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segunda-feira, 26 de dezembro de 2011

Sol, Ar condicionado e Sexo

Olá meninos e meninas sapekas!
Que calor é esse ? Falaram que eu ia arder no inferno, mas qual é? O mundo só acaba ano que vem caspita! Mas coisas boas acontecem no verão também não é? Piscina, banho gelado pouca roupa, bikini, e disso agente não pode reclamar né? Esse calorão me lembrou de uma história das mais inusitadas.

“todos adoram o calor, mas só quando podem ir à praia ou a piscina né? Porque fazer suas tarefas habituais em um calor infernal não há nada pior, esse era o meu sentimento naquela fila, tinha tirado o dia para resolver as minhas pendencias, e uma delas era lavar meu carro que estava imundo, sempre cuidei do meu carro com muito amor e carinho, ia sempre levar meu carro ao posto aqui perto de casa, deixava ela la e ficava conversando com os cabras do posto, com as meninas da conveniência, já conhecia até o dono do posto, mesmo que com esse eu não falava muito, porque ele raramente ia lá. Mas andava muito ocupada naquele mês, meu carro estava imundo, e meu pai não pode me ajudar naquela semana então lá fui eu entrar naquela fila gigantesca para lavar o carro, um dos meninos até falou para eu passar na frente porque eu era cliente VIP, mas recusei, não seria correto, mas juro que nos 5 primeiros minutos torrando naquele sol infernal eu já tinha me arrependido, eu até tentei ligar o radio para me distrair mas o imbecil do carro de trás tinha um daqueles sons foderosos (que sempre, mas SEMPRE tocam musica ruim) então estava sem esperanças, seria condenada àquele inferno sem juiz. 

Mas nem tudo estava perdido, havia um anjo, ou um deus naquele inferno, eu vi ele sair do carro e tirar a camisa, não sou fã dos musculoso, mas admito que é bonito de ver, aquele corpo sequinho, todo desenhado, ele ficou ali sem camisa, apoiado no carro, bebendo uma cerveja direto na garrafa, nada poderia ser mais sexy do que aquele momento. Legal! agora além do calor de fora eu estava com calor por dentro, eu estava suando... minha safadeza estava transpirando, as gotas estavam escorrendo do meu pescoço passando direto pelo meio dos meus peitos e descendo barriguinha abaixo, abri alguns botões da minha blusa para ver se batia uma brisa, mas nada, já estava quase colocando meus peitos para fora na frente do ventilador do meu carro. Eu não sei por quem eu babava mais, se pelo cara ou pela aquela cerveja gelada, eu não sei quem estava mais suada, eu ou aquela garrafa de cerveja, eu não sei quem estava mais molhadinha eu ou... não, essa eu sei, era eu com toda certeza.

Com toda cara de pau possível, eu fui lá puxar assunto com o rapaz. Olhei e o cara tinha várias cervejas no carro, ele me ofereceu uma, e claro que eu aceitei feliz, aahh nada como uma cervejinha naquele calor, até tinha esquecido que tinha aberto vários botões da minha blusa e vi seus olhos arregalados olhando o meu colo eu até ameacei a ficar sem graça, mas a cagada estava feita então eu iria até o fim, assumo que usei truques mais baratos de sedução.. fiquei passando a mão em seu braço, em seu peito, olhando para ele, mordendo os lábios, mas acho que o que fechou o pack com chave de ouro foi quando minha cerveja acabou, eu estava mesmo com toda sede, que tomei até a ultima gota, abri a boca, coloquei a língua para fora, e esperei as ultimas gotas, parecendo uma puta esperando pelas ultimas gostas de porra quentinha escorrendo de um pau, ele ficou sem o que dizer, mas não era preciso dizer nada, só me beijar.

O clima começou a esquentar tanto quando o asfalto daquele dia, achei que a qualquer momento ele me viraria, me debruçaria sobre o capo do carro, levantaria minha saia, arrearia minha calcinha e me comeria bem ali na fila do lava rápido. pedi 5 minutos e fui falar com um dos meninos, deixar a minha chave do meu carro para eles andando com a fila, ele me disse que o rapaz não precisava sair do posto, que era só ele encostar no deposito, que ninguém iria nos incomodar ali, era onde eles limpavam as maquinas de óleo e tal. Sugestão aceita, e encaminhei o cara à perdição, digo, ao local indicado, e la chegando ele fechou os vidros fumes, ligou o som e o principal, o ar condicionado! Logo estávamos nos pegando, a calcinha já estava de lado, e seus dedos já ligeiros, minha mão já estava calça a dentro, os lábios se cruzando, as línguas rodopiando, o ar condicionado não dava conta do calor que estávamos sentindo, do fogo que permeava o nosso corpo, então decidi “molhar a cabeça” para ver se refrescava, ajeitei ele no banco, ele puxou o banco o máximo para trás abriu as calças e tirou seu pau para fora e eu sem cerimonia eu cai de boca, para chupar até ele gozar, queria fazer a felicidade daquele guri, talvez como forma de recompensa pela cerveja, ok não sou do tipo que pago cervejas com boquetes, mas né?

Eu estava no deposito de um posto, chupando um pau, com a bunda arrebitada virada para a janela, com a bundinha exposta para quem passasse por ali, o cheiro de gasolina, o cheiro de óleo queimado, ao contrario do que se esperava, tava me dando mais tesão, tava me sentindo uma latina num filme do velozes e furiosos. Continuei chupando, ele com a mão sobre a minha cabeça, acompanhando o movimento, fazendo um carinho na minha nuca arrepiada, mamei gostoso até ele gozar para mim, limpei o canto da boca e fui para o banco de trás, ao me contorcer para passar entre os bancos, minha bundinha fico exposta para ele, ele enfiou os dedos na minha bucetinha e eu paralisei, sem conseguir me mover, minhas pernas não me obedeciam, só quando ele parou e me olhou com aquela cara de fdp e um sorriso de quem estava no poder, eu então sentei no canto encostada, tirei minha calcinha e joguei para ele, e comecei a me tocar, chamando ele, ele levou as mãos a cabeça, não acreditando no que estava acontecendo, ceder ou não ceder a tentação, eis a questão. Mas ele veio, e veio babando querendo me chupar de volta, colocou a cara entre as minhas pernas e sugou meu grelo, deu aquela mordida que você sente seu impulso do seu grelinho indo até o serio, passando por toda a coluna. Ele me chupava, me lambia, me mordia, eu prensava ele entre as minhas pernas para que ele diminuísse o ritmo mais logo minhas pernas foram perdendo a força e o orgasmo veio a galope e por fim ele deve seu premio e tomou meu melzinho, eu estava molhada , suada, estava toda aberta, só esperando ele cravar seu pau em mim, então eu puxei ele pela nuca, e soltei um sonoro “vem e me fode”, ele obedeceu e começou a bombar, eu acompanhando o ritmo com a cintura e com a mão batendo no vidro, não estava me importando se eu estava toda torta, só me importava o prazer daquele momento.

Quando voltei para o meu carro, os meninos já estavam rindo, mandei ele não abrirem o bico, peguei o meu carro lavadinho e fui embora, quando fiz o contorno, vi ele lá, no fim da fila, de novo, deu pena, mas o que ele quer? Comer a mina e ainda o carro lavado, tá pedindo demais né ?

sexta-feira, 2 de setembro de 2011

braços de uma alma paulistana


Olá meninos e meninas sapekas!
Tudo bem com vocês? Eu estou bem, eu pouco na minha no momento mas estou bem.
Mas foi inevitável me lembrar da época que tudo era maravilhoso. Ok, nem tudo, mas quando se esta em meio a natureza tudo parece mais bonito não é!? Pois é. Esse é o tema do post desta semana. Aproveitem.

“Eu lembro de voltar por varias vezes da balada e ver pessoas correndo e fazendo exercícios e me perguntava “Quem diabos corria as cinco da manhã ?” mas a vida adora me pregar peças e claro comecei a trabalhar tanto que comecei a ficar sem tempo para a academia, e eu um dia desses reclamando sobre como eu estava gorda e velha (claro que eu não tinha nem 25 anos e estava comendo sorvete) e então minha amiga disse que corria todos os dias as 5 da manha no parque, depois de xingá-la um pouco deixei que ela explicasse que ela achava aquele o melhor horário, pois o tempo é mais ameno, tem pouca gente no parque e blah blah blah wiskas sache. Enfim eu disse que qualquer dia eu iria experimentar (mas claro que eu falei aquilo da boca para fora mas preciso aprender a medir minhas palavra), mas CLARO que ela me ligou as quatros da matina para me chamar para correr alguns dias depois.

Eu recusei, mas fiquei rodando na cama , tinha perdido o sono. Então tratei de me arrumar, ligar para aquela maldita e ir para o parque. Nos encontramos no portão 6, eu com a cara de sono e ela lá toda animada, já fazendo alongamento me esperando. Eu não sei de onde ela tirava tanta disposição mas já que eu estava ali... corremos , corremos, corremos e conversamos também e isso ajudou a não perceber o quanto nos havíamos corrido, só senti quando parei e ai as dores me alcançaram e puta que pariu, que dores. Ela disse que isso era normal para os inciantes (detalhe que ela só me avisou depois né?) mas que logo logo ia passar , logo meu corpo ia se acostumar e disse que faríamos um dia sim e um dia não (como se eu já tivesse aceitado), mas acho que de certa forma aceitei e fiz o combinado.

