conheci. Mas o que importava é que eu sabia que ela queria, tanto quanto eu. Sempre fui muito cheia de dúvidas e completamente contra tomar decisões. Jamais cheguei numa mulher, mal sabia como se fazia isso, mas se eu não fizesse, nada aconteceria.
Assim, pelo menos, eu pensava.


Um dia, fomos a uma festa. Na verdade não fomos juntas, nos encontramos por lá. Papo vai, papo vem, bebida entra, verdade sai. Acabamos as duas um pouco alegres. Foi então que eu vi a oportunidade de começar o assunto. Não quis ser clichê, mas haviam algumas coisas que eu não podia deixar de dizer. Coisas que ela já sabia, mas não me custava nada repetir, ainda mais que eu já nem sabia o que dizer direito. Ter como enrolar é sempre bom.
Depois de tanta enrolação, a conversa acabou, claro. E naquele silêncio, pensei em algo, quando vi, já havia dito:
- Você sabe que eu sou afim de você.
Ela sorriu, segurou seu copo e disse:
- Não fala isso, você sabe que eu não posso.
Eu perguntei o motivo, e ela não fazia nada além de repetir a primeira pessoa do singular incansavelmente. Eu achando muita graça, sabia o que ela ia dizer, mas queria ouvir dela, só não sabia se ela teria coragem de dizer.
- Eu... Eu – Ela repetia – Nunca fiz isso antes.
- Mas você quer ou tem curiosidade?
- Não quero.
Aquele “não quero” destruiu todas as minhas ilusões, tudo que eu achava, tudo que eu planejava. Destruiu o ponto lindo no teto que eu usava pra lembrar dela. Naquele momento tudo desmoronou, foi então que a bebida bateu e eu decidi sair de perto dela.
Passei a festa toda bebendo e conversando com outras pessoas, e sempre a via me olhando com uma cara indecifrável. Hora de ir embora. Ela veio até mim e disse:
-Vem, vou te levar pra casa.
- Você não deveria dirigir assim.
- Eu parei de beber depois da nossa conversa, to sóbria, relaxa.
Confiei. Nos despedimos de todos e entramos no carro.
Seguimos caladas até metade do caminho, quando então ela resolveu quebrar aquele silêncio. Perguntou se eu estava bem e por que estava quieta. Respondi que estava muito bem, e estava quieta porque não tinha muito o que falar. Ela pediu desculpas por ter me chateado e continuamos em silêncio.


Meu prédio se aproximava e eu já não tinha mais nada a perder, ou melhor, tinha; a amizade dela e lembrei disso no último momento, isso evitou que eu a beijasse de surpresa. Então ela parou o carro, eu segurei seu rosto e dei um beijo em sua bochecha, ela, por sua vez, retribuiu sem soltar seu rosto do meu. Eu ali, pensei 1000x se deveria arriscar, incrível como eu consegui pensar tanto em poucos segundos. Então dei um abraço nela, e falei pra ela ficar tranqüila que nada tinha mudado e agradeci a carona. Ela ficou aliviada... Parece que disse “que bom que você entendeu”, não lembro direito. Soltei o abraço e pensei “É agora!” Mais uma vez segurei seu rosto e lhe dei um beijo, mas dessa vez bem próximo à boca. Ela, ao retribuir, acabou me dando um selinho. Pensei que ela reagiria de várias formas, mas tudo que fez foi ficar olhando pra mim, então tomei coragem e fui. Para meu espanto e felicidade, ela retribuiu o beijo. Minha vontade dela era imensa, não conseguia mais parar de beijá-la e não queria. Não iria a lugar algum sem aquela mulher. Finalmente parei e perguntei se ela queria subir. Ela disse que achava melhor não, e pediu desculpas, disse que não sabia o que tinha dado nela. Pediu que eu descesse do carro e foi embora.
Cheguei em casa sem saber o que estava sentindo. Se estava feliz por finalmente ter conhecido o prazer saciado ou se estava triste por ela ter ido embora.


