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sexta-feira, 2 de setembro de 2011

braços de uma alma paulistana


Olá meninos e meninas sapekas!
Tudo bem com vocês? Eu estou bem, eu pouco na minha no momento mas estou bem.
Mas foi inevitável me lembrar da época que tudo era maravilhoso. Ok, nem tudo, mas quando se esta em meio a natureza tudo parece mais bonito não é!? Pois é. Esse é o tema do post desta semana. Aproveitem.

“Eu lembro de voltar por varias vezes da balada e ver pessoas correndo e fazendo exercícios e me perguntava “Quem diabos corria as cinco da manhã ?” mas a vida adora me pregar peças e claro comecei a trabalhar tanto que comecei a ficar sem tempo para a academia, e eu um dia desses reclamando sobre como eu estava gorda e velha (claro que eu não tinha nem 25 anos e estava comendo sorvete) e então minha amiga disse que corria todos os dias as 5 da manha no parque, depois de xingá-la um pouco deixei que ela explicasse que ela achava aquele o melhor horário, pois o tempo é mais ameno, tem pouca gente no parque e blah blah blah wiskas sache. Enfim eu disse que qualquer dia eu iria experimentar (mas claro que eu falei aquilo da boca para fora mas preciso aprender a medir minhas palavra), mas CLARO que ela me ligou as quatros da matina para me chamar para correr alguns dias depois.

Eu recusei, mas fiquei rodando na cama , tinha perdido o sono. Então tratei de me arrumar, ligar para aquela maldita e ir para o parque. Nos encontramos no portão 6, eu com a cara de sono e ela lá toda animada, já fazendo alongamento me esperando. Eu não sei de onde ela tirava tanta disposição mas já que eu estava ali... corremos , corremos, corremos e conversamos também e isso ajudou a não perceber o quanto nos havíamos corrido, só senti quando parei e ai as dores me alcançaram e puta que pariu, que dores. Ela disse que isso era normal para os inciantes (detalhe que ela só me avisou depois né?) mas que logo logo ia passar , logo meu corpo ia se acostumar e disse que faríamos um dia sim e um dia não (como se eu já tivesse aceitado), mas acho que de certa forma aceitei e fiz o combinado.

Sem que pudesse perceber fui tomando gosto pela coisa, eu praticamente levantava sem sono e eu que ligava para ela para ir correr, mesmo quando ela não podia eu ia correr sozinha, o que acabou se tornando frequente devido ao trabalho dela até que por fim eu já estava indo correr sozinha, todo santo dia, comprei roupas, comprei um mp3 só para deixar as musicas que eu gostava. E corria com aquela trilha sonora, sem ninguém para me perturbar, ei sai do mundo, entrava no meu mundo. A musica me fazia bem, o suor me fazia aliviar os problemas. Eu estava irreconhecível, não era um comercial da olympikus mas eu estava correndo sem parar as 5 da manha com um sorriso no rosto. Um desses incontáveis dias algo diferente aconteceu... eu estava sempre ouvindo musica e quase nunca reparava em nada no caminho, mas um cara me chamou a atenção, nunca vi alguém tão charmoso correndo, uma calça dessas de tectel , e uma blusa de manga comprida bem justinha, mostrando o corpo preparado do rapaz, era um loiro de olhos azuis, quase uma alemãozinho, logo pensei: “forasteiro” e continuei a correr.

O parque é bem grande, mas comecei a reparar eu de tempo s em tempos ele dava um jeito de aparecer para mim, acho que ele ficou cortando caminho de proposito só para me ver, porque não era humanamente possível ou eram as .. “forças do destino” e ele parecia corre em câmera lenta. Então ele decidiu se aproximar, correr praticamente do meu lado, mas eu fingi que não estava nem ai, mantive com os fones de ouvido o tempo todo, admito que um pouco de charme da minha parte. Mas o cabra corria num ritmo bastante forte e eu acabei cedendo comecei a diminuir até caminhar lentamente, ele seguiu em frente. Eu vi, quase como uma miragem um bebedouro ali só me esperando, parei pare beber água , então o vi retornar. Resolvi dar uma chance ao rapaz, tirei o fone do ouvido e fiquei ali bebendo água, recuperando as minhas forças, esperando para ver como o forasteiro se saía.

Apelão! Era isso o que ele era. Apelão! Acho que ele leu meus pensamentos que eram: “como alguém pode ficar tão sexy com a camiseta toda suada???” e fez o favor de tirar a camisa, e revelou uma das maiores e mais fodas tatuagens que eu já vi com os meus próprios olhos claros que deus me deu. A tatuagem cobria o ombro, parte do braço e parte das costas. Eu fiquei olhando , olhando que ele acabou notando e sorriu. Na hora fiquei sem o que dizer e acabei dizendo “doeu?” (damn it ! Que coisa mais estupida ! Não.. fez cosquinha... alicia burra! alicia burra!) ele ainda sorriu e disse que não, que fofo.. ficamos então conversando, logo reparei que ele era do sul, com aquele sotaque maravilhoso que a cada “bah!” que ele soltava minha calcinha molhava mais um pouquinho, íamos andando bem devagar, parecia que estavam todos “acelerados” e só agente em câmera lenta repara para onde estávamos indo e fomos para lá pelos meio do parque, é uma parte meio abandonada e sem iluminação. ainda estava de noite e eu comecei a ficar com medo pois falavam que por ali tinha muitos assaltos e até estupros e me abracei com o meu homem e disse “me protege?” ele virou para mim e sim, “claro, minha princesa“ (princesa é da cohab mas ouvir isso de um.. príncipe europeu com sotaque do sul ganha outro tom) eu não resisti, olhei nos seus olhos azuis, passei a mão pela sua nuca e pelos seus cabelos molhados de suor e dei um beijo. 