Sem que pudesse perceber fui tomando gosto pela coisa, eu praticamente levantava sem sono e eu que ligava para ela para ir correr, mesmo quando ela não podia eu ia correr sozinha, o que acabou se tornando frequente devido ao trabalho dela até que por fim eu já estava indo correr sozinha, todo santo dia, comprei roupas, comprei um mp3 só para deixar as musicas que eu gostava. E corria com aquela trilha sonora, sem ninguém para me perturbar, ei sai do mundo, entrava no meu mundo. A musica me fazia bem, o suor me fazia aliviar os problemas. Eu estava irreconhecível, não era um comercial da olympikus mas eu estava correndo sem parar as 5 da manha com um sorriso no rosto. Um desses incontáveis dias algo diferente aconteceu... eu estava sempre ouvindo musica e quase nunca reparava em nada no caminho, mas um cara me chamou a atenção, nunca vi alguém tão charmoso correndo, uma calça dessas de tectel , e uma blusa de manga comprida bem justinha, mostrando o corpo preparado do rapaz, era um loiro de olhos azuis, quase uma alemãozinho, logo pensei: “forasteiro” e continuei a correr.

O parque é bem grande, mas comecei a reparar eu de tempo s em tempos ele dava um jeito de aparecer para mim, acho que ele ficou cortando caminho de proposito só para me ver, porque não era humanamente possível ou eram as .. “forças do destino” e ele parecia corre em câmera lenta. Então ele decidiu se aproximar, correr praticamente do meu lado, mas eu fingi que não estava nem ai, mantive com os fones de ouvido o tempo todo, admito que um pouco de charme da minha parte. Mas o cabra corria num ritmo bastante forte e eu acabei cedendo comecei a diminuir até caminhar lentamente, ele seguiu em frente. Eu vi, quase como uma miragem um bebedouro ali só me esperando, parei pare beber água , então o vi retornar. Resolvi dar uma chance ao rapaz, tirei o fone do ouvido e fiquei ali bebendo água, recuperando as minhas forças, esperando para ver como o forasteiro se saía.

Apelão! Era isso o que ele era. Apelão! Acho que ele leu meus pensamentos que eram: “como alguém pode ficar tão sexy com a camiseta toda suada???” e fez o favor de tirar a camisa, e revelou uma das maiores e mais fodas tatuagens que eu já vi com os meus próprios olhos claros que deus me deu. A tatuagem cobria o ombro, parte do braço e parte das costas. Eu fiquei olhando , olhando que ele acabou notando e sorriu. Na hora fiquei sem o que dizer e acabei dizendo “doeu?” (damn it ! Que coisa mais estupida ! Não.. fez cosquinha... alicia burra! alicia burra!) ele ainda sorriu e disse que não, que fofo.. ficamos então conversando, logo reparei que ele era do sul, com aquele sotaque maravilhoso que a cada “bah!” que ele soltava minha calcinha molhava mais um pouquinho, íamos andando bem devagar, parecia que estavam todos “acelerados” e só agente em câmera lenta repara para onde estávamos indo e fomos para lá pelos meio do parque, é uma parte meio abandonada e sem iluminação. ainda estava de noite e eu comecei a ficar com medo pois falavam que por ali tinha muitos assaltos e até estupros e me abracei com o meu homem e disse “me protege?” ele virou para mim e sim, “claro, minha princesa“ (princesa é da cohab mas ouvir isso de um.. príncipe europeu com sotaque do sul ganha outro tom) eu não resisti, olhei nos seus olhos azuis, passei a mão pela sua nuca e pelos seus cabelos molhados de suor e dei um beijo. 

O beijo era sensacional, era delicado, mas com vontade, coisa muito difícil entre os homens principalmente entre os do tipo parrudinho, fiquei viajando em seus lábios e logo começou a bater aquela vontade, nossos corpos suados me davam mais tesão ao contrario do que se espera, eu podia sentir o calor dos nossos corpos ainda, os músculos estavam enrijecidos pelo exercícios e estava tudo durinho, eu tentei, eu juro que eu tentei mas não resisti e taquei a mão não bunda dele e apertei com gosto, ele tomou um susto e eu fui tomada pelo tesão, gente que bunda, durinha, e que corpo. Ai ele começou a se aproveitar de mim também, a mão dele começou a explorar o meu corpo, e nessa época eu tava com o corpo no auge, ele deve ter deliciado também. Eu olhei bem pra ele fazendo a cara de mais safada que eu poderia fazer, sabia que um gentleman como aquele não ia se tocar das minhas intenções se eu fosse sutil. Ok, nem assim.. tive que falar para irmos para um lugar mais afastado (mais ? é... já estávamos no meio do nada, então só nos restava o meio do mato. Sim. Era exatamente onde eu queria ir)

Avistei uma arvore, em meia a tantas outras pois escolhi logo o meio do bosque, eu sabia o que ia acontecer, e minha mente fértil já havia imaginado tudo, eu já estava molhadinha antes mesmo de começar. Mas o “príncipe” entendeu o recado, me pegou pela cintura me puxou contra ele e quase num passe de dança virou e me colocou contra a arvore, eu só pude dizer “vem delicia!” antes de começarmos a festa, os beijos já começaram intensos, ele foi certeiro na minha orelha, beija mordia e murmurava coisas que meu estado de tesão me impossibilitavam raciocinar, aquele sotaque, a adrenalina do momento, a endorfina do exercício tudo foi acumulando e eu estava revirando os olhos, me segurando nele, com força porque minhas pernas já estavam fracas e pedindo por mais.

As roupas de exercidos tem uma qualidade interessante, são fáceis de tirar, na verdade são tão acessíveis que você nem precisa tirar, só reparei que ele estava com as mãos indo em direção aos meus peitos pela diferença de temperatura do meu corpo quente o o gélido tempo da minha capital paulista, o meu gaúcho já chegou na pegada, apertando com firmeza, mas sem perder a noção, se eu não estivesse encostada na arvore, eu juro que tinha caído no chão na hora que ele começou a descer a mão e enfiou dentro da minha calça e indo direto na minha bucetinha, seus dedinhos entraram com facilidade enquanto ele me falava as putarias mais baixas que soavam como lindos sonetos rebuscados naquele sotaque gaúcho. Eu me segurava ele pelos cabelos, e pedia por mais, mordia os lábios, mordia o seu pescoço, eu estava a caminho do orgasmo mais agressivo da minha vida e pela primeira vez fiz questão de anunciar, anunciei em alto e bom som “eu vou gozar” e claro que ele me pediu para gozar , gozar para ele mas como dizia o velho ditado, seu simples desejo se tornara uma ordem.

Mas eu tenho o (péssimo ou maravilhoso) habito de nunca deixar barato, se um homem me faz gozar rápido eu tenho que fazer ele gozar mais rápido ainda, então coloquei ele apoiada na arvore abaixei suas calças só um pouco e pus seus pau para fora, não deixei nem o menino respirar um pouco do ar puro do parque e já cai de boca, coloquei a minha mão por dentro da calça comecei a me masturbar também para dar mais ritmo, eu por um momento deixei de ouvir o seus sotaque para ouvir o seu gemido, acho que a única coisa mais tesuda que o sotaque de um gaucho é o gemido de um gaúcho (e isso vale para as gauchas também, uma vez eu tava com a … ah deixa para lá! isso vou deixar para outro dia né ?) fiz questão de beber até a ultima gota, e ainda abrir minha boca para cair lentamente. Quando eu olhei para ele com aquela cara de safada ele tava olhando para mim com os olhos arregalados, e eu apenas.. sorri.

Acho que a vontade dele era me xingar tanto, mas ele descontou tudo na minha bucetinha, ele me erguei contra a arvore, ajeitou seu pau bem na porta da minha bucetinha e enfiou tudo de uma vez, me pegou pelo cabelo e começou a bombar bem forte, eme me comia e falava em meu ouvido “vai paulista, rebola no meu pau paulista, eu sei que você gosta, hoje você achou um macho de verdade paulista.” eu estava entrando no clima mas percebi que ele diminuiu o ritmo, quando abri os olhos, vi que o dia estava clareando, que logo o parque ia ficar cheio e a escuridão de estarmos embrenhados mato a dentro já não nos abandonava.

Ele me deu seu telefone, disse que ficaria na cidade mais alguns dias, eu fui la no apart-hotel no outro dia terminar o serviço e valeu cada minuto. O percusso que normalmente eu fazia em 20 minutos eu levei por volta de uma hora e quarenta minutos, lembro que cheguei atrasada no meu compromisso e acabei nem podendo entrar, mas quer saber? Não trocava aquela foda por nenhum evento chato que tem a toda hora.

domingo, 5 de junho de 2011

Feriadão

Olá meninos e meninas sapekas !
Tudo bem com vocês?
Hoje iremos voltar com a nossa programação normal, hoje vou contar mais um historia minha. O post sobre o caminhoneiro repercutiu bastante, mas não foi a única vez que eu fiz sexo na estrada não, vou contar uma outra que aposto que vai deixar muita gente pensando enquanto estiver em um congestionamento.
“Feriado prolongado, isso é tudo que um paulistano deseja todas as noites quando poe a sua cabeça no travesseiro. Agente sonha com as praias do litoral, com o mar, com a piscina, o churrasco a musica alta, e claro, os “amores” de verão. E eu tinha mais um feriado desse pela frente, um feriado prolongado, com previsão de sol, 15 pessoas em uma casa de praia no litoral norte.

