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terça-feira, 1 de maio de 2012

Cock N Roll


Olá meninos e meninas sapekas!
Faz tempo que eu não postava nenhum conto novo não é? Seus problemas se acabaram! Estou aqui para mais um conto, espero que gostem.
As vezes não é nada de especial, postura, apenas ouvir um cara falando com segurança sobre algo, parece que balança todo o resto, e alguns desses caras já me balançou com essa firmeza toda em sua postura, então vamos logo ao que interessa né?
“Porque cliente tem a mania horrível de marcar reunião na hora do almoço ? Serio não tem coisa que eu mais deteste no mundo do que isso, sabe eu gosto de comer tranquila, saboreando a comida, odeio comer sozinha, mas comer com um bando de gente chata falando assuntos sérios e chatos, não é o tipo de ideia que me agrada, mas trabalho é trabalho né? E la fui eu para a reunião chata e pior que foi em cima da hora, nem produzida eu estava. Estava com uma calça jeans, uma blusa do deftones cortada na gola e na barriga, com um top por baixo (e hipster é o cu de vocês), cheguei no restaurante do shopping e estavam todos impecáveis, de terno e gravata, mas esse é o bom de trabalhar com arte, você pode estar mal arrumada que vão falar que você é excêntrica, que é moda, enfim (que vontade que eu fiquei de matar o meu chefe naquele dia).

Eu nem sabia por que estava naquela reunião, eu nem se quer queria estar ali, eu tentei argumentar com meu chefe sobre aquilo, mas não teve jeito. Enquanto esperava o meu pedido, eu parecia que não estava ali, olhando para o nada, sem prestar a atenção no assunto, minha mente tava viajando, quando de repente minha mente voltou com tudo, um tranco me acordou daquele transe de tédio, um homem lindo, loirinho, cabelo bem baixinho, olhos claros, barba por fazer, todo elegante, de terno e gravata. Como ele foi ultimo a chegar sentou la no canto da mesa, mas é claro que eu não ia deixar barato né? Quando a senha do restaurante chamou e nos levantamos para pegar os pratos dei um jeito de trocar e sentar bem de frente pra ele, alem de sentar com um cara gato, qualquer coisa era melhor que sentar de frente para aquele velho babão e aquela vadiazinha do financeiro.

Vi ele ali sentadinho, quieto, então pus minha bandeja na frente dele, tirei os óculos escuros da testa e comecei a arrumar o cabelo, claro que eu sabia que fazendo isso minha barriguinha ficaria amostra e com a calça de cintura baixa que usava naquele dia ele poderia ver o caminho da felicidade, ele arregalou os olhos, e foi subindo olhando o resto do material, tentando terminar de comer o yakisoba, ele ficou meio paralisado, decidindo se me olhava e ter minava de mastigar. Eu então perguntei se ele ia usar os hashis (os palitinhos) que vieram extra, ele disse que não, então me debrucei sobre a mesa para pegá-los e minha blusa larga revelou meus ombros e todo o meu colo, fiz um coque e coloquei os hashis para segurar.

Eu sei que eu judiei do rapaz, mas não estava ali para perder tempo, queria ele me comendo, me possuindo ali em cima da mesa, na frente de todos, minha imaginação também estava judiando de mim, eu imaginava me dominando, me debruçando sobre a mesa, empinando minha bundinha pra ele, abrindo ela para receber o seu pau, olhando pra todos como se quisesse dizer que eu era a sua putinha e que eu poderia me comer quando bem entendesse, a qualquer hora eu teria que estar disponível para ele, e depois quanto acabasse comigo, me colocaria de joelho, gozaria na minha boquinha e me descartaria ao chão, toda gozada e com tudo a mostra.

Minha mente é fértil, e vive indo além de onde deve, tomou minha mente completamente, fiquei completamente ocupada com os pensamentos mais sórdidos e mais delicioso que alguém podia ter, enquanto ao fundo via aquele homem lindo, falando coisas inteligentes, ok... talvez eu não tenha entendido muitas coisas do que ele falou, mas fiquei ali sentadinha na minha mesa, mordendo os lábios de tesão, rosando uma perna na outra, esfregando as mãos nas pernas, qualquer coisa era valida para aliviar o tesão pelo cara, se eu estivesse de saia acho eu já tinha dado um jeito rapidinho e discreto de me aliviar

Eu não tava aguentando mais, eu ia dar para aquele cara e ia ser ali mesmo, então abaixei a camiseta, de modo a parecer que não fosse de proposito, deixando quase a aparecer meus peitos, e comecei um assunto com a menina ao meu lado, vi que por fim ele se tocou! Cara, como eu tenho o dom para me interessar pelos lerdinhos, benza deus! Então fiquei la me insinuando para ele, passando a mão no meu colo, entre os seios, fingindo nem ligar para ele, mas percebi que ele perdeu a paz, ele parou de conversar, de comer, e ficou só olhando pra mim, babando agora a imaginação dele foi tão longe quanto a minhas, agora ele devia estar imaginando a hora que me colocaria sentada no seu colo , e chuparia meus peitos, me fazendo cavalgar no seu pau, gemer alto.

