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domingo, 3 de junho de 2012

Primo não é parente, mas goza na gente


Ola meninos e meninas sapekas!
Tudo bem?
Eu estou bem obrigada, hoje estou aqui para mais um conto!! aaweee TODOS COMEMORA!!!
esses dias tava vendo aquele filme, penetras bom de bico, que fala que o melhor lugar para se arrumar mulher é numa festa de casamento. Ok, faz muito sentido.. a mulherada tá ali, se sentindo carente, achando que tá todo mundo casando, menos ela, toda carente.. e vai um bonitão e pimba! Ela vai querer entrar para a família, mas me pergunto.. e se você já for da família?

Vim de uma família bastante tradicional, e isso inclui todos os âmbitos da palavra, da alta sociedade, com pensamentos antigos, e grande, daquela com vários primos sentados à mesa num domingo para um almoço na casa da vovó, matriarca da máfia familiar. Eu cresci muito próxima dos meus primos, ao todos são 8 netos incluindo a mim e meus irmãos, então imaginem a zona que não é quando juntamos todos, e 5 de nós temos praticamente a mesma idade, então estávamos sempre juntos, brincando, aprontando. Ouço varias historias das amigas e amigos pegando e desejando seus primos e primas respectivamente, mas um nunca tive disso, fui inocente durante um bom tempo com relação a isso, meu primo mais velho era o cobiçado minhas amigas viviam babando nele, mas eu era novinha, sabia que não tinha chance, então acabava brincando mais com o meu primo que tinha quase a mesma idade que eu, e ele sim, depois de um tempo reparei que ele tinha um certo interesse na minha pessoa.

Conforme a puberdade ia passando ia reparando que os hormônios iam fazendo mais e mais efeito e ele ia ficando cada vez mais ousado, ok... eu admito que, pensando hoje como uma garota adulta e nada inocente mais que talvez eu desse corda, eu sempre fui “curiosa” em relação a sexo, desde muito pequena, lembro que ficamos horas sozinha com ele, descobrindo juntos o que era sexo, roubávamos as revistas de mulher pelada do meu avô, os baralhos do kamasutra, e eu via como “coisa de gente grande” ainda, eu ficava curiosa com o que aquelas mulheres estavam fazendo e sentindo, mas ainda não me via como uma mulher e sim com uma criança, mas o tempo foi passando. Ele já estava com uns 15 anos e sentia as mãos bobas dele, sempre querendo dar um jeito de ficar sozinho comigo, confesso que as vezes até rolava uma vontade, mas eu morria de medo que meus pais descobrissem, ia ser uma desgraça na família, seria um caso de incesto, grave, pecaminoso por isso nunca me permiti ir além de verdade, nada alem de um avista grossa na mão dele na minha bundinha, um esfrega esfrega aqui ou ali.

Muitos anos se passaram... perdemos um pouco dessa intimidade toda, eu já não era a mesma menininha, ele já não era o menininho, e nós já não tomávamos mais banho juntos. Era o casamento do meu primo mais velho, sim.. eu ria da ironia de que o primo mais cobiçado ia ser o primeiro de nós a se casar. Eu me tornei a ovelha negra da família né? A rebelde sem causa, a extrovertida (para as tias velhas dizerem vadia, né?) mas nunca fiz questão de agradá-las, na verdade, muito pelo contrario, fazia as coisas de propósito, eu ia com os vestido mais curtos, ou os mais decotados que eu tinha, só para ver as recalcadas. E nesse casamento não diferente.. fui com um vestido preto com um belo decote nas costas, e ria das tias velhas se mordendo e das crianças todas educadinhas com se fossem “mini gente grande”.

Fazia um calor infernal do mais alto verão brasileiro e mesmo na noite eu suava, e eu olhando aquela piscina sobre a luz da lua, imaginando nadando pelada desejando ser invisível para que eu pudesse fazer aqui sem ninguém me ver, absorta em meus pensamentos nem vi ele se aproxima, só reconheci aquela voz, a respiração no meu pescoço, me saudando com um “oi priminha...”. Homens ficam bonitos de terno e gravata, mas ele tava muito gato, nem fazia tanto tempo que eu não o via mas caramba, ele tava um pitelzinho, o velho cabelo bagunçado, barba por fazer, a camisa já dobrada e meia aberta e tênis, ele parecia um maloqueirinho, mas serio, era exatamente o tipo que eu queria para aquela noite. Que tal ao invés de escandalizar a família sendo pega dando para aquele garçom negro que estava louco para provar da patricinha aqui, achei melhor dar uma chance ao meu primo.

Dei um super abraço nele, daqueles bem apertado, que aposto que ele sentiu meus peitos contra ele, ele começou a me rodar, dei até um gritinho enquanto segurava a ponta do vestido para não subir, ele então me segurou e me dei um beijo no pescoço, admito, fiquei arrepiada. Fingi já estar um pouco alegre, nada melhor do que colocar a culpa na bebida para pular aquela parte chata do gelo. Puxei ele pela mão e fui correndo em direção a multidão que estava dançando, atravessamos a multidão para garantir que qualquer um que estivesse de olho em nos nos teria perdido de vista, então fomos ao fundo do buffet, era uma casa linda e ficamos ali no quintal do fundo, conversando, não podia dar na cara assim o que eu queria né? Disse que as tias estavam me aborrecendo, perguntando dos namoradinhos, foi então que ele me perguntou sobre os meu namoradinhos, disse que não havia nenhum namoradinho, que eu só queria dar, eu vi os olhos dele brilhando. Homens não resistem a uma mulher no talk dirty né? Quando reparei estávamos em baixo de uma arvora imensa, bem parecida com a quem tínhamos na casa de campo. Perguntei se ele lembrava de quando eramos crianças e ele vivia se roçando em mim, ele disse que lembrava, mas que não eramos mais crianças, ai eu respondi na lata “não somos mais crianças, mais eu ainda continuo ficando com úmida e com comichão lá em baixo quando to perto de você” eu estava encostada na arvore, apoiada com um pé só, então ele veio pra cima de mim e me beijou.

Senti a mão dele na minha coxa, subindo por baixo do vestido soltinho, me apertando, enquanto a outra apertava a minha cintura querendo subir e apertar meus peitos. Não ia fazer muita onda naquela noite, não conseguia largar de beijar aquela boa carnuda, nem baixava tirava a calcinha, até o tornozelo, ele entendeu o recado, ajeitou meu vestido de moro que eu ficasse com os meus peitos a mostra, bem durinhos, ele beijava e mordia murmurando em quantas noites ele havia passado batendo uma pensando em mim. Eu já sentia o volume nele na calaça social o que não era difícil, nem pelo tecido da calça nem pelo tamanho do pau dele, com certeza meu priminho havia crescido desde da época que eu via seu “bigulinho” quando tomávamos banho juntos, a mão dele logo descobriu a minha bucetinha, quente, molhadinha, ele também não quis fazer cerimonia e logo enfiou seu dedos dentro de mim, soltei um leve gemido, um gemido abafado, não demorei muito e logo gozei, depois de anos meu primo finalmente conseguiu o que tanto queria, mas agora ele ia ter tudo. Me ajoelhei, abri o zíper da calça e coloque seu pau pra fora, aquele olhadinha badica em seus olhos, que pareciam não acreditar no que via, queria saber se era sonho ou realidade, então comecei a lambê-lo, sem parar de olhar, até que não resisti e cai de boca, fechei os olhou e comecei a mamar naquele pau gostoso, com o pau dele na minha boca comecei a sentir o gosto do arrependimento de nunca ter dado para ele antes. Ele sabia que aquela seria sua primeira e ultima chance então ele quis aproveitar o máximo, ele então me pôs contra a arvore com a minha bundinha arrebitada e colocou seu pau na portinha da minha bucetinha e sussurrou no meu ouvido que eu era uma putinha bem gostosinha, que ele tava louco pra enfiar em mim, então assim que terminou de falar enfiou tudo e eu mais uma vez gemi, meus instinto natural foi de começar a rebolar, ele segurava com firmeza a minha cintura e também o meu cabelo. Ele tirou a minha calcinha e pôs no galho da arvore, me virou de frente, abriu as minhas pernas, me ergueu contra a arvore e começou a bombar freneticamente até gozar.

Depois fui pra pista de dança, afinal eu precisava explicar porque eu estava suada e descabelada né? Dancei um pouco e depois voltei para mesa, quando eu fui sentar na mesa, senti aquele ventinho frio refrescando a minha bucetinha ainda quente e lembrei.. PUTA QUE PARIU!!! esquecia a calcinha no galho da arvore!

domingo, 9 de janeiro de 2011

O Meu "Casanova"

Olá meninos e meninas sapekas!
A quanto tempo não !? Pois é ! já estamos em 2011 ! mas um ano que se inicia, agente sempre espera algo novo, algo emocionante, algo surpreendente e alguns de nós consegue, e nesse clima de renovação e de esperança no começar de novo que escrevo hoje para vocês.