Sexta-feira, 18 horas, eu estava parada em frente ao trabalho esperando a bianca e o Jéferson me pegarem, fui de mala e tudo para o trabalho, não queria perder um minuto, nos reunimos todos em frente a casa do rasta (apelido derivado de rastafari)e assim partimos rumo ao verão. Chegamos na casa la de madrugada, era uma noite agradável, um calorzinho, mas uma bela brisa do mar, a lua cheia. Era o clima perfeito, passada aquela correria para escolher as melhores camas, eu fiquei na cama de cima do beliche, por ser magrinha eu acho. Logo comecei a me despir para colocar o biquíni, mas de repente algo abre a porta sem mais nem menos, eu não estava completamente pelada, mas algo me diz que a pessoa pôde ver bastante da minha... pele. Não pude ver quem era, a pessoa fechou a porta muito rápido, eu mal tinha chegado e já tinha sido visto praticamente pelada, assim é sacanagem (literalmente), eu sai do quarto toda acanhada, toda sem graça pelo que aconteceu, queria me esconder dentro de mim mesma, mas fui caminhando em direção a piscina, com passos tímidos, se eu não gostasse tanto de piscina como eu gosto acho que eu teria desistido da ideia. Acho que eu tenho essa coisa de sereia, adoro ficar na água, me relaxa, eu fico horas e mais horas na água, se deixa fico o dia todo, ou no caso, a noite toda, e foi o que aconteceu, virei a noite na piscina, vi o por do sol deitada sobre as águas, vi todo mundo ir dormir, menos o Artur, ficamos os dois lá papeando, jogando conversa fora, rindo e eu já toda enrugada.
 
Quando amanheceu eu fui tomar um banho e colocar uma roupa, o Artur foi bastante gentil, veio me trazer uma toalha, ajudou a me secar, e pude ver que aquele sacana tava se aproveitando da situação, mas fiquei quieta. Se ele queria brincar então eu iria brincar, e eu sei bem como atiçar um cara. E assim o dia se seguiu, coloquei uma roupa mas fui inútil, na hora do almoço eu já estava de biquíni novamente, mas é claro que desta vez , adivinhem para quem eu ia pedir para passar o protetor solar em mim ? Mas é claro que era ele, fui desfilando até ele, rebolando, quase em câmera lenta, sentei na frente dele, joguei o cabelo de lado suavemente, revelando o meu pescoço, os meus ombros e as minhas costas, e pedi com aquela voz, carregada de dengo que passasse o protetor em mim, fiquei falando do quanto eu era branquinha, que precisava que ele caprichasse, fazia um charme, fingia que ele tava indo muito forte, só para dizer que ele era forte, meio bruto, e que eu era delicadinha (o velho clichê do homem forte e viril e ada mocinha frágil e delicada ainda funciona muito bem obrigada). Assim fiquei um pouco deitada na rede, esperando o efeito do protetor começar, fiquei ali um tempo abstraída, pensando em nada, só relaxando, mas quando dei por mim, o tempo havia passado, procurei pelo Artur e achei ele conversando com uma garota, não sei porque aquilo me deixou... enciumada, eu sei que não rolava nada ali, mas me o único pensamento que passava pela minha cabeça era “sou mais eu”, comecei a ficar inquieta vendo aquela cena, então tomei uma atitude, me levantei e fui … desfilando … pela borda da piscina, me senti a própria gisele bundchen (confesso que fui procurar no google como se escreve, que caralho de nome complicado é esse mulher ?), extendi a toalha no chão, e fiz toda a pose de filme, fiquei de quatro e fui me abaixando devagar, deixando a bunda bem arrebitada, quase como se estivesse mergulhando, quase uma felina, e os olhos dele se voltaram para mim novamente, eu via claramente que a garota estava la falando com ele e ele só olhando para mim, ou para minha bundinha para ser mais especifica, vi o olhar dele de vontade, mordendo os lábios discretamente, mas eu queria mais, eu fui além, desamarrei a parte de cima do biquíni, fiquei alguns segundo segurando com as mãos, quase mostrando , fazendo aquele jogo de mistério, atiçando a imaginação do pobre infeliz (ou feliz já que muitos queriam estar ali) .

Assim continuou a nossa brincadeira de “gata e cachorro”, passamos o feriado todo, nos provocando, ele de todo jeito arrumava um jeito de tirar uma casquinha de mim, eu podia ser a malicia de seus atos, toda vez que ele me tocava, mesmo quando ele fingia (e muito mal) que era “sem querer” , o jeito que ele me pegava nas brincadeiras na água, o jeito como ele adorava me chinchar para pedir licença, me pegava pela cintura e e me bolinava sem dó de mim, podia sentir o pau dele roçando na minha bundinha, ele me segurando pela cintura, e eu fazia por outro lado, como como eu estava sempre por perto dele, sempre vinha lhe trazer alguma bebida, como sempre chamava ele para ir dançar comigo. E a noite finalmente caiu, eu já estava 36 horas sem dormir, já estava deitada na rede quase dormindo, quando ele sentou do meu lado, balançando a rede, me fazendo ninar, até que eu cai no sono, exausta. Acordei com ele me fazendo um cafuné, fiquei ali, fingindo estar dormindo, só para ficar curtindo um pouco aquele carinho, aquele chamego, mas meu desconforto era visível, e ele mais uma vez foi gentil, ele me levou até o quarto mas realmente não ia conseguir subir no beliche com todo aquela moleza que eu estava então deitei no colchão que havia no chão, claro que puxei ele junto, puxei ele direito para mim, e para os meus lábios, e o beijo aconteceu, mas isso foi tudo que aconteceu aquela noite, um beijo de boa noite.

O feriado estava acabando, o com ele os dias de sol, no ultimo dia de sol choveu , e muito, eu não tinha conseguido ir além daquele beijo, e teria que ficar presa com ele no dia de chuva, deitada no sofá. Então decidimos ir embora mais cedo, afinal a casa não era tão divertida com aquela chuva torrencial, começamos a arrumar tudo, nos arrumar, arrumar as malas e por fim, depois do almoço, com a chuva já bem fraquinha. Pegamos a estrada, partindo de volta para casa, todo paulistano acho que já está preparando para pegar transito,ainda mais voltando do litoral depois de um fe3riado prolongado, mas desta vez, foi além, a noite caiu e não tínhamos antes um metro se quer, descobrindo que o barranco havia desmoronado e a estrada ficaria interditada, sem chances de ir a lugar algum durante pelo menos umas 2 horas, os carros desligaram, os faróis desligaram, e se a iluminação da rua, estávamos em um completo breu, mal dava para ver o carro seguinte ou o anterior. No carro estávamos eu, Arthur , o Jéferson e a bianca, o silencia estava reinando absoluto, eu olhei para ele e ele parecia estra lendo meus pensamentos, pois já estava vindo na minha direção, nos beijávamos sem pudor, o casal na frente ficou só observando e com certeza pensaram algo do tipo “essa danadinha, vai aprontar de novo” eu conheço ele há um bom tempo, e eles também me conhecem, sabiam o que estava por vir, então falaram que ia la ver o que estava acontecendo e se tinha um lugar para a bianca fazer xixi, era a minha deixa.
Não tínhamos tempo a perder, assim que ouvimos a porta do carro, bater começou a pegação, montei no colo dele, ele já começou a beijar meu pescoço e ir descendo em direção ao meu colo, eu estava com uma blusa de alcinha e isso facilitou bastante para que ele chegasse até os meus peitos. 

O garoto tinha pegada, sabia o que estava fazendo, foi direto nos mamilos, e começou a lambê-los e deixá-los durinho feito pedra, eu estava muito excitada pois estava esperando por aquilo durante alguns dias. Foi tudo muito rápido, eu segurava ele pelos cabelos e rebolava por cima da calça fazendo pressão, senti o pau dele ficar duro rapidinho, íamos fazer uma loucura, nada ia conseguir nos parar agora, nem a vergonha das pessoas la fora, nem o medo de sermos pegos. Eu então abri o botão da sua bermuda, tirei aquele monumento para fora e sem aviso prévio cai de boca, de uma vez só e só pude ouvir o suspiro profundo, a perca súbita de ar do pobre coitado, não sei se foi o tesão acumulado, mas eu tava inspirada naquele dia, mamei como uma bezerrinha, sugando, lambendo, colocando tudo que podia na minha boquinha, o garoto ficou congelada, sem se mover só apreciando a vista de me ver de quatro no banco de trás de um carro, subindo e descendo a minha boquinha no seu pau, visão que só seria equiparada se alguém conseguisse dar a sorte de ver alguma coisa da janela do carro, pois veria toda a minha bundinha arrebitada e minha bucetinha ensopada, louca para sentir o pau dele. Mas tava na hora de fazer o dele, então parei e fui para o outro lado do banco levantei a saia jeans, abri as pernas e me ajeitei, escolhi uma posição bem confortável, parecia uma rainha em seu trono esperando pelo seu servo, a calcinha foi posta de lado, comecei a passar o dedo pela minha bucetinha, pelo grelinho, eu estava ensopada, meus dedos deslizavam fácil meio dos lábios, eu sei que ele queria ficar ali me olhando, admiando o contraste rosa na minha pele brnaca, o brilho reluzente do meu melzinho escorrendo, mas ele tinha um trabalho a fazer, então ele veio, aaahh sim ele veio,pude sentir bem a língua do rapaz (eu até desenvolvi a teoria de que chupa bala faz sexo oral melhor depois desta) huuummm que habilidade com a língua ele tinha, parabéns a alguma ex namorada dele, porque sexo oral bem feito assim tem que ser trabalho de uma mulher e isso leva tempo, mas naquela hora minha mente estava vazia, meu cérebro desceu até o meio das minhas pernas, gozei feliz. é claro que agente queria mais, mas teria que ficar para um lugar mais.. espaçoso, eu era pequeninha, mas o rapaz era bem grandão. Quando o casal voltou era possível sentir o cheiro de sexo no carro, ver meu rosto corado e nossas caras com um sorriso bobo de orelha a orelha, a bianca disse só movimentando os lábios “depois me conta” eu apenas sorri.”

