google analytics

Mostrando postagens com marcador estranho. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador estranho. Mostrar todas as postagens

sexta-feira, 2 de setembro de 2011

braços de uma alma paulistana


Olá meninos e meninas sapekas!
Tudo bem com vocês? Eu estou bem, eu pouco na minha no momento mas estou bem.
Mas foi inevitável me lembrar da época que tudo era maravilhoso. Ok, nem tudo, mas quando se esta em meio a natureza tudo parece mais bonito não é!? Pois é. Esse é o tema do post desta semana. Aproveitem.

“Eu lembro de voltar por varias vezes da balada e ver pessoas correndo e fazendo exercícios e me perguntava “Quem diabos corria as cinco da manhã ?” mas a vida adora me pregar peças e claro comecei a trabalhar tanto que comecei a ficar sem tempo para a academia, e eu um dia desses reclamando sobre como eu estava gorda e velha (claro que eu não tinha nem 25 anos e estava comendo sorvete) e então minha amiga disse que corria todos os dias as 5 da manha no parque, depois de xingá-la um pouco deixei que ela explicasse que ela achava aquele o melhor horário, pois o tempo é mais ameno, tem pouca gente no parque e blah blah blah wiskas sache. Enfim eu disse que qualquer dia eu iria experimentar (mas claro que eu falei aquilo da boca para fora mas preciso aprender a medir minhas palavra), mas CLARO que ela me ligou as quatros da matina para me chamar para correr alguns dias depois.

Eu recusei, mas fiquei rodando na cama , tinha perdido o sono. Então tratei de me arrumar, ligar para aquela maldita e ir para o parque. Nos encontramos no portão 6, eu com a cara de sono e ela lá toda animada, já fazendo alongamento me esperando. Eu não sei de onde ela tirava tanta disposição mas já que eu estava ali... corremos , corremos, corremos e conversamos também e isso ajudou a não perceber o quanto nos havíamos corrido, só senti quando parei e ai as dores me alcançaram e puta que pariu, que dores. Ela disse que isso era normal para os inciantes (detalhe que ela só me avisou depois né?) mas que logo logo ia passar , logo meu corpo ia se acostumar e disse que faríamos um dia sim e um dia não (como se eu já tivesse aceitado), mas acho que de certa forma aceitei e fiz o combinado.

Sem que pudesse perceber fui tomando gosto pela coisa, eu praticamente levantava sem sono e eu que ligava para ela para ir correr, mesmo quando ela não podia eu ia correr sozinha, o que acabou se tornando frequente devido ao trabalho dela até que por fim eu já estava indo correr sozinha, todo santo dia, comprei roupas, comprei um mp3 só para deixar as musicas que eu gostava. E corria com aquela trilha sonora, sem ninguém para me perturbar, ei sai do mundo, entrava no meu mundo. A musica me fazia bem, o suor me fazia aliviar os problemas. Eu estava irreconhecível, não era um comercial da olympikus mas eu estava correndo sem parar as 5 da manha com um sorriso no rosto. Um desses incontáveis dias algo diferente aconteceu... eu estava sempre ouvindo musica e quase nunca reparava em nada no caminho, mas um cara me chamou a atenção, nunca vi alguém tão charmoso correndo, uma calça dessas de tectel , e uma blusa de manga comprida bem justinha, mostrando o corpo preparado do rapaz, era um loiro de olhos azuis, quase uma alemãozinho, logo pensei: “forasteiro” e continuei a correr.

O parque é bem grande, mas comecei a reparar eu de tempo s em tempos ele dava um jeito de aparecer para mim, acho que ele ficou cortando caminho de proposito só para me ver, porque não era humanamente possível ou eram as .. “forças do destino” e ele parecia corre em câmera lenta. Então ele decidiu se aproximar, correr praticamente do meu lado, mas eu fingi que não estava nem ai, mantive com os fones de ouvido o tempo todo, admito que um pouco de charme da minha parte. Mas o cabra corria num ritmo bastante forte e eu acabei cedendo comecei a diminuir até caminhar lentamente, ele seguiu em frente. Eu vi, quase como uma miragem um bebedouro ali só me esperando, parei pare beber água , então o vi retornar. Resolvi dar uma chance ao rapaz, tirei o fone do ouvido e fiquei ali bebendo água, recuperando as minhas forças, esperando para ver como o forasteiro se saía.

Apelão! Era isso o que ele era. Apelão! Acho que ele leu meus pensamentos que eram: “como alguém pode ficar tão sexy com a camiseta toda suada???” e fez o favor de tirar a camisa, e revelou uma das maiores e mais fodas tatuagens que eu já vi com os meus próprios olhos claros que deus me deu. A tatuagem cobria o ombro, parte do braço e parte das costas. Eu fiquei olhando , olhando que ele acabou notando e sorriu. Na hora fiquei sem o que dizer e acabei dizendo “doeu?” (damn it ! Que coisa mais estupida ! Não.. fez cosquinha... alicia burra! alicia burra!) ele ainda sorriu e disse que não, que fofo.. ficamos então conversando, logo reparei que ele era do sul, com aquele sotaque maravilhoso que a cada “bah!” que ele soltava minha calcinha molhava mais um pouquinho, íamos andando bem devagar, parecia que estavam todos “acelerados” e só agente em câmera lenta repara para onde estávamos indo e fomos para lá pelos meio do parque, é uma parte meio abandonada e sem iluminação. ainda estava de noite e eu comecei a ficar com medo pois falavam que por ali tinha muitos assaltos e até estupros e me abracei com o meu homem e disse “me protege?” ele virou para mim e sim, “claro, minha princesa“ (princesa é da cohab mas ouvir isso de um.. príncipe europeu com sotaque do sul ganha outro tom) eu não resisti, olhei nos seus olhos azuis, passei a mão pela sua nuca e pelos seus cabelos molhados de suor e dei um beijo. 

O beijo era sensacional, era delicado, mas com vontade, coisa muito difícil entre os homens principalmente entre os do tipo parrudinho, fiquei viajando em seus lábios e logo começou a bater aquela vontade, nossos corpos suados me davam mais tesão ao contrario do que se espera, eu podia sentir o calor dos nossos corpos ainda, os músculos estavam enrijecidos pelo exercícios e estava tudo durinho, eu tentei, eu juro que eu tentei mas não resisti e taquei a mão não bunda dele e apertei com gosto, ele tomou um susto e eu fui tomada pelo tesão, gente que bunda, durinha, e que corpo. Ai ele começou a se aproveitar de mim também, a mão dele começou a explorar o meu corpo, e nessa época eu tava com o corpo no auge, ele deve ter deliciado também. Eu olhei bem pra ele fazendo a cara de mais safada que eu poderia fazer, sabia que um gentleman como aquele não ia se tocar das minhas intenções se eu fosse sutil. Ok, nem assim.. tive que falar para irmos para um lugar mais afastado (mais ? é... já estávamos no meio do nada, então só nos restava o meio do mato. Sim. Era exatamente onde eu queria ir)

Avistei uma arvore, em meia a tantas outras pois escolhi logo o meio do bosque, eu sabia o que ia acontecer, e minha mente fértil já havia imaginado tudo, eu já estava molhadinha antes mesmo de começar. Mas o “príncipe” entendeu o recado, me pegou pela cintura me puxou contra ele e quase num passe de dança virou e me colocou contra a arvore, eu só pude dizer “vem delicia!” antes de começarmos a festa, os beijos já começaram intensos, ele foi certeiro na minha orelha, beija mordia e murmurava coisas que meu estado de tesão me impossibilitavam raciocinar, aquele sotaque, a adrenalina do momento, a endorfina do exercício tudo foi acumulando e eu estava revirando os olhos, me segurando nele, com força porque minhas pernas já estavam fracas e pedindo por mais.

As roupas de exercidos tem uma qualidade interessante, são fáceis de tirar, na verdade são tão acessíveis que você nem precisa tirar, só reparei que ele estava com as mãos indo em direção aos meus peitos pela diferença de temperatura do meu corpo quente o o gélido tempo da minha capital paulista, o meu gaúcho já chegou na pegada, apertando com firmeza, mas sem perder a noção, se eu não estivesse encostada na arvore, eu juro que tinha caído no chão na hora que ele começou a descer a mão e enfiou dentro da minha calça e indo direto na minha bucetinha, seus dedinhos entraram com facilidade enquanto ele me falava as putarias mais baixas que soavam como lindos sonetos rebuscados naquele sotaque gaúcho. Eu me segurava ele pelos cabelos, e pedia por mais, mordia os lábios, mordia o seu pescoço, eu estava a caminho do orgasmo mais agressivo da minha vida e pela primeira vez fiz questão de anunciar, anunciei em alto e bom som “eu vou gozar” e claro que ele me pediu para gozar , gozar para ele mas como dizia o velho ditado, seu simples desejo se tornara uma ordem.

Mas eu tenho o (péssimo ou maravilhoso) habito de nunca deixar barato, se um homem me faz gozar rápido eu tenho que fazer ele gozar mais rápido ainda, então coloquei ele apoiada na arvore abaixei suas calças só um pouco e pus seus pau para fora, não deixei nem o menino respirar um pouco do ar puro do parque e já cai de boca, coloquei a minha mão por dentro da calça comecei a me masturbar também para dar mais ritmo, eu por um momento deixei de ouvir o seus sotaque para ouvir o seu gemido, acho que a única coisa mais tesuda que o sotaque de um gaucho é o gemido de um gaúcho (e isso vale para as gauchas também, uma vez eu tava com a … ah deixa para lá! isso vou deixar para outro dia né ?) fiz questão de beber até a ultima gota, e ainda abrir minha boca para cair lentamente. Quando eu olhei para ele com aquela cara de safada ele tava olhando para mim com os olhos arregalados, e eu apenas.. sorri.

Acho que a vontade dele era me xingar tanto, mas ele descontou tudo na minha bucetinha, ele me erguei contra a arvore, ajeitou seu pau bem na porta da minha bucetinha e enfiou tudo de uma vez, me pegou pelo cabelo e começou a bombar bem forte, eme me comia e falava em meu ouvido “vai paulista, rebola no meu pau paulista, eu sei que você gosta, hoje você achou um macho de verdade paulista.” eu estava entrando no clima mas percebi que ele diminuiu o ritmo, quando abri os olhos, vi que o dia estava clareando, que logo o parque ia ficar cheio e a escuridão de estarmos embrenhados mato a dentro já não nos abandonava.

Ele me deu seu telefone, disse que ficaria na cidade mais alguns dias, eu fui la no apart-hotel no outro dia terminar o serviço e valeu cada minuto. O percusso que normalmente eu fazia em 20 minutos eu levei por volta de uma hora e quarenta minutos, lembro que cheguei atrasada no meu compromisso e acabei nem podendo entrar, mas quer saber? Não trocava aquela foda por nenhum evento chato que tem a toda hora.

domingo, 3 de abril de 2011

eixos envenenados e 1 machão invocado

Olá meninos e meninas sapekas!
Vocês estão bem ? Eu estou bem... eu sei que tenho ficado um pouco longe, mas estou sempre aqui ou no twitter ok ? Eu estou bem, obrigada por perguntarem. A vida nos poe frente a uma dialética interessante não é mesmo ? O post anterior foi cheio de romance e chocolate e esse hoje será cheio de cafajestagem ao melhor estilo “vida bandida”. Me perdi um pouco na cronologia das coisas, mas separei uma historia que muita gente vem me pedindo para narrar aqui.

“Tudo se deve a uma garota, conhecida entre nós como “A NOME CENSURADO”. Isso bastava responder a maioria das respostas sobre ela, bastava uma “é a nome censurado...” que todos subentendiam que era algo único, algo além da sua imaginação e com certeza algo bem deliciosamente pervertido. Eu admirava a nome censurado por ela não ser a mais gostosa do pedaço, mas ela realmente tinha um jeito de endoidar os homens, aquele jeito atirado e cara de pau, uma boa e velha safada mesmo. Ela sempre foi muito precoce já saia com os caras de 18 quando tinha apenas 14, ao contrario de mim que era inocente (só fui despertar esse meu lado bem depois né ?) ela era o tipo de garota que a sua mãe não quer que você anda junto, eu era encantada com a vida dela, do tipo “nossa! E sua mãe deixa você fazer isso?” resumindo a nome censurado era o tipo de garota que sua mãe sempre falou para você não se meter.