“Ao longe ouço o telefone tocar, distante porém bastante incomodo, tocava incessantemente e a cada toque ia ficando mais e mais alto até que o inevitável aconteceu, despertei. Era um sábado de manha, quem era o maldito ordinário que me ligaria aquela hora da manha, devido a tal insistência e o horário indevido atendi com aquela voz de travesseiro já querendo xingar e enfiar minha mão pelo telefone para estrangular a pessoa do outro lado, mas ao ouvir a sua voz reparei que era o lucas, um velho affair , nós ficamos quando eu era muito novinha depois eu cresci mas ele já estava casado, saímos juntos algumas vezes devido a amigos em comum mas ele estava sempre acompanhado da mulher, mas porque diabos ele estaria me ligando aquela hora ? Bom só iria descobrir isso se falasse com ele então fui desenrolando a conversa ele disse que estava se divorciando e que o divorcio foi feio , muitas briga , separação litigiosa é algo complicado mesmo, a mulher dele não tava aceitando aquela situação (acho que eu teria problemas em deixar um cara bonito como aquele ir também)e que tinha comprado um apartamento e precisava de uma ajuda feminina para ver se ele havia feito uma boa compra, dar dicas de decoração(mas por que eu ?) , ele disse que ia tentar todas as garotas do seu cel, e estava tentando em ordem alfabética (por que minha mão não pôs meu nome se zefilda ?)eu acharia que era conversinha de qualquer um , papo pra ver se me comia, mas vindo dele... sei lá, eu acreditei nele, ele sempre foi simpático (e bobo) assim mesmo.

Então em arrumei e esperei ele vir me buscar, fomos no carro conversando e conversando, nossa como a vida passa né, agente amadurece mais ele ainda continuava o cara engraçado de sempre, a mulher dele devia ser uma bruxa mesmo, fala serio... o cara não era se se jogar fora, era bonitinho, meio largado admito mas nada que um banho de loja e uma academia não desse um jeito, e era engraçado, eu sempre voltava para casa com o maxilar e o abdômen doendo de tanto rir e aquelo sorriso dele também me chamava muito a atenção, adoro sorriso tanto quando uma bela bunda. Por fim chegamos em seu novo apartamento e não era muito longe de casa não, dava uns 15 min de carro, era um belo apartamento, no 13º andar, uma sala enorme e uma bela varanda, entramos no apartamento e ainda tinha cheiro de tinta fresca , ele disse que o pintor ia vir passar a segunda mão naquele dia a tarde, tinha até deixado um radio no chão da sala , fomos andando pelo apartamento vendo todos os cômodos, era realmente um belo apartamento enorme para um solteiro, foi quando comentei quando voltamos a sala:

-
lucas, e æ ? quando vai ser a festa? Mas tem que ser assim sem os moveis para ter bastante espaço para dançar e afinal você tem que inaugurar seu apê de solteiro...

ele então ligou o radio que estava ali e eu automaticamente comecei a dançar, dançar pra mim é quase como fazer sexo, eu fecho os olho, me entrego e deixo meu corpo me levar, talvez por isso dizem que eu sensualizo demais ao dançar, o que não me desagrada nem um pouco essa ideia, afinal seria como juntar duas coisas que eu adoro, dançar e seduzir, mas naquele dia não era a minha intensão, mas talvez tenha vindo a calhar, logo ele se juntou a mim e ficamos os dois dançando naquele espeço imenso, a falta de moveis deixava o cenário perfeito, apenas duas pessoas dançando em um lugar vazio, só os dois, logo o clima começou a esquentar e começamos a dançar cada vez mais perto um do outro, nosso corpo já estava colado, até que não deu mais para aguentar e um beijo aconteceu.

Na hora me veio aquela cena de filme, do casal apaixonado, fazendo sexo no apartamento novo, e aquela imagem foi me dando tesão, e os beijos foram ficando mais calientes, e quando já estava morrendo de vontade, mordendo os lábios dele e com a bucetinha encharcada, reuni toda minha coragem e disse:

- Na verdade, acho que a melhor maneira de estrear um apartamento de um solteiro é fazendo sexo, conhece alguem disposta a fazer sexo pela casa toda ?

Ele nem me respondeu, continuou a me beijar, mas desta vez suas mãos começaram a agir, e as roupas começaram a sair, jogamos as roupas sem pensar em outra coisa, logo minhas pernas foram ficando bambas e agente foi descendo até o chão, me arrepiei toda ao encostar minha costas, aquela altura fervendo de tesão, no piso gelado. Olhar para aquelas paredes brancas vazias me faziam me sentir em um filme conceitual, aqueles filmes B sabe ? Como se as únicas coisas vivas e quentes ali fossem nossos corpos, então abri minha pernas o máximo que pude, puxei os grandes lábios, abrindo minha bucetinha toda para ele e disse “Pode vir que eu sou toda sua” ele então respirou fundo, apontou seu pau na porta e ficou roçando, só para me deixar com mais vontade, eu quase xingando ele gritei para ele enfiar logo tudo de uma vez e era exatamente o que ele queria, me ver implorando pelo seu pau (homem é tudo filho da puta mesmo viu !?) então começamos a fazer sexo, o eco dos meus gemidos me davam ainda mais tesão, mas logo ele se levanta e me puxa, fomos até o quarto, perguntei onde ele imaginava por a cama dele, então me posicionei de quatro bem onde ele falou, olhei com a cara de mais safada do cosmos e disse cheia de dengo “é aqui?” ele enlouqueceu e veio com tudo com uma mão me puxava pela cintura e com a outra me puxava pelo cabelo, então fomos para o outro quarto (onde hoje é o seu escritório) e lá fizemos um 69 gostoso, depois fomos ao banheiro, ele sentou na privada e eu fui cavalgando em cima dele e ele chupando meus peitos, depois fomos para a cozinha, ele me inclinou sobre a pia e me comeu sem dó e por fim depois de fazermos sexo pela casa toda, em todos os cômodos voltamos a sala para finalizar, ele estava se segurando ao máximo, eu estava no ponto precisava só mais um pouco, mas ele não aguentou, ele tirou gozou na minha barriguinha, me melando toda, eu ainda queria gozar junto com ele, mas foi quando ouvimos o barulho da chave tetra na porta e a porta se abrindo, na hora eu levei um susto tão grande que eu contrai todos os músculos do meu corpo, e acabei gozando assim, tentando me esconder do pintor que estava entrando no apartamento e flagrando agente pelado ainda suado.

Acho que foi a primeira vez gozou com alguem colocando a chave na fechadura, e sem metaforas ! (rs) mas foi bom apesar do susto e do constrangimento, fiquei até com pena do cara, ficou todo sem graça (mas aposto que bateu varias ao chegar em casa ou judiou da esposa) mas é bom se sentir importante, toda vez que vou aquele apartamento vejo minha impressões nele, como se eu tivesse deixado minha marca nele, e achou que deu sorte pra ele, afinal sempre vejo ele com várias mulheres diferentes, bom ainda bem que não sou arquiteta não é ?!

domingo, 3 de outubro de 2010

O Feriado

Ola meninos e meninas sapekas!
td bem com vcs ? eu estou bem obrigado. Esses dias recebi um e-mail de uma amiga querida... e recevi postav-la como forma de gratidão por realizar meu sonho de infancia. Enfim se divirtão como se fosse um conto meu !

"Já havia prometido escrever uma historinha que aconteceu comigo para a Alicia, mas como passou um pouco o tempo, acabei esfriando e não tendo mais a mesma empolgação para contar.
 
No meu caso, que não sou uma blogueira de contos eróticos, me resta relatar o que aconteceu comigo enquanto ainda estiver sob efeito da coisa toda.
 
Mas agora lembrei como se tivesse sido ontem e quero contar.
 
Era feriado e fui para uma praia badalada do meu Estado e, logo na primeira noite, houve uma rave em uma boate na beira da praia, e eu apareci por lá. Eu e mais duas amigas estávamos curtindo, dançando, bebendo... Até que me abusei do barulho naquele lugar fechado e fui dar uma volta na área externa.
 
Desci umas escadas, fiquei olhando o mar e quando estava subindo de volta para onde as meninas estavam, eis que um braço segura o meu quando eu ainda estava no segundo degrau. Eu, como costumo ser meio explosiva, já olhei com cara feia, achando que era mais um daqueles carinhas incovenientes que ficam puxando sem nem me conhecer.
 