Eu levantei da mesa e avisei que ia no banheiro para o pessoal e disse para ele que estaria numa das lojas, e eu esperava, claro, que ele entendesse o recado, mas nada é perfeito nessa vida né? Fiquei uma cota esperando, quando desisti vi ele vindo e ele disse que a galera tava me esperando, que ele tinha vindo ao banheiro já que eu tava demorando. Eu mandei um “te fuder” de boca cheia e ele ficou me olhando com cara de “não entendi”. Mas a vida gosta de me trollar né? Coloquei o fone de ouvido e fiquei ouvindo um belo e tranquilizador rock enquanto todos se levantavam para ir embora, então fomos indo e ele ficou ao meu lado, eu comecei a caminhar mais devagar, tava com raiva daquele idiota, mas ele reduzia o passo também, só que com isso íamos nos afastando dos outros, e assim que eles viraram e não podiam mais nos ver ele me prensou na parede , apertou a minha bunda e me deu um belo beijo cheio de pegada, a mão na sua cintura o corpo contra o meu, me deixaram de pernas bambas.

Peguei o meu lerdinho pela mão e o arrastei ele para um corredor de acesso, um corredor pro pessoal que trabalha no shopping, ela um corredor que me dava medo, todo fechado, com cimento grosso, sem acabamento, com só canos todos aparente, as vezes pingando, e com a luz fazendo barulho e falhando as vezes. Naquele clima de mundo acabando e estamos num refugio subterrâneo, e eu com a trilha sonora perfeita no meu ouvido, ve ele perder a linha, ele já foi enfiando a mão por baixo da minha blusa, e do meu top, apertando e revelando o meu peito todo, durinho pronto para ele cair de boca, e ele olhou para o meu mamilo rosinha e lambeu bem devagar, só para jogar com a minha sanidade e depois chupou com força. Eu estava meio sem ar, respirando ofegante, havia pouco tempo, tinha que escolher entre respirar, abrir o botão da minha calça, afrouxar a gravata dele, e ainda continuar beijando intensamente.

Então assim que abri o cinto, desabotoei a calça e parei, queria o silencio para que ele pudesse ouvir o som do zíper se abrindo, então me ajoelhei, tirei aquele pau de dentro da cueca e chupei, chupei no ritmo da musica que ouvida nos fones, chupei bem gostoso até ele gozar na minha boca, então ele me ergueu, colocou a mão dentro da minha calça, e enfiou logo dois dedos de uma vez, estava fácil para ele pois eu estava molhada, ensopada, e ele começou a me masturbar, eu contra parede e ele olhando para mim com um ar de “não era isso que você queria vadia?!” e eu alisava o seu peito, seus braços forte, então senti o orgasmo chegando, me apartei contra elei, enfiei as unhas e suas costas e gemi em seu ouvindo, murmurando até gozar em suas mãos... ele fico a ponto de bala de novo, me virou contra a parede e enfiou tudo, eu estava sendo fodida bem gostoso, bem forte, num lugar imundo, precário, e apertado, mas era tudo perfeito, mesmo que um dos fones tenha caído da minha orelha, eu podia ouvir o melhor dos dois, aquela musica boa, aquele rock pesado e do outro lado os meus gemidos, o som dele metendo forte, o som de uma pele contra outra em um ritmo pesado.