Os tempos de colégio passaram, vieram os anos de faculdade e tudo ficou ainda mais serio. Adorava sair com ela e dar risadas das merdas que ela falava e das loucuras que fazia então numa dessas conversas na mesa do bar decidimos fazer uma viagem, só as meninas.
No dia seguinte as 6 da manha, eu acordo enfurecida com o meu celular tocando insistente mente depois de 37 chamadas perdidas. Era ela me ligando dizendo para eu arrumar as minhas malas que íamos fazer uma trip , assim sem rumo, só com uma mochila nas costas. Mandei aquele belo e sonoro “VAI TOMAR NO SEU CÚ NOME CENSURADO!!! SÃO SEIS DA MATINA, VAI DORMIR SUA VACA!!!” mas fiquei acordada pensando e depois de meia hora liguei para ela dizendo que ia, ela me xingou um pouco também mas acho que ela já sabia que isso ia acontecer e em pouco tempo ela já estava na porta de casa buzinando. Entrei no carro e todas as meninas já estavam lá, mal sentei no banco e já me deram uma garrafa de cerveja gelada (que belo café da manha não !?), ligamos o som e partimos gritando e mexendo com todos os caras que víamos pelo caminho, parecendo um bando de malucas (malucas com “fogo na bacurinha” como dizia minha mãe) eu parecia um cachorro com a cabeça para fora da janela apenas sentindo o vento batendo no meu rosto, o cheiro da liberdade, pegamos a estrada para o interior e eu já sentia aquele cheiro de mato, o cheiro do orvalho da manha e me bateu uma nostalgia dos meus tempos de infância que durou pouco pois logo as meninas me trouxeram ao mundo dos adultos, fofocando e contando velhas historias e claro, falando mal dos homens.

Já estávamos na estrada para ribeirão preto e a Larissa queria ir ao banheiro, falamos para ela esperar mas ela disse que tava muito apertada, que se agente não achasse um banheiro logo ela ia fazer xixi nas calças, nome censurado respondeu imediatamente no tom de brincadeira (apesar que eu nunca sei bem quando ela tá brincando ou falando a verdade) que ninguém ia “mijar” no carro dela, que a Lari devia colar aquela bunda branca pra fora da janela e mijar pra fora com o carro andando mesmo, e la foi a larie arreando as calças e se jogando pra cima de mim (que estava sentada na janela) e colocando aquela bunda (que era realmente branca) na minha cara, dei uma bela mordida e empurrei ela de volta ao seu lugar , não sabia se riamos mais da situação ou da Lari implorando para agente parar de fazer ela rir que tava dando mais vontade ainda. Por fim achamo um buraco no meio da estrada, helena a mais “elegante” entre nós ainda nos alertou que o banheiro deveria ser nojento e que deveríamos achar outro lugar mas a lari disse que não aguentava mais, tinha que ser ali mesmo. Ela foi me empurrando para fora do carro e foi correndo para o banheiro e eu fui atras da coitada né ? Quando eu entrei no banheiro vi ela estagnada na porta olhando sem acreditar no que havia diante de seus olhos, o banheiro não tinha portas, não tinha tampa nos vasos, não tinha papel, uma das privadas estava literalmente cagada, resumindo era praticamente uma fossa mas com uma louça em cima, e a coitadinha desolada com as pernas tortinhas voltamos para perto do carro, mas as meninas não estavam lá , deviam ter aproveitado para tomar café na.. (seila como chamar aquilo) lanchonete então arrastei a lari para um canto entre os caminhões estacionados, devia ser uma parada de caminhoneiros então procuramos um canto bem escondido. A lari arreou as calças , se agachou se apoiando nos caminhões e fez xixi ali mesmo, morrendo de vergonha tadinha, ela é loirinha, branquinha mas naquele momento estava vermelha , foi quando eu vi que havia um cara em um dos caminhões, era apenas um garoto então nem falei nada para não deixar a lari ainda mais constrangida e ela tá fazendo xixi ainda (não sabia que alguém podia armazenar tanto xixi na bexiga, fiquei olhando para o garoto que nem havia se ligado, ele estava vidrado na bucetinha da lari, acho que ele nunca havia visto algo tão bonito na frente dele, uma garota loirinha, dos olhos claros e depiladinha.

Assim que ela terminou fomos para a lanchonete ver se as meninas estavam por lá, chegando lá vimos a  nome censurado tomando uma dose de PML a rose tentando comer um “bolovo” e a helena tentando comer um mistinho com garfo e faca. A cena erá simplesmente hilaria e eu já entrei rindo , passamos pelos caras (obviamente eram todos homens e creio que todos caminhoneiros afinal estávamos no meio de uma beira de estrada) e eles iam olhando agente passar como se estivéssemos na passarela, eles deviam estar achando que tinham morrido e ido ao céu. Vi o garoto do caminhão entrar correndo e ir falar com uns caras em uma mesa, ficaram conversando um pouco e logo se levantaram e vieram em nossa direção, logo pensei que seria o nosso fim, seriamos estuprada ali, eles vieram cheios de conversinhas, jogando aqueles xavecos de pior “catiguria” e eles ficaram rodeando a nossa mesa, fiquei com muito medo, mas eu sabia como assim um bando de lobos sedentos eles iam farejar o medo, me levantei tomei o resto da dose de PML num gole só bate o copo na mesa e disse “se vocês quiserem uma mulher de verdade tem que saber chegar, com pegada e então ficaram todo parados em silencio por alguns segundos, até que a  nome censurado levantou, se grudou em mim (podia sentir o medo dela também) e ela olhou com aquela cara de safada e disse “ e æ ? quem vai encarar?” eu nem esperei as resposta e já escolhi um deles, preferi escolher do que arriscar ser escolhida, como aconteceu com a  nome censurado mas com tudo acertado, falamos para as meninas esperar agente la no carro e completei com a frase “se agente não voltar em 15 minutos liguem para policia (sempre quis dizer isso) atravessando a porta de saída me virei e disse sem voz disse para deixar o carro ligado .

Fui de encontro ao meu destino pensando no porque mesmo fiz aquela maluquice, e tudo que me vinha eram musica do matanza na cabeça e o sentimento de f*da-se , que ia ser uma boa historia para contar (não para os netos) e fui entrando na fantasia de ser uma vadia de beira de estrada, meu dia de putinha, era melhor isso do que a realidade, e isso foi me deixando excitada, quando finalmente cheguei ao caminhão do rapaz dei uma olhada nele, e para aquele situação ele não era dos piores, sim ele usava uma calca jeans surrada e uma camisa carcomida e aquele boné que devia ser do pai dele, mas podia ser BEM pior né.. ele era o tipo que se você estivesse bêbada na balada você pegaria feliz mas dizer que ligaria no dia seguinte é pedir demais. Ele me ajudou a subir as escadas da boleia (a cabine do caminhão) e pela gentileza o recompensei com uma vista maravilhosa da minha bundinha empinadinha. Chegando la fiquei até admirada, era um caminhão novo tinha até ar condicionado, mas não pude observar muito, pois logo ele veio atras me xinxando todo taradão, morrendo de vontade e nada deixa uma mulher mais excitada do que um homem babando por ela. Assim começou a pegação dentro da cabine, ele tinha a barba por fazer e ficava roçando ela no meu pescoço, e ele me apertava, e suas as mãos eram ásperas, cheia de calos , puxava meu cabelo, tava me deixando louca, ele levantou a minha blusa e começou a chupar os meus peitos, até sua língua ara áspera e ele prensava contra os meus mamilos que já estavam duros feito pedra, eu já estava com meus dedos ficando entre o seu cabelo, as mãos dele passando na minha barriga, querendo descer e eu decidi facilitar as coisas abri o botão da calça, abri o zíper, peguei na sua mãe e a enfiei dentro da minha calça, minha bucetinha já estava molhadinha e ficou ensopada quando senti aqueles dedos enormes me invadindo, achei estranho mas ele não parou continuou a me masturbar e a me chupar ele estava determinado a me fazer gozar pra ele e eu não ia aguentar muito tempo, eu juro que tentei mais meu corpo falou mais alto e eu gozei para ele, apertei ele com tudo liberando todo a te(n)são. Agora eu tava de verdade no espirito, empurrei ele com tudo para tras (acho que ele bateu a cabeça no vidro até) com uma mão sobre o seu peito e uma no seu pau, que fazia volume por cima da calça, abri o cinto, e arreei suas calças e revelei aquele pau durinho por mim e cheio de veias, bem do jeito que eu gosto então não fiz a menor desfeita e cai de boca, mamei gostoso e ele me chamando de puta o que me fazia chupar o pau dele com mais vontade, olhando para ele, acho que exagerei pois o coitado gozou rapidinho.
Mas agora eu queria mais, ele provocou agora ele que desse conta do recado, viu para a “cama” que tem atras dos bancos, tirei a calça e disse “VEM MEU MACHO, VEM ME COMER TODA , APROVEITA QUE HOJE EU SOU A SUA PUTINHA” e ele atendeu, abriu minhas pernas e começou a me chupar, parecia um gato afoito, lambia sem nenhum proposito, parecia que tinha ligado a língua no 220v e esqueceu lá, mas toda mulher que se preze sabe como guiar um homem, e fui falando, em voz alta como eu queria e não é que o menino aprende rápido ? Nada como um homem afim de te fazer gozar né ?! Já estávamos a ponto de bala novamente, ele subindo me beijando toda , apontou seu pau na portinha, deu umas pinceladas e mandou para dentro, ele me puxou pelos ombros e me puxava contra ele, fazendo ir até o fim.

Para completar a minha fazia de puta de beira de estrada eu simplesmente me vesti e sai, como uma completa profissional, mas no caminho de volta ainda pude ver a  nome censurado dando pro gordão, surrada no para-choque do caminhão numa ruazinha de terra, haja pinga amiga. No fim a viagem foi muito legal, essas meninas sabem mesmo como me divertir.”

sábado, 12 de março de 2011

Sonhe com os Anjos

Olá, meninos e meninas sapekas!
Tudo bem com vocês? Faz tempo que não escrevo, né? Ué, mas teve Carnaval e eu também mereço uns dias de descanso, não é? Afinal, todo mundo deve ter aprontado das suas, feito muito sexo e bebido até cair. E ouvindo essas histórias das pessoas bêbadas, uma delas me chamou a atenção uma vez, a qual eu irei transcrever aqui para o blog hoje, em homenagem ao Carnaval e ao Dia Internacional da Mulher.

No inglês, os verbos terminados em “ing” são usados para evidenciar o tempo da ação, dar ênfase à duração da ação. Se eu tivesse nos Estados Unidos, é assim que eu deveria descrever o meu processo de acordar naquele dia. Lento, arrastado, fiquei dormindo e acordando por curtos períodos de tempo, surgindo as coisas mais malucas na minha cabeça. Tudo meio sem nexo, sem sentido ou proposito, até que em um momento, um pensamento fez sentido: “o chuveiro está ligado”. E procurei me ater a este único pensamento lúcido dentro da minha mente ainda adormecida e ressacada da noite anterior. Eu não bebi tanto, mas é o que todos os bebuns dizem, não é ?! Mas pensando que o chuveiro estava ligado, e que eu estava moribundo demais para levantar, surgiu a pergunta intrigante: se eu estava na cama quem estava no meu chuveiro? Então, reuni todas as minhas forças para mover meus olhos; a porta estava aberta, as coisas estavam meio embaçadas, meio confusas, mas ela estava ali, eu podia jurar que tinha uma garota no meu banheiro. Comecei a observá-la tomando banho, com tudo embaçado ela parecia ter um brilho único, quase como se emanasse uma luz de anjo, e eu podia jurar que estava diante de um, pois só de vê-la senti uma paz, uma alegria, podia ver um tom dourado contornando sua pele branca.

Mas quem seria aquela garota? Esforcei-me para tentar lembrar dela, mas tudo que ganhei foi uma bela dor de cabeça; então comecei a reparar nos detalhes, ver se algum deles me trazia de volta à memoria quem ela era e, melhor, o que ela fazia no meu banheiro tomando banho sem o menor pudor. Admito que queria lembrar que nós fizemos um sexo maravilhoso bêbados na madrugada, que eu estava exausto era de ter tido prazer a noite toda, que aquela garota foi minha, que eu pude ouví-la gemendo no meu ouvido, bem de pertinho, me apertando, me pedindo mais, sentindo o movimento do seus quadris, sentindo eu enfiando fundo naquela xana rosadinha e molhada... Ah, como eu queria me lembrar disso! Comecei vendo desde os seus pés e fui subindo, era tinha belas pernas, simétricas, aliadas à graça de seus movimentos; devia ser alguma dançarina de ballet, ou algo assim. Suas pernas se encaixavam perfeitamente à sua bunda, dando-lhe a forma perfeita, redonda, cheia, qualquer um daria tudo para tê-la, apertá-la, mordê-la, beijá-la até deixar a pele dela arrepiada. A água escorria pelas suas costas, tocando o seu corpo, seguindo suas curvas, desde o sulco formado pela coluna até as suas “covinhas”; a água formava essa forma cristalizada do seu corpo escultural, sua bunda era tão perfeitamente redonda que a água escorria e caia sem tocar a dobra da junta com a perna.