Quando olho pra trás, um menino LINDO e com sotaque carioca, me disse: "Vai pra onde?" Bem, tenho 22 anos e ele também, mas costumo ficar com homens mais velhos, de 25 em diante. Mas esse moreno, da pele lisinha, olhos meio puxadinhos, boca carnudinha na medida, um sinal em baixo da boca, cabelos lisos e meio bagunçadinhos, saradinho, alto, carinha de safado e com sotaque carioca me fez parar na escada e dizer que eu não iria para lugar algum.
 
Começamos a conversar, ali mesmo, na escada. Descobri que ele mora perto dessa praia, está por aqui a trabalho e nem sabe quando volta para sua terra natal. Eu estava no meio da escada e ele a uns dois passos de mim. Ele não parava de olhar para o meu decote. Foi quando perguntei: "Carioca, você poderia olhar nos meus olhos enquanto conversa comigo?"
Ele respondeu: "Não, não posso. Você vem com um vestido desses e eu vou olhar pra onde quiser. Algum problema?"
 
Meu Deus, adoro quem fala assim comigo. Pareço ser super mandona, mas adoro os que descobrem que é tudo fachada. Pois bem, eu respondi que ele poderia olhar pra onde quisesse, perguntando daquela forma, ele conseguiria quase tudo.
 
Sei que ele me puxou mais pra perto, disse que eu estava atrapalhando a passagem. Nesse puxar mais pra perto, ele colocou aquela mão toda nas minhas costas, um pouco em cima da bunda, e me pressionou contra o corpo dele. Desde aí, eu já senti um arrepio pelo corpo. Ele ficou me encarando, calado. Se aproximou mais, passou a boca no meu pescoço, queixo e depois me beijou. Eu simplesmente amoleci. Dali ele poderia fazer o que quisesse comigo que minha cabeça não obedeceria mais a comando algum de negação.
 
Então ele me tirou do meio da escada e fomos para um lugar menos indiscreto. Aquele som de rave rolando e ele me pressionando na parede, beijando meu pescoço, passando a mão na minha bunda por debaixo do vestido. Até aqui, tudo novo pra mim. Estávamos no maior amasso pra quem quisesse ver. Novo porque não costumo fazer isso, sou até bem reservada.
 
Até que ele parou e me chamou para ir no carro dele buscar um negócio, eu disse que não iria de forma alguma, que esperaria por ele ali mesmo. Ele olhou e disse: "Você vai! Já está indo. Não faremos NADA que você não queira". E saiu me arrastando pela mão. O problema era justamente esse: nada que eu não quisesse.
 
Lá vamos nós. No caminho, ele me parou em umas galerias fechadas, me encostou na parede e me beijou. Não só isso, mas puxava meus cabelos pela nuca de uma forma que me deixava arrepiada. Enfim. Mesmo assim eu estava convencida de que não entraria naquele carro. Ao chegarmos lá, depois de muitas paradinhas, desaba o maior temporal. Sim, pura verdade. Comecei a ficar toda molhada, em todos os aspectos, e ele me disse com a maior cara de pau: "Vai ficar aí na chuva mesmo"?
 
Entrei e ele entrou em seguida. Foi logo afastando os bancos pra frente e ligando o ar condicionado. Tirou aquela camisa molhada e veio pra cima de mim. Novamente me pegou pelos cabelos, me deitou no banco e me beijou. Minha calcinha foi tirada em menos de 2 minutos e ele desceu me beijando toda. Levantou minha perna e começou a me chupar. Assumo que havia bebido um bocado, mas me recordo de ter sido uma das melhores da minha vida.
 
Eu estava fora de mim e quase gozando, quando ele me puxou e me sentou em cima dele. Ficamos ali, naquele contato, eu rebolando em cima dele tentando sentir o mesmo prazer de quando ele estava me chupando... Estava quase gozando novamente... Quando vi que pessoas estavam passando por trás do carro e quis parar. O vidro era fumê, mas dava pra perceber o movimento. Eu disse que pararia e que sairia dali.
 
Ele me segurou firme na nuca, pelos cabelos e me deu um tapa na cara. Em seguida, continuou com o movimento. Ele já estava sem calça, só de cueca e ainda disse: "Você não vai pra canto nenhum". Se eu já estava com tesão, foi o ápice. Ser mandada e ainda levar uma tapa na cara. Nem eu sabia que gostava disso. O pirralha sabia o que estava fazendo, me encarava com uma cara de safado que eu nunca vi e quando eu gemia, ele batia novamente e me mandava calar a boca!
 
Juro que não queria me lembrar deste menino, mas já estou suando só de pensar. Continuando, eu também dei uns tapinhas na cara dele e ele revidava, puxava mais forte pelos cabelos. Um misto de dor e prazer inexplicável tomava conta de mim. A sensação de QUASE gozar durou muito tempo, pois eu ainda estava sentada em cima dele, apenas sentindo TUDO aquilo em baixo de mim.
 
Ele percebeu que eu estava realmente prestes a gozar, quando me empurrou de cima dele e me deitou no banco do carro. Colocou a camisinha com uma habilidade que não me deixou esperando nem três segundos e veio pra cima de mim. Eu pedi pra ele colocar, pra me comer! Pela primeira vez tive muita vontade que alguém me penetrasse, sem nem fazer arrodeios. Ele não me obedeceu, me uma tapa na bunda e me arrastou mais pra perto dele pelas pernas. Eu, a mandona, estava entregue nas mãos de um MENINO. A cara dele era o que me dava mais tesão, uma expressão séria, de quem realmente MANDAVA na situação.
 
Foi quando ele disse: "Você acha que manda em alguma coisa aqui? Não manda em nada. Vai ser do jeito que eu quero!" E mais uma tapa na cara. Ficou passando lentamente o pau dele no meio das minhas pernas, me dando mais tesão, me masturbando sem nem colocar as mãos. Eu puxava ele pra perto de mim, queria que aquela "tortura" acabasse logo! Queria gozar! Foi quando ele colocou tudo de uma vez só, de surpresa!
 
Uma onda de calor passou pelo meu corpo e eu gemi alto. Ele deitou por cima de mim e ficou fazendo os movimentos lentos, para que eu sentisse cada centímetro dele dentro de mim. A cada vez que eu gemia, ele dava um tapinha e perguntava se eu estava gostando. Eu não respondia e ele batia mais forte e falava mais alto: "RESPONDA!"
 
Ele me virou de costas e ficou por cima de mim. Novamente passava o pau dele no meio das minhas pernas, fazendo pressão. Quando passou pela minha bunda, dando tapas nela e fazendo pressão ali mesmo. Nessa hora fiquei com medo, apesar do tesão. Não faria anal com ele, mas se eu dissesse que NÃO, ele me daria mais um tapa e faria o que quisesse de mim. Ele era bom de argumentos.
 
Ele percebeu que eu não faria, se deitou por cima de mim movimentando o corpo e disse:"Eu disse que não faria nada que você não quisesse, não vou fazer isso". Me beijou o pescoço, as costas, foi descendo, passou a língua novamente onde ele quis e me comeu novamente, naquela posição. Dessa vez, não teve pena. Colocou com força, movimentos rápidos, eu estava suando muito, apesar do ar ligado. Foi quando comecei a ver que ele perdeu um pouco a pose de quem estava por cima.
 
Os dois estavam em êxtase, ele me penetrava fundo, rapidamente e sua respiração estava descompassada. Segurou forte na minha nuca, mordeu meu pescoço, foi quando eu disse que iria gozar. Fizemos isso juntos. Ele caiu, literalmente, em cima de mim e ficamos ali, recuperando o fôlego. Sentir o peso do corpo dele sobre as minhas costas e aquela respiração no meu ouvido foi um final perfeito para uma transa totalmente inesperada.
 
Nos arrumamos, voltamos para a rave e continuamos nos agarrando pelas paredes. Ainda me convidou novamente sair dali e disse, olhando na minha cara, sem o menor pudor: "Quero te chupar todinha de novo, bem mais do que eu fiz hoje".
 