domingo, 8 de maio de 2011

Alicia "Sexy" Delicia



Olá meninos e meninas!
Hoje teremos algo diferente por aqui... hoje não narrarei um historia da minha vida como de costume. Hoje falaremos do presente, há um tempo atrás postei algo aqui sobre a masturbação feminina, foi bastante debatido, teve grande repercussão e isso me deixou bastante feliz.
Como todos sabem eu gosto muito de cinema , e um dia desses vi um filme muito legal da Ingrid Guimaraes, chamado “De Pernas Para o Ar” também com a GOSTOSA da maria paula (casseta !!) e dei muitas risadas e me identifiquei bastante com o filme, para quem não viu segue a baixo o trailer




O filme conta basicamente a historia de uma empresaria que se torna sócia de uma empresa de produtos adultos, como ela transformou um simples sexy-shop em uma marca de revenda em todo brasil. O filme também mostra duas coisas interessantes, o “Coelho Feliz” e a Erotika Fair.
Para quem não acompanha o twitter não sabe mas fui a Erotika Fair , a maior feira adulta da América Latina e a quarta maior do mundo, fui encontrar a @camilinha69 e sem querer acabei achando o tal coelho, tirei uma foto que hoje é o fundo de tela do meu celular. Para saber mais sobre a feira veja o video feito pelos lindos da Sexpedia




Vi milhares de outros produtos e me dei conta de quanta coisa a no mercado e muitas pessoas tem preconceito, acham que se alguém ver vai ser crucificada, muitas amigas minhas tem vergonha de ir à um sex shop, tenho que pegar pela mãozinha que nem criança e levar, realmente elas parecem crianças no parque de diversões, felizes e com os olhinhos brilhando.

O Tempo passou e eu descobri que a historia do filme se baseava na historia de verdade, que a marca do filme realmente existia, o filme conta a historia de Érica Rambalde e da Sexy Delicia, procurando saber mais sobre a marca descobri que elas estão com vagas abertas para consultoras (tipo natura, chic né benhê ?) em Recife para mais informações procure a minha lindissima amiga Jo (a Cumbuca-mor) no Sou Uma Cumbuca . Ela me pediu um favor especial, disse que a marca estava com uma campanha de marketing apoiando as blogueiras a falar sobre os produtos eróticos, sobre esse preconceito, sobre como comprar pintos no sexshop parece coisa de mulher mal comida, sem sexo, insatisfeita, e também sobre como muitas fazem suas compras, como gostam de usar. E perguntando as pessoas no twitter descobri que são parceiras das LINDISSIMAS da Fatale Art , Marca de peso né ?.

Então resolvi ir la na loja virtual, e dar uma olhadinha nos produtos. Pensei em falar sobre os pintos de borracha, e como todas as mulheres tem medo de serem descobertas, ou falar dos bullets que as mulheres podem andar na bolsa (como eu...) mas resolvi inovar vou falar de algo que as pessoas não costumam usar ou até saber que existe.

Alguns produtos passam longe da fama mas eu garanto total satisfação, é um produto que o homem pode usar, e que a mulher pode sugerir sem preconceitos, pode ser usada tanto por héteros como por homossexuais, de ambos os gêneros, afinal o sexo deve ser democrático não !? Estou falando das capas penianas , se você não associou o nome ao objeto: Veja com seus proprios olhos




Elas podem serem usada no pau do seu homem, podem ser usada no consolo, no strapon (cinta com pênis) , há quem já usou até nos dedinhos. Viram como ela é pratica? e o melhor são estas texturas , se você gosta daquelas camisinhas com texturas, isso vai te levar ao paraíso dos orgasmos, se você for das apertadinhas você vai sentir cada pedacinho te massageando, se você pedir para o parceiro ir bem rápido , vai sentir um turbilhão de prazer. Mas não é só isso ela tem outras vantagens como:
  • é uma capa extensora, mede 15 cm (media nacional) e tem uma extensão de 4,5 cm.. ou seja o pau fica com 19,5 e isso é pau pra caramba !!!
     
  • ele estica até 5 vezes o seu tamanho natural, ou seja nada de desculpinha de “isso não cabe em mim honey” ou “tem GG ?”
  • esse modelo possui um estimulador de clitóris
     
  • ainda tem até um suporte para micro-vibro (caso você tenha um)
     

Resumindo o negocio deixa o pau grande, grosso, estimula seu clitóris e pode até vibrar !!! que mulher não morreria de tantos orgasmos com uma desses hein ??? produto ALTAMENTE RECOMENDADO

Se você tem um, deixe seu depoimento nos comentários , se você não tem, compre e volte aqui para comentar !!!


links:


domingo, 3 de abril de 2011

eixos envenenados e 1 machão invocado

Olá meninos e meninas sapekas!
Vocês estão bem ? Eu estou bem... eu sei que tenho ficado um pouco longe, mas estou sempre aqui ou no twitter ok ? Eu estou bem, obrigada por perguntarem. A vida nos poe frente a uma dialética interessante não é mesmo ? O post anterior foi cheio de romance e chocolate e esse hoje será cheio de cafajestagem ao melhor estilo “vida bandida”. Me perdi um pouco na cronologia das coisas, mas separei uma historia que muita gente vem me pedindo para narrar aqui.

“Tudo se deve a uma garota, conhecida entre nós como “A NOME CENSURADO”. Isso bastava responder a maioria das respostas sobre ela, bastava uma “é a nome censurado...” que todos subentendiam que era algo único, algo além da sua imaginação e com certeza algo bem deliciosamente pervertido. Eu admirava a nome censurado por ela não ser a mais gostosa do pedaço, mas ela realmente tinha um jeito de endoidar os homens, aquele jeito atirado e cara de pau, uma boa e velha safada mesmo. Ela sempre foi muito precoce já saia com os caras de 18 quando tinha apenas 14, ao contrario de mim que era inocente (só fui despertar esse meu lado bem depois né ?) ela era o tipo de garota que a sua mãe não quer que você anda junto, eu era encantada com a vida dela, do tipo “nossa! E sua mãe deixa você fazer isso?” resumindo a nome censurado era o tipo de garota que sua mãe sempre falou para você não se meter.

Os tempos de colégio passaram, vieram os anos de faculdade e tudo ficou ainda mais serio. Adorava sair com ela e dar risadas das merdas que ela falava e das loucuras que fazia então numa dessas conversas na mesa do bar decidimos fazer uma viagem, só as meninas.
No dia seguinte as 6 da manha, eu acordo enfurecida com o meu celular tocando insistente mente depois de 37 chamadas perdidas. Era ela me ligando dizendo para eu arrumar as minhas malas que íamos fazer uma trip , assim sem rumo, só com uma mochila nas costas. Mandei aquele belo e sonoro “VAI TOMAR NO SEU CÚ NOME CENSURADO!!! SÃO SEIS DA MATINA, VAI DORMIR SUA VACA!!!” mas fiquei acordada pensando e depois de meia hora liguei para ela dizendo que ia, ela me xingou um pouco também mas acho que ela já sabia que isso ia acontecer e em pouco tempo ela já estava na porta de casa buzinando. Entrei no carro e todas as meninas já estavam lá, mal sentei no banco e já me deram uma garrafa de cerveja gelada (que belo café da manha não !?), ligamos o som e partimos gritando e mexendo com todos os caras que víamos pelo caminho, parecendo um bando de malucas (malucas com “fogo na bacurinha” como dizia minha mãe) eu parecia um cachorro com a cabeça para fora da janela apenas sentindo o vento batendo no meu rosto, o cheiro da liberdade, pegamos a estrada para o interior e eu já sentia aquele cheiro de mato, o cheiro do orvalho da manha e me bateu uma nostalgia dos meus tempos de infância que durou pouco pois logo as meninas me trouxeram ao mundo dos adultos, fofocando e contando velhas historias e claro, falando mal dos homens.