Mas foi quando ela virou que eu pude ver que aquilo só poderia ser um sonho, pude ver ela virando em câmera lenta, vi ainda melhor as curvas as suas costas, sua cintura, sua bunda, seus seios, sua barriga sequinha, sua pélvis, tudo em perfeita harmonia. Vi seus cabelos longos e lisos em pleno ar, como aqueles comerciais de shampoo, e via cada gota de água como naquele comercial de pasta de dente. Seus olhos por fim cruzaram os meus; mesmo que eles não me notassem, mesmo que por um instante, eram lindos olhos, levemente amendoados, profundos, e confortantes como seu quisessem dizer: “Oh meu amor, eu estou aqui, vai ficar tudo bem...”. Seus lábios eram macios, tímidos e delicados, seus seios eram durinhos, com os mamilos rosados e durinhos... acho que aquele banho estava tendo um prazer quase sexual, Deus me abençoe se ela estivesse pensando e lembrando da nossa noite anterior e relembrando dos nossos momentos de prazer juntos, porque eu... bem, eu não lembro de nada ainda. Sua barriga era sequinha, mas não era musculosa nem magrela, era realmente era um convite ao Paraíso. A água corria e eu louco para estar ali, de joelhos frente ao meu anjo, beijando a sua barriguinha e descendo.

Aquela mulher era linda demais, eu não consegui achar um misero defeito, uma única imperfeição... e aquela energia que me deixava na mais absoluta paz, como se eu tivesse finalmente alcançado a rendição. Reparei que ela tinha duas tatuagens, uma no ombro e uma na pélvis, ambas tão delicadas quanto seu próprio ser, como seu próprio corpo, seu próprio espirito; era como se as tatuagens fossem a expressão do seu ser escapulindo pela sua pele, deixando-lhe ternas marcas.

Mas minha vida fez sentindo quando ela olhou para mim e sorriu, o sorriso mais bonito que eu já tinha visto: os dentes perfeitos, brancos, as covinhas no rosto, tudo se encaixava num sorriso de moleca, um sorriso inocente... isso inundou meu coração de sentimentos, eu nem pensava em sexo naquela hora, só pensava em tê-la em meus braços, em protegê-la , fazê-la sorrir, ser feliz. Eu sorri de volta na mais pura reação. Sabe quando você vê um bebê e sorri? Foi assim, eu vi o seu sorriso e sorri de volta, espontaneamente; e adormeci.
Quando acordei, vi que em minha cama havia uma poça de baba; talvez porque dormi profundamente, ou porque fiquei babando pelo meu anjo. Levantei desesperado, querendo beijar o meu anjo; fui procurá-la, mas não a achei. Até hoje não sei se foi um sonho ou se foi realidade, o box estava levemente molhado, mas eu poderia ter tomado banho durante a bebedeira à noite e sonhei com isso; ou estava muito louco e me deram banho e eu sonhei com isso... eu sinceramente não sei, mas fiquei feliz de saber que anjos existem. 

Se você é essa garota e está lendo isso, saiba que eu ainda tenho seu rosto pintado no meu coração, cravado em minha alma. Seu sorriso está marcado em minha alma. Eu ainda posso imaginar seu beijo queimando em meus lábios, o toque do seu corpo na ponta dos meus dedos

domingo, 28 de novembro de 2010

Quando eu quero... nem Deus tira...

Olá meninos e meninas !
Tudo bem com vocês ? Eu estou bem, acho que voltando a normalidade ou nem tanto... ainda continua tudo meio corrido, mas consegui retomar meus fins de semana de volta. E aproveitando esse clima de “missão dada é missão cumprida” é que eu começo o post de hoje porque comigo é assim, então sem mais delonga o post abençoado pela nossa senhora da boa foda.

“Quando eu era menor eu sempre ouvia legião urbana e queria ssaber onde ficava o tal “marasmo” da fazenda que nas que eu ia nunca tinha e ouvia a expressão cidade pacata sem ao menos entender o que significava a palavra pacata, mas ao crescer me dei conta que essas palavras quase queria dizer “coisa morta”. Eu fui passar minhas férias no interior, mas não é o interior de são paulo, que eu amo, foi no interior de Goias. Eu tinha a ideia de que toda a cidade de interior era igual, que eu ia chegar la e encontrar uma cidade como americana ou limeira ou até quem sabe aguas de lindóia ! Mas aquilo era um mero vilarejo da idade média ou algo assim, maldita hora em que eu fui ouvir minha mãe, dizendo que eu devia descansar, que eu era muito saideira, e que se eu fosse para lugares muito agitados eu ia aprontar todas e voltar mais cansada do que fui (ah verdade, mais aprontar é um palavra que eu só ouvia na época da sessão da tarde, mas tudo bem) então decidi passar as férias todas na fazenda, sabe eu gosto de fazendo, de andar a cavalo (aliás foi minha única diversão durante um bom tempo) até que me vendo no verdadeiro marasmo e angustia por não fazer nada minha tia me mandou ir na cidade comprar coisas, peguei o carro imediatamente e fui, não muito animada porque eu já tinha visto a cidade, tinha uma rua principal, vários comércios, uma praça e uma igreja e fim, então fui passeando pela estrada , vendo as pessoas trabalhando nos canaviais.

Fui até a cidade e comprei as coisas e voltei, fiquei pensando na vida, refletindo quando avistei um carro parado na estrada, se fosse eu qualquer lugar eu nem pararia mas naquela cidadezinha e aproveitando que eu estava revendo meus conceitos, porque não fazer o que jamais eu faria, então diminui e encostei e esperei que ele viesse até o carro, com a marcha engatada, preparada para dar a fuga (acho que é meio paranoia de paulistana né ?) e ele se apoiou na janela disse que seu nome era tony , na hora me perguntei “porque brasileiro menos favorecido tem mania de colocar nome estrangeiro?” e me perguntou onde a bela dama de “verrrrmelho” estava indo eu queria rir ao ouvir aquele sotaque, mas meu amor por sotaques era maior e o cara era lindo de morrer seria uma gafe mortal rir dele, mas eu malandra já dei aquela ajeitada no cabelo, colocando atras da orelha e deu um sorriso de canto de boca e eu retruquei que um cara como ele estava fazendo ali e ele começou a me explicar que o carro dele era velho e vivia dando problema mas só precisava de umas ferramentas, eu nem tava nem ai pro que ele tava falando só me concentrava naquela boca se mexendo, comecei a pensar que minhas férias tediosas teriam fim, quando ele terminou, eu disse “não, não amigo, queria dizer aqui na terra” querendo insinuar que aquele cara era um deus, mas achei que ele não tinha entendido porque ele me respondeu que tinha uma missão, disse que estava na fazendo dos ferreira e perguntei se ele conhecia e ele disse que não mas que precisava.

Bom de qualquer jeito reboquei o carro dele até a fazenda, fomos conversando, não estávamos muito longe da fazenda, mas foi um papo agradável, ele parecia ser simpático, lindo e simpático era perfeito, mas fui do céu ao inferno quando minha tia nos avistou e disse em alto em bom tom “boa tarde padre Antônio, que bom te ver por aqui”, puta que pariu , meu mundo havia desabado, O CARA ERA PADRE!!!??? aquele deus era um servo? Logo ele ? Tanta gente feia no mundo e Deus ainda escolhe os bonitos para a castidade ? Só podia ser castigo ! E que diabos nome era Antônio ???

Perguntei a ele “você não disse que não conhecia a minha família? E que seu nome era tony ?” e ele me respondeu “você acredita em tudo que um estranho te fala ?” e eu na hora retruquei com todo o veneno “e padres mentem ?” e ele sorriu, vendo que eu não era aquela menina boba que ele estava acostumado naquela cidadezinha, disse que seu nome era antônio, mas ele gosta mais de tony, antônio é nome de idoso, minha tia o interrompeu me falando que o jovem Antônio era o padre da cidade, que o frei já estava com a idade muito avançada e que logo ele assumiria a paroquia, eu fiquei desolada, fiquei na rede olhando o padre concertar o carro dele, fiquei pensando e desejando ainda mais aquele homem, eu tenho tara pelo proibido, quando minha tia parecendo ler meus pensamentos os interrompe dizendo que quase toda garota desta cidade já pensou aquilo que eu estava pensando (ah tia se você soubesse o que eu estava pensando naquele momento...) que era triste ver um menino tão novo e bonito preso a esta cidadezinha como padre, ela me contou que os pais deles eram muito ricos e que para garantir a sobrevivência da igreja da cidade a melhor maneira era entregar um dos filhos ao celibato, mas o pior é que a moça não pode ter mais ter filhos e o seu filho único foi entregue a igreja.

Naquela noite eu enrolava na cama sem conseguir dormir, de tanto calor, e a km de um ar condicionado, comecei a pensar no tony, pensava e pensava e logo minha mão foi instintivamente minha mão foi descendo direto a minha bucetinha, e comecei a me masturbar , pensando naquele bonitão, me pegando de jeito com todo o tesão acumulado desses anos todos sem dar uma, em pleno vapor da juventude... gozei gostoso, estava suada, esparramada na cama, parecia que tinha mesmo feito sexo. No dia seguinte levantei e arrumei uma desculpa qualquer só para ir até a cidade, nada me tirava da cabeça que eu ia fazer sexo, fosse ele padre ou não, eu sempre consigo o que eu quero, e com ele não ia ser diferente. Encostrei ele no armazém sentado no balcão, eu cheguei silenciosamente por trás e vendei seus olhos com as mesmas mãos que havia me masturbado na noite anterior e disse em seu ouvido “advinha quem é” e ele respondei que pelo cheiro era a dama de vermelho, na hora me subiu o desejo, o cara tinha marcado o meu cheiro ? Isso é que era homem de verdade! Ele então se virou e perguntou o que eu fazia na cidade tão cedo, eu disse que precisava me confessar, ele então matou a sua dose de bebida e disse que o confessionário estava fechado ainda mas eu parecia aflita (ele devia ter dito excitada) e eu olhei ele de cima abaixo com aquela roupa, parecendo um padre de verdade e um por um segundo me arrependi, só por um segundo, logo depois já estava imaginando ele pelado embaixo daquela roupa de pau duro(rs) então entramos no confessionário, nossa aquilo fedia pra caramba, mas beleza comecei com o tradicional “padre, me perdoe pois eu pequei” e ele perguntou por que, então eu comecei a dizer que desejava um homem proibido e ele com certeza imaginou que eu me referia a um homem casado, mas eu comecei a falar e falar, disse que havia me masturbado pensando nele (dica sabe porque mulher não fala que se masturba? Para criar expectativa do homem ficar imaginando) ai ouvi ele engolir a seco ai me deu corda e eu comecei a narra o que eu pensei na hora, e inventei varias coisas na hora só para dar mais excitação e então eu comecei a me masturbar ali mesmo, dentro do confessionário, gemendo alto de proposito, ele ficou mudo o tempo todo e eu torcendo que ele tivesse batendo uma do outro lado, mas sai de la correndo para que ele não me visse ou falasse qualquer coisa , e fui direto pra casa, queria deixar aquela angustia dentro dele, aquele sentimento de coisas inacabadas, era ali que eu ia pegar ele, no impulso.

Algumas horas depois minha tia vem me chamar dizendo que o padre antônio estava la pra me ver, eu estava de shortinhos jeans e top, em goias faz um calor do inferno, disse para a minha tia que ia sair com o padre e tal, ai quando eu passei por ela ela me fala “bem que sua mãe me avisou” na hora nem dei bola. Eu e o padre fomos caminhando pela trilha da fazenda conversando e paramos na sombra de uma arvore, ele estava tenso querendo fazer o seu trabalho e me dar sermão,disse que eu andava com as roupas curtas demais, eu fui me aproximando dele e perguntando se ele não sentia calor com essa batina toda, e ele disse que não mas eu me virei para ele e disse “padre se não fosse para fazer isso por que deus teria me feito assim ?” ele ficou sem resposta e tasquei-lhe um beijo prensando ele contra o tronco, acho que o tesão acumulado e a ideia que nenhuma garota naquela cidade teria um beijo tão ousado e caliente como o meu fizeram ele corresponder, ele então me pegou pela cintura , ali eu sabia que tinha conseguido, ele havia se transformado, eu havia despertado o jovem sexualmente ativo que havia adormecido enel, ele começou a beijar o meus pescoço e indo por meu colo, então eu tirei a blusa para facilitar para ele, e ele caiu de boca feliz em meus peitos, parecia um cachorro babão meio desajeitado, mas a emoção daquele momento dava o tom perfeito.

