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sábado, 21 de janeiro de 2012

vestida a caráter

Olá meninos e meninas sapekas!
Tudo bem com vocês? Eu estou bem, saudades que eu tava de escrever aqui.
Esses dias, no natal para ser mais precisa, eu estava fazendo compras numa loja de departamento, comprando roupichas e vi uma... movimentação suspeita no trocador e sabia que ali estava rolando uma loucura das boas e lembrei com uma certa nostalgia da vez em que eu cometi essa loucura.

“algumas pessoas tem uma sorte do caramba, mesmo sendo uma maluca irresponsável ganha simples de presente de presente uma loja. Acho que toda mulher já sonhou em ter uma loja para vender suas coisinhas, mas tomar conta de uma loja não é algo fácil então fui ajudar essa minha amiga cabeça de vento a tomar conta da loja, eu passava varias tarde lá com ela, não recebia nada por isso e nem queria, era divertido passar a tarde fofocando enquanto arrumava roupas e sapatos. Dizem que em casa de ferreiro o espeto é de pau, talvez seja porque era uma luta sem tamanho para que eu arrumasse meu quarto, meu armário e eu estava ali fazendo aquilo com prazer.

Os dias eram comuns, mas de vez enquanto aparecia umas figura, umas pessoas que te fazia pensar de onde surgiu aquela raridade, são paulo é mesmo uma cidade onde se encontra qualquer coisa, onde ser diferente é normal, varias tribos, vários sotaques. Mas o mais engraçado era ver os homens, todo perdidos, sem a mulher para ajudar, como um cara casado não sabe qual o numero? Acho que nem para eles mesmos eles sabem comprar roupas. Eu não tinha paciência com o público então normalmente ficava no caixa ou repondo as coisas, mas assim que aquele homem entrou na loja, eu fiz questão de prestar a atenção nele, ele era uma peça e tanto, chamava a atenção, loiro, de olhos claro alto, parecia até um gringo.

Eu tenho um ódio mortal desses vendedores chatos que ficam lhe incomodando, perguntando se você quer alguma coisa, se pode ajudar. Pior que é 8 ou 80, ou eles ficam te seguindo a loja toda ou não tem um fdp para te atender quando você precisa, continuei a colocar as roupas no lugar mas não conseguia para de olhar para ele, minha amiga reparou e fazia sinais para eu ir la puxar assunto com ele, mas eu me negava. Mas minha vida é muito troll, quando vi ele se aproximando baixei a cabeça, mas ele insistiu e perguntou se eu trabalhava ali, disse que não mas que podia ajudá-lo (pqp que burra! Agora que eu iria parecer uma oferecida) ele disse que estava procurando roupas para a noiva (noiva??? eu sou me ferro nessa vida né?) ele queria umas lingeries bem bonitas para dar de presente, será que ele pensou “aquela tem cara de safada, deve entender tudo de lingeries” e como ele não sabia o numero fui perguntando como ela era, e ele ia falando e olhando para mim como base, eu colocava as lingeries por cima do corpo e vi que ele estava começando a reparar em mim, pudia ver nos seus olhos claros que ele já estava me imaginando vestindo aquelas lingeries todas só para ele. Logico que eu comecei a usar aquilo para provocá-lo, pegando as calcinhas mais cavadas para ele imaginar a minha bundinha arrebitada falando “vem meu macho, minha bundinha é toda sua” e o clima foi esquentando cada vez mais, ele queria me arrastar para o provador para que ele visse como ficava o “caimento” das cintas ligas. ele me disse que estava justamente querendo comprar umas lingeries mais safada para ver se a noiva dele fica um pouco mais ousada, ele começou a reclamar que a noiva era muito quadrada com essas coisas e ele queria apimentar a relação. Eu disse que para apimentar a relação, ele ia ter que fazer loucuras também, então peguei ele pela mão e fomos até o estoque da loja, no andar de cima onde ninguém poderia nos ver.