Enfim, não saí dali de novo com ele, mas trocamos telefone. Próximo mês tem feriado de novo. Já sei o que me aguarda."

domingo, 29 de agosto de 2010

Nota desafinada

Ola meninos e meninas sapekas!
Tudo bem com vocês? Eu estou bem obrigada.
Já aviso de ante mão que o conto de hoje pode não agradar a todos, pois nem tudo na nossa vida é lindo e maravilho, mas na hora parece que agente fica cega, só vê o brilho e isso parece bastar, mas cedo ou tarde agente cai do cavalo e bate o arrependimento, então hoje eu lhes contarei uma das vezes , se não a mais decepcionante, em que fiz sexo mais decepcionantes da minha vida até agora.
“Na minha época de rebelde eu já não era mais adolescente (não pela idade) mas ainda tinha meus momentos, eu já fui tiete, que gritava e fazia escândalo atras dos seus ídolos, eu ia em todo show de uma certa banda, eu não me cansava de ouvir o belo som e ainda ver ele cantando, se eu fechasse o ouvido eu podia viajar e ir ao nirvana (trocadilhos musicais a parte) e eu ia em todos os shows, não faltava um se quer tudo para ver meu ídolo ali, mesmo sendo socada cotovelada, queimada com bituca , pisoteada e xinxada pelos marmanjos, eu me dava por satisfeita só de poder vê-lo assim de pertinho, eu cantava todas as músicas olhando para ele, uma fã de carteirinha.
Varias vezes eu tentava matar o seguranças e todas as outras garotas para entrar no camarim, mas sem e olha que eu tenho um pouco de sorte para essas coisas, mas parece que os seguranças sentiam o cheiro de fã histérica exalando do meu corpo, e eu voltava para casa com apenas as lembranças.

O tempo passou, o lugar onde os show eram realizados fechou e eu raramente podia ir em show deles agora, mas minha fã interior num deixou de existir, só estava adormecida, quando ao conversar com o pessoal numa mesa de bar combinando o churrasco de aniversario de uma amiga queríamos um pessoal para fazer um som, tocar umas musicas e um amigo que trabalha comigo se oferecer para tocar no churrasco, ia falar com uns amigos dele de uma banda que ele tinha das antigas, ai ficamos conversando sobres bandas e tal até que descobri que meu amigo era amigo de longa data do meu artista ! E que ele era um dos amigos que estariam no churrasco, minhas pernas tremeram, a primeiro momento eu me senti em êxtase, mas ao chegar em casa e ficar pensando sobre o fatídico dia que iria conhece-lo, nervosa e imaginando mil coisas... e logo o dia chegou e eu acordei cedo, cai da cama as 7 da manha de ansiedade, ficava olhava o relógio a cada segundo até que estava na hora de me arrumar, entrei no banho e pensava nele profundamente enquanto deixava a agua quente cair sobre meu corpo, o vapor d´agua criou um clima terno e aconchegante, a pele estava adormecida (ou era eu que estava viajando demais ?) minha mão corria suave pelo corpo ensaboando-o até chegar ao seu destino, minha bucetinha já estava quente, pulsando e me masturbei ansiosa pelo dia que conheceria meu ídolo, mas eu estava insaciável, sai do banho , comecei a passar meus cremes e minha mão pelo meu corpo já começaram a me excitar de novo e me masturbei mais uma vez (haja amor próprio, santo deus !). Fiquei horas escolhendo a roupa, escolhia uma no armário tirava uma foto no espelho e olhava e escolhia outra.. fazendo isso com quase todas as roupas do meu armário e nada parecia bom, com o tempo se acabando e sem condições de ir ao shopping comprar uma roupa nova eu vesti aquilo que eu achei melhor, era um vestido frente única branco e uma sandália rasteirinha... sem sutiã e calcinha branca. Com meu cabelo vermelho toda de branco estava me sentindo um anjo, um anjo caído pelo pecado da luxúria, mas ainda assim uma anjo de traços delicados, e sorriso encantador, olhos que mostravam os desejos mais intensos (to me gabando demais né ? Melhor eu parar).

Já elevador, reparei que o tiozinho ta tenso ao meu lado (eu sabia que estava arrasando), então logo que sai do elevador o pai da aniversariante solta um “PORRA!” muito alto porém muito espontâneo, eu fiquei sem graça não sabia onde enfiar a cara, cheguei no churrasco la pelas 4 horas, muitos dos meus amigos já estavam lá, mas meu musico não, mas já estavam preparando os equipamentos, então fui direto para o freezer pegar a minha latinha de cerveja eu passei propositalmente pelo meio da “galera do freezer” e me me debrucei para pegar uma bem gelada, podia sentir os olhos queimando sobre mim, pra minha bundinha, quando eu na pegada de excitar alguem eu acabo entrando no clima e excitando todos que estão a volta. Eu fui desfilando abrindo caminho onde passava, até chegar ao recanto dos músicos, cumprimentei a todos e fiquei por ali conversando com eles, acho que toda mulher já teve tesão por um musico e eu não sou exceção, pegava fácil qualquer musico ali, mas ele não saia da minha cabeça estava inquieta esperando por ele, louca para pular em cima dele e meter ali mesmo.

Então por fim ele chegou, parece que o mundo parou, tudo estava em câmera lenta, e pude ver cada detalhe do seu corpo, e na sua roupa, ele veio com uma roupa qualquer imaginei que ele fosse se arrumar lá (primeiro engano do dia , vamos contar ?) ele cumprimentou os amigos e ficou ali parado, sem falar nem ao menos me notou mas achei que era porque ele tava distraído e tal ( engano numero 2) então depois de alguns segundos eu dei um cutucão e ele se ligou, então ele me apresentou formalmente dizendo que eu era a fã numero um, que ia em todo show e tal, ele me olhou e simplesmente estendeu a mão, com o máximo de desânimo, ele nem apertou de verdade a minha mão, fiquei ali com aquela cara de tacho sem saber o que tinha acontecido, sem entender nada, meu amigo viu a minha frustração e disse para eu relevar porque ele estava de ressaca, havia tocado na noite anterior e tal então cometi o pior erro (engano numero 3), eu relevei. Fiquei o churrasco todo ali na área dos músicos cantando e dançando, comia os pedaços de carne a com a mãos só para lamber os dedos depois na intenção de deixar-lo louco mas nada acontecia, e eu já estava ficando cansada.

Durante o intervalo o amigo dele falou algo no ouvido dele, imagino que foi algo do tipo “porra a mina ta louca para dar pra você, e tu vai ficar ai assim, vai ficar feio negar fogo hein !?” então deu uns meninos olhou pra mim e fez sinal com a cabeça para que eu o acompanhasse. Na área dos músicos havia um banheiro só para eles, era um banheiro que ficava atras deles, e la fui eu com o tesão subindo rapidamente mas forte do que se não tivesse descido, entrei no banheiro só deu tempo de vê-lo encostando a porta e já rolou o beijo, eu comecei a beija-lo, realizando meu sonho de menina, levantei até o pézinho, eu estava no céu, beijando o cara por quem tantas noites sonhei, mas a vida é feita na terra, e passada a euforia eu vi que o beijo não estava encaixando sabe? Seila beijo estranho enfim resolvi explorar outras partes, fui beijando seu pescoço , passando a mão no seu peito, descendo pela barriga, tentando não pensar que aquela camisa era a mesma que ele jogava a pelada com o amigos, dada por um vereador qualquer, e fui descendo, nem me ajoelhei, fiquei de cocoras para não encostar naquele chão de banheiro, mas isso deu a ele a visão minha de pernas abertas mostrando a minha calcinha, e tirei o instrumento dele pra fora e comecei a chupa-lo, ele pôs a mão sobre a minha cabeça, tinha pensado “agora vai” (engano numero 4), ele então me prensou contra o seu pau, mas com força , parecia um troglodita, eu tava quase engasgando, ele ta praticamente metendo no desentupidor de pia, eu comecei a perder o foco , foi quando eu olhei para a porta, que estava aberta ! Os músicos estavam ali tomando cerveja , brincando com os instrumento, dando risada, disfarçando para o pessoal do churrasco que não podia ver, mas eles estavam ali vendo tudo, não deu tempo de raciocinar e meu ídolo me levantou e me colocou contra a parede pôs minha perna sobre o vaso e pôs a minha calcinha de lado, apontou seu pau e começou a me comer, eu não conseguia parar de pensar na porta aberta, eu estava fazendo sexo olhando para as pessoas me olhando fazer sexo, isso poderia ser muito excitante mas na hora não sei por que não foi nem um pouco, meu amigo estava parado olhando fixamente, paralisado e eu sendo comida pelo amigo dele olhando fundo em seus olhos, então fui virada de novo e colocada “segurando a parede” sobre o vaso, e ele começou novamente, eu já não estava mais ali, estava pensando no tamanho da cagada que eu havia feito, pensei no meu amigo ali vendo aquela cena deplorável, senti pena por ele, mas meus absortos pensamentos foram interrompidos pelo toque do seu celular, achei que era minha ultima tentativa de fazer algo excitante, era a mulher dele no telefone queria ver ele se contorcer para não dar sinais no telefone, mas ele nem se importou falava com a mulher no telefone me comendo sem ao menos tentar disfarçar, ele gritou desesperado quando descobriu que a mulher dele estava na porta do prédio e iria subir, eu descartada como se fosse nada, fui jogava como se fosse uma mesa de plastico atrapalhando a passagem.