Já estávamos na estrada para ribeirão preto e a Larissa queria ir ao banheiro, falamos para ela esperar mas ela disse que tava muito apertada, que se agente não achasse um banheiro logo ela ia fazer xixi nas calças, nome censurado respondeu imediatamente no tom de brincadeira (apesar que eu nunca sei bem quando ela tá brincando ou falando a verdade) que ninguém ia “mijar” no carro dela, que a Lari devia colar aquela bunda branca pra fora da janela e mijar pra fora com o carro andando mesmo, e la foi a larie arreando as calças e se jogando pra cima de mim (que estava sentada na janela) e colocando aquela bunda (que era realmente branca) na minha cara, dei uma bela mordida e empurrei ela de volta ao seu lugar , não sabia se riamos mais da situação ou da Lari implorando para agente parar de fazer ela rir que tava dando mais vontade ainda. Por fim achamo um buraco no meio da estrada, helena a mais “elegante” entre nós ainda nos alertou que o banheiro deveria ser nojento e que deveríamos achar outro lugar mas a lari disse que não aguentava mais, tinha que ser ali mesmo. Ela foi me empurrando para fora do carro e foi correndo para o banheiro e eu fui atras da coitada né ? Quando eu entrei no banheiro vi ela estagnada na porta olhando sem acreditar no que havia diante de seus olhos, o banheiro não tinha portas, não tinha tampa nos vasos, não tinha papel, uma das privadas estava literalmente cagada, resumindo era praticamente uma fossa mas com uma louça em cima, e a coitadinha desolada com as pernas tortinhas voltamos para perto do carro, mas as meninas não estavam lá , deviam ter aproveitado para tomar café na.. (seila como chamar aquilo) lanchonete então arrastei a lari para um canto entre os caminhões estacionados, devia ser uma parada de caminhoneiros então procuramos um canto bem escondido. A lari arreou as calças , se agachou se apoiando nos caminhões e fez xixi ali mesmo, morrendo de vergonha tadinha, ela é loirinha, branquinha mas naquele momento estava vermelha , foi quando eu vi que havia um cara em um dos caminhões, era apenas um garoto então nem falei nada para não deixar a lari ainda mais constrangida e ela tá fazendo xixi ainda (não sabia que alguém podia armazenar tanto xixi na bexiga, fiquei olhando para o garoto que nem havia se ligado, ele estava vidrado na bucetinha da lari, acho que ele nunca havia visto algo tão bonito na frente dele, uma garota loirinha, dos olhos claros e depiladinha.

Assim que ela terminou fomos para a lanchonete ver se as meninas estavam por lá, chegando lá vimos a  nome censurado tomando uma dose de PML a rose tentando comer um “bolovo” e a helena tentando comer um mistinho com garfo e faca. A cena erá simplesmente hilaria e eu já entrei rindo , passamos pelos caras (obviamente eram todos homens e creio que todos caminhoneiros afinal estávamos no meio de uma beira de estrada) e eles iam olhando agente passar como se estivéssemos na passarela, eles deviam estar achando que tinham morrido e ido ao céu. Vi o garoto do caminhão entrar correndo e ir falar com uns caras em uma mesa, ficaram conversando um pouco e logo se levantaram e vieram em nossa direção, logo pensei que seria o nosso fim, seriamos estuprada ali, eles vieram cheios de conversinhas, jogando aqueles xavecos de pior “catiguria” e eles ficaram rodeando a nossa mesa, fiquei com muito medo, mas eu sabia como assim um bando de lobos sedentos eles iam farejar o medo, me levantei tomei o resto da dose de PML num gole só bate o copo na mesa e disse “se vocês quiserem uma mulher de verdade tem que saber chegar, com pegada e então ficaram todo parados em silencio por alguns segundos, até que a  nome censurado levantou, se grudou em mim (podia sentir o medo dela também) e ela olhou com aquela cara de safada e disse “ e æ ? quem vai encarar?” eu nem esperei as resposta e já escolhi um deles, preferi escolher do que arriscar ser escolhida, como aconteceu com a  nome censurado mas com tudo acertado, falamos para as meninas esperar agente la no carro e completei com a frase “se agente não voltar em 15 minutos liguem para policia (sempre quis dizer isso) atravessando a porta de saída me virei e disse sem voz disse para deixar o carro ligado .

Fui de encontro ao meu destino pensando no porque mesmo fiz aquela maluquice, e tudo que me vinha eram musica do matanza na cabeça e o sentimento de f*da-se , que ia ser uma boa historia para contar (não para os netos) e fui entrando na fantasia de ser uma vadia de beira de estrada, meu dia de putinha, era melhor isso do que a realidade, e isso foi me deixando excitada, quando finalmente cheguei ao caminhão do rapaz dei uma olhada nele, e para aquele situação ele não era dos piores, sim ele usava uma calca jeans surrada e uma camisa carcomida e aquele boné que devia ser do pai dele, mas podia ser BEM pior né.. ele era o tipo que se você estivesse bêbada na balada você pegaria feliz mas dizer que ligaria no dia seguinte é pedir demais. Ele me ajudou a subir as escadas da boleia (a cabine do caminhão) e pela gentileza o recompensei com uma vista maravilhosa da minha bundinha empinadinha. Chegando la fiquei até admirada, era um caminhão novo tinha até ar condicionado, mas não pude observar muito, pois logo ele veio atras me xinxando todo taradão, morrendo de vontade e nada deixa uma mulher mais excitada do que um homem babando por ela. Assim começou a pegação dentro da cabine, ele tinha a barba por fazer e ficava roçando ela no meu pescoço, e ele me apertava, e suas as mãos eram ásperas, cheia de calos , puxava meu cabelo, tava me deixando louca, ele levantou a minha blusa e começou a chupar os meus peitos, até sua língua ara áspera e ele prensava contra os meus mamilos que já estavam duros feito pedra, eu já estava com meus dedos ficando entre o seu cabelo, as mãos dele passando na minha barriga, querendo descer e eu decidi facilitar as coisas abri o botão da calça, abri o zíper, peguei na sua mãe e a enfiei dentro da minha calça, minha bucetinha já estava molhadinha e ficou ensopada quando senti aqueles dedos enormes me invadindo, achei estranho mas ele não parou continuou a me masturbar e a me chupar ele estava determinado a me fazer gozar pra ele e eu não ia aguentar muito tempo, eu juro que tentei mais meu corpo falou mais alto e eu gozei para ele, apertei ele com tudo liberando todo a te(n)são. Agora eu tava de verdade no espirito, empurrei ele com tudo para tras (acho que ele bateu a cabeça no vidro até) com uma mão sobre o seu peito e uma no seu pau, que fazia volume por cima da calça, abri o cinto, e arreei suas calças e revelei aquele pau durinho por mim e cheio de veias, bem do jeito que eu gosto então não fiz a menor desfeita e cai de boca, mamei gostoso e ele me chamando de puta o que me fazia chupar o pau dele com mais vontade, olhando para ele, acho que exagerei pois o coitado gozou rapidinho.
Mas agora eu queria mais, ele provocou agora ele que desse conta do recado, viu para a “cama” que tem atras dos bancos, tirei a calça e disse “VEM MEU MACHO, VEM ME COMER TODA , APROVEITA QUE HOJE EU SOU A SUA PUTINHA” e ele atendeu, abriu minhas pernas e começou a me chupar, parecia um gato afoito, lambia sem nenhum proposito, parecia que tinha ligado a língua no 220v e esqueceu lá, mas toda mulher que se preze sabe como guiar um homem, e fui falando, em voz alta como eu queria e não é que o menino aprende rápido ? Nada como um homem afim de te fazer gozar né ?! Já estávamos a ponto de bala novamente, ele subindo me beijando toda , apontou seu pau na portinha, deu umas pinceladas e mandou para dentro, ele me puxou pelos ombros e me puxava contra ele, fazendo ir até o fim.

Para completar a minha fazia de puta de beira de estrada eu simplesmente me vesti e sai, como uma completa profissional, mas no caminho de volta ainda pude ver a  nome censurado dando pro gordão, surrada no para-choque do caminhão numa ruazinha de terra, haja pinga amiga. No fim a viagem foi muito legal, essas meninas sabem mesmo como me divertir.”

domingo, 6 de fevereiro de 2011

Noites Mal-durmidas

Ola meninos e meninas sapekas !
Tudo bem com vocês ?

Eu vou bem obrigado, como prometido vou continuar a historia anterior, vocês se lembram do que estava acontecendo, estava em Portugal a trabalho reunido com a galera no apartamento o que só poderia resultar em uma coisa: SEXO.

“De volta a sala de estar, tudo corria normal e eu consegui voltar ao meu prumo e disfarçar o que tinha acabado de ver, mas confesso que não foi fácil ainda mais pois minutos depois a monique “acorda” e me passa pela sala, desfilando aquele corpão, indo até a cozinha, não sei se era só eu mas eu podia sentir o cheiro de sexo no ar, exalando dela. Ela estava ainda embriagada, parecia fora de si, veio até nós e se jogou em nós, se esparramando em nossos colos, e claro com a cabeça no meu colo, ficou me olhando com aqueles olhos castanhos a cara de menina, eu por um estante vi a menina que ainda tem por trás aquela pose toda, uma menina que só esta tentando ganhar o seu espaço mesmo que a falta de alguns limites, isso vez a minha guarda baixar.