Larguei minhas coisas em cima da mesa (chave, celular, documentos e etc) e sentei no sofá, ouvi meu celular dar sinal de mensagem. Novamente para minha surpresa, era ela. A mensagem dizia “Desculpa se fui grossa, é que não sabia o que fazer. Amanhã conversamos, fica bem. Beijos”
Aquilo não poderia terminar daquele jeito. Como assim, “fica bem, beijos”. Liguei pra ela. Demorou um pouco e ela me atendeu.
- Eu ia te ligar.
- Por que não ligou?
- Não sabia se deveria.
- Devia ter ligado
- O que foi?
- Por que você mandou essa mensagem? O que você quis dizer com isso? Tá arrependida?
- Não, claro que não. É que eu não sei, eu nunca fiz isso, você sabe. Eu to confusa, não sei o que ta acontecendo.
- Beleza, então amanhã a gente conversa.
- Não calma, não fica brava, desce. Eu vou passar aí.
A hora de conversar era aquela. E eu ia fazê-la entender o que se passava com ela! Nem que pra isso eu tivesse que agarrá-la no meio da rua. Desci e em 2 minutos ela chegou. Estacionou o carro desceu, falei pra subirmos e ela aceitou

Chegamos em casa, sentamos no sofá, cada uma numa ponta. E eu comecei:
- Pode falar.
- Eu não sei o que falar. Não sei nem o que ta acontecendo comigo.
- Eu sei o que ta acontecendo contigo.
- Você não sabe.
- Você quer, mas tem medo! É natural... Eu fui assim também, você acha que eu faria mal a você?
- Claro que não!
- Então qual é o problema?
- Eu não sei bem...
- Você gostou?
- ...
- Gostou?
- Gostei, mas isso não quer dizer nada.
Como não quer dizer nada? Então o que diz alguma coisa? Mulheres são complicadas demais. Eu sou complicada, mas ela... Meu Deus. Fiquei sem palavras. Abaixei a cabeça e não parava em pensamento nenhum, na verdade não sei quanto tempo consegui ficar sem pensar em nada. Agora lembrando disso, parece que tive uma espécie de amnésia. E ela me interrompeu:
- Nós temos uma vida completamente diferente, idade, objetivos, amigos, tudo diferente.
- Você tem medo do que os outros vão dizer?
- Não... Não é isso.
- Ninguém precisa saber!
- Eu vou saber. Eu tenho várias amigas gays e tal, mas a diferença é que são elas... E não eu. Nunca tive preconceito, mas agora eu já to perdida. Não sei.
- Quando é com os outros é bem mais fácil NE?
- É... Mais ou menos isso. Como eu vou chegar e apresentar você pras minhas amigas? Como vou te apresentar pra minha mãe? Ela vai ter um troço!
- Você não precisa me apresentar pra ninguém, não precisa tornar sua vida pública.
- E como eu vou justificar você sempre do meu lado?
- Então não foi só um beijo?!
- Não entendi.
Pensei que pra ela, aquilo havia sido apenas um beijo. Mas não... Ela já pensava no amanhã, no depois de amanhã, e na semana seguinte, em tudo. Comigo. O que eu deveria dizer? Claro que eu queria, mas será que ela suportaria?
- Pensei que pra você tinha sido apenas um beijo, mas você ta aí falando de apresentar pra família, pros amigos...
- É, porque eu não renunciaria muitas coisas só por uma diversão.
- Então eu não seria só uma descoberta?
- Claro que não, se eu beijei você é porque eu sinto alguma coisa, eu só não sei se eu quero sentir isso, se eu quero levar isso adiante.
- Uau!


Fiquei um pouco perturbada com aquilo, mas ótimo! Ou não... Talvez fosse melhor ela apenas ir levando enquanto decidia, mas eu a conhecia, não gosta de deixar nada pra  depois. Ela queria resolver a situação naquele momento, no máximo no dia seguinte. E pelo rumo do papo, parecia que seria no dia seguinte. Não sei o que me deu, mas eu resolvi deitar no colo dela, deitei e fiquei quieta. Ela começou a mexer no meu cabelo, e falar, falar, falar sem parar tudo que ela já havia dito antes. E eu ali, deitada em seu colo, sem saber o que fazer.
Decidi que não poderia colocá-la na parede, porque aí então, ela optaria por não ficar mais comigo, então disse pra ela tudo que sentia e o que eu pretendia ou imaginava. Ela prestou atenção em tudo... E no fim me abraçou. No abraço eu disse:
- O que você sente?
- Me sinto bem
- Não, não é como você se sente, mas o que você sente.
- Carinho
Olhei pra ela e perguntei se ela sentia vontade. Pra mim sempre foi válido o velho ditado, quem cala consente. E por ter calado, eu a beijei. Beijei com todo sentimento e vontade que havia dentro de mim, fui carinhosa, calma e delicada. Ela também, parecia que estava explorando algo, e fascinada com a descoberta, ali eu a senti entregue à mim.
Fui me deitando em cima dela e ela se ajeitando no sofá, não demorou muito para que eu estivesse completamente em cima dela, e ela confortavelmente no sofá, permitindo-se sentir tudo que outrora negava.