Sai do banheiro , desolada e fui para um canto qualquer, fiquei vendo a selva de pedra, inconformada, e depois de um tempo meu amigo foi la me ver, ficou la sentado comigo, ele é um anjo, me fez sorrir e me distraiu. Hoje , que ele lê meus posts, sabe o quanto poderia ter aproveitado, quando encontro esse imbecil ele quer me cumprimentar e tal mas eu ignoro ponho meus óculos escuros, meu fone de ouvido e finjo que ele nem existe.”

sexta-feira, 23 de julho de 2010

Foi no balanço do mar

Olá meninos e meninas sapekas !
Tudo bem com vocês ? Faz tempo né meus lindos? Eu estava viajando e realmente não deu tempo para postar nada em compensação temos muitas novidades... vamos a elas:

  • Layout Novo: como vocês podem ver o blog esta de cara nova ! Espero que gostem... para isso respondam a enquete no menu do lado direito.
  • Pesquisa de Opinião: Gentem, para saber mais sobre vocês e sobre o que gostam eu bolei uma pesquisa de opinião. Por Favor respondam para me ajudar a fazer um blog cada vez melhor http://tinyurl.com/2egsf6y e também tem o link no lado direito (é totalmente anonimo , ok?)
  • Twitter: Depois de muitos insistirem eu finalmente criei o meu twitter @_aliciadelicia sigam gostoso ^^

Mas vamos ao que interessa né ? O conto de hojê e já que estamos falando da minha mais recente viagem, fiquei vendo meu passaporte e pensei que já tinha viajado bastante e me lembre de uma viagem em especial então sem mais delongas o conto da semana.

“Eu nunca tive muita sorte com promoções e sorteio então nunca esperei ganhar nada achei que tudo que eu tivesse na minha vida eu teria que pagar por isso mas me surpreendi quando fui anunciada como vencedora de um concurso de fotografia que eu realmente não esperava ser premiada, mas fui. O prêmio ? Uma viagem de navio de 7 dias pela costa brasileira com direito a acompanhante, perfeito !

Passada a euforia da noticia e a burocracia da premiação (apesar que pela festa já dava para ter ideia do luxo que viria pela frente) eu estava fazendo as malas foi a primeira vez que iria viajar de navio e estava empolgada com isso a ponto do meu irmão que seria meu acompanhante disse que eu parecia uma fadinha, rindo e sorrindo, cantarolando e praticamente saltitando pela casa. Ao chegar no porto de santos eu estava nervosa, minhas pernas inquietas de ver aquele naviozão me esperando, e ao subir pela rampa estava os imediatos todos devidamente uniformizados e o próprio capitão em pessoa que fez questão de me receber pessoalmente. Um senhor de meia idade já com alguns cabelos branco, me cumprimentou e ordenou que seu imediato nos levasse a cabine e que cuidasse pessoalmente das minhas necessidades, me senti uma daquelas filhinhas de papai, mas estava adorando aquele atendimento vip. Ao atravessar o saguão principal fiquei admirada com tanto luxo, tanta beleza, era enorme tudo ali reluzia o lustre era maior que eu, todo de cristal.

No elevador do navio fiquei observando o (meu) imediato com aquela roupa de marinheiro, todo de branco, aquela pose, tentando olhara para frente mas seus olhos teimavam em dar aquela espiadinha então tentei puxar assunto e descobri algo ainda mais excitante, ele tinha um sotaque espanhol (vou confessar que ouvir sotaques me deixam muito excitada) perguntei e ele me disse que era uruguaio, colocamos as malas no quarto e eu sempre puxando assunto com ele, ele fico parado na entrada, tudo para não incomodar a intimidade da passageira eu fui até ele e queria dizer “estou sem dinheiro para gorjeta, tem alguma outra forma que eu possa pagar” fazendo cara de safada mas enquanto esse filme à la emmanuelle passava na minha cabeça ouvia a voz do meu irmão que me trazia de volta a realidade. Então simplesmente pedi que ele me mostrasse o navio, meu irmão nem perdeu tempo e saiu na frente desbravando enquanto eu ia com calma, conversando, e conhecendo todo o navio, nossa tinha tudo que você podia imaginar naquele navio então ele me trouxe de volta a minha cabine e disse que teria que ir pois logo o navio partiria e ele tinha afazeres, eu o agradeci com um beijo bem caprichado na bochecha e fechei a porta bem devagar... fui tomar um banho bem gostoso, o chuveiro era forte do jeito que eu gosto e estava quente, eu não me aguentei, fiquei de cócoras e comecei a me masturbar bem gostoso, e meus dedos não me decepcionaram, eles estavam muito safadinhos, a agua escorria por todo meu corpo, desde a nuca, descendo, e por fim chegando na minha bucetinha, aliviando o calor e se juntando ao meu melzinho, já estava totalmente entregue, encostada no vidro do box aproveitando o relaxamento de um banho quente somado a um belo orgasmo.

Os dias foram se passando, embarcamos na quarta-feira e já era sexta-feira, eu tinha aproveitado a piscina tomando meu banho de sol gostoso imaginando o imediato passando o protetor solar pelo meu corpo todinho, me massageando, com aquelas mãos firmes, eu desamarrei meu biquíni e fiquei ali deitada por um tempo até que vi que uma sombra me cobria e ao me virar (segurei a parte de cima mas ficou quase a amostra e fi seu olho se arregalando e sem hipnotizado pelos meus seios) vi que era meu imediato dizendo que naquela noite haveria um grande jantar e em seguida haveria uma festa. Eu me animei toda, tomei meu banho coloquei um vestido longo preto e luvas e fiz um cock no cabelo (meu irmão disse que era engraçado ver alguem tão arrumada e com uma tatuagem a mostra) no jantar aquela formalidade toda o marujo impecável , mas estava tudo muito bonito e elegante e muito gostoso também (tanto o jantar como o marujo rs), mas eu ansiava pela festa, fui correndo trocar de roupa e fui pra pistar dançar. Me acabei de dançar e beber naquele fim de semana, durante sexta e sábado foram só curtição e então logo o monótono domingo a noite chegou e meu marujo havia sumido.

Eu cassei ele por todo o navio e não encontrei, então perguntei para uma mocinha e ela disse que segunda era folga dos funcionários que trabalharam no fim de semana e que eles deviam se preparando para largar o serviço. Então fui de volta a minha cabine e caprichei de novo no visual e desci o navio atras do meu marujo, finalmente achei ele no deck, parado olhando para o nada pois estava praticamente vazio, então me aproximei dele e comecei a puxar conversa, ele já estava bem mais relaxado, bem mais soltinho, fazia umas gracinhas até e eu me aproveitando passando a mão falando do seus braços fortes, eu estava quase falando “vai marujo, me joga na cama e me chama de Olivia palito” só que dessa vez ele estava pegando o recado (tudo bem, homens são meio lerdinhos para essas coisas né ?) então disse que precisava de ajuda na minha cabine e ele foi comigo podia sentir o feromônio subindo, seus olhos cor de mel no meu corpo e o tesão correndo pelas minhas veias.

Chegando ao quarto ele me olha com aquela cara de ironia e me diz “o que a senhora precisa de ajuda” então eu respondo prontamente “preciso de ajuda para desarrumar a cama, bonitão” e já me joguei em seus braço fortes, ele me beijou com vontade com aquele tesão reprimido da semana toda, ele era alto, forte cabelos curto, quase não dava para pega-los, olhos claros e uma boca fina, era m gato do mar ! Ele então começou a me despir me deixando toda peladinha fácil fácil, e nema havia tirado a blusa, então ele me deitou na cama e começou a dançar pra mim, só pra mim fazendo um strip-tease... eu nem consegui esperar por ele, comecei a me tocar só de vê-lo, todo gostoso dançando pra mim, ele se despiu quase todo e quando ia tirar a cueca eu me levantei e o impedi, eu mesma queria ter esse privilégio, então me ajoelhei e fiquei encarando o volume na sua cueca enquanto passava a mão em suas coxas grossas, ela impressionante aquele homem não tinha um pelo no corpo todo, todo depilado, para o meu completo deleite, meu marinheiro era roludo, ao baixar a sua cueca pude comprovar o tamanho do monumento, era bem dotado do tipo fino mas comprido mas era um pauzão de qualquer forma dava pra tatuar uma ancora do poppeye , ele peguei com todo carinho, e comecei a lamber e a beija-lo, mostrando o quanto aquela patricinha estava com vontade de ser comida pelo marinheiro, seu saco lisinho era um show a parte, pude me satisfazer sem pesar, chupando e mamando sem cerimonias , então ele me ergueu e me deitou na cama de novo, começou a me chupar como retribuição e chupou muito gozei como louca na boca dele, ele mordia meu grelinho , sua linga ia fundo e eu só apertava mais a cabeça dele contra mim, ele então me pôs de quatro e colocou seu pau na porta da minha bucetinha e ficou pincelando me deixando com mais vontade até que eu implorei que ele me comesse, que me fodesse gostoso no balanço do mar e ele então enfiou tudo de uma vez, minha bucetinha encharcada facilitou mas mesmo assim pude sentir ele entrando até o fim, quase batendo no útero, e ele começou a bombar, que delicia era sentir aquele mastro entrando em mim, bem fundo.. fomos mudando de posição, hora eu por cima ora ele, até voltar a ficar de quatro e ele gozou na minha bundinha. Adoro sentir a porra quietinha na minha bunda escorrendo até as costas, me arrepio de prazer.