Então estava na hora do que eu mais queria, me ajoelhei, subi a mão pelas suas pernas por baixo da batina e até encontrar seu pau, subi a batina e deixei o sue pau de fora, meu deus aquilo sim é que era o pecado, era o tridente do diabo em forma de pau, então eu cai de boca, mamando bem devagar, mas sugando com força, queria dar ele o meu melhor boquete, afinal acho que seria o único, queria que fosse um boquete inesquecível, e acho que foi, chupei durante muito tempo, colocava ele quase todo na gargante e depois lambia a cabecinha, como uma boqueteira de boca cheia eu, saciei toda a minha vontade de rola com aquele pau na minha boquinha, chupando, mamando, lambendo mordendo, fiz tudo que eu sabia, quando ele começou a respirar mais fundo, sabia que ele estava perto de gozar. Como que poderia não deixar ele gozar na minha boca? Queria sentir todo o gostinho do leitinho divino e logo ele veio, preenchendo toda minha boca com aquela porra deliciosa, quente e grossa me fez engolir e ainda lamber os lábios.
Ficamos fazendo sexo em baixo da arvora durante um bom tempo, como ele era meio desajeitado não foi uma das melhores, mas você de quatro sendo comida por um padre bonitão embaixo da arvore no meio do mato vale a experiencia.

Depois voltei pra casa, cada vez que olhava para o padre dava aquele sorriso sacana pra ele, fui outras vezes la no confessionário me masturbar e ele já se masturbava também, mas não tivemos outras oportunidades de fazer mais muita coisa, fui embora com a certeza de que eu uma pessoas decidia , boa de boquete e com a vontade de fazer um glory hole no confessionário, quem sabe um dia...”

domingo, 3 de outubro de 2010

O Feriado

Ola meninos e meninas sapekas!
td bem com vcs ? eu estou bem obrigado. Esses dias recebi um e-mail de uma amiga querida... e recevi postav-la como forma de gratidão por realizar meu sonho de infancia. Enfim se divirtão como se fosse um conto meu !

"Já havia prometido escrever uma historinha que aconteceu comigo para a Alicia, mas como passou um pouco o tempo, acabei esfriando e não tendo mais a mesma empolgação para contar.
 
No meu caso, que não sou uma blogueira de contos eróticos, me resta relatar o que aconteceu comigo enquanto ainda estiver sob efeito da coisa toda.
 
Mas agora lembrei como se tivesse sido ontem e quero contar.
 
Era feriado e fui para uma praia badalada do meu Estado e, logo na primeira noite, houve uma rave em uma boate na beira da praia, e eu apareci por lá. Eu e mais duas amigas estávamos curtindo, dançando, bebendo... Até que me abusei do barulho naquele lugar fechado e fui dar uma volta na área externa.
 
Desci umas escadas, fiquei olhando o mar e quando estava subindo de volta para onde as meninas estavam, eis que um braço segura o meu quando eu ainda estava no segundo degrau. Eu, como costumo ser meio explosiva, já olhei com cara feia, achando que era mais um daqueles carinhas incovenientes que ficam puxando sem nem me conhecer.
 
Quando olho pra trás, um menino LINDO e com sotaque carioca, me disse: "Vai pra onde?" Bem, tenho 22 anos e ele também, mas costumo ficar com homens mais velhos, de 25 em diante. Mas esse moreno, da pele lisinha, olhos meio puxadinhos, boca carnudinha na medida, um sinal em baixo da boca, cabelos lisos e meio bagunçadinhos, saradinho, alto, carinha de safado e com sotaque carioca me fez parar na escada e dizer que eu não iria para lugar algum.
 
Começamos a conversar, ali mesmo, na escada. Descobri que ele mora perto dessa praia, está por aqui a trabalho e nem sabe quando volta para sua terra natal. Eu estava no meio da escada e ele a uns dois passos de mim. Ele não parava de olhar para o meu decote. Foi quando perguntei: "Carioca, você poderia olhar nos meus olhos enquanto conversa comigo?"
Ele respondeu: "Não, não posso. Você vem com um vestido desses e eu vou olhar pra onde quiser. Algum problema?"
 
Meu Deus, adoro quem fala assim comigo. Pareço ser super mandona, mas adoro os que descobrem que é tudo fachada. Pois bem, eu respondi que ele poderia olhar pra onde quisesse, perguntando daquela forma, ele conseguiria quase tudo.
 
Sei que ele me puxou mais pra perto, disse que eu estava atrapalhando a passagem. Nesse puxar mais pra perto, ele colocou aquela mão toda nas minhas costas, um pouco em cima da bunda, e me pressionou contra o corpo dele. Desde aí, eu já senti um arrepio pelo corpo. Ele ficou me encarando, calado. Se aproximou mais, passou a boca no meu pescoço, queixo e depois me beijou. Eu simplesmente amoleci. Dali ele poderia fazer o que quisesse comigo que minha cabeça não obedeceria mais a comando algum de negação.
 
Então ele me tirou do meio da escada e fomos para um lugar menos indiscreto. Aquele som de rave rolando e ele me pressionando na parede, beijando meu pescoço, passando a mão na minha bunda por debaixo do vestido. Até aqui, tudo novo pra mim. Estávamos no maior amasso pra quem quisesse ver. Novo porque não costumo fazer isso, sou até bem reservada.
 
Até que ele parou e me chamou para ir no carro dele buscar um negócio, eu disse que não iria de forma alguma, que esperaria por ele ali mesmo. Ele olhou e disse: "Você vai! Já está indo. Não faremos NADA que você não queira". E saiu me arrastando pela mão. O problema era justamente esse: nada que eu não quisesse.
 
Lá vamos nós. No caminho, ele me parou em umas galerias fechadas, me encostou na parede e me beijou. Não só isso, mas puxava meus cabelos pela nuca de uma forma que me deixava arrepiada. Enfim. Mesmo assim eu estava convencida de que não entraria naquele carro. Ao chegarmos lá, depois de muitas paradinhas, desaba o maior temporal. Sim, pura verdade. Comecei a ficar toda molhada, em todos os aspectos, e ele me disse com a maior cara de pau: "Vai ficar aí na chuva mesmo"?
 
Entrei e ele entrou em seguida. Foi logo afastando os bancos pra frente e ligando o ar condicionado. Tirou aquela camisa molhada e veio pra cima de mim. Novamente me pegou pelos cabelos, me deitou no banco e me beijou. Minha calcinha foi tirada em menos de 2 minutos e ele desceu me beijando toda. Levantou minha perna e começou a me chupar. Assumo que havia bebido um bocado, mas me recordo de ter sido uma das melhores da minha vida.
 
Eu estava fora de mim e quase gozando, quando ele me puxou e me sentou em cima dele. Ficamos ali, naquele contato, eu rebolando em cima dele tentando sentir o mesmo prazer de quando ele estava me chupando... Estava quase gozando novamente... Quando vi que pessoas estavam passando por trás do carro e quis parar. O vidro era fumê, mas dava pra perceber o movimento. Eu disse que pararia e que sairia dali.
 
Ele me segurou firme na nuca, pelos cabelos e me deu um tapa na cara. Em seguida, continuou com o movimento. Ele já estava sem calça, só de cueca e ainda disse: "Você não vai pra canto nenhum". Se eu já estava com tesão, foi o ápice. Ser mandada e ainda levar uma tapa na cara. Nem eu sabia que gostava disso. O pirralha sabia o que estava fazendo, me encarava com uma cara de safado que eu nunca vi e quando eu gemia, ele batia novamente e me mandava calar a boca!
 
Juro que não queria me lembrar deste menino, mas já estou suando só de pensar. Continuando, eu também dei uns tapinhas na cara dele e ele revidava, puxava mais forte pelos cabelos. Um misto de dor e prazer inexplicável tomava conta de mim. A sensação de QUASE gozar durou muito tempo, pois eu ainda estava sentada em cima dele, apenas sentindo TUDO aquilo em baixo de mim.
 
Ele percebeu que eu estava realmente prestes a gozar, quando me empurrou de cima dele e me deitou no banco do carro. Colocou a camisinha com uma habilidade que não me deixou esperando nem três segundos e veio pra cima de mim. Eu pedi pra ele colocar, pra me comer! Pela primeira vez tive muita vontade que alguém me penetrasse, sem nem fazer arrodeios. Ele não me obedeceu, me uma tapa na bunda e me arrastou mais pra perto dele pelas pernas. Eu, a mandona, estava entregue nas mãos de um MENINO. A cara dele era o que me dava mais tesão, uma expressão séria, de quem realmente MANDAVA na situação.
 
Foi quando ele disse: "Você acha que manda em alguma coisa aqui? Não manda em nada. Vai ser do jeito que eu quero!" E mais uma tapa na cara. Ficou passando lentamente o pau dele no meio das minhas pernas, me dando mais tesão, me masturbando sem nem colocar as mãos. Eu puxava ele pra perto de mim, queria que aquela "tortura" acabasse logo! Queria gozar! Foi quando ele colocou tudo de uma vez só, de surpresa!
 
Uma onda de calor passou pelo meu corpo e eu gemi alto. Ele deitou por cima de mim e ficou fazendo os movimentos lentos, para que eu sentisse cada centímetro dele dentro de mim. A cada vez que eu gemia, ele dava um tapinha e perguntava se eu estava gostando. Eu não respondia e ele batia mais forte e falava mais alto: "RESPONDA!"
 
Ele me virou de costas e ficou por cima de mim. Novamente passava o pau dele no meio das minhas pernas, fazendo pressão. Quando passou pela minha bunda, dando tapas nela e fazendo pressão ali mesmo. Nessa hora fiquei com medo, apesar do tesão. Não faria anal com ele, mas se eu dissesse que NÃO, ele me daria mais um tapa e faria o que quisesse de mim. Ele era bom de argumentos.
 
Ele percebeu que eu não faria, se deitou por cima de mim movimentando o corpo e disse:"Eu disse que não faria nada que você não quisesse, não vou fazer isso". Me beijou o pescoço, as costas, foi descendo, passou a língua novamente onde ele quis e me comeu novamente, naquela posição. Dessa vez, não teve pena. Colocou com força, movimentos rápidos, eu estava suando muito, apesar do ar ligado. Foi quando comecei a ver que ele perdeu um pouco a pose de quem estava por cima.
 
Os dois estavam em êxtase, ele me penetrava fundo, rapidamente e sua respiração estava descompassada. Segurou forte na minha nuca, mordeu meu pescoço, foi quando eu disse que iria gozar. Fizemos isso juntos. Ele caiu, literalmente, em cima de mim e ficamos ali, recuperando o fôlego. Sentir o peso do corpo dele sobre as minhas costas e aquela respiração no meu ouvido foi um final perfeito para uma transa totalmente inesperada.
 
Nos arrumamos, voltamos para a rave e continuamos nos agarrando pelas paredes. Ainda me convidou novamente sair dali e disse, olhando na minha cara, sem o menor pudor: "Quero te chupar todinha de novo, bem mais do que eu fiz hoje".
 
Enfim, não saí dali de novo com ele, mas trocamos telefone. Próximo mês tem feriado de novo. Já sei o que me aguarda."

sexta-feira, 23 de julho de 2010

Foi no balanço do mar

Olá meninos e meninas sapekas !
Tudo bem com vocês ? Faz tempo né meus lindos? Eu estava viajando e realmente não deu tempo para postar nada em compensação temos muitas novidades... vamos a elas:

  • Layout Novo: como vocês podem ver o blog esta de cara nova ! Espero que gostem... para isso respondam a enquete no menu do lado direito.
  • Pesquisa de Opinião: Gentem, para saber mais sobre vocês e sobre o que gostam eu bolei uma pesquisa de opinião. Por Favor respondam para me ajudar a fazer um blog cada vez melhor http://tinyurl.com/2egsf6y e também tem o link no lado direito (é totalmente anonimo , ok?)
  • Twitter: Depois de muitos insistirem eu finalmente criei o meu twitter @_aliciadelicia sigam gostoso ^^

Mas vamos ao que interessa né ? O conto de hojê e já que estamos falando da minha mais recente viagem, fiquei vendo meu passaporte e pensei que já tinha viajado bastante e me lembre de uma viagem em especial então sem mais delongas o conto da semana.