Lentamente fui colocando minha perna entre as pernas dela e beijando seu pescoço, seu colo e voltando para boca, quando senti que sua respiração estava mais rápida, sentei-me em cima dela, e a fiz levantar ainda beijando... Tirei sua blusa e confesso que quase gozei quando a vi estendendo os braços para cima para me ajudar a tirá-la. Coloquei a blusa no chão com calma, e olhei pra ela demonstrando todo meu desejo. Fui com vontade ao seu colo, e abaixei seu sutiã, lambendo cada pedaço de seus seios. Quando vi que ela estava se deliciando, tirei seu sutiã. Neste momento ela parou de me beijar, e me olhou fundo. Passou a mão em minhas costas por dentro da blusa, de forma a tirá-la, eu a ajudei, e eu mesma tirei o sutiã. Ela ficou me olhando, sem saber direito se deveria fazer aquilo ou não, mas deu um sorriso e retribuiu o carinho que eu havia feito em seus seios. Continuamos nos beijando e nos explorando, até que não consegui mais segurar tanto desejo e desabotoei sua calça, enfiando a mão por dentro, percebi o quanto ela estava molhada e isso era um ótimo sinal. Ela queria tanto quanto eu. Já estava gemendo, e eu nem havia tirado sua calça.
Tirei, com muita calma, como sempre, da forma mais romântica possível, e tirei a minha também, deixando ela me ajudar, claro.


Totalmente à vontade, trocamos carícias e cada vez que eu a tocava era um outro modo de fechar os olhos e emitir ruídos que me molhavam de prazer também. Fui beijando seu corpo inteiro, beijei sua barriga e fui descendo. Quando cheguei ao ponto, já sabia exatamente onde ir, mas antes dei uma enrolada, pra vê-la se contorcendo, e vi.


Quando decidi então que aquela era a hora, ela me segurou pelos cabelos apertou minha cara contra ela e gritou meu nome. Eu ali, disposta a lhe dar todo prazer que uma mulher poderia sentir, alcancei meu objetivo. E, ao vê-la gozar, trêmula, me olhando e sorrindo, imediatamente me senti a ponto de gozar, mas para isso precisaria da ajuda dela, e não demorou, ela logo retribuiu o que eu havia lhe feito e com muita competência para uma primeira vez com mulher. Senti que aquela noite iria longe, porque nós duas queríamos muito mais. E fizemos ainda muitas outras coisas no sofá. Quando já estávamos cansadas, decidimos levantar e ir para o meu quarto. Ao deitar, parece que minha cama tinha uma fogueira embaixo, pois começamos a nos tocar novamente, mas de um jeito muito mais quente, já que havíamos abusado do romantismo anteriormente.


Dormimos pouco, quando acordei a vi de olhos fechados com um sorriso no rosto e não sei dizer ao certo quanto tempo fiquei olhando pra ela. Aquela garota tão linda me fazia sonhar com as coisas mais belas, só pensamentos de amor e carinho passam pela minha cabeça, por isso me levantei e lhe preparei um belo café da manha na cama, o seu sorriso naquela manha parecia estar mais radiante do que antes, então comemos e provocavamos uma a outra como um casal apaixonado, mas ers dificil ficar na cama com ela sem fazer nada, sem sentir aquela vontade louca por isso não demoro muito e logo ja estavamos fazendo sexo novamente."

domingo, 3 de outubro de 2010

O Feriado

Ola meninos e meninas sapekas!
td bem com vcs ? eu estou bem obrigado. Esses dias recebi um e-mail de uma amiga querida... e recevi postav-la como forma de gratidão por realizar meu sonho de infancia. Enfim se divirtão como se fosse um conto meu !

"Já havia prometido escrever uma historinha que aconteceu comigo para a Alicia, mas como passou um pouco o tempo, acabei esfriando e não tendo mais a mesma empolgação para contar.
 
No meu caso, que não sou uma blogueira de contos eróticos, me resta relatar o que aconteceu comigo enquanto ainda estiver sob efeito da coisa toda.
 
Mas agora lembrei como se tivesse sido ontem e quero contar.
 