Escolhi um canto no atras de uma estante no estoque e começamos a nos beijar, como uma mulher pudia ser tão negligente com um homem tão gostoso daqueles? Eu estava de calça jeans e uma blusa de botão, mas ele foi abrindo cada botão delicadamente, um por um, beijando meu colo, até reparar que eu não usava sutien, ai ele perdeu a linha e começou a chupar meus peitos, ele sugava que até doía de tanto prazer, ouvimos um barulho e paramos, ficamos ali estagnado esperando mas como nada se seguiu continuamos, ele abriu minha blusa toda e abriu um sorriso de orelha a orelha, ele tirou a sua blusa rapidinho e eu pude ver aquele peitoral todo definido, ah que homem gostoso aquele, eu me ajoelhei no papelão e abri o sinto e o zíper e e tão cedo puxei seu pau para fora comecei a mamá-lo, ele não espera que uma garota gostasse tanto que chupar um belo pinto como eu e perdeu o ar facilmente. Ele tirou minha roupa toda em um segundo, me deitou sobre o monte de papelão e começou a me comer, eu queria gemer bem alto, mas não podia, ele metia forte como se estivesse descarregando toda sua frustração sexual na minha humilde e encharcada bucetinha. Mas eu queria fazer mais por ele, se ele estava reclamando da noiva dele, não poderia eu fazer um papai e mamãe certo então pensei em ficar por cima, mas enquanto trocávamos de lugar me deu a ideia, eu vou ficar de costas para ele, eu me posicionei sobre o seu pau e comecei a rebolar , bem, devagarzinho, dando a melhor visão que aquele cara teria, uma bundinha branca, redondinha rebolando gostos sobre o seu pau, ele ficava acompanhando atentamente o movimento de sobe e desce, prestando toda a atenção, a bundinha, a arqueamento das costas, o cabelo vermelho balançando como um comercial de shampoo e eu olhei para dar, com o queixo sobre o ombro para finalizar com chave a maldade, a safadeza.

Ele acabou nem levando as lingeries, comprou umas bermuda para ele e foi embora, muito tempo depois encontrei com ele, casado, numa casa de swing. Quem diria, quando eu vi a mulher dele vi que o que faltava mesmo naquele casal era a ousadia de alguém dar o primeiro passo. Fiquei feliz, mesmo sendo contra a traição, é legal de saber que no fim você ajudou um alguém sexualmente né?”

domingo, 23 de outubro de 2011

Star Funcking Wars - Princesa Leya

olá meninos e meninas sapekas!!!
como vão??? é eu sei estive meio ausente, mas minha vida tem estado meio complicada,mas estou de volta, e fazendo uma pesquisa sobre alguns temas e curiosidade alguem sugeriu que star wars era sexy, então consultei minha amiga cris do coxinha nerd, a ju do geek e devassa e o fe do entre zilhoes de blog o café fraco, especiaslistas em star wars e perguntei se eles topariam me ajudar a fazer um conto erótico do star wars. será o primeiro conto do genero, o conto está mais suave, com mais eufemismo, pois queria experimentar um novo jeito de escrever, espero que peguem leve comigo por isso e porque não sou uma fã de star wars ok? espero que se divertam e por favor mais do que nunca comentem para eu saber se fui bem ou se preciso melhorar esse "jeito novo" de escrever.

Recurring profile data #124586: Oi? Tá gravando? Pronto. Hoje é dia... sinceramente já nem sei mais que dia é hoje afinal já estou presa por um bom tempo é é cada vez mais difícil perceber a passagem dos dias, mas quem liga afinal para muitas aqui eu estou falando sozinha, pois não sei ao certo se está gravando, mas melhor assim pois poderei falar aqui sem segredo, como se você fosse a minha melhor amiga confidente, que a gente confia que não irá contar para ninguém, mesmo porque esse gravador velho é o mais próximo que eu tenho de uma amiga nessa prisão imunda. Mas hoje com certeza foi um dia diferente, acho que um que salve todos os meus dias, qual a melhor sensação? A de amor, a de vingança, a de tesão ou a de ódio? Que tal todas em uma só noite? Exatamente... tá bom, tá bom, vou contar como foi.

O som do metal batendo contra o outro reverberava anunciando o arauto da desgraça, ao ouvir aquele a angustia começara subindo pela espinha alcançando o cérebro onde cada fé respondia de um jeito, umas rezavam para seus deuses, como se algum deus estivesse olhando por nós ali, umas se faziam de inaptas, como se isso realmente importasse naquele lugar, acho que mesmo mortas, serviríamos de entretenimento para o tipo de seres que frequentavam aquele lugar, mas algo diferente estava ocorrendo, todas nós estávamos sendo chamadas para o hall principal, sem nenhum tipo de critério, jamais havia visto algo assim, mas foi quando o guarda se aproximou da minha sala é que eu tive a certeza:

  • hey mulher! Capricha, temos gente importante. O jabba quer você bonita... como se isso fosse possível para uma humana

tudo bem que eu não esperaria que um barabel me elogiasse, mas precisa cuspir depois de cada frase? Tenho ânsia toda vez que ele dirige a palavra a mim. Mas fiz o que me pediram, “se arrumar” nesse lugar não exige muito, afinal não temos muitas roupas para escolher, só a nossa velha roupa de escrava, mas ao olhar-me no pequeno pedaço de espelho cortado que havia na parede da minha cela , fazendo a minha trança eu fiquei pensando, no que tinha passado até aqui, as coisas que tinha suportado, me imaginei como uma verdadeira princesa, com todo aquele luxo, comida, bebida e escravos para me satisfazer.. sacho que a ideia de princesa tem mudado desde que estive aqui.

Logo o barabel entrou na minha cela reclamando que eu demorava demais para me arrumar, e entrou já dando tapas na minha cara e me carregando pelo corredor, pelos cabelos. Os grilhões são cada dia mais pesados e o caminho até o hall parece cada vez mais longo. Ao caminhar pelas celas masculinas vi que uma em especial estava vazia, a do han. Fiquei parada alguns segundos rezando para que ele estivesse ali em algum canta escuro da cela, mas fui puxada e cai com tudo no chão. Ao levantar por fim estava no hall principal , estávamos todas enfileiradas, perfiladas frente ao jabba que nos avaliava milimetricamente, o convidado devia ser realmente importante para ele vir nos avaliar assim. Ao longe vi o han acorrentado no canto da sala e tomei um susto.

  • fique tranquila minha jovem, o nosso mercenário está sendo bem tratado, não ocupe sua cabecinha com bobagens.

Ele começou a fazer um discurso sem fim, mas eu só tinha olhos e mente para o han, todo meu sofrimento ali parecia ter sumido com a preocupação com han, então eu ouvi aquele som, aquele som, aquela respiração, aquela tensão no ar, era ele... darth vader, o mal encarnado. Eu simplesmente fiquei parada sem reação, jabba foi apresentando uma por uma até chegar em mim, e quando o fez o darth respirou, foi como se todos os meus sentimentos bons tivessem morrido, como se a presença dele me deixasse numa melancolia sem tamanho, então jabba olhou para mim, fechou as mãos e desviou o assunto escolhendo uma garota para dançar para o darth vader, e advinha quem ele escolheu ? O ser que eu mais odeio em toda a galaxia ! A Lyerd, como se aquela maldita twi'lek pudesse ser sexy do que eu. Conforme ela ia dançando meu ódio ia aumentando, talvez meus pensamentos pudessem ser ouvido por todos ou se darth pode sentir o cheiro do ódio, mas ele reparou e sem dizer nada apontou para mim e me chamou para vir ao centro dançar.

Era a minha deixa, ela minha chance de acabar com a arrogância daquela vadia azul, e o salão se tornou uma arena de batalha, uma batalha de sensualidade, eu dançava da maneiras mais provocante, induzindo até a minha parceira, apesar do ódio consegui um beijo , um beijo quente em uma das piores inimigas, pude sentir ela se excitar, com aquilo, ela não esperava, todo aquele odio poderia ser apenas tesão reprimido? Estávamos quase fazendo sexo ali mesmo, eu tinha a situação sobre o meu controle, acho que se existe algo mais poderoso que o ódio é o tesão porque logo ela ficou em segundo plano, e eu era o objeto de maior desejo daquela sala, meus movimentos , minhas pernas se abriam e meus braços fechavam implorando por um parceiro, um homem, um macho. Jabba mandou que parássemos, ele estava visivelmente transtornado

Esperava que o próprio darth viesse até os meus encantos, seria a maneira ideal de sair daquele lugar, mas no meu jogo mental vader moveu uma peça e anunciou seu xeque mate. Ele fez o han se levantar e vir até o centro. Ele o pôs na minha frente, colado, nossos lábios quase se tocaram ali, e jabba questionou vader, que se enfureceu, acho que irritar vader não foi uma das escolhas mais inteligentes do senhor “The Hut”, então ele ordenou que todos as escravas e guardas saíssem, eu e han ficamos ali, mas han parecia diferente, sem reação.
Vader o desacorrentou e ele permaneceu imóvel olhando para mim, então deu alguns passos para trás e se sentou em uma cadeira, se ajeitou e eu pudo ouvir o som da palha estralando e disse