“Eu nunca tive muita sorte com promoções e sorteio então nunca esperei ganhar nada achei que tudo que eu tivesse na minha vida eu teria que pagar por isso mas me surpreendi quando fui anunciada como vencedora de um concurso de fotografia que eu realmente não esperava ser premiada, mas fui. O prêmio ? Uma viagem de navio de 7 dias pela costa brasileira com direito a acompanhante, perfeito !

Passada a euforia da noticia e a burocracia da premiação (apesar que pela festa já dava para ter ideia do luxo que viria pela frente) eu estava fazendo as malas foi a primeira vez que iria viajar de navio e estava empolgada com isso a ponto do meu irmão que seria meu acompanhante disse que eu parecia uma fadinha, rindo e sorrindo, cantarolando e praticamente saltitando pela casa. Ao chegar no porto de santos eu estava nervosa, minhas pernas inquietas de ver aquele naviozão me esperando, e ao subir pela rampa estava os imediatos todos devidamente uniformizados e o próprio capitão em pessoa que fez questão de me receber pessoalmente. Um senhor de meia idade já com alguns cabelos branco, me cumprimentou e ordenou que seu imediato nos levasse a cabine e que cuidasse pessoalmente das minhas necessidades, me senti uma daquelas filhinhas de papai, mas estava adorando aquele atendimento vip. Ao atravessar o saguão principal fiquei admirada com tanto luxo, tanta beleza, era enorme tudo ali reluzia o lustre era maior que eu, todo de cristal.

No elevador do navio fiquei observando o (meu) imediato com aquela roupa de marinheiro, todo de branco, aquela pose, tentando olhara para frente mas seus olhos teimavam em dar aquela espiadinha então tentei puxar assunto e descobri algo ainda mais excitante, ele tinha um sotaque espanhol (vou confessar que ouvir sotaques me deixam muito excitada) perguntei e ele me disse que era uruguaio, colocamos as malas no quarto e eu sempre puxando assunto com ele, ele fico parado na entrada, tudo para não incomodar a intimidade da passageira eu fui até ele e queria dizer “estou sem dinheiro para gorjeta, tem alguma outra forma que eu possa pagar” fazendo cara de safada mas enquanto esse filme à la emmanuelle passava na minha cabeça ouvia a voz do meu irmão que me trazia de volta a realidade. Então simplesmente pedi que ele me mostrasse o navio, meu irmão nem perdeu tempo e saiu na frente desbravando enquanto eu ia com calma, conversando, e conhecendo todo o navio, nossa tinha tudo que você podia imaginar naquele navio então ele me trouxe de volta a minha cabine e disse que teria que ir pois logo o navio partiria e ele tinha afazeres, eu o agradeci com um beijo bem caprichado na bochecha e fechei a porta bem devagar... fui tomar um banho bem gostoso, o chuveiro era forte do jeito que eu gosto e estava quente, eu não me aguentei, fiquei de cócoras e comecei a me masturbar bem gostoso, e meus dedos não me decepcionaram, eles estavam muito safadinhos, a agua escorria por todo meu corpo, desde a nuca, descendo, e por fim chegando na minha bucetinha, aliviando o calor e se juntando ao meu melzinho, já estava totalmente entregue, encostada no vidro do box aproveitando o relaxamento de um banho quente somado a um belo orgasmo.

Os dias foram se passando, embarcamos na quarta-feira e já era sexta-feira, eu tinha aproveitado a piscina tomando meu banho de sol gostoso imaginando o imediato passando o protetor solar pelo meu corpo todinho, me massageando, com aquelas mãos firmes, eu desamarrei meu biquíni e fiquei ali deitada por um tempo até que vi que uma sombra me cobria e ao me virar (segurei a parte de cima mas ficou quase a amostra e fi seu olho se arregalando e sem hipnotizado pelos meus seios) vi que era meu imediato dizendo que naquela noite haveria um grande jantar e em seguida haveria uma festa. Eu me animei toda, tomei meu banho coloquei um vestido longo preto e luvas e fiz um cock no cabelo (meu irmão disse que era engraçado ver alguem tão arrumada e com uma tatuagem a mostra) no jantar aquela formalidade toda o marujo impecável , mas estava tudo muito bonito e elegante e muito gostoso também (tanto o jantar como o marujo rs), mas eu ansiava pela festa, fui correndo trocar de roupa e fui pra pistar dançar. Me acabei de dançar e beber naquele fim de semana, durante sexta e sábado foram só curtição e então logo o monótono domingo a noite chegou e meu marujo havia sumido.

Eu cassei ele por todo o navio e não encontrei, então perguntei para uma mocinha e ela disse que segunda era folga dos funcionários que trabalharam no fim de semana e que eles deviam se preparando para largar o serviço. Então fui de volta a minha cabine e caprichei de novo no visual e desci o navio atras do meu marujo, finalmente achei ele no deck, parado olhando para o nada pois estava praticamente vazio, então me aproximei dele e comecei a puxar conversa, ele já estava bem mais relaxado, bem mais soltinho, fazia umas gracinhas até e eu me aproveitando passando a mão falando do seus braços fortes, eu estava quase falando “vai marujo, me joga na cama e me chama de Olivia palito” só que dessa vez ele estava pegando o recado (tudo bem, homens são meio lerdinhos para essas coisas né ?) então disse que precisava de ajuda na minha cabine e ele foi comigo podia sentir o feromônio subindo, seus olhos cor de mel no meu corpo e o tesão correndo pelas minhas veias.

Chegando ao quarto ele me olha com aquela cara de ironia e me diz “o que a senhora precisa de ajuda” então eu respondo prontamente “preciso de ajuda para desarrumar a cama, bonitão” e já me joguei em seus braço fortes, ele me beijou com vontade com aquele tesão reprimido da semana toda, ele era alto, forte cabelos curto, quase não dava para pega-los, olhos claros e uma boca fina, era m gato do mar ! Ele então começou a me despir me deixando toda peladinha fácil fácil, e nema havia tirado a blusa, então ele me deitou na cama e começou a dançar pra mim, só pra mim fazendo um strip-tease... eu nem consegui esperar por ele, comecei a me tocar só de vê-lo, todo gostoso dançando pra mim, ele se despiu quase todo e quando ia tirar a cueca eu me levantei e o impedi, eu mesma queria ter esse privilégio, então me ajoelhei e fiquei encarando o volume na sua cueca enquanto passava a mão em suas coxas grossas, ela impressionante aquele homem não tinha um pelo no corpo todo, todo depilado, para o meu completo deleite, meu marinheiro era roludo, ao baixar a sua cueca pude comprovar o tamanho do monumento, era bem dotado do tipo fino mas comprido mas era um pauzão de qualquer forma dava pra tatuar uma ancora do poppeye , ele peguei com todo carinho, e comecei a lamber e a beija-lo, mostrando o quanto aquela patricinha estava com vontade de ser comida pelo marinheiro, seu saco lisinho era um show a parte, pude me satisfazer sem pesar, chupando e mamando sem cerimonias , então ele me ergueu e me deitou na cama de novo, começou a me chupar como retribuição e chupou muito gozei como louca na boca dele, ele mordia meu grelinho , sua linga ia fundo e eu só apertava mais a cabeça dele contra mim, ele então me pôs de quatro e colocou seu pau na porta da minha bucetinha e ficou pincelando me deixando com mais vontade até que eu implorei que ele me comesse, que me fodesse gostoso no balanço do mar e ele então enfiou tudo de uma vez, minha bucetinha encharcada facilitou mas mesmo assim pude sentir ele entrando até o fim, quase batendo no útero, e ele começou a bombar, que delicia era sentir aquele mastro entrando em mim, bem fundo.. fomos mudando de posição, hora eu por cima ora ele, até voltar a ficar de quatro e ele gozou na minha bundinha. Adoro sentir a porra quietinha na minha bunda escorrendo até as costas, me arrepio de prazer.

Ele se arrumou e partiu, rápido antes que meu irmão chegasse, mas até o meu desembarque ainda fizemos e fizemos sexo até onde podíamos e onde não podíamos também”

sexta-feira, 25 de junho de 2010

O mundo da voltas

Ola meninos e meninas sapekas !
Tudo bem com vocês ? Eu estou bem de ego inflado por causa de um de vocês, um fã... não costumo dar bola para os fãs, mas esse admito que mexeu comigo, ele me mandou um e-mail dizendo que havia sonhado comigo, que todas as noites sonhava comigo, que se masturbava todas as vezes pensando em mim, então vou transcrever o que ele me contou no e-mail.
“bom eu imaginei vc vendada, para que pudesse aprimorar o seu tato.. sentir as coisa melhor, sentir o contato, vc estava de calça jeans e um casaco...só podia o som da minha voz, minha voz grossa, rouca mas falando baixinho, dizendo como vc é gostosa, como eu estava louco para te comer
falando sem encostar em vc, continuei falando.. mas coloquei a mão na sua cinturinha... te peguei com firmeza, minha mão passou da sua cintura pra sua barriga e eu te puxei contra mim... te xixnxando para que vc sentisse como eu estava duro.
nesse momento estava totalmente entregue, se posicionou melhor no meu pau e colocou a cabeça pra trás caindo sobre o meu ombro,eu passava a mão na sua barriguinha, pelo seu corpo... respirando no seu ouvido, então me virei e beijei vc... beijei bem devagar... aos poucos... apreciando os seus labios... sua boca de veludo... vc estava avida por mais para dar aqueles beijãos e eu estava só de provocando nossos corpos estão colados, bem juntinhos... e comecei a beijar os seu pescoço, comecei com beijinhos e logo eram quase beijos de língua, e fui subindo até chegar as suas orelhas
Eu comecei a morder o lobulo, e acariciando a sua nuca vc se arrepiou toda...
mas era a intenção, te provocar, eu estava fazendo tudo para ir o mais devagar, para te deixar mais louca de tesão então fui descendo, até chegar ao seu colo minhas mão foram subindo até seus peitos, eu deixei eles bem altos para que eles fizessem destaque no colo... então tirei o seu casaco...
vc estava com uma blusinha de alcinha, sem sutien e que mostrava a sua barriguinha. Então tirei uma alça e fui dando beijinhos no seu ombro depois a outra e por fim tirei a sua blusinha, enfim pude ver os seus peitos, eles tinham uma aurela pequena mas fazia que podia te dar muito tesão... os bicos do peito duros feito pedra então fui beijando eles, mordendo a parte de baixo dos seios, e fui mordendo todo eles, ate que enfim cheguei no mamilo, vc suspirou bem alto... comecei a chupar, a morder o biquinho, e a lamber, lambia em circulo e lambia para baixo e para cima, com força
vc puxava o meu cabelo de tanto tesão, para tentar se manter em pé.
Então peguei na sua mão e pus sobre o meu peito... vc se aproveitou para passar por todo ele, e começou a desabotoar a minha blusa , botão por botão, até tirar ela toda e vc passou a mão de novo por todo o meu peito e foi descendo a sua mão sua mão tremia... um mix de nervoso por que sabia o que estava por vir e pelo tesão mas vc sem muita cerimonia desceu a sua mão para ir de encontrou ao meu pau, já colocou ela por dentro da calça e se animou toda em sentir aquele tamanho todo duro,quente , morrendo de tesão por você.. só por vc.
Então para ser bonzinho com vc, dei descanso as suas pernas e te pus de joelho
vc ficou a beijar a minha barriga, bem la em baixo, perto daquilo que vc estava atras... enquanto abria o botão da minha calça e abria o ziper. Baixou a minha calça e logo em seguida a minha cueca então meu pau saiu daquela prisão tão apertada, ele estava louco para sair então sem ver ainda, só pode sentir ele tocando a sua face... logo pegou ele em suas mãos com propriedade, firme e começou a me masturbar, vc já queria cair de boca, mas eu não deixei então vc me masturbou bem gostoso, ora devagar... ora rápido... então tirei a sua venda, então vc pode ver o que tanto desejava... seus olhos se arregalaram , sua boa se abriu, podia ver que sua boa se encheu d´agua, pedi que vc lambesse as bolas, e vc prontamente atendeu. sua língua estava enlouquecida, uma língua macia e quente, mas não parava um segundo, lambia toda a minha bola e eu com o pau sobre o seu rosto, e sem que eu pedisse vc começou a lamber o meu pau, vc estava sentindo o gosto dele, vc lambia cada centímetro... se acabava como um criança e seu sorvete de chocolate então chegou a cabecinha, vc concentrou a sua língua na minha cabecinha, lambia ela todinha, com vontade
e me olhava com aquela cara de safada como se quisesse dizer "estou fazendo tudo direitinho, professor ?" e então começou a dar um beijos na cabeça , beijos de língua e então caiu de boca. Nossa sua boca era uma loucura... macia... me levou a loucura... fui chupando e chupando e chupando, mamando bem gostoso, sugava forte e passava a língua, vc parecia adora o gosto de rola, sentir ele todo na sua boca, te preenchendo, vc as vezes quase engasgava mas não parava de chupar... então tive que te levantar olhar em seus olhos por um instante e te beijar, então deitei vc na cama... uma cama grande, cama de casal , então tirei sua calça e sua calcinha.
Deitei sobre vc e meu pau ficou bem na entrada da sua buceta, eu me movimentava, para ficar naquela coisa de "errar o buraco", vc ja estava louquinha para que eu te comece ali mesmo, mas eu ainda tinha mais surpresas para vc, peguei um travesseiro e pus embaixo de vc.. deixando o seu quadril mais alto então com a sua bundinha empinada para mim eu subi minhas mão pelo interior das suas coxas, vc veio se arrepiando e se empinando conforme minha mãe subia até que cheguei ao destino quente e úmido, ensopada na verdade, os lábios estavam apertos, se contraindo, involuntariamente pelos espasmos, aquela cena de vc rendida aos meus desejos me levava a loucura, então peguei as fronhas e amarrei seus mãos na cabeceira da cama, e te vendei de novo. Vc era toda minha de novo, de 4 como uma menina safada, mas vc ia ter o seu castigo... eu então peguei um morango mergulhei na calda de chocolate e e deixei melar a sua bundinha, o chocolate estava quentinho, e vc perguntou se eu havia gozado, e eu disse que não estava nem perto, e continuei a espalhar o chocolate na sua bundinha , redondinha, branca, só minha, vc ia se abrindo cada vez mais, revelando seu cuzinho... eu então derramei o chocolate bem no cuzinho, ao sentir o chocolate quentinho bem nas preguinhas vc gemeu baixo, e eu fiquei observando o chocolate escorrendo do seu cuzinho para sua buceta, conforme ele ia escorrendo vc ia se arrepiando, chegando la eu peguei o morango peguei o chocolate misturado ao melzinho da sua buceta ensopada e comi, foi definitivamente o melhor morango que eu já comi. Mas tinha que limpar a sujeira que havia feito então tratei de lamber tudinho, lamber cada cantinho, lambi sua buceta e seu cuzinho todinho até ele ficar limpinho, e pude sentar a minha rola nele! Eu comi sem dó ! Bombava forte no seu cuzinho, até o talo, até vc sentir ele la no fundo, até sentir minhas bolas batendo... então vc estava desfalecida de tanto gozar com minha rola no seu cuzinho, sem poder fazer nada, eu lhe desamarrei, lhe virei , tirei a sua venda e gozei muito, gozei na sua cara e vc pedia por mais, ficou com a cara toda melada de porra quente”
Nossa me diverti muito lendo esse e-mail, eu estava no trabalho e estava louca para me masturbar mas não podia, minhas pernas bambearam mais a cada linhas que eu lia, quando cheguei em casa eu me acabei imaginando a cena, e lembrei que muitas de vocês passam por isso toda sexta-feira. Então essa foi uma homenagem a vocês fãs...