Era feriado e fui para uma praia badalada do meu Estado e, logo na primeira noite, houve uma rave em uma boate na beira da praia, e eu apareci por lá. Eu e mais duas amigas estávamos curtindo, dançando, bebendo... Até que me abusei do barulho naquele lugar fechado e fui dar uma volta na área externa.
 
Desci umas escadas, fiquei olhando o mar e quando estava subindo de volta para onde as meninas estavam, eis que um braço segura o meu quando eu ainda estava no segundo degrau. Eu, como costumo ser meio explosiva, já olhei com cara feia, achando que era mais um daqueles carinhas incovenientes que ficam puxando sem nem me conhecer.
 
Quando olho pra trás, um menino LINDO e com sotaque carioca, me disse: "Vai pra onde?" Bem, tenho 22 anos e ele também, mas costumo ficar com homens mais velhos, de 25 em diante. Mas esse moreno, da pele lisinha, olhos meio puxadinhos, boca carnudinha na medida, um sinal em baixo da boca, cabelos lisos e meio bagunçadinhos, saradinho, alto, carinha de safado e com sotaque carioca me fez parar na escada e dizer que eu não iria para lugar algum.
 
Começamos a conversar, ali mesmo, na escada. Descobri que ele mora perto dessa praia, está por aqui a trabalho e nem sabe quando volta para sua terra natal. Eu estava no meio da escada e ele a uns dois passos de mim. Ele não parava de olhar para o meu decote. Foi quando perguntei: "Carioca, você poderia olhar nos meus olhos enquanto conversa comigo?"
Ele respondeu: "Não, não posso. Você vem com um vestido desses e eu vou olhar pra onde quiser. Algum problema?"
 
Meu Deus, adoro quem fala assim comigo. Pareço ser super mandona, mas adoro os que descobrem que é tudo fachada. Pois bem, eu respondi que ele poderia olhar pra onde quisesse, perguntando daquela forma, ele conseguiria quase tudo.
 
Sei que ele me puxou mais pra perto, disse que eu estava atrapalhando a passagem. Nesse puxar mais pra perto, ele colocou aquela mão toda nas minhas costas, um pouco em cima da bunda, e me pressionou contra o corpo dele. Desde aí, eu já senti um arrepio pelo corpo. Ele ficou me encarando, calado. Se aproximou mais, passou a boca no meu pescoço, queixo e depois me beijou. Eu simplesmente amoleci. Dali ele poderia fazer o que quisesse comigo que minha cabeça não obedeceria mais a comando algum de negação.
 
Então ele me tirou do meio da escada e fomos para um lugar menos indiscreto. Aquele som de rave rolando e ele me pressionando na parede, beijando meu pescoço, passando a mão na minha bunda por debaixo do vestido. Até aqui, tudo novo pra mim. Estávamos no maior amasso pra quem quisesse ver. Novo porque não costumo fazer isso, sou até bem reservada.
 
Até que ele parou e me chamou para ir no carro dele buscar um negócio, eu disse que não iria de forma alguma, que esperaria por ele ali mesmo. Ele olhou e disse: "Você vai! Já está indo. Não faremos NADA que você não queira". E saiu me arrastando pela mão. O problema era justamente esse: nada que eu não quisesse.
 
Lá vamos nós. No caminho, ele me parou em umas galerias fechadas, me encostou na parede e me beijou. Não só isso, mas puxava meus cabelos pela nuca de uma forma que me deixava arrepiada. Enfim. Mesmo assim eu estava convencida de que não entraria naquele carro. Ao chegarmos lá, depois de muitas paradinhas, desaba o maior temporal. Sim, pura verdade. Comecei a ficar toda molhada, em todos os aspectos, e ele me disse com a maior cara de pau: "Vai ficar aí na chuva mesmo"?
 
Entrei e ele entrou em seguida. Foi logo afastando os bancos pra frente e ligando o ar condicionado. Tirou aquela camisa molhada e veio pra cima de mim. Novamente me pegou pelos cabelos, me deitou no banco e me beijou. Minha calcinha foi tirada em menos de 2 minutos e ele desceu me beijando toda. Levantou minha perna e começou a me chupar. Assumo que havia bebido um bocado, mas me recordo de ter sido uma das melhores da minha vida.
 
Eu estava fora de mim e quase gozando, quando ele me puxou e me sentou em cima dele. Ficamos ali, naquele contato, eu rebolando em cima dele tentando sentir o mesmo prazer de quando ele estava me chupando... Estava quase gozando novamente... Quando vi que pessoas estavam passando por trás do carro e quis parar. O vidro era fumê, mas dava pra perceber o movimento. Eu disse que pararia e que sairia dali.
 