Ele se arrumou e partiu, rápido antes que meu irmão chegasse, mas até o meu desembarque ainda fizemos e fizemos sexo até onde podíamos e onde não podíamos também”

sexta-feira, 2 de julho de 2010

requebra, requebra ....

Ola meninos e meninas sapekas !
Tudo bem com vocês ? Eu estou bem obrigado... Muitas pessoas leem o meu blog e ficam me imaginam e as vezes acham que eu sou como elas imaginam, mas como diz o velho ditado “ não julgue um livro pela capa” cai como uma luva no conto de hoje.
Era um domingo de manha, ouvi o meu celular tocando até sem nem abrir os olhos, morrendo de sono, exausta pela noitada de sábado, falei alo com aquela voz rouca, ou como alguns dizem “voz de traveco”, nem o leo reconheceu a minha voz, mas por fim ele me convidou para ir a um churrasco que ia ter, depois de xingar muito o leo por me ligar assim em cima da hora e descobrir que ia ser em um lugar muito longe, la na favela, eu desliguei e mandei uma mensagem para a letícia ordenando que ela fosse comigo, afinal eu não ia sozinha, avisei que passaria na casa dela e comecei a me arrumar, fiquei pensando em que roupa eu iria vestir, fiquei horas decidindo até que estava na hora de sair então sai com um shorts jeans, um top e uma blusinha branca por cima e sandália, peguei a letícia na casa dela e fomos, mas quem disse que seria fácil ? Agente deu varias voltas, rodando e rodando e o pessoal da comunidade olhando para nós provavelmente olhando as “forasteiras” rodando igual baratas tontas, até que vimos uma pessoa conhecida chegando, dirigindo uma saveiro. Era ela, só podia ser ela, Jéssica. Muito tinha ouvido sobre essa garota, sempre que a roda do bar estava animada ela era citada na roda, quase todos o caras já tinham se interessado por ela, ela era uma referencia, há quem dissesse que ela mais fala do que faz, que ela só provocava que na hora do vamos ver ela amarelava, e eu me incluía nessa turma, nos vimos poucas vezes e eu não tinha visto nada de interessante nessa garota, uma garota exibida, com uma cabecinha de ideias compradas, magrela, eu não sei o que os meninos tanto viam nela, mas homem é tudo igual mesmo.
Então colocamos os carro para dentro da casa quando eu vi ela descer do carro, de calça legging branca, um tomara que caia com um biquíni por baixo, um rabo de cavalo bem alto e óculos escuros do tipo abelha. Realmente fazia tempo que eu não a via, mas pelo amor de deus, onde foi que essa menina esteve que eu também quero ir, ela estava um espetáculo, um show à parte, ela evoluiu de magrela a mignozinho, deve ter se acabado na academia pois tinha ganhado belas coxas e uma bundinha perfeitinha, redondinha e a calça enfiada mostrava todas as suas novas curvas. Ela viu que eu a estava analisando levantou os óculos, colocou-os na cabeça e sorriu, aquele olhar de tesão e o sorriso de mulher safada como se soubesse que vai rolar uma sacanagem são inconfundíveis, parecia que eu estava vendo uma nova pessoa, e uma pessoa bem provocante ainda mais quando ele me diz “vem linda, vamos arrasar”. O churrasco começou como qualquer outro, apesar de ser na periferia a casa era grande, com churrasqueira, com piscina, e principalmente o que mais interessa, cerveja a vontade e a conversa rolava solta até que um cara veio implicar comigo já me olhou e disse “olha temos uma patricinha no nosso churrasco da periferia” e me olhou de cima a baixo, me regulando aquilo me deixou puta, sempre no meio da conversa ele dava um jeito de encaixar uma piadinha sobre o fato de ele ser um negão, que as branquinhas adoravam um negão, principalmente as riquinhas e me olhava querendo me desafiar.
Já estávamos todos alegres quando alguem começou o batuque , e o samba começou a rolar improvisado, mas a Jéssica não perdeu tempo, se levantou da mesa e foi para o centro da roda com a sua latinha de cerveja na mão e começou a sambar como se não tivesse ninguém olhando, sem vergonha nenhuma e animava os marmanjos todos babando vendo ela requebrar, e confesso que eu estava morrendo de inveja dela, eu tomava minha cerveja tentando criar coragem de ir lá até que essa coragem finalmente veio, eu dobrei meu shorts para que ele ficasse bem curtinho e parti para a roda de samba e comecei a dançar também e a forma sensual que a Jéssica me envolvia deixava tudo bem caliente e mesmo eu dançando pudia sentir os olhos do Felipe na minha bunda, ele estava babando e me secando, Jéssica já estava tinha tirado a blusa e estava de biquíni e aquela calça branca maravilhosa, mas eu já estava cansando, o álcool já tinha subido para a cabeça, já estava no clima e com a bexiga cheia então fui a banheiro, era um banheiro grande até mas também com funcionava como um entulho, estava cheio de coisas. Então quando eu estava no banheiro eu ouvi o barulho de alguem chegando era a Jéssica, também já bêbada, e ela me viu sentada no vaso e parou bem na minha frente, e eu disse “ow sua maluca vai mijar em mim ?” ai ela arreou as calças e disse que queria ser um homem para poder mijar em pé e ficou la fazendo barulho e dando risada, eu também já estava mais para lá do que para cá , dava muita risada, com a aquela bucetinha na minha cara, carequinha, lábios fechadinhos, e fiquei olhando o seu corpo, sua barriguinha seca e seu corpo moreninho de sol brilhando pelo suor de estar dançando, exalava feromônio a danada, então me levantei e fiquei com meu rosto bem próximo ao dela, lábios quase se tocando, ela me olha nos fundo dos olhos e que pudia ver todo o seu tesão, quando ela percebeu que eu li a mensagem ela fechou os olhos e me beijou, lábios macios mas ávidos podia sentir o sabor do gloss em seus lábios, misturado com o gosto de cerveja eu não parava de beber, ela me dava arrepios, pela primeira vez estava acuada em uma situação dessa ela me sentou no vaso, abriu minhas pernas e caiu de boca, passando delicadamente a língua sobre o meu grelinho, como só uma garota sabe fazer, ela me chupava e colocava seus dedinhos na minha bucetinha, dedos mágicos, ligeiros e certeiros, no ponto exato onde me dava mais prazer, eu gozei muito e ela tomou todo o melzinho que escorria, sem desperdiçar nada. Quanto por fim entra no banheiro o Felipe, ela se levanta diz para o Felipe “ela está pronta para o abate” e da um beijo nele, estava bêbada o suficiente para pensar que eles haviam combinado aquilo, que eu não ia querer fazer sexo com ele há menos que alguem me deixasse com muita vontade, e ela conseguiu, ela acendeu o meu fogo, e vendo o volume na bermuda do Felipe pensei que não seria uma má ideia, comecei a passar a mão sobre a sua bermuda, pude ver que o pau dele já estava começando a ficar duro, então dei uma ajudinha, desabotoei e baixei o ziper e ele disse “é por isso que eu gosto das branquinhas, elas adoram um caralho de um negão, eu sabia que você não ia resistir a essa rola preta” eu nem dei bola, nem estava pensando, a cerveja não deixava, então coloquei aquela coisa pra fora, não era igual os de filmes prono, mas dava um beeeeeelo caldo ! E então comecei a lamber suas bolas, lamber ele todo até lamber a cabecinha, comecei a punheta-lo para que ela ficasse toda para fora e olhei para ele que beijava a Jéssica e masturbava ela. Me subiu uma inveja eu ali chupando o pau do cara e ele nem ai? O que essa garota tinha ? Eu não podia deixar por menos, então comecei a mamar, comecei devagar afinal era grande, mas ele disse “chupa sua patricinha, chupa que nem uma mulher de verdade, que sei que você ta gostando então mostra para o seu negão como se chupa um pau de verdade” e pressionou a minha cabeça contra o seu pau, eu quase engasguei, mas agora eu finalmente tinha a atenção dele, então caprichei, chupei o máximo que pude chupava, com vontade, da cabecinha até sentir ele no talo da minha garganta. Ele estava adorando, mas ele queria mais então me tirou da frente e sentou no vaso com a tampa fechada e eu fui atras engatinhando de quatro atras do pau dele e continuei a chupar, Jéssica me ver assim começou a me masturbar, aqueles dedinhos mágicos eram de deixar qualquer uma de pernas bambas, eles tiram o dia para judiar de mim, eu chupava o negão e ela com seus dedinhos mágicos na minha bucetinha e sua língua no meu cuzinho, lambendo ele todinho. Então ela se levantou , me tirou e sentou no pau dele, pude ver de perto sua bucetinha se abrir toda quando ela sentou no negão, eu vi de camarote ela requebrando no pau dele, e que swing essa menina tinha, eu continuei a me masturbar vendo aquilo e bebendo mais da minha cerveja, até que o celular dele toca, ela não deixou ele atender, ela atendeu e começou a conversar com a pessoa no telefone como se nada tivesse acontecendo, ela nem ao menos diminui o ritmo sentando gostoso no pau dele, que garota sensacional! Então ela se levantou veio até mim, me deu um beijo daqueles e disse “aproveita linda, ele é todo seu agora” então la fui eu, sentar no negão, eu me lembro pouco já estava completamente bebada, mas me lembro dele me comendo gostoso, me xingando de patricinha, de enfiando fundo até o talo, e de me fazer beber todo o leitinho dele. Disseram que eu durmi ainda no banheiro muito tempo travada, mas isso eu não lembro, então não aconteceu.... se alguem me perguntar eu nego.