Logo já estávamos rindo e nos divertindo e com certeza bebendo mais um pouco e a noite seguiu com agente dançando falando merda e dançando muito , é claro ! Eu dançava com a monique como sempre faziamos, a sensualidade é nata em nós então mesmo que não quer agente passa esta imagem, mas deista ver era não parava de olhar para mim, não tirava os olhos de mim, e sempre mantendo o sorriso. Me aproximei e perguntei se estava tudo bem, ela respondeu que tava melhor do que nunca, me segurou pelo rosto e me deu um selinho, fiquei parada uns segundo, olhando para ela, morrendo de vergonha, não era nem de longe meu primeiro beijo com uma garota, na verdade fiquei pior do que no meu primeiro beijo com uma garota, pois não esperava isso dela, eramos amigas. Fui dormir pensando naquilo, era um dia que fazia muito calor então custei a dormir, ainda mais com a imagem daquela na cabeça e fiquei me revirando a noite toda, as meninas foram dormir la no quarto, eu optei por dormir na sala, em um colchão no chão e o sidney no sofá.

Eu não conseguia manter os olhos sem que me viesse a imagem da monique na cabeça, então tinha que ter algo maior para pensar, tive que fazer alguma loucura. Não pensei duas vezes, fui até o sofá e sussurrei no ouvindo do sidney “eu sei que você esta acordado” ele abriu os olhos, e eu estava em cima dele com o rosto bem pertinho, eu fechei os meus e lhe beijei me entregando ao meu desejo, sidney era um cara mo quieto mo na dele , mas muito engraçado” ele falava pouco, mas quando abria a boca sai cada perola, realmente nunca me senti atraída por ele, mas foi o tesão do momento e aposto que ele não se incomodou o pouco, os beijos começaram a se esquentar, eu já estava toda deitada sobre ele só de calcinha e um blusão (como costumo dormir) ele beijava bem e isso fez com que o tesão que eu sentia fluísse, a mão dele ia descendo aos poucos, ainda meio tímido ou talvez sem entender o que estava acontecendo (vamos combinar que não é todo dia que uma ruiva te acorda no meio da noite com um beijo querendo te dar) tive que dar um empurrãozinho me mexi para que a mão dele ficasse sob a minha bundinha e espera que ele apertasse ela com vontade, mas foi em vão (aaahhh odeio gente lerda !!! pelo amor de deus) então decidi tomar uma atitude drástica, ver se o “lerdinho” pegava no tranco.

Me levantei e procurei algo sem sucesso, mas como que não estalo me veio a ideia, não pensei duas vezes , peguei ele pela mão e o arrastei através da sala até chegar na..... varanda! Encostei ele na parede e parti para cima dele, acho que ele entendeu o recado pois comecei a sentir o volume se sobressaindo no shorts, come ele é alto eu já estava na pontinha do pé, meu blusão já deixava amostra metade da minha bundinha para qualquer um dos prédios vizinhos, mas nem me importei, aquilo me excitava ainda mais, eu ia me esfregando no corpo dele , tentando superar a dificuldade da diferença de tamanho, então ele me pegou pela bunda, me ergue, me virou e me pôs contra a parede, quase tive um orgasmo ali, adoro quando me pega assim, agora eu tava la altura ideal, fiquei só massageando a sua nuca enquanto eu o beijava, e ele já começando a ritmar o vai-e-vem, roçando seu pau na minha bucetinha, mesmo por cima das roupas podia sentir ele quente, pulsando, aquele homem sem camisa, com o shorts de futebol, a barba por fazer e o cabelo bagunçado naquele momento me parecia o homem mais sexy do mundo, o encaixe era perfeito a pressão do pau dele contra a minha bucetinha massageava meu clitóris, eu tava quase gozando já, então pedi para descer e já me ajoelhei, arrastando minha boca pelo seu corpo, pus minha mão por dentro do shorts, subindo delas parte internas das suas coxas, o shorts era bem largo então coloquei a cueca de lado e comecei a lamber as suas bolas, elas estavam bem grandes o pele do saco bem esticada, melhor para matar ele de prazer, lambia em círculos com a pontinha da língua bem rígida, coitado dava dando até pena do coitado, foi atropelado por um caminhão de prazer assim no meio da madrugada, para quem quisesse nos ver. Livrei o pau dele daquela prisão de nylon e algodão, ele fico ali estendido sobre a minha face um pouco só para ele ficar admirando e se sentindo, mas minha volúpia não deixei ele quieto por muito tempo, peguei ele com firmeza, dei aquela jogada de cabelo disfarçando para ver se tinha alguém olhando (mas de noite era difícil de enxergar) então olhei pra ele com a cara de safada e ficou lambendo a cabeça do pau dele, só lambendo deixando o úmido da minha saliva dar contraste com o quente do pau dele, dando aquele gosto choque térmico (parecido com o halls preto) e então comecei a chupá-lo, agora o choque térmico era com o quente da minha boquinha, meu lábios sugando, colocando pressão e minha boca de veludo envolvendo todo aquele pau, era disso que eu estava sentindo falta, do gosto de rola na minha boquinha, aquele cheiro de homem, e ele começou a se empolgar e começou a fazer os movimentos, bem devagar ele estava fodendo minha boquinha, me prensando contra a parede, enfiando seu pau goela abaixo, achei que ele ia gozar ali, mas ele se afastou e me deitou no chão, tirou minha calcinha e jogou pela janela (na hora eu nem me dei conta, mas poxa era minha calcinha nova !!! fiquei com raiva depois mas nem ia perguntar ao porteiro se ele tinha achado uma calcinha né ?) pude olhar para o horizonte e ver o “altura” da loucura que estava cometendo, o sol já começava a mostras seus primeiros raios e nesse clima que ele começou a me chupar, como era gostoso ter aquele homem no meio das minhas pernas, eu puxava o cabelo dele contra o meu corpo, minha perna se contraria contra o seu rosto, eu olhava os prédios vizinhos, já dava ver as pessoas na varanda olhando, o nascer do sol, era quase um quadro, uma pintura pintada em óleo de tesão com prazer.

Eu não via a hora dele me comer toda, puxei ele para cima de mim...ele tirou o shorts e veio contudo, enfiou com facilidade pois já estava molhadinha e começou a bombar... eu deitada no chão, sendo arregaçada, olhando para os casais nas varandas, ou o caras a se masturbarem, todos desejando estar ali, mudamos de posição algumas vezes, ora fiquei por cima, cavalgando e rebolando naquele pau mas a posição final foi comigo debruçada sobre a varanda, as pessoas podiam ver com clareza a minha cara de tesão, minha careta ao gozar muito.

No final, começaram a aplaudir (acho que eles não vem muito dessas coisas em Portugal) eu fiquei morrendo de vergonha, entrei correndo, segurando o meu blusão cobrindo o meu corpo, o sidney ficou lá, acendeu um cigarro e ficou curtindo a pode de garanhão dele.
Queria eu que esta aventura acabasse por aqui, ainda tem muita coisa para acontecer e muito sexo para vocês saborearem...”