Ele me segurou firme na nuca, pelos cabelos e me deu um tapa na cara. Em seguida, continuou com o movimento. Ele já estava sem calça, só de cueca e ainda disse: "Você não vai pra canto nenhum". Se eu já estava com tesão, foi o ápice. Ser mandada e ainda levar uma tapa na cara. Nem eu sabia que gostava disso. O pirralha sabia o que estava fazendo, me encarava com uma cara de safado que eu nunca vi e quando eu gemia, ele batia novamente e me mandava calar a boca!
 
Juro que não queria me lembrar deste menino, mas já estou suando só de pensar. Continuando, eu também dei uns tapinhas na cara dele e ele revidava, puxava mais forte pelos cabelos. Um misto de dor e prazer inexplicável tomava conta de mim. A sensação de QUASE gozar durou muito tempo, pois eu ainda estava sentada em cima dele, apenas sentindo TUDO aquilo em baixo de mim.
 
Ele percebeu que eu estava realmente prestes a gozar, quando me empurrou de cima dele e me deitou no banco do carro. Colocou a camisinha com uma habilidade que não me deixou esperando nem três segundos e veio pra cima de mim. Eu pedi pra ele colocar, pra me comer! Pela primeira vez tive muita vontade que alguém me penetrasse, sem nem fazer arrodeios. Ele não me obedeceu, me uma tapa na bunda e me arrastou mais pra perto dele pelas pernas. Eu, a mandona, estava entregue nas mãos de um MENINO. A cara dele era o que me dava mais tesão, uma expressão séria, de quem realmente MANDAVA na situação.
 
Foi quando ele disse: "Você acha que manda em alguma coisa aqui? Não manda em nada. Vai ser do jeito que eu quero!" E mais uma tapa na cara. Ficou passando lentamente o pau dele no meio das minhas pernas, me dando mais tesão, me masturbando sem nem colocar as mãos. Eu puxava ele pra perto de mim, queria que aquela "tortura" acabasse logo! Queria gozar! Foi quando ele colocou tudo de uma vez só, de surpresa!
 
Uma onda de calor passou pelo meu corpo e eu gemi alto. Ele deitou por cima de mim e ficou fazendo os movimentos lentos, para que eu sentisse cada centímetro dele dentro de mim. A cada vez que eu gemia, ele dava um tapinha e perguntava se eu estava gostando. Eu não respondia e ele batia mais forte e falava mais alto: "RESPONDA!"
 
Ele me virou de costas e ficou por cima de mim. Novamente passava o pau dele no meio das minhas pernas, fazendo pressão. Quando passou pela minha bunda, dando tapas nela e fazendo pressão ali mesmo. Nessa hora fiquei com medo, apesar do tesão. Não faria anal com ele, mas se eu dissesse que NÃO, ele me daria mais um tapa e faria o que quisesse de mim. Ele era bom de argumentos.
 
Ele percebeu que eu não faria, se deitou por cima de mim movimentando o corpo e disse:"Eu disse que não faria nada que você não quisesse, não vou fazer isso". Me beijou o pescoço, as costas, foi descendo, passou a língua novamente onde ele quis e me comeu novamente, naquela posição. Dessa vez, não teve pena. Colocou com força, movimentos rápidos, eu estava suando muito, apesar do ar ligado. Foi quando comecei a ver que ele perdeu um pouco a pose de quem estava por cima.
 
Os dois estavam em êxtase, ele me penetrava fundo, rapidamente e sua respiração estava descompassada. Segurou forte na minha nuca, mordeu meu pescoço, foi quando eu disse que iria gozar. Fizemos isso juntos. Ele caiu, literalmente, em cima de mim e ficamos ali, recuperando o fôlego. Sentir o peso do corpo dele sobre as minhas costas e aquela respiração no meu ouvido foi um final perfeito para uma transa totalmente inesperada.
 
Nos arrumamos, voltamos para a rave e continuamos nos agarrando pelas paredes. Ainda me convidou novamente sair dali e disse, olhando na minha cara, sem o menor pudor: "Quero te chupar todinha de novo, bem mais do que eu fiz hoje".
 
Enfim, não saí dali de novo com ele, mas trocamos telefone. Próximo mês tem feriado de novo. Já sei o que me aguarda."