sexta-feira, 18 de junho de 2010

Ricardão e a copa do mundo...

Ola meninos e meninas sapekas !
Tudo bem ? Estou bem obrigada. Época de copa do mundo, o povo todo torcendo, galera fazendo a festa em frente a TV xingando juiz e o técnico da seleção, hoje em dia eu gosto dessa festa, os jogos desta copos estão sendo vistos todos aqui em casa e eu estou adora, acho que eu to ficando meio mole, meio família com o passar do tempo, porque vou confessar que nem sempre foi assim, antes eu não curtia ver o jogos ficava irritada com aquele bando de homens em transe como se não houvesse mais nada no mundo, e não era a única mulher a pensar assim...vamos ao conto então.
Era a copa de 2006, o pessoal quis assistir os jogos do brasil juntos, mas o brasil não quis colaborar e foi eliminado, mas quem disse que os meninos pararam por ali, eles queriam ver a final entre Itália e França e lá estávamos todos reunidos na casa da michelly para ver a final, mas o brasil já tinha perdido nós meninas não estavam nem ai para a final da copa, mas os meninos estavam hipnotizados, e sentadas sobre a mesa fofocando e falando mal deles, crucificando os coitados porque eles não estavam dando atenção para agente, chegamos ao ponto de debater a opressão masculina, mas eu não podia admitir isso, eu precisava fazer alguma coisa, então foi que alguma mulher enfurecida lançou na roda uma aposta. Eu pessoalmente odeio ser desafiada, odeio que alguem duvide das minhas capacidades, seja elas quais forem, então aquela aposta soou para mim como um desafio, foi apostado que deveria conseguir tirar o marcão da frente da TV, mesmo sendo o marcão o que tava mais empolgado, sentado no meio do sofá bem em frente a TV, mas se o desafio era esse então eu estava de corpo e alma, bem mais corpo né ? Porque só há uma coisa que brasileiro gosta mais do que futebol, mulher e bunda, e mesmo sendo meio desprovida da mesma eu ainda era uma mulher e eu sei como usar o meu corpo para provocar um homem.
Então falei para todas as meninas irem para a sala e se espalharem pelos sofás para não dar bandeira das minhas intenções e eu fui até o banheiro me preparar, tirei o sutien para que o bico dos meus seios ficassem se mostrando sob a blusa, dobrei o shorts para que ele ficasse um pouco mais curto, e retoquei a maquiagem caprichando nos lápis e no rímel para dar maior destaque aos meus olhos claros que tanto as pessoas elogiam, e passei um gloss nos lábios e fui para o ataque. Eu comecei com o básico, levei mais pipoca para o pessoal, e me inclinei para deixar a pipoca na mesinha de centro e tenho certeza que pelo menos uma olhadinha pra minha bunda, tentei sentar perto dele mas o sofá estava lotado, então sentei no chão perto das suas pernas quando tinha uma situação de perigo eu pegava nas suas pernas e apertava, cheguei a pensar que ele tinha entendido o recado, porque ele abriu as pernas e me deixou bem no meio, com a cabeça quase no seu pau, então em determinado momento eu me virei para me levantar, eu quase fiquei de boa no pau dele e olhei para ele com aquela cara de safada, e ele me olhou e entortou o pescoço como se quisesse ver a TV.
Eu me levantei , possessa da vida, eu podia matar um ali, como homem é burro ! Eu ali dando todos os sinais e o cara vendo jogo ? Deve ser viado ! Num é possível ! Fui para cozinha preparar algo para beber e me acalmar. Fiquei sentada la na cozinha, bebendo uma caipirinha quando alguem adentrou a cozinha, eu achei que fosse uma das meninas e sem olhar comecei a reclamar e quando olhei não era uma das meninas era o ricardo, fiquei sem graça eu não tinha a minima intimidade com ela, tinha o visto uma ou duas vezes, ele era um mexicano que veio para o brasil com uns 13 anos, então se apoio na pia da cozinha e começou a conversar comigo, ele ainda carregava aquele sotaque, ele misturava palavras em português com palavras em espanhol, tinha a pele morena devido a sua descendência de astecas, cabelos compridos e lisos que dariam inveja em muita garota e carregava todo aquele charme latino eu já tinha me preparado toda para fazer sexo, eu estava querendo e comecei a reparar no ricardo e pensar nele me comendo, logo cada palavra com sotaque minha bucetinha ia ficando mais molhadinha, e eu ia imaginando ele falando no meu ouvido.
Então me levantei e me aproximei dele, sentei na pia ao lado do ricardo, assim reveli as minha coxas e pudesse caprichar no tom da minha voz. Então eu tinha que fazer a pergunta crucial, porque ele não estava la vendo o jogo e estava ali falando comigo, ele respondeu que não ligava muito para futebol, que não tinha paciência, ainda mais esses times que ele não conhecia ninguem, era o que eu precisava ouvir, tasquei-lhe um beijo pus minha mão entre seus longos cabelos e na sua nuca puxando para mim, ele se ajeitou na minha frente, entre as minhas pernas e o clima começou a esquentar ali na cozinha mesmo, eita homem caliente ! Que pegada latina ! Eu já peguei naquela bunda durinha e apertei com vontade, ela corria suas mão pelas minhas coxas e seus beijos pelo meu pescoço e orelhas.
Mas o clima tava demais para a cozinha, eu fui pelo corredor procurando uma cama, achei um quarto que tinha uma cama de casal, nem quis saber de quem era aquela cama, me deitei nela e chamei pelo meu homem. Ele estava na vontade também, tirou a roupa bem rapidinho, e logo vi aquele corpicho todo nudo, com o pau duro apontado para o teto, sem duvida fiz um 69 bem gostoso, ele então me deitou e começou a me tocar, e falar em meu ouvido com aquele sotaque, ele esfregava meu clitóris, ora com delicadeza ora com vontade, passou a enfiar dois dedos, la dentro e me falava coisa maravilhosas em espanhol, me chamava de gostosa, que minha bucetinha estava toda ensopada, os lábios se abrindo e eu gozando implorando para que o ricardão me comesse, mas ele era cruel, me colocou de quatro e eu prontamente empinei a minha bundinha, quando eu achei que ele ima enfiar aquele pauzão na minha bucetinha, sinto uma língua correndo pelos lambios indo até o meu cuzinho, ele começou a me chupar e ele não parava, eu não aguentava mais, gozei mais uma vez, então decidida , virei ele, e subi em cima dele e falei quase gemendo em seu ouvido “pelo amor de deus ricardo, me come” e fui sentando bem devagar naquele pau quando senti ele todo, batendo bem la no fundo e comecei o rebolado, ele estava adorando, e eu mais ainda, sentando e rebolando sem parar, no sobe e desce olhando para ele fixamente parei e comecei a movimentar só o quadril, bem na pontinha, só na cabecinha, para que ele pudesse sentir todo o prazer mas por fim quem acabou gozando fui eu, ele me virou e começamos um papai e mamãe, nunca tinha sentindo tanto prazer em uma posição tão básica, ele enfiava freneticamente e depois parava e ficava dando umas estocada que batiam bem la no fundo, eu quase gozava em cada estocada que ele dava mas eu gemia e dizia “ai ricardão” , podíamos ouvir o grito de gol la da sala mas estávamos ocupados e pensei em quantas garotas não queriam ter um ricardão desses na hora do jogo, seria bem feito para os namorados que ficam com seus amigos vendo jogos inúteis de futebol, acho que eu gozei por todas elas naquele dia, a vingança das mal comidas, tinha que ser justamente o ricardão ! Então eu tinha que dar uma recompensa aquele homem maravilhoso, posicionei ele e comecei a lamber aquele pauzão, olhando bem pra ele, fazendo a cara de mais safada e vadia que eu conseguia, para que ele visse o quanto eu estava satisfeita, o quanto ele tinha me dado prazer, mamei gostoso até sentir a porra quentinha, grossa descendo goela abaixo, passei a língua nos lábios, tentando ter o máximo do gosto daquele pau.
Voltamos para sala, um de cada vez para não levantar suspeitas, eu passava os dedos no canto da boca para que não ficasse nem uma gota as meninas me olharam com aquela cara de “sua safada! Não acredito!”, perdi a aposta mas me vinguei por todas as mulheres.