O beijo era sensacional, era delicado, mas com vontade, coisa muito difícil entre os homens principalmente entre os do tipo parrudinho, fiquei viajando em seus lábios e logo começou a bater aquela vontade, nossos corpos suados me davam mais tesão ao contrario do que se espera, eu podia sentir o calor dos nossos corpos ainda, os músculos estavam enrijecidos pelo exercícios e estava tudo durinho, eu tentei, eu juro que eu tentei mas não resisti e taquei a mão não bunda dele e apertei com gosto, ele tomou um susto e eu fui tomada pelo tesão, gente que bunda, durinha, e que corpo. Ai ele começou a se aproveitar de mim também, a mão dele começou a explorar o meu corpo, e nessa época eu tava com o corpo no auge, ele deve ter deliciado também. Eu olhei bem pra ele fazendo a cara de mais safada que eu poderia fazer, sabia que um gentleman como aquele não ia se tocar das minhas intenções se eu fosse sutil. Ok, nem assim.. tive que falar para irmos para um lugar mais afastado (mais ? é... já estávamos no meio do nada, então só nos restava o meio do mato. Sim. Era exatamente onde eu queria ir)

Avistei uma arvore, em meia a tantas outras pois escolhi logo o meio do bosque, eu sabia o que ia acontecer, e minha mente fértil já havia imaginado tudo, eu já estava molhadinha antes mesmo de começar. Mas o “príncipe” entendeu o recado, me pegou pela cintura me puxou contra ele e quase num passe de dança virou e me colocou contra a arvore, eu só pude dizer “vem delicia!” antes de começarmos a festa, os beijos já começaram intensos, ele foi certeiro na minha orelha, beija mordia e murmurava coisas que meu estado de tesão me impossibilitavam raciocinar, aquele sotaque, a adrenalina do momento, a endorfina do exercício tudo foi acumulando e eu estava revirando os olhos, me segurando nele, com força porque minhas pernas já estavam fracas e pedindo por mais.

As roupas de exercidos tem uma qualidade interessante, são fáceis de tirar, na verdade são tão acessíveis que você nem precisa tirar, só reparei que ele estava com as mãos indo em direção aos meus peitos pela diferença de temperatura do meu corpo quente o o gélido tempo da minha capital paulista, o meu gaúcho já chegou na pegada, apertando com firmeza, mas sem perder a noção, se eu não estivesse encostada na arvore, eu juro que tinha caído no chão na hora que ele começou a descer a mão e enfiou dentro da minha calça e indo direto na minha bucetinha, seus dedinhos entraram com facilidade enquanto ele me falava as putarias mais baixas que soavam como lindos sonetos rebuscados naquele sotaque gaúcho. Eu me segurava ele pelos cabelos, e pedia por mais, mordia os lábios, mordia o seu pescoço, eu estava a caminho do orgasmo mais agressivo da minha vida e pela primeira vez fiz questão de anunciar, anunciei em alto e bom som “eu vou gozar” e claro que ele me pediu para gozar , gozar para ele mas como dizia o velho ditado, seu simples desejo se tornara uma ordem.

Mas eu tenho o (péssimo ou maravilhoso) habito de nunca deixar barato, se um homem me faz gozar rápido eu tenho que fazer ele gozar mais rápido ainda, então coloquei ele apoiada na arvore abaixei suas calças só um pouco e pus seus pau para fora, não deixei nem o menino respirar um pouco do ar puro do parque e já cai de boca, coloquei a minha mão por dentro da calça comecei a me masturbar também para dar mais ritmo, eu por um momento deixei de ouvir o seus sotaque para ouvir o seu gemido, acho que a única coisa mais tesuda que o sotaque de um gaucho é o gemido de um gaúcho (e isso vale para as gauchas também, uma vez eu tava com a … ah deixa para lá! isso vou deixar para outro dia né ?) fiz questão de beber até a ultima gota, e ainda abrir minha boca para cair lentamente. Quando eu olhei para ele com aquela cara de safada ele tava olhando para mim com os olhos arregalados, e eu apenas.. sorri.

Acho que a vontade dele era me xingar tanto, mas ele descontou tudo na minha bucetinha, ele me erguei contra a arvore, ajeitou seu pau bem na porta da minha bucetinha e enfiou tudo de uma vez, me pegou pelo cabelo e começou a bombar bem forte, eme me comia e falava em meu ouvido “vai paulista, rebola no meu pau paulista, eu sei que você gosta, hoje você achou um macho de verdade paulista.” eu estava entrando no clima mas percebi que ele diminuiu o ritmo, quando abri os olhos, vi que o dia estava clareando, que logo o parque ia ficar cheio e a escuridão de estarmos embrenhados mato a dentro já não nos abandonava.

Ele me deu seu telefone, disse que ficaria na cidade mais alguns dias, eu fui la no apart-hotel no outro dia terminar o serviço e valeu cada minuto. O percusso que normalmente eu fazia em 20 minutos eu levei por volta de uma hora e quarenta minutos, lembro que cheguei atrasada no meu compromisso e acabei nem podendo entrar, mas quer saber? Não trocava aquela foda por nenhum evento chato que tem a toda hora.

4 comentários:

GunZ disse...

A cade camisinha, vc sai com um gaucho (grande possibilidade de ser bixesual é grande chance de ter aids). Vc arrisca de mais.

GunZ disse...

Mas o conto é otimo.

_aliciadelicia disse...

pode reparar que nenhum conto eu falo sobre isso. não quer dizer que eu não use, mas acho broxante interromper a narrativa para dizer "ai ele pos a camisinha"

grata,
^^

Anônimo disse...

Alicia alicia...

Assim você me mata.