sexta-feira, 18 de junho de 2010

Ricardão e a copa do mundo...

Ola meninos e meninas sapekas !
Tudo bem ? Estou bem obrigada. Época de copa do mundo, o povo todo torcendo, galera fazendo a festa em frente a TV xingando juiz e o técnico da seleção, hoje em dia eu gosto dessa festa, os jogos desta copos estão sendo vistos todos aqui em casa e eu estou adora, acho que eu to ficando meio mole, meio família com o passar do tempo, porque vou confessar que nem sempre foi assim, antes eu não curtia ver o jogos ficava irritada com aquele bando de homens em transe como se não houvesse mais nada no mundo, e não era a única mulher a pensar assim...vamos ao conto então.
Era a copa de 2006, o pessoal quis assistir os jogos do brasil juntos, mas o brasil não quis colaborar e foi eliminado, mas quem disse que os meninos pararam por ali, eles queriam ver a final entre Itália e França e lá estávamos todos reunidos na casa da michelly para ver a final, mas o brasil já tinha perdido nós meninas não estavam nem ai para a final da copa, mas os meninos estavam hipnotizados, e sentadas sobre a mesa fofocando e falando mal deles, crucificando os coitados porque eles não estavam dando atenção para agente, chegamos ao ponto de debater a opressão masculina, mas eu não podia admitir isso, eu precisava fazer alguma coisa, então foi que alguma mulher enfurecida lançou na roda uma aposta. Eu pessoalmente odeio ser desafiada, odeio que alguem duvide das minhas capacidades, seja elas quais forem, então aquela aposta soou para mim como um desafio, foi apostado que deveria conseguir tirar o marcão da frente da TV, mesmo sendo o marcão o que tava mais empolgado, sentado no meio do sofá bem em frente a TV, mas se o desafio era esse então eu estava de corpo e alma, bem mais corpo né ? Porque só há uma coisa que brasileiro gosta mais do que futebol, mulher e bunda, e mesmo sendo meio desprovida da mesma eu ainda era uma mulher e eu sei como usar o meu corpo para provocar um homem.
Então falei para todas as meninas irem para a sala e se espalharem pelos sofás para não dar bandeira das minhas intenções e eu fui até o banheiro me preparar, tirei o sutien para que o bico dos meus seios ficassem se mostrando sob a blusa, dobrei o shorts para que ele ficasse um pouco mais curto, e retoquei a maquiagem caprichando nos lápis e no rímel para dar maior destaque aos meus olhos claros que tanto as pessoas elogiam, e passei um gloss nos lábios e fui para o ataque. Eu comecei com o básico, levei mais pipoca para o pessoal, e me inclinei para deixar a pipoca na mesinha de centro e tenho certeza que pelo menos uma olhadinha pra minha bunda, tentei sentar perto dele mas o sofá estava lotado, então sentei no chão perto das suas pernas quando tinha uma situação de perigo eu pegava nas suas pernas e apertava, cheguei a pensar que ele tinha entendido o recado, porque ele abriu as pernas e me deixou bem no meio, com a cabeça quase no seu pau, então em determinado momento eu me virei para me levantar, eu quase fiquei de boa no pau dele e olhei para ele com aquela cara de safada, e ele me olhou e entortou o pescoço como se quisesse ver a TV.
Eu me levantei , possessa da vida, eu podia matar um ali, como homem é burro ! Eu ali dando todos os sinais e o cara vendo jogo ? Deve ser viado ! Num é possível ! Fui para cozinha preparar algo para beber e me acalmar. Fiquei sentada la na cozinha, bebendo uma caipirinha quando alguem adentrou a cozinha, eu achei que fosse uma das meninas e sem olhar comecei a reclamar e quando olhei não era uma das meninas era o ricardo, fiquei sem graça eu não tinha a minima intimidade com ela, tinha o visto uma ou duas vezes, ele era um mexicano que veio para o brasil com uns 13 anos, então se apoio na pia da cozinha e começou a conversar comigo, ele ainda carregava aquele sotaque, ele misturava palavras em português com palavras em espanhol, tinha a pele morena devido a sua descendência de astecas, cabelos compridos e lisos que dariam inveja em muita garota e carregava todo aquele charme latino eu já tinha me preparado toda para fazer sexo, eu estava querendo e comecei a reparar no ricardo e pensar nele me comendo, logo cada palavra com sotaque minha bucetinha ia ficando mais molhadinha, e eu ia imaginando ele falando no meu ouvido.
Então me levantei e me aproximei dele, sentei na pia ao lado do ricardo, assim reveli as minha coxas e pudesse caprichar no tom da minha voz. Então eu tinha que fazer a pergunta crucial, porque ele não estava la vendo o jogo e estava ali falando comigo, ele respondeu que não ligava muito para futebol, que não tinha paciência, ainda mais esses times que ele não conhecia ninguem, era o que eu precisava ouvir, tasquei-lhe um beijo pus minha mão entre seus longos cabelos e na sua nuca puxando para mim, ele se ajeitou na minha frente, entre as minhas pernas e o clima começou a esquentar ali na cozinha mesmo, eita homem caliente ! Que pegada latina ! Eu já peguei naquela bunda durinha e apertei com vontade, ela corria suas mão pelas minhas coxas e seus beijos pelo meu pescoço e orelhas.
Mas o clima tava demais para a cozinha, eu fui pelo corredor procurando uma cama, achei um quarto que tinha uma cama de casal, nem quis saber de quem era aquela cama, me deitei nela e chamei pelo meu homem. Ele estava na vontade também, tirou a roupa bem rapidinho, e logo vi aquele corpicho todo nudo, com o pau duro apontado para o teto, sem duvida fiz um 69 bem gostoso, ele então me deitou e começou a me tocar, e falar em meu ouvido com aquele sotaque, ele esfregava meu clitóris, ora com delicadeza ora com vontade, passou a enfiar dois dedos, la dentro e me falava coisa maravilhosas em espanhol, me chamava de gostosa, que minha bucetinha estava toda ensopada, os lábios se abrindo e eu gozando implorando para que o ricardão me comesse, mas ele era cruel, me colocou de quatro e eu prontamente empinei a minha bundinha, quando eu achei que ele ima enfiar aquele pauzão na minha bucetinha, sinto uma língua correndo pelos lambios indo até o meu cuzinho, ele começou a me chupar e ele não parava, eu não aguentava mais, gozei mais uma vez, então decidida , virei ele, e subi em cima dele e falei quase gemendo em seu ouvido “pelo amor de deus ricardo, me come” e fui sentando bem devagar naquele pau quando senti ele todo, batendo bem la no fundo e comecei o rebolado, ele estava adorando, e eu mais ainda, sentando e rebolando sem parar, no sobe e desce olhando para ele fixamente parei e comecei a movimentar só o quadril, bem na pontinha, só na cabecinha, para que ele pudesse sentir todo o prazer mas por fim quem acabou gozando fui eu, ele me virou e começamos um papai e mamãe, nunca tinha sentindo tanto prazer em uma posição tão básica, ele enfiava freneticamente e depois parava e ficava dando umas estocada que batiam bem la no fundo, eu quase gozava em cada estocada que ele dava mas eu gemia e dizia “ai ricardão” , podíamos ouvir o grito de gol la da sala mas estávamos ocupados e pensei em quantas garotas não queriam ter um ricardão desses na hora do jogo, seria bem feito para os namorados que ficam com seus amigos vendo jogos inúteis de futebol, acho que eu gozei por todas elas naquele dia, a vingança das mal comidas, tinha que ser justamente o ricardão ! Então eu tinha que dar uma recompensa aquele homem maravilhoso, posicionei ele e comecei a lamber aquele pauzão, olhando bem pra ele, fazendo a cara de mais safada e vadia que eu conseguia, para que ele visse o quanto eu estava satisfeita, o quanto ele tinha me dado prazer, mamei gostoso até sentir a porra quentinha, grossa descendo goela abaixo, passei a língua nos lábios, tentando ter o máximo do gosto daquele pau.
Voltamos para sala, um de cada vez para não levantar suspeitas, eu passava os dedos no canto da boca para que não ficasse nem uma gota as meninas me olharam com aquela cara de “sua safada! Não acredito!”, perdi a aposta mas me vinguei por todas as mulheres.