domingo, 18 de outubro de 2009

Fantasias...


Olá !


Alguns anos se passaram desde minha ultima aventura, atingi a maioridade entrei para faculdade de jornalismo, passei pelo famoso trote e o primeiro semestre ia bem, muito estudo e muitos garotos bonitos passando pelos corredores... rs mas esse conto começa logo depois da semana de prova, na primeira festa da faculdade, uma festa a fantasia, e eu bem que merecia depois de ralar estudando para as provas.
A primeira coisa a pensar é: “com que fantasia eu vou ?”, eu pensei em algumas como ir de coelhinha, mas achei que era parecer fácil demais, e eu queria descontrair, dançar, azarar sim, mas não queria ter todo cara achando que podia chegar e me comer e fazendo cantadas escrotas a respeito da minha realeza (me chamando de princesa) ou das minhas curvas ( me chamando de gostosa) então resolvi não ser o destaque da festa, escolhi uma fantasia comum, como sou branquinha e nessa época meu cabelo era preto, eu fui de branca de neve , sugestivo, não ?! Eu tive que pintar meu cabelo para ficar bem preto (foi a primeira vez que pintei) e tive que modificar a fantasia, porque a que eu comprei tinha uma saia muita comprida, sabe como é né ?!
Coloquei meia ¾, para atiçar algumas fantasias nos meninos, mas sem grandes decotes desta vez E la fui eu para a festa, de branca de neve... a festa era em uma cobertura alugada pelos veteranos, tinha uma vista incrível, se localizava em um prédio bem alto e quase dava para ver a cidade toda dali, a festa estava ótima e comida e bebida rolava solta, e eu que num sou boba nem nada, comecei a tomar alguns drinks e a passear entre as pessoas para dar uma olhada no material masculino, e o álcool foi subindo e fui ficando cada vez mais solta, dançava e já nem sabia mais qual a musica estava tocando, até que resolvi dar uma parada e fui até a sacada, respirar um pouco de ar fresco quando encontrei ali um rapaz apreciando a vista, quando me aproximei ele se virou eu pude ver sua fantasia, ele parecia estar fantasiado de erick, o fantasma da opera, perguntei o porquê e ele me respondeu que ajudava a aumentar o mistério, nossa... aquilo me deixou muito exitada e começamos a conversar, mas eu estava meio alterada e devo ter falado varias bobagens, então me despedi e quando fui sair eu cambaleei e ia cair se meu “erick” não tivesse me segurado e então ele me disse pausadamente uma das fala mais famosas do personagem



- o fantasma da ópera está aqui... dentro da sua mente.

Aquela palavras fizeram minha bucetinha pegar fogo, um cara romantico e misterioso que me olhava como se me quisesse me comer ali mesmo, na frente de todos, me deixava louca, toda mulher sabe como é bom ter uma cara te desejando loucamente. Não resisti e lhe retornei um beijo, (lembrando que a mascara é parcial, então é possível beijar sem tira-la, o que me deixou mais exitada),ficamos ali a próxima meia hora nos beijando e admirando a vista, quase brincando de deuses a observar seus servos la em baixo, mas o clima estava esquentando, os beijos estavam cada vez mais quentes, e eu estava de olho em um canto da sacada quase que escondido do resto e começou a me subir uma ideia, de fazer sexo ali mesmo com aquele estranho o qual eu nem sabia o nome e nem o seu rosto. foi quando fiz um trocadilho:



- “erick”, adão provou da maça, a branca de neve também tem uma maça, porque você num prova da maçã da branca ? (nem ao menos faz sentido a frase, só estando bêbada mesmo, para dizer isso

Talvez ele não tenha entendido, talvez ele tenha ficado pasmo, mas eu estava sobre o efeito do álcool e isso me deu coragem para nem esperar sua reação, peguei em sua mão e já fui puxando para o canto, não era um canto visível a todos , mas não era fechado, então qualquer um que chegasse ao menos perto nos veria cometer o pecado da luxuria, e isso era o que mais me exitava e com o alcool ganhei coragem, fui tirando a calcinha bem devagar, e a joguei prédio abaixo , esse é o bom de ser usar saia, logo o vento bateu, refrescando minhas coxas e minha bucetinha que já estava escorrendo, quentíssima. Aquilo deixou ele cheio de desejo também e ele me pressionou contra o seu corpo, e conforme eu ia passando a mão, mesmo por cima das roupas eu podia sentir como seu corpo era delicioso e bem torneado, e passava suas mão fortes nas minhas coxas me deixando com mais vontade, aquele safado estava me provocando e chegando a minha bundinha ele apertou com força, e me beijou com mais força também, aquele cara tinha uma pegada, mas eu não ia deixar por menos, eu deixei ele contra a parde, desbotoei a calça e abri o ziper, me ajoelhei, puxei sua capa sobre mim, e tirei o seu cacete para fora, não era dos maiores mas era bem grosso o que me era suficiente, e então cai de boca, eu mamei naquele cacete como uma bezerrinha, até que me descobri e deixei que ele visse como eu estava me deliciando com seu pau em minha boquinha, eu olhava pra ele com cara de safada, e lambia ele todo, das bolas até a cabeça, e ficava só lambendo a cabeça, e colocava ele todo na minha boca de novo, chupando com vontade, como se quisesse tirar leitinho a força, mas ele não deixou, quando parecia que ia gozar, ele me puxou me ergueu e me prensou contra a parde me deixando com as pernas abertas e ficou roçando seu pau que estava duro como pedra, na minha bocetinha, aquilo me levava a loucura ele queria que eu implorasse a ele , então peguei em seus cabelos e os puxei e disse:



- pelo amor de deus, me come, me fode com força ! Não ligo se alguem esta vendo !

Então ele foi se ajeitando e com minha ajuda ele enfiou aquele cacetão na minha bucetinha, ele metia freneticamente e me apertava cada vez mais, e eu puxava seus cabelos, eram curtos mais dava para segurar, parecia que ele queria esfolar minha bucetinha, e então ele me desceu, me virou de cara para varanda, e apontou a cabeça do pau na minha bucetinha, eu entendi o recado e já me arrebitei como uma vadia a espera de rola, então ele se entregou, me segurou forte pela cintura, posicionou seu dedão em minhas covinha e começou a estocar seu pau, buceta a dentro, eu ali alcoolizada, olhando para aquela vista, com um cara me comendo, e o medo de alguem nos pegar em flagra, foi uma das transas mais incríveis que eu já tive, mas ainda faltava o “grand finale”, então comecei a chupa-lo novamente eu queria sentir o gosto do seu leitinho, e depois de um tempo consegui, quase engasguei com tanta porra quentinha, mas eu engoli tudinho, sem derramar nada como manda o “figurino”, mas tive as minhas conseqüências, depois fiquei com gosto de porra na boca, e já num estava legal por causa do álcool e de ter sido “chacoalhada” e aquela sensação de altura , e acabei vomitando, lembrando que estávamos numa cobertura... azar de quem estava la embaixo.
Nunca descobri quem era o “erick”, estava bêbada demais para lembrar do seu rosto com exatidão, e ninguém veio se apresentar “oi eu sou o erick, lembra de mim ?” depois da festa...azar o dele... rs na verdade nem sei como fui capaz de fazer aquilo, fazer sexo com um estranho numa festa onde podia nos pegar ?mas acho que isso deixou mais exitante rs