google analytics

domingo, 5 de junho de 2011

Feriadão

Olá meninos e meninas sapekas !
Tudo bem com vocês?
Hoje iremos voltar com a nossa programação normal, hoje vou contar mais um historia minha. O post sobre o caminhoneiro repercutiu bastante, mas não foi a única vez que eu fiz sexo na estrada não, vou contar uma outra que aposto que vai deixar muita gente pensando enquanto estiver em um congestionamento.
“Feriado prolongado, isso é tudo que um paulistano deseja todas as noites quando poe a sua cabeça no travesseiro. Agente sonha com as praias do litoral, com o mar, com a piscina, o churrasco a musica alta, e claro, os “amores” de verão. E eu tinha mais um feriado desse pela frente, um feriado prolongado, com previsão de sol, 15 pessoas em uma casa de praia no litoral norte.

Sexta-feira, 18 horas, eu estava parada em frente ao trabalho esperando a bianca e o Jéferson me pegarem, fui de mala e tudo para o trabalho, não queria perder um minuto, nos reunimos todos em frente a casa do rasta (apelido derivado de rastafari)e assim partimos rumo ao verão. Chegamos na casa la de madrugada, era uma noite agradável, um calorzinho, mas uma bela brisa do mar, a lua cheia. Era o clima perfeito, passada aquela correria para escolher as melhores camas, eu fiquei na cama de cima do beliche, por ser magrinha eu acho. Logo comecei a me despir para colocar o biquíni, mas de repente algo abre a porta sem mais nem menos, eu não estava completamente pelada, mas algo me diz que a pessoa pôde ver bastante da minha... pele. Não pude ver quem era, a pessoa fechou a porta muito rápido, eu mal tinha chegado e já tinha sido visto praticamente pelada, assim é sacanagem (literalmente), eu sai do quarto toda acanhada, toda sem graça pelo que aconteceu, queria me esconder dentro de mim mesma, mas fui caminhando em direção a piscina, com passos tímidos, se eu não gostasse tanto de piscina como eu gosto acho que eu teria desistido da ideia. Acho que eu tenho essa coisa de sereia, adoro ficar na água, me relaxa, eu fico horas e mais horas na água, se deixa fico o dia todo, ou no caso, a noite toda, e foi o que aconteceu, virei a noite na piscina, vi o por do sol deitada sobre as águas, vi todo mundo ir dormir, menos o Artur, ficamos os dois lá papeando, jogando conversa fora, rindo e eu já toda enrugada.
 
Quando amanheceu eu fui tomar um banho e colocar uma roupa, o Artur foi bastante gentil, veio me trazer uma toalha, ajudou a me secar, e pude ver que aquele sacana tava se aproveitando da situação, mas fiquei quieta. Se ele queria brincar então eu iria brincar, e eu sei bem como atiçar um cara. E assim o dia se seguiu, coloquei uma roupa mas fui inútil, na hora do almoço eu já estava de biquíni novamente, mas é claro que desta vez , adivinhem para quem eu ia pedir para passar o protetor solar em mim ? Mas é claro que era ele, fui desfilando até ele, rebolando, quase em câmera lenta, sentei na frente dele, joguei o cabelo de lado suavemente, revelando o meu pescoço, os meus ombros e as minhas costas, e pedi com aquela voz, carregada de dengo que passasse o protetor em mim, fiquei falando do quanto eu era branquinha, que precisava que ele caprichasse, fazia um charme, fingia que ele tava indo muito forte, só para dizer que ele era forte, meio bruto, e que eu era delicadinha (o velho clichê do homem forte e viril e ada mocinha frágil e delicada ainda funciona muito bem obrigada). Assim fiquei um pouco deitada na rede, esperando o efeito do protetor começar, fiquei ali um tempo abstraída, pensando em nada, só relaxando, mas quando dei por mim, o tempo havia passado, procurei pelo Artur e achei ele conversando com uma garota, não sei porque aquilo me deixou... enciumada, eu sei que não rolava nada ali, mas me o único pensamento que passava pela minha cabeça era “sou mais eu”, comecei a ficar inquieta vendo aquela cena, então tomei uma atitude, me levantei e fui … desfilando … pela borda da piscina, me senti a própria gisele bundchen (confesso que fui procurar no google como se escreve, que caralho de nome complicado é esse mulher ?), extendi a toalha no chão, e fiz toda a pose de filme, fiquei de quatro e fui me abaixando devagar, deixando a bunda bem arrebitada, quase como se estivesse mergulhando, quase uma felina, e os olhos dele se voltaram para mim novamente, eu via claramente que a garota estava la falando com ele e ele só olhando para mim, ou para minha bundinha para ser mais especifica, vi o olhar dele de vontade, mordendo os lábios discretamente, mas eu queria mais, eu fui além, desamarrei a parte de cima do biquíni, fiquei alguns segundo segurando com as mãos, quase mostrando , fazendo aquele jogo de mistério, atiçando a imaginação do pobre infeliz (ou feliz já que muitos queriam estar ali) .