sexta-feira, 11 de junho de 2010

um cineminha é sempre um bom programa

Ola meninos e meninas sapekas !
Tudo bem com vocês ? Eu estou bem obrigada. Todos vocês sabem que eu possui um perfil no formspring e me perguntaram aquilo que eu morria de vontade mas tinha vergonha e me lembrem de algo que eu morria de vergonha mas fiz., é isso mesmo! Eu também tenho vergonha, vergonha na hora de fazer sexo, pois acreditem.
Eu estava de pegação com um cara, nos conhecemos na balada, era um relacionamento sem muito credito, ele fazia o tipo bonitão, gostosão, mas que você não apresenta para a mãe de jeito nenhum sempre saiamos para curtir uma festa, bar ou balada ou seja sempre para a curtição e pegação mas em uma tarde qualquer ele me liga e diz que quer ir ao cinema ver um filme qualquer, nos encontrarmos a luz do dia, rs. Eu aceitei e achei legal a iniciativa dele, adoro cinema e é sempre bom fazer um programinha sem tanta pressão social.
Eu que escolhi o filme, ele pouco se importou com o que escolhi e em breve eu ia descobri o porque da falta de interesse no filme, escolhi “o ano em que meus pais saíram de férias” um filme brasileiro por isso havia pouca gente na sessão, chegamos cedo e as luzes ainda estavam acesas e pudemos escolher praticamente qualquer lugar que quiséssemos, obvio que ele optou por um lugar ao fundo mas eu sem saber se suas reais intenções eu não queria me sentar nas ultimas fileiras mas aceitei me sentar ao fundo. Agente mal se sentou e ele já veio com aquele desejo todo, me beijando me deixando acesa, me fazendo pegar fogo, como era gato aquele cara, era um tesão e que pegada! As mãos dele passavam pelas minhas pernas e eu já ficava querendo abri-las, mas eu estava lutando contra os meus desejos eu não podia me entregar ali, magina ! Onde já se viu um absurdo desse ?! Todo mundo ia ver seria muito... deselegante.
Mas ele não parava, as luzes se apagaram e ele foi com mais sede ao pote, já estava completamente molhadinha, estava um tempo sem fazer sexo e aquele cara era muito gosto, mas eu respirei fundo e o afastei, disse que o filme ia começar. Ele então se sentou direito e começou a ver o trailer, mas aquele danado não iria desistir, podia sentir as sua mão esbarrando em minhas pernas de proposito, podia ver que ele olhava fixamente para o meu decote nas cenas “claras”, ele estava me comendo com os olhos , mordia os lábios, ele nem via o filme só ficava olhando para e pensando em me fazer uma maneira de me fazer ceder e fazermos sexo ali mesmo, no escurinho do cinema, com o risco de que todos nos pudessem ver.
Eu não conseguia prestar a atenção no filme, só pensando ou não se devia me entregar ali, por um lado eu morria de vergonha e medo de que as pessoas, não que eu nunca tivesse feito com pessoas olhando, mas ali não era lugar de se fazer, elas não eram coniventes daquela situação, minha orelha esquentava de imaginar as pessoas falando daquela vadia que estava dando no cinema. Por outro lado me exitava todo aquele desejo, a vontade de me consumir em qualquer lugar, vi que ele já estava de pau duro e vira e mexe ele passava a mão sobre o seu pau para conte-lo dentro da calça, minha boca começou a ficar aguada de desejo de chupa-lo, os lábios minha bucetinha começaram a se abrir inconscientemente de tanto tesão e ela já estava molhadinha, ela estava pegando fogo, podia sentir o calor entre as pernas e eu cruzava as pernas me contorcendo de vontade.
Até que não pude mais aguentar, em um movimento que até mesmo ele se assustou comecei a beija-lo e minha mão foi direto sobre o seu pau, abri o zíper e coloquei para fora, aproveitei as luzes que as cenas as vezes proporcionavam para olhar para o seu pau ali enorme e latejando, comecei a punheta-lo bem devagarzinho, mas bastante intenso voltei a beija-lo e ele já passava a mão pela minha perna me puxando para mais perto dele , como se quisesse que eu sentasse em seu colo, eu já toda torta, com a mão dele em minha bunda e eu a masturba-lo pensando que todos estariam vendo e sabendo o que estávamos fazendo, então eu já estava perdida então perdi totalmente as rédias.
Me posicionei e me abaixei e cai de boca sem dó naquele pauzão, minha mente estava a mil, pensando o que as pessoas estariam falando, e de repente tudo se foi eu só estava me concentrando na minha boca cheia, as únicas palavras que habitavam a minha mente eram chupar, lamber, mamar, pau enorme, todo na minha boca, gozar, leitinho, porra, até a ultima gota, e assim se foi chupei até que ele gozasse e eu pudesse beber tudinho. Ele quis me retribuir, me ajeitou na poltrona sentadinha e obediente e pôs sua mão por dentro da minha calça e começou a me masturbar, o danado era bom nisso, massageava o meu grelinho, abria bem os lábios e esfregava sem parar, falava bem próximo ao meu ouvido, me chamando de gostosa, de tesuda, de o quanto ele estava morrendo de vontade de me comer ali mesmo, de me ver cavalagar em seu pau, de comer o meu cuzinho, que se pudesse me comeria todos os dias, que eu ele ia judiar de mim, que ia esfolar a minha bucetinha e meu cuzinho. Aquilo me levou ao orgasmo rapidinho, eu eu me contorcendo para não gemer, para não dar nenhum sinal, tentava olhar para os lados e ver se alguem estava nos vendo mas meu olhos se reviravam perdidos enquanto eu gozava muito.
Não aguentamos e fomos para o motel fazer sexo até cansar, acho que nunca estava tão ligada e tão disposta como desta vez, o escurinho do cinema e a sensação das pessoas me vendo e morrendo de vontade de estar em meu lugar me deixo com vontade de meter a noite toda. Tive que voltar outra vez ao cinema, sozinha desta vez para poder entender o filme, era um ótimo filme, mas eu ficava lembrando do que havia acontecido, ao chegar em casa após o filme eu me acabei de me masturbar lembrando.

sexta-feira, 14 de maio de 2010

Trocando a marcha

Olá meninos e meninas sapekas !
Tudo bem com vocês ? Eu estou ótima, sabe eu estava vendo os treinos da formula 1 em monaco esta semana e ficou morrendo de vontade de estar lá, deve ser lindo demais, não é ?! Bom o fato que nos interessa é que lembrei quando esse mundo das corridas e carros entrou em mim (rs) se me permitem o trocadilho, mas vamos ao que interessa de verdade, ao conto desta semana.
As fico pensando em como realmente devo ser boa naquilo que faço, afinal mesmo tendo perdido o emprego trabalho não faltou, recebi várias propostas como freelancer, algumas bem interessantes, e uma dessas foi fotografar todos os dias em Interlagos, apesar uma corrida de stockcar e não da formula 1 eu estava empolgadíssima ! Obvio que eu eu ia arrumar um jeito de colocar meu pai e meu irmão para dentro e realizar o sonho dos menininhos para ver uma corrida de carrinhos.
Eu acordei cedo ainda na quarta feira para fotografar a montagem,ainda estava escuro, eram quase cinco da amanha e eu já estava de pé fazendo o café da manha e tomando meu banho, normalmente eu sou muito sonolenta pela manha, mas naquele dia eu estava extraordinariamente agitada, entrava no quarto do meu irmão a cada 5 minutos, até a parte que peguei ele pelado, se arrumando, então percebi que estava sendo inconveniente. Consegui que meu irmão viesse comigo, nomeando ele como meu ajudante, me lembro de ter levado muita coisa, coisas que eu sabia que eu não ia usar, só para convencer que eu precisava de um ajudante e ele poder entrar comigo. Fotografei a amanha toda, e logo estava na hora do almoço meu irmão disse que ia almoçar em casa, por mim tudo bem então ele se foi e eu fui ao refeitório do autódromo para almoçar, sentei em uma mesa para almoçar ouvindo meu mp3 quando sou interrompida por um cara, me pedindo licença para sentar-se na minha mesa, como o refeitório estava realmente estava cheio não seria justo deixo comer em pé para me dar o luxo de comer sozinha, odeio comer sozinha mas comer com um completo estranho é sempre constrangedor, mas minha educação me fez permitir, ainda mais porque era um estranho gato, e com um sorriso mais lindo que eu já vi, totalmente puro e encantador.
Lhe disse “hello stranger (olá estranho)”, ele me olhou surpreso então sabia que ele tinha visto o filme “closer”, então continuei “meu nome é alicia, prazer” para que ele pudesse voltar a respirar normalmente(rs) ele então se apresentou, seu nome era Rodrigo e assim começamos a conversa. Quando ele descobriu que eu era fotografa logo me perguntou sobre o colete que é tão tradicional na imagem de um fotografo, mas eu não uso, uso um bat-cinto, ele achou aquilo o máximo, mas acho que ele queria mesmo era ver o meu corpo. Então eu me permiti dar uma olhadinha no “corpitcho” do rapaz. Ele era bonito, tinha uma postura de presença, comecei a me interessar, mas então eu lhe questionei o traje que vestia, ele me disse era um macacão de pilotagem, mas ele era ex-piloto de stockcar mas estava ali como piloto de segurança, mas o que me chamou a atenção mesmo foi que ele trabalhava como instrutor de escola de pilotagem da BMW.
Conversamos bastante durante os outros dias, almoçamos todos os dias juntos, ele me prometeu uma visita a escola e quem sabe me dar umas voltinhas, então trocamos telefones e marcamos de sair outro dia. Consegui levar meu pai e meu irmão para ver a corrida, ficaram muito felizes.
Então as semanas se passaram, mas em uma sexta-feira qualquer ele me liga, queria saber o que eu ia fazer anoite, então combinamos de sair e que ele me pegaria em casa disse para eu caprichar no visual que ele ia me fazer um surpresa, na hora traduzi que ele queria dizer para eu vestir minha melhor calcinha(rs), mas com certeza não esperava o que estava para acontecer a seguir, passei horas me arrumando, mas no fim estava mesmo de arrasar, coloquei um vestido preto com um generoso decote, minha calcinha de renda favorita, uma sandália e um casaquinho pois fazia frio, ao descer la estava ele, me esperando encostado no carro, me olhando de cima a baixo, conferindo o material, mas ele não fez por menos, estava muito bonito, elegante mas informal, estava com uma calça jeans caprichada, e uma blusa social preta, um belo relógio, correntes e anéis. Ao me aproximar, desfilando, reparei que o carro que ele dirigia era uma BMW linda preta muito bem cuidada, ele disse que ele tinha algumas vantagens em se trabalhar para a BMW e abriu aquele sorriso que fazia molhar a calcinha e abriu a porta para que eu entrasse, sentei confortavelmente no banco de couro, mostrando parte das minhas pernas esperando.
Fomos jantar em um restaurante árabe, eu recomendo a todos vocês, na volta eu sei que ele tomou um caminho mais longo de proposito, passeando pela cidade, ouvindo musica, a cada troca de marcha ele dava um jeito de esbarrar na minha perna, tocando a minha pele. Ele de fato dirigia muito bem, ele tinha o total controle de carro, deslizava pelo asfalto como um patinador sobre o gelo, e eu podia sentir o carro, o motor, a potencia e sentada no couro gelido minha pele se arrepiava toda, e meus mamilos começaram a ficar duros e se sobressair, ele não parava de olhar o meu decote, quase podia ouvir seus pensamentos de desejos de cair de boca nos meus peitos, ele então fechou os vidro e ligou o aquecedor, disse que queria me deixar o mais confortável possível, relaxada então para entrar na brincadeira abri vagarosamente as minhas pernas, como se o calor, e o tesão, fossem amolecendo-as, ajeitei o decote ainda mais aberto, provocando o mais, quase deixando-os a mostra, vi a volume na calça, a sua excitação em me ter, me ajeitei no banco e comecei a alisar as minhas pernas, e a me masturbar por cima do vestido, mordia os lábios, fechei os olhos , somente ouvindo a musica, sentindo o carro, e o prazer ia aumentando, abri meus olhos e via as luzes da cidade, passando como rabiscos por estar entorpecida de prazer, olhava as pessoas na rua e pensava que elas nem ao menos sabia que naquele momento, no carro que atravessava a esquina frente a eles havia uma garota gozando.
Ele então parou o carro, em uma rua comum, nem era escura ou vazia, estacionou como um verdadeiro as do volante, ele tirou o cinto e já ia sair do carro provavelmente imaginando que subiríamos para o seu apartamento, mas logo coloquei a mão sobre a sua coxa e lhe tasquei um beijo do mais ardentes, ele logo passou suas mãos cheias de dedos por todo o meu corpinho, ele estava imóvel sentado ao banco, enquanto eu estava envies, se o carro não fosse completamente filmado, com certeza as pessoas que passassem viram meu rabinho empinado quase de quatro apontando para o vidro. Então fui descendo, abrindo a sua blusa botão por botão, beijando seu peito, abri toda sua blusa e fiquei passando a mão em seu peito, beijando sua boca intensamente, até que desci a mão e coloquei sobre o que eu realmente desejava, o seu pau, que já estava a ponto de explodir, desabotoei sua calça, abri seu zíper e vi aquele pauzão pulando pra fora da cueca boxer.
Desta vez sem enrolar comecei a chupar, estava com muita vontade de chupa-lo, lambe-lo todo, de senti-lo preencher toda a minha boca, enorme e duro cheio de desejo, mamei gostoso da cabecinha a base, freneticamente, matando minha sede de rola, podia seus músculos se contraindo, e aquilo me dava mais tesão, então eu mamava e mamava com mais vontade, mas sabia que se não parasse a nossa diversão ia acabar, então me levantei e vi ele com a mão sobre o volante, se contorcendo de tesão, sobi no colo dele e comecei a rebolar no pau dele, sobre a calcinha para aumentar mais a vontade, deixei meus decote ficaram bem na cara dele, ele ficou secando a noite toda, olhando , imaginando o momento que ele mesmo não aguentaria se levantaria e chuparia meus peitos no meio do restaurante, mas ali estava a sua recompensa por se comportar, ele abriu meu decote e chupou meus seios como se não houvesse amanha, ele se acabou no meio deles, ele mordiscava o biquinho que me dava muito arrepio, dava um pouco de dor, mas me dava mais tesão. Ele então reclinou o banco, tirou minha calcinha e passou a mão na minha bundinha, apertava ela enquanto nos beijávamos, eu comecei a sentar no pau dele, cavalgando gostoso, requebrando como uma dançarina do é o tchan, rebolando, ele não precisou fazer nada, eu fiz todo o trabalho, então vi que tipo de instrutor ele era, ele me virou e me pôs de quatro sobre o banco e começou a me comer, me apertava na cintura e me puxavam para ir cada vez mais fundo, bombando na minha bucetinha com força, depois ele me arreou o outro banco e me deixou deitada sobre o meio deles, com a bunda empinadinha, e começou a me chupar, lamber a minha bucetinha todinha, então me certifiquei que ele lambesse o meu cuzinho também rebolando na cara dele, ele parecia que conhecia varias poses dentro do carro, depois se sentou no passageiro e me fez sentar em seu colo, eu sentava naquele pau enquanto me mordia o pescoço, com uma mão apertando o meu peito e outra massageando o meu grelinho, nossa me levou a loucura e nos gozamos juntos.
Ele então me levou para casa, dessa vez com mais agressividade, me fazendo sentir-se em uma corrida de carro, ele realmente dirigia como um piloto, mas a noite não estaria completa se eu não experimentasse fazer um boquete em um carro em movimento, ele diminui a velocidade e eu cai de boca, sentir o motor vibrando, o couro do banco e o quente do leitinho jorrando na sua garganta é algo que eu recomendo, desci do carro lambendo os cantos da boca e chupando a ponta dos dedo, depois de ter tomado aquela porra até a ultima gota.