sexta-feira, 11 de junho de 2010

um cineminha é sempre um bom programa

Ola meninos e meninas sapekas !
Tudo bem com vocês ? Eu estou bem obrigada. Todos vocês sabem que eu possui um perfil no formspring e me perguntaram aquilo que eu morria de vontade mas tinha vergonha e me lembrem de algo que eu morria de vergonha mas fiz., é isso mesmo! Eu também tenho vergonha, vergonha na hora de fazer sexo, pois acreditem.
Eu estava de pegação com um cara, nos conhecemos na balada, era um relacionamento sem muito credito, ele fazia o tipo bonitão, gostosão, mas que você não apresenta para a mãe de jeito nenhum sempre saiamos para curtir uma festa, bar ou balada ou seja sempre para a curtição e pegação mas em uma tarde qualquer ele me liga e diz que quer ir ao cinema ver um filme qualquer, nos encontrarmos a luz do dia, rs. Eu aceitei e achei legal a iniciativa dele, adoro cinema e é sempre bom fazer um programinha sem tanta pressão social.
Eu que escolhi o filme, ele pouco se importou com o que escolhi e em breve eu ia descobri o porque da falta de interesse no filme, escolhi “o ano em que meus pais saíram de férias” um filme brasileiro por isso havia pouca gente na sessão, chegamos cedo e as luzes ainda estavam acesas e pudemos escolher praticamente qualquer lugar que quiséssemos, obvio que ele optou por um lugar ao fundo mas eu sem saber se suas reais intenções eu não queria me sentar nas ultimas fileiras mas aceitei me sentar ao fundo. Agente mal se sentou e ele já veio com aquele desejo todo, me beijando me deixando acesa, me fazendo pegar fogo, como era gato aquele cara, era um tesão e que pegada! As mãos dele passavam pelas minhas pernas e eu já ficava querendo abri-las, mas eu estava lutando contra os meus desejos eu não podia me entregar ali, magina ! Onde já se viu um absurdo desse ?! Todo mundo ia ver seria muito... deselegante.
Mas ele não parava, as luzes se apagaram e ele foi com mais sede ao pote, já estava completamente molhadinha, estava um tempo sem fazer sexo e aquele cara era muito gosto, mas eu respirei fundo e o afastei, disse que o filme ia começar. Ele então se sentou direito e começou a ver o trailer, mas aquele danado não iria desistir, podia sentir as sua mão esbarrando em minhas pernas de proposito, podia ver que ele olhava fixamente para o meu decote nas cenas “claras”, ele estava me comendo com os olhos , mordia os lábios, ele nem via o filme só ficava olhando para e pensando em me fazer uma maneira de me fazer ceder e fazermos sexo ali mesmo, no escurinho do cinema, com o risco de que todos nos pudessem ver.
Eu não conseguia prestar a atenção no filme, só pensando ou não se devia me entregar ali, por um lado eu morria de vergonha e medo de que as pessoas, não que eu nunca tivesse feito com pessoas olhando, mas ali não era lugar de se fazer, elas não eram coniventes daquela situação, minha orelha esquentava de imaginar as pessoas falando daquela vadia que estava dando no cinema. Por outro lado me exitava todo aquele desejo, a vontade de me consumir em qualquer lugar, vi que ele já estava de pau duro e vira e mexe ele passava a mão sobre o seu pau para conte-lo dentro da calça, minha boca começou a ficar aguada de desejo de chupa-lo, os lábios minha bucetinha começaram a se abrir inconscientemente de tanto tesão e ela já estava molhadinha, ela estava pegando fogo, podia sentir o calor entre as pernas e eu cruzava as pernas me contorcendo de vontade.
Até que não pude mais aguentar, em um movimento que até mesmo ele se assustou comecei a beija-lo e minha mão foi direto sobre o seu pau, abri o zíper e coloquei para fora, aproveitei as luzes que as cenas as vezes proporcionavam para olhar para o seu pau ali enorme e latejando, comecei a punheta-lo bem devagarzinho, mas bastante intenso voltei a beija-lo e ele já passava a mão pela minha perna me puxando para mais perto dele , como se quisesse que eu sentasse em seu colo, eu já toda torta, com a mão dele em minha bunda e eu a masturba-lo pensando que todos estariam vendo e sabendo o que estávamos fazendo, então eu já estava perdida então perdi totalmente as rédias.
Me posicionei e me abaixei e cai de boca sem dó naquele pauzão, minha mente estava a mil, pensando o que as pessoas estariam falando, e de repente tudo se foi eu só estava me concentrando na minha boca cheia, as únicas palavras que habitavam a minha mente eram chupar, lamber, mamar, pau enorme, todo na minha boca, gozar, leitinho, porra, até a ultima gota, e assim se foi chupei até que ele gozasse e eu pudesse beber tudinho. Ele quis me retribuir, me ajeitou na poltrona sentadinha e obediente e pôs sua mão por dentro da minha calça e começou a me masturbar, o danado era bom nisso, massageava o meu grelinho, abria bem os lábios e esfregava sem parar, falava bem próximo ao meu ouvido, me chamando de gostosa, de tesuda, de o quanto ele estava morrendo de vontade de me comer ali mesmo, de me ver cavalagar em seu pau, de comer o meu cuzinho, que se pudesse me comeria todos os dias, que eu ele ia judiar de mim, que ia esfolar a minha bucetinha e meu cuzinho. Aquilo me levou ao orgasmo rapidinho, eu eu me contorcendo para não gemer, para não dar nenhum sinal, tentava olhar para os lados e ver se alguem estava nos vendo mas meu olhos se reviravam perdidos enquanto eu gozava muito.
Não aguentamos e fomos para o motel fazer sexo até cansar, acho que nunca estava tão ligada e tão disposta como desta vez, o escurinho do cinema e a sensação das pessoas me vendo e morrendo de vontade de estar em meu lugar me deixo com vontade de meter a noite toda. Tive que voltar outra vez ao cinema, sozinha desta vez para poder entender o filme, era um ótimo filme, mas eu ficava lembrando do que havia acontecido, ao chegar em casa após o filme eu me acabei de me masturbar lembrando.

segunda-feira, 7 de junho de 2010

Torpedão campeão

Olá meninos e meninas sapekas!
Td bem com vocês ? Comigo não... fiquei fora e ninguém nem sentiu a minha falta né ? Meus fãs insensíveis só querem saber de se masturbar e nem ligam para mim, mas tudo bem ai vai a historia desta semana. As coisas na nossa vida acontecem quando você menos espera, você pode encontrar seu príncipe encantado, ou sua próxima relação sexual, passeando pelo shopping fazendo comprar assim como quem não quer nada só aproveitando as liquidações.
Um domingo qualquer, sol brilhante e o céu azul fazia com que os paulistanos tivessem se arrependido de não ter descido para a praia. Mas eu tinha meu dia de folga planejado, peguei meu equipamento e sai pela cidade fotografando as pessoas pelos lugares, tenho alguns lugares preferidos como o Ibirapuera ou o Ipiranga e em seguida fui almoçar no restaurante no shopping na paulista afinal tinha que resolver assuntos profissionais ali mesmo depois do almoço, então entrei no shopping e fui passeando vendo todas as vitrines devagar estava sem a menor pressa quando sinto meu celular vibrar e apitar, era uma mensagem de texto, dizia “hoje a noite quer ver você com aquela roupa bem sexy, toda gostosinha só para mim” minha primeira reação foi ficar me perguntando quem diabos tinha me enviado aquela mensagem e depois ao reparar que tinha sido um engano passei a rir sozinha tentando imagina a cara do cidadão e resolvi tirar onda e mandei uma mensagem para ele de volta “você pode vir pelado mesmo que agente economiza tempo, porque hoje eu estou fogo” escrevi só de tirar onda mesmo mas ele me respondeu e começamos a trocar mensagens cada vez mais ousadas e apimentadas eu fui para o banheiro do shopping para ficar mais a vontade e me tocava no intervalo entre uma mensagem e outra para manter o tesão a mil:
cara:vou beijar o seu pescocinho, te chamar de gostosa ao pé do ouvido
eu:já fiquei arrepiada. Continua..
c:vou beijar os seus peitos, morder os biquinhos me afogar no seu decote,
e:vou passar a mão entre cabelos e puxa-los, mostrando todo o meu tesão
c:adoro apertar os seus peitos durinhos
e: adoro apertar a sua bunda rs
c: o que mais vc adora ?
e: adoro chupar o seu pau me acabo
c: ele ja esta duro aqui
e: guarda para de noite
c: tem bastante rs
e: e vc? O que gosta mais vc gosta?
c: gosto da sua xaninha lisinha
e: ta molhadinha só esperando vc
e: quer que eu vista aquele vestido que vc me deu ?
c: que vestido? Nunca te dei nenhum vestido ?
Acho que me empolguei e achei que seria o fim da minha brincadeira, tive que contar que ele havia mandado o sms para o numero errado ele pediu mil desculpas ficou sem graça. Alguns dias se passaram e ouço o telefone tocar e era ele me convidando para sair, ir á um barzinho e rirmos mais sobre essa historia hilária e eu dei risada e topei.
Saímos, conversamos e o clima começou a esquentar, fomos imediatamente ao motel, o rapaz caprichou na escolha, era um motel bonito, fiquei deitada na cama olhando os espelhos enquanto ele tomava um banho, ele disse que queria ficar bem cheiroso e que mulher resiste a um homem cheiroso né? Mesmo que eu achasse que ele não estava fedido ou algo assim, mas cada um com suas manias. Ele saiu do banheiro e pude sentir o cheiro do perfume invadindo o recinto e veio na minha direção me beijar, ao passar a mão sobre as suas costas geladas do banho me dei vontade de arranha-lo e puxa-lo para mim.
Ele então foi cumprindo com o que havia dito nas mensagens, foi beijando meu pescoço, bem devagar, de um lado ao outro, desde o pé do ouvido mordendo minha orelha até o meu colo, tirando a minha blusa e meu sutien, beijando meu seios, apertando-os com muito prazer, lambendo meus mamilos, ele estava se fazendo nos meus peitos, feliz e com muito tesão. Peguei ele pelos cabelos lhe dei um grande beijo, o fiz virar e fiquei por cima dele, fui abrindo a sua calça e tirando elas, deixando bem a vontade, até ver o meu verdadeiro objetivo, aquele pauzão, já duro de tesão, eu ia fazer o melhor sexo oral de todos que ele já provou ou irá provar na vida! Eu comecei punhetando ele bem devagar, fazendo ele entrar no ritmo, com a outra mão fui massageando suas bolas, bem devagar para não machucar, descia a pele até embaixo deixando a cabeça bem a mostra então comecei com beijinhos, beijos molhados por toda a extensão da base até por fim a cabeça, dei um beijo bem caprichado na cabeça, já quase chupando, mas chupando só a cabeça, misturava esses beijos com lambidas, lambidas leves porem firmes olhei em seus olhos e comecei a lamber seu pau todo parecia uma criança lambendo tudinho, lambidas bem longas e vagarosas mas sem demorar com as próximas, então comecei a punheta-lo novamente e me concentrei nas suas bolas, lambia, beijava e as apertava a base, pude ver ele se mordendo de tesão. Dei uma ultima linguada caprichada das bolas até a cabecinha, fechei os olhos e cai de boca, comecei a chupa-lo, sentindo o gostinho daquele pauzão na minha boca, eu chupava gostoso, no vai e vem como se ele estivesse na minha bucetinha, logo estava com ele todo dentro da minha boca e eu mamava gostoso, sugava sem prestar a atenção em mais nada.
Então fui engatinhando sobre o seu peito a até ficasse na altura ideal, até pudesse me ajeitar para enfiar seu pau na minha bucetinha, como uma mão segurei ele bem na portinha, rebolei devagar olhando em seus olhos e sentei, enfiando de uma vez, me apoiei em seus peito e comecei o sobe e desce, o vai e vem, de olhos fechados e cabeça para trás, senti ele me segurar pela cintura acompanhando os movimentos, mas aos ver meus peitos se movimentando em sua frente, logo de erguei e começou a chupa-los inebriado, suas mãos na minha cintura já faziam os movimentos ao da minha cintura para forçar ao pau dele ir mais fundo, e eu adorava isso ia a loucura, poder senti-lo la no fundo, e por fim nos olhamos e gozamos juntos, pude ver em seus olhos verdes que nossos orgasmos estavam acontecendo ao mesmo tempo, na mesma intensidade.
As vezes tecnologia nos afasta das pessoas, mas quem sabe somada a vontade de fazer sexo ela não nos aproxima? Quem diria que o cara do sms pudesse me proporcionar um orgasmo simultâneo, coisas que muito tentaram sem sucesso ? Ainda não me sinto confortável com esse mundo virtual, mas ao pouco agente vai pegando o jeito.

sexta-feira, 30 de abril de 2010

Vencedora da promoção "Envie sua mensagem"

Ola meninos e meninas sapekas !
Tudo bem com vocês ? Eu estou bem, confesso que um pouco decepcionada porque muitas prometeram e poucas participaram da promoção, então queria parabenizar as pessoas que participaram. não irei publicar a foto aqui por questões de privacidade da vencedora mas vamos ao conto-prêmio vencedor...