  • Faça o seu show, me mostre o que você tem de melhor

então eu baixei a cabeça e pensei na decisão mais importante da minha vida até o momento, eu tinha tudo na mão, tinha darth vader interessado na minha energia sexual, tinha jabba se corroendo de odio, e tinha ele, han solo ali na minha frente, eu podia usar darth, me vingar do jabba e me.. bom podia compensar toda a dor que han sentiu nos últimos tempos com o calor do meu corpo, como objeto do meu desejo. Então meu quadril começou a se mexer, comecei a rebolar, passando a mão pelo corpo, pela minha barriguinha, passando pelos meus seio, quase querendo arrancar aquele top , continuei seguindo até colocar as mãos para o alto e me transformar em um pendulo, hipnotizando com meu quadril, rebolando, mostrando e escondendo. Fiquei de quatro, me esgueirando pelo chão como uma gatinha manhosa, só olhando para trás vendo a reação do han , mas ele só ficava me olhando e eu continuava a dançar, sem nunca para de rebolar, minha “saia” estava atochado na minha bunda, eu já estava ficando exitada com tudo aquilo também, se eu continuasse logo ia fica com a saia encharcada.

Então fui me aproximando do han, eu comecei a rebolar no seu colo, bem devagar, encostando só um pouquinho, só para dar o gostinho, mas quem acabou não resistindo fui eu, e logo estava rebolando no pau dele, e ele a mostrar o que fazia dele um humano, se é que você me entende hehehe virei de frente , sentei no colo dele, ainda algemada pus minhas mãos em sua nuca e comecei os movimentos, quase como uma dança do acasalamento humano, eu ali quase nua, com meus peitos na cara do han, e me esfregando nele eu já tava no ponto alto da minha excitação, podia ter um orgasmo a qualquer toque do han mas ele continuava só a me olhar, mas então segurei em seu rosto, e fui lentamente em direção a sua boca, ia lhe dar um doce beijo, nossos lábios se tocaram, ele apertou o braço da cadeira com tanta força que quebrou, eu tomei um susto, ele se levantou da cadeira com tudo e eu fui arremessada ao chão, fiquei apavorada, nunca tinha visto han daquele jeito, eu estava parecia uma criança deitada no chão morrendo de medo de apanhar, mas eu estava ali, seminua e era uma escrava, teria que fazer o que eu tinha que fazer.

Ele ficou ali parado, um tempo, veio até mim, e estendeu sua mão, mas quando eu achei que ele ia me ajudar a levantar como um cavalheiro, ele me pegou pelo cabelo e me levantou rudemente, estávamos frente a frente novamente, rosto colado.

  • O que você acha que eu sou vadia?
  • Quem você acha que eu sou mercenário?
  • Você é minha putinha e hoje eu serei seu macho, um macho de verdade.

Aquelas palavras penetraram a minha alma e me arrepiei toda, ele ordenou que eu tirasse o top, eu balbuciei em responder que não e leve um tapa na cara tão forte que meu rosto fico vermelho na hora, eu mandou eu ficar quieta e apenas obedecer, eu só balancei a cabeça , segurando para não chorar. Então de maneira envergonhada eu comecei a tirar o top, deixando meus seios amostra, mas querendo cobri-los, mas ele me impediu, queria vê-los, apalpá-los, apertou meus mamilos até eu suspirar de dor

  • Não minta para mim, eu sei que você gosta, eu sei...

ele então enfiou a mão por baixo da saia e enfiou seus dedos de uma só vez, eu estava toda úmida, não podia negar a ele que eu estava gostando, e assim ficou me rodeando me observando, então eu terminava de tirar minha roupa toda. Só ouvi o estalo da sua mão em minha bunda, seguido de dor, antes de cair de quatro no chão. eu estava vermelha de vergonha , tesão e dor. Ainda podia sentir meu rosto quente do tapa que levei. Então ele passou por mim, passando o dedo pela minha espinha do meu cuzinho até a nuca, abriu o zíper, tirou seu pau para fora e se sentou na cadeira, e eu lá olhando para ele com os olhos cheios de lagrimas, humilhada por ele, ele que eu... enfim... Ele ficou balançando o seu membro como se quisesse dizer “vem meu bichinho de estimação, vem me chupar...” eu pensei em negar, mas já tinha ido longe demais para voltar, então comecei a engatinhar, pensava em cada chibatada que han deve ter levado naquela prisão, e entendi que o meu desejo de trocar de lugar com han e sentir todas as dores em seu lugar havia sido realizado