Assim continuou a nossa brincadeira de “gata e cachorro”, passamos o feriado todo, nos provocando, ele de todo jeito arrumava um jeito de tirar uma casquinha de mim, eu podia ser a malicia de seus atos, toda vez que ele me tocava, mesmo quando ele fingia (e muito mal) que era “sem querer” , o jeito que ele me pegava nas brincadeiras na água, o jeito como ele adorava me chinchar para pedir licença, me pegava pela cintura e e me bolinava sem dó de mim, podia sentir o pau dele roçando na minha bundinha, ele me segurando pela cintura, e eu fazia por outro lado, como como eu estava sempre por perto dele, sempre vinha lhe trazer alguma bebida, como sempre chamava ele para ir dançar comigo. E a noite finalmente caiu, eu já estava 36 horas sem dormir, já estava deitada na rede quase dormindo, quando ele sentou do meu lado, balançando a rede, me fazendo ninar, até que eu cai no sono, exausta. Acordei com ele me fazendo um cafuné, fiquei ali, fingindo estar dormindo, só para ficar curtindo um pouco aquele carinho, aquele chamego, mas meu desconforto era visível, e ele mais uma vez foi gentil, ele me levou até o quarto mas realmente não ia conseguir subir no beliche com todo aquela moleza que eu estava então deitei no colchão que havia no chão, claro que puxei ele junto, puxei ele direito para mim, e para os meus lábios, e o beijo aconteceu, mas isso foi tudo que aconteceu aquela noite, um beijo de boa noite.

O feriado estava acabando, o com ele os dias de sol, no ultimo dia de sol choveu , e muito, eu não tinha conseguido ir além daquele beijo, e teria que ficar presa com ele no dia de chuva, deitada no sofá. Então decidimos ir embora mais cedo, afinal a casa não era tão divertida com aquela chuva torrencial, começamos a arrumar tudo, nos arrumar, arrumar as malas e por fim, depois do almoço, com a chuva já bem fraquinha. Pegamos a estrada, partindo de volta para casa, todo paulistano acho que já está preparando para pegar transito,ainda mais voltando do litoral depois de um fe3riado prolongado, mas desta vez, foi além, a noite caiu e não tínhamos antes um metro se quer, descobrindo que o barranco havia desmoronado e a estrada ficaria interditada, sem chances de ir a lugar algum durante pelo menos umas 2 horas, os carros desligaram, os faróis desligaram, e se a iluminação da rua, estávamos em um completo breu, mal dava para ver o carro seguinte ou o anterior. No carro estávamos eu, Arthur , o Jéferson e a bianca, o silencia estava reinando absoluto, eu olhei para ele e ele parecia estra lendo meus pensamentos, pois já estava vindo na minha direção, nos beijávamos sem pudor, o casal na frente ficou só observando e com certeza pensaram algo do tipo “essa danadinha, vai aprontar de novo” eu conheço ele há um bom tempo, e eles também me conhecem, sabiam o que estava por vir, então falaram que ia la ver o que estava acontecendo e se tinha um lugar para a bianca fazer xixi, era a minha deixa.
Não tínhamos tempo a perder, assim que ouvimos a porta do carro, bater começou a pegação, montei no colo dele, ele já começou a beijar meu pescoço e ir descendo em direção ao meu colo, eu estava com uma blusa de alcinha e isso facilitou bastante para que ele chegasse até os meus peitos. 

O garoto tinha pegada, sabia o que estava fazendo, foi direto nos mamilos, e começou a lambê-los e deixá-los durinho feito pedra, eu estava muito excitada pois estava esperando por aquilo durante alguns dias. Foi tudo muito rápido, eu segurava ele pelos cabelos e rebolava por cima da calça fazendo pressão, senti o pau dele ficar duro rapidinho, íamos fazer uma loucura, nada ia conseguir nos parar agora, nem a vergonha das pessoas la fora, nem o medo de sermos pegos. Eu então abri o botão da sua bermuda, tirei aquele monumento para fora e sem aviso prévio cai de boca, de uma vez só e só pude ouvir o suspiro profundo, a perca súbita de ar do pobre coitado, não sei se foi o tesão acumulado, mas eu tava inspirada naquele dia, mamei como uma bezerrinha, sugando, lambendo, colocando tudo que podia na minha boquinha, o garoto ficou congelada, sem se mover só apreciando a vista de me ver de quatro no banco de trás de um carro, subindo e descendo a minha boquinha no seu pau, visão que só seria equiparada se alguém conseguisse dar a sorte de ver alguma coisa da janela do carro, pois veria toda a minha bundinha arrebitada e minha bucetinha ensopada, louca para sentir o pau dele. Mas tava na hora de fazer o dele, então parei e fui para o outro lado do banco levantei a saia jeans, abri as pernas e me ajeitei, escolhi uma posição bem confortável, parecia uma rainha em seu trono esperando pelo seu servo, a calcinha foi posta de lado, comecei a passar o dedo pela minha bucetinha, pelo grelinho, eu estava ensopada, meus dedos deslizavam fácil meio dos lábios, eu sei que ele queria ficar ali me olhando, admiando o contraste rosa na minha pele brnaca, o brilho reluzente do meu melzinho escorrendo, mas ele tinha um trabalho a fazer, então ele veio, aaahh sim ele veio,pude sentir bem a língua do rapaz (eu até desenvolvi a teoria de que chupa bala faz sexo oral melhor depois desta) huuummm que habilidade com a língua ele tinha, parabéns a alguma ex namorada dele, porque sexo oral bem feito assim tem que ser trabalho de uma mulher e isso leva tempo, mas naquela hora minha mente estava vazia, meu cérebro desceu até o meio das minhas pernas, gozei feliz. é claro que agente queria mais, mas teria que ficar para um lugar mais.. espaçoso, eu era pequeninha, mas o rapaz era bem grandão. Quando o casal voltou era possível sentir o cheiro de sexo no carro, ver meu rosto corado e nossas caras com um sorriso bobo de orelha a orelha, a bianca disse só movimentando os lábios “depois me conta” eu apenas sorri.”

2 comentários:

O gerente disse...

Nossa, mulher quando ataca é foda... literalmente! Gostei da historia e, principalmente da narrativa, replata de humor! Seus contos são muito legais!

Anônimo disse...

Uau ! Mtooooo bom o conto , só me pus no lugar do cara que deve ter ficado mtooo puto de não ter terminado o serviço ! ar do cara que deve ter ficado mtooo puto de não ter terminado o serviço !