sábado, 13 de março de 2010

amig6s...

Olá leitoras e leitores !
Tudo bem com vocês ? Tava pensando no valor que os amigos teem em nossa vida, eu prezo muito meus amigos e as vezes as pessoas confundem quando tenho amizades do sexo oposto, dizem que eu estou de safadeza, eu sempre me dei melhor com meninos, desde a época de colégio e o conto de hj é sobre o dia que reencontrei um desses amigos.
Na época do colégio a fofoca rola solta, tudo que você faz logo chega na boca do povo e muitas vezes aquilo que você não fez também, foi assim que aconteceu eu conheci um grande amigo assim sem querer e nos tornamos amigos indesgrudaveis, quem não gostava muito disso era a namorada dele na época, tínhamos amigos em comum, ela tento ficar minha amiga mas quanto mais as fofocas rolam mas crescia o ódio dela até que eles terminaram, ninguém acreditava que nós não tínhamos nada, todos achavam que ela tinha traído ela comigo, que eu era uma safada que roubei o namorado da amiga, confesso que morria de tesão nele, que rolou um clima aqui em casa, mas não rolou nada nem um beijo, mas acabou o colégio e eu nunca mais o vi. Até que um dia assim sem querer, seis anos depois, nos encontramos no Viena, um café aqui em São Paulo, relembramos nossas historias e trocamos telefones, chegamos a sair algumas vezes com a turma do colégio e comecei a pensar como seria o beijo dele, ai na véspera do meu aniversario ele me liga, disse que queria falar comigo, a primeiro momento fiquei até preocupada achando que tinha acontecido alguma coisa, para ele ter me ligado assim do nada, mas ele parecia bem, disse que queria em encontrar anoite, não achei que ia rolar nada mas pus uma calcinha bonita, agente tem que ir prevenida né ?
Fomos a um barzinho, começamos a conversar sobre os velhos tempos, sobre os planos para o futuro, achei que ele só queria mesmo por a conversa em dia, era dia de semana então voltamos cedo porque nós dois trabalharíamos no dia seguinte, ele foi me levar em casa como um cavalheiro, mesmo que o bar fosse pertinho da minha casa, só que ao descer a minha caçada o pneu furou, nem cheguei a entrar e ele me liga dizendo que tava na porta, que ele ia trocar o pneu, ai sai fui la fazer companhia para ele, fiquei la admirando ele enquanto tirava as ferramentas mas vi que ele não estava conseguindo trocar o pneu, era uma noite quente e ele já tinha perdido a compostura e estava sem camisa, a mão suja, então pediu que eu ligasse para o seguro, mas eles avisaram que ia demorar um pouco, porque de madrugada era mais difícil, então estávamos presos ali eu e ele, e ele perguntou se eu não ia perguntar o porque eu tinha ligado pra ele, eu disse que achei que era para conversar, mas ele me disse que era porque tinha sonhado comigo, e que pela primeira vez tinha acordado com vontade de me beijar e pensou “porque não”, tomo mundo sempre culpou a agente por algo que não fizemos, então agora podemos fazer, ele mal terminou de falar e eu já estava beijando ele, ficamos ali no carro beijando muito tempo, bem devagar, tirando o atraso de 6 longos anos, cada segundo, nunca achei que poderia beijar um cara tanto tempo sem fazer sexo, minha mente ficou branca, só pensava naquele momento e a nossa historia passou como um filme em minha cabeça e quando dei por mim a vontade de fazer sexo ali mesmo começou a crescer e fui atiçando ele, era a oportunidade de fazer sexo com uma velho amigo e de realizar uma fantasia de transar no carro, mas eu estava com medo, eu estava na porta da minha casa, mas isso não nos impediu, e logo começando a nos acariciar, eu pus seu pau pra fora e comecei a chupa-lo do jeito que eu adoro, bem devagar, indo até o final, lambendo, chupando, pega ele pela base, apertava suas bolas, aquele pau era todo meu, aquilo que eu pensei um dia estava se tornando realidade, tendo aquela tora na minha boca, era uma delicia. Minha bucetinha estava encharcada, quando saber se ele era bom mesmo, queria ser chupada com vontade também, e meu pedido foi atendido, ele me levou a loucura com sua língua, ora chupava, ora lambia, ora mordia, ele separou bem os lábios, deixando a parte rosada bem a mostra, o buraco se abrindo para ele enfiar seus dedos bem la no fundo, o menino hábil, ele devia ser tecladista, ia fazer sucesso, pelo menos no “solo” que ele fez na minha bucetinha eu atingi notas de gemido que não achei que seria fácil, rs. E assim tive minha primeira experiencia dentro de um carro, com um pneu furado em um delicioso sexo contido pela falta de espaço e de vergonha.
Mas a noite não acabou para ele ai, não foi incompetência não ter conseguido, o para fuso foi posto com maquina pressurizada então teve que guinchar o carro e levar para oficina, tadinho fiquei com pena dele. Perdeu a madrugada toda, mas como consolo comeu a amiga.