“Bom dia, deixem que eu me apresente. Meu nome é Michelle, tenho 32 anos, moro em Florianópolis, sou morena, baixinha, e o que se destaca no meu corpo é a minha bunda, ela é grande e da destaque no meu corpo e por fim o mais importante, sou casada há 7 anos. Me casei virgem, só tive um homem na vida, só meu marido havia me tocado até agora, mas isso não era o suficiente, nossa vida sexual no inicio era ativa, mas ele não aceitava inovações, transávamos todo dia mas sempre no papai e mamãe, nunca havia feito sexo anal, nunca havia experimentado o gosto do sêmem, eu tinha muita curiosidades e muitas fantasias, mas elas foram morrendo aos poucos até eu perder o interesse completamente. Eu me sentia completamente sozinha, passava as tardes sozinha, muitas vezes as noites também mas não achava que ele me traía, mas que era um cara conservador por ser mais velho do que eu e ele era muito ciumento também acho que no fundo ele sabia que ele me deixava a desejar., chegando ao ponto de me proibir de usar o messenger. Até que um dia estava navegando pela internet, me sentindo sozinha, procurei uma forma de falar com alguem, entrei nas salas de bate papo da uol, mas como estava com receio não entrei na sala sobre sexo e entrei na sala de uma outra cidade, na cidade de santos. Mal sabia eu que ali começava a minha perdição, começamos a conversar normalmente, mas o jeito com que ele me tratava, querendo saber cada vez mais sobre mim foi me cativando, combinávamos de entrar em alguns horários, muita das vezes tínhamos pouco tempo, enquanto meu marido estava fora. Aos poucos fomos falando sobre sexo, as perguntas iam rolando e o meu desejo ia reacendendo, ele parecia um safado de primeiro escalão, um amante “latino”, aquele que iria te fazer ter uma erupção de prazer e ter orgasmos múltiplos, parecia muito experiente então o fogo começou a subir, quando me dei por conta já estava com a mão esfregando minha bucetinha por cima do shorts, nem me lembrava quando era a ultima vez que havia me masturbado, minha mente começou a viajar e imaginar tudo que estava guardado durante muito tempo, então comecei a ir mais além, sabia que ele ia me dizer tudo que eu queria ouvir, ele me disse que iria me pegar de jeito, me pegar de quatro, me fazer chupar o seu pau, que ia gozar na minha boquinha, na minha cara, que ia comer meu cuzinho, que eu seria a escrava sexual dele, que já ia acordar com a cara gozada, e ia dormir com o cuzinho arregaçado. Ler aquilo me deixava em chamas, me masturbei como uma louca, cada 5 minutos que eu tinha sozinha la estava eu batendo uma siririca, com a mão dentro da calça ou por baixo da saia, eu estava pegando fogo, tinha fantasias, desejava homens na rua, tinha sonhos dele me comendo toda a noite, eu já começava o dia molhadinha, nossas conversas só aumentavam, ele me mostrou fotos e tudo, mas eu queria mais, então decidi finalmente que deixaria que ele me visse, esperei um dia que sabia que ia esta sozinha e atendi seus insistentes pedidos de ligar a web cam, pude ver seus olhos claros cheios de desejos, ele não parava de olhar para mim e me disse que só de olhar para mim ficava excitado, eu fingindo a inocência duvidei, sabendo o que veria em seguida e ele ainda muito educado perguntou se eu queria ver, meu coração acelerou, minha boca ficou seca e eu escrevi que sim... então ele ajeitou a web cam e me mostrou o seu pau durinho apontando para o teto. Meu coração ainda mais, mas desta vez minha boca encheu d´agua e minha bucetinha também, fico encharcada, podia sentir ela pegando fogo, começou a bater uma para mim ver, eu via aquele pau duro, aquela cabeça vermelha, ver ele me desejando daquele jeito me deixava zonza, zonza de tesão, então comecei a me masturbar, e a me mostrar um pouco também, meu planos era só atiçar ele, então levantei a blusa e mostrei meus peitos pra ele, os olhos dele brilharam e via a boa dele tremula querendo chupar o meu peito, sugar com força, eu não aguentei e logo tirei a blusa toda, comecei então a fazer um strip para ele, rebolando e baixando a minha calça foi o ponto alto, ele começou a punhetar mais rápido pensando em me ver de quatro, elogiou meu corpo, minha marca de bikini, disse que eu devia ficar uma delicia banhada em óleo com o bumbum empinadinho para o sol. E então para deixa-lo ainda com mais tesão fiquei de quatro para cam e abaixei a minha calcinha e comecei a me masturbar, me empinei bem, rebolei me abri toda, fazendo ele ver minha bucetinha toda rosadinha e meu cuzinho piscando por aquela rola enorme que eu via pelo vídeo, até que eu pedi para ele gozar pra mim, queria ver ele gozar pensando em mim, e ele me atendeu prontamente e gozou um jato de porra que foi longe, parecia ator porno, aquilo me deixou feliz, feliz de verdade por saber que ainda sou desejada daquele jeito.
Os dias foram se passando, nossas aventuras na web cam eram cada vez mais constantes e cada vez mais apimentadas, até que um dia ele disse que viria a Florianópolis me ver, minha espinha gelou e me arrepiei toda, me começou a bater o medo, lógico que eu queria ver ele, realizar meus desejos, experimentar tudo que ele me prometera, mas na hora do vamos ver a coisa complica, eu era casada, só tinha tido um homem em minha vida, não sei como reagiria na hora eu poderia travar e não queria deixa-lo na mão, mas ele disse que não havia problema, que se acontecesse ele entenderia, mas eu sei que seria frustrante, então fui me preparando psicologicamente, mas foi em vão. No dia combinado fui de carro até a rodoviária, minha perna tremia nos pedais. Então vi ele ali parado, sentado sobre as malas me esperando, ele era lindo, com seus 23 anos, no auge da idade, era tão lindo que nem parecia aquele garoto safado que me fazia gozar todos os dias, ou sonhar os sonhos mais picantes anoite. Então ele me avistou, meu corpo reagiu aqueles olhos penetrantes de quem queria me comer ali mesmo, e isso fez minha bucetinha ficar encharcada, ao cumprimentá-lo, ele me abraçou, fazendo seu corpo ficar espremido junto ao meu e me deu uma beijo no pescoço, eu me contorci toda involuntariamente, colocamos as malas no porta mala e partimos para o hotel onde ele estaria hospedado, logico que fiz um caminho bem longo, mostrando bem a cidade, e ele elogiando meu corpo, me chamando de delicia, de gostosa, e sempre dava um jeito de tocar na minha perna, e eu evitando, morrendo de medo e tesão, até que ele foi mais além e abriu o zíper da calça e colocou o seu pau, que já estava duro, para fora e começou a bater uma, sem pudor nenhum dentro do carro, eu não conseguia tirar os olhos daquela coisa enorme e cheia de veias, minha boa estava seca porém aos pouco a secura foi se transformando em agua na boca, ele pegou na minha mão e colocou no seu pau , ele estava quente, o sangue devia correr a mil naquela veias, parecia que ia explodir, então comecei a alivia-lo, batendo uma para ele, bem devagarzinho, mostrando cada centímetro daquela cabeçorra vermelha me chamando para cair de boca, eu não estava aguentando mais e decidi ir correndo para o hotel, enquanto ele fazia o check in, minhas pernas tremiam, minha mão já estava discretamente no meio das minhas pernas.
Já nos beijamos pelo corredor, as vezes ele me prensava contra a parede, apertava minha bunda, puxava meu cabelo como se fosse me comer ali mesmo antes mesmos de chegarmos ao quarto, mas o corredor que parecia infinito naquele momento finalmente acabou e ele mal abriu a porta, jogou as malas pelo chão e me jogou na cama e começou a me beijar, a passar a mão em mim, eu estava indo a loucura, então ele me sentou ao pé da cama e ficou de pé bem na minha frente e arreou as calças, deixando aquela coisa enorme bem na minha cara, quase já tocando a minha boca, era agora ou nunca, ou eu desistia ou ia até o fim naquela loucura, em um instante que pareceu uma eternidade, passou o filme da minha vida, e todas as noites que eu passei chorando de tristeza pela infelicidade que eras meu casamento, então deixei que tocasse meus lábios, foi bem devagar, como uma virgenzinha que estava descobrindo o sexo, e de uma certa forma estava mesmo, afinal tudo aquilo era novo para mim, ele estava meio duro meio mole, então fui beijando ele, dando pequenas lambidinhas por todo ele e logo ele já estava todo duro e pude cair de boca gostoso e matara a minha sede de rola, eu fiz o melhor boquete da minha vida, pela primeira vez chupava um pau com vontade, saboreava aquele gosto diferente, imaginei todos os paus que eu já desejei ter chupado, todos os caras que já me deram tesão, ele me dizia para chupar mais, mandava eu mamar até o fim e eu como sua putinha obedecia e ele me elogiava, mas eu queria saber o que me dava tanta curiosidade, o gosto do leitinho quentinho direto da fonte, então mamei até ele não conseguir mais me elogiar por estar sem ar, se preparando para encher a minha boca de porra, e os deuses do sexo ouviram as minhas preces e sem demorar eu jorrou na minha boquinha todo o seu sêmem, eu deixei ele na minha boca por um tempo, passava a língua para aumentar o meu paladar, sentir o gosto forte e a textura pegajosa mas eu estava amando aquilo então finalmente engoli, bem devagarzinho. Então ele pediu um minuto e foi ao banheiro ouvi o som do chuveiro, então deitei na cama e fiquei pensando no que havia acabado de fazer... havia traído meu marido, com um completo de estranho e para piorar estava adorando aquilo, mesmo por cima de toda a culpa que sentia, quando olhei para o lado vi o frigobar, decidi abrir e vi que tinha um chantili, minha mente foi a mil e aquela era minha única chance de extravasar, podia fazer tudo aquilo que sempre quis, ir além de qualquer moral, atravessar a linha do limite do comum. Então ao abrir a porta do banheiro, ele ainda de toalha se enxugando dizendo que queria estar cheirosinho para mim, quando ele deu por si eu estava deitada na cama peladinha completamente aberta e com chantili no meu corpo escrito “me come todinha”, aquilo foi suficiente para fazer o pau dele começar a subir de novo, ele arregalou os olhos e veio colo uma animal, lambendo o chantili da minha barriga, da parte interna da minha coxa até finalmente chegar na minha bucetinha, me chupou com gosto, parecia mesmo uma animal irracional morto de fome, e eu gozei pela primeira fez com alguem me chupando, foi maravilhoso, então puxei o seu rosto e comecei a te beijar, sentindo o gosto de chantili com o meu melzinho, então como uma virgenzinha ele apontou o pau na porta da minha bucetinha e começou a enfiar e comecei a arranhar as suas costas e ele metia mais rápido e com mais força eu não era virgem então tinha que mostrar serviço, eu acompanhava seus movimentos para deixar aquela foda mais gostosa, então virei ele e comecei a cavalgar no pau dele, eu subia e descia, rebolando e sentando gostoso naquele pauzão, ele não tirava os olhos dos meus peitos, balançando conforme o movimento e hipnotizando ele, até ele não resistir e começar a chupa-los deixando eles durinhos como pedra e nós gozamos juntinho
Já estávamos os dois deitados e suados, como dois amantes na fúria do desejo, quando meu celular toca, eu engatinho pela cama para pegar na bolsa que havia ficado no chão, ao pé da cama, então atendo e era meu marido, eu gelei mas atendi pois do contrario seria pior, disse que estava na manicure e ele ficou a conversar comigo, eu estava praticamente monossilábica, foi quando ouvi o barulho do spray e o geladinho em contato da pele da minha bundinha, me dei conta que estava de quatro, toda empinada deixando meu cuzinho a mostra para ele, e o danado pôs chantili e começou a lamber o meu cuzinho, eu queria mandar o filho da puta parar, ele estava maluco ? Mas o tesão tomou conta de mim, ele lambia tudinho, cada preguinha, então senti a cabeça do seu pau forçando o meu cuzinho, o chantili a deslizar, e ele começou a os movimentos de vai e vem, e meu marido não dava sinal de que iria desligar, então logo seu pau estava dentro da minha bundinha virgem, eu jamais tinha deixado meu marido chegar nem perto, mas o danado que eu não podia evitar falando no telefone, então logo o prazer começou a tomar conta, e eu já ajudava ele nos movimentos, rebolava gostoso, suprimia meus gemidos ao máximo, estava em apneia , para não respirar no tel, e ele não parava, me comia sem dó, arregaçava meu cuzinho virgem, eu estava falando com o meu marido equanto meu amante comia o meu cuzinho e gozava la dentro, meu cuzinho estava lotado de porra quente de uma macho de verdade e meu marido falando do chefe chato dele."