domingo, 29 de agosto de 2010

Nota desafinada

Ola meninos e meninas sapekas!
Tudo bem com vocês? Eu estou bem obrigada.
Já aviso de ante mão que o conto de hoje pode não agradar a todos, pois nem tudo na nossa vida é lindo e maravilho, mas na hora parece que agente fica cega, só vê o brilho e isso parece bastar, mas cedo ou tarde agente cai do cavalo e bate o arrependimento, então hoje eu lhes contarei uma das vezes , se não a mais decepcionante, em que fiz sexo mais decepcionantes da minha vida até agora.
“Na minha época de rebelde eu já não era mais adolescente (não pela idade) mas ainda tinha meus momentos, eu já fui tiete, que gritava e fazia escândalo atras dos seus ídolos, eu ia em todo show de uma certa banda, eu não me cansava de ouvir o belo som e ainda ver ele cantando, se eu fechasse o ouvido eu podia viajar e ir ao nirvana (trocadilhos musicais a parte) e eu ia em todos os shows, não faltava um se quer tudo para ver meu ídolo ali, mesmo sendo socada cotovelada, queimada com bituca , pisoteada e xinxada pelos marmanjos, eu me dava por satisfeita só de poder vê-lo assim de pertinho, eu cantava todas as músicas olhando para ele, uma fã de carteirinha.
Varias vezes eu tentava matar o seguranças e todas as outras garotas para entrar no camarim, mas sem e olha que eu tenho um pouco de sorte para essas coisas, mas parece que os seguranças sentiam o cheiro de fã histérica exalando do meu corpo, e eu voltava para casa com apenas as lembranças.

O tempo passou, o lugar onde os show eram realizados fechou e eu raramente podia ir em show deles agora, mas minha fã interior num deixou de existir, só estava adormecida, quando ao conversar com o pessoal numa mesa de bar combinando o churrasco de aniversario de uma amiga queríamos um pessoal para fazer um som, tocar umas musicas e um amigo que trabalha comigo se oferecer para tocar no churrasco, ia falar com uns amigos dele de uma banda que ele tinha das antigas, ai ficamos conversando sobres bandas e tal até que descobri que meu amigo era amigo de longa data do meu artista ! E que ele era um dos amigos que estariam no churrasco, minhas pernas tremeram, a primeiro momento eu me senti em êxtase, mas ao chegar em casa e ficar pensando sobre o fatídico dia que iria conhece-lo, nervosa e imaginando mil coisas... e logo o dia chegou e eu acordei cedo, cai da cama as 7 da manha de ansiedade, ficava olhava o relógio a cada segundo até que estava na hora de me arrumar, entrei no banho e pensava nele profundamente enquanto deixava a agua quente cair sobre meu corpo, o vapor d´agua criou um clima terno e aconchegante, a pele estava adormecida (ou era eu que estava viajando demais ?) minha mão corria suave pelo corpo ensaboando-o até chegar ao seu destino, minha bucetinha já estava quente, pulsando e me masturbei ansiosa pelo dia que conheceria meu ídolo, mas eu estava insaciável, sai do banho , comecei a passar meus cremes e minha mão pelo meu corpo já começaram a me excitar de novo e me masturbei mais uma vez (haja amor próprio, santo deus !). Fiquei horas escolhendo a roupa, escolhia uma no armário tirava uma foto no espelho e olhava e escolhia outra.. fazendo isso com quase todas as roupas do meu armário e nada parecia bom, com o tempo se acabando e sem condições de ir ao shopping comprar uma roupa nova eu vesti aquilo que eu achei melhor, era um vestido frente única branco e uma sandália rasteirinha... sem sutiã e calcinha branca. Com meu cabelo vermelho toda de branco estava me sentindo um anjo, um anjo caído pelo pecado da luxúria, mas ainda assim uma anjo de traços delicados, e sorriso encantador, olhos que mostravam os desejos mais intensos (to me gabando demais né ? Melhor eu parar).

Já elevador, reparei que o tiozinho ta tenso ao meu lado (eu sabia que estava arrasando), então logo que sai do elevador o pai da aniversariante solta um “PORRA!” muito alto porém muito espontâneo, eu fiquei sem graça não sabia onde enfiar a cara, cheguei no churrasco la pelas 4 horas, muitos dos meus amigos já estavam lá, mas meu musico não, mas já estavam preparando os equipamentos, então fui direto para o freezer pegar a minha latinha de cerveja eu passei propositalmente pelo meio da “galera do freezer” e me me debrucei para pegar uma bem gelada, podia sentir os olhos queimando sobre mim, pra minha bundinha, quando eu na pegada de excitar alguem eu acabo entrando no clima e excitando todos que estão a volta. Eu fui desfilando abrindo caminho onde passava, até chegar ao recanto dos músicos, cumprimentei a todos e fiquei por ali conversando com eles, acho que toda mulher já teve tesão por um musico e eu não sou exceção, pegava fácil qualquer musico ali, mas ele não saia da minha cabeça estava inquieta esperando por ele, louca para pular em cima dele e meter ali mesmo.

Então por fim ele chegou, parece que o mundo parou, tudo estava em câmera lenta, e pude ver cada detalhe do seu corpo, e na sua roupa, ele veio com uma roupa qualquer imaginei que ele fosse se arrumar lá (primeiro engano do dia , vamos contar ?) ele cumprimentou os amigos e ficou ali parado, sem falar nem ao menos me notou mas achei que era porque ele tava distraído e tal ( engano numero 2) então depois de alguns segundos eu dei um cutucão e ele se ligou, então ele me apresentou formalmente dizendo que eu era a fã numero um, que ia em todo show e tal, ele me olhou e simplesmente estendeu a mão, com o máximo de desânimo, ele nem apertou de verdade a minha mão, fiquei ali com aquela cara de tacho sem saber o que tinha acontecido, sem entender nada, meu amigo viu a minha frustração e disse para eu relevar porque ele estava de ressaca, havia tocado na noite anterior e tal então cometi o pior erro (engano numero 3), eu relevei. Fiquei o churrasco todo ali na área dos músicos cantando e dançando, comia os pedaços de carne a com a mãos só para lamber os dedos depois na intenção de deixar-lo louco mas nada acontecia, e eu já estava ficando cansada.

Durante o intervalo o amigo dele falou algo no ouvido dele, imagino que foi algo do tipo “porra a mina ta louca para dar pra você, e tu vai ficar ai assim, vai ficar feio negar fogo hein !?” então deu uns meninos olhou pra mim e fez sinal com a cabeça para que eu o acompanhasse. Na área dos músicos havia um banheiro só para eles, era um banheiro que ficava atras deles, e la fui eu com o tesão subindo rapidamente mas forte do que se não tivesse descido, entrei no banheiro só deu tempo de vê-lo encostando a porta e já rolou o beijo, eu comecei a beija-lo, realizando meu sonho de menina, levantei até o pézinho, eu estava no céu, beijando o cara por quem tantas noites sonhei, mas a vida é feita na terra, e passada a euforia eu vi que o beijo não estava encaixando sabe? Seila beijo estranho enfim resolvi explorar outras partes, fui beijando seu pescoço , passando a mão no seu peito, descendo pela barriga, tentando não pensar que aquela camisa era a mesma que ele jogava a pelada com o amigos, dada por um vereador qualquer, e fui descendo, nem me ajoelhei, fiquei de cocoras para não encostar naquele chão de banheiro, mas isso deu a ele a visão minha de pernas abertas mostrando a minha calcinha, e tirei o instrumento dele pra fora e comecei a chupa-lo, ele pôs a mão sobre a minha cabeça, tinha pensado “agora vai” (engano numero 4), ele então me prensou contra o seu pau, mas com força , parecia um troglodita, eu tava quase engasgando, ele ta praticamente metendo no desentupidor de pia, eu comecei a perder o foco , foi quando eu olhei para a porta, que estava aberta ! Os músicos estavam ali tomando cerveja , brincando com os instrumento, dando risada, disfarçando para o pessoal do churrasco que não podia ver, mas eles estavam ali vendo tudo, não deu tempo de raciocinar e meu ídolo me levantou e me colocou contra a parede pôs minha perna sobre o vaso e pôs a minha calcinha de lado, apontou seu pau e começou a me comer, eu não conseguia parar de pensar na porta aberta, eu estava fazendo sexo olhando para as pessoas me olhando fazer sexo, isso poderia ser muito excitante mas na hora não sei por que não foi nem um pouco, meu amigo estava parado olhando fixamente, paralisado e eu sendo comida pelo amigo dele olhando fundo em seus olhos, então fui virada de novo e colocada “segurando a parede” sobre o vaso, e ele começou novamente, eu já não estava mais ali, estava pensando no tamanho da cagada que eu havia feito, pensei no meu amigo ali vendo aquela cena deplorável, senti pena por ele, mas meus absortos pensamentos foram interrompidos pelo toque do seu celular, achei que era minha ultima tentativa de fazer algo excitante, era a mulher dele no telefone queria ver ele se contorcer para não dar sinais no telefone, mas ele nem se importou falava com a mulher no telefone me comendo sem ao menos tentar disfarçar, ele gritou desesperado quando descobriu que a mulher dele estava na porta do prédio e iria subir, eu descartada como se fosse nada, fui jogava como se fosse uma mesa de plastico atrapalhando a passagem.

Sai do banheiro , desolada e fui para um canto qualquer, fiquei vendo a selva de pedra, inconformada, e depois de um tempo meu amigo foi la me ver, ficou la sentado comigo, ele é um anjo, me fez sorrir e me distraiu. Hoje , que ele lê meus posts, sabe o quanto poderia ter aproveitado, quando encontro esse imbecil ele quer me cumprimentar e tal mas eu ignoro ponho meus óculos escuros, meu fone de ouvido e finjo que ele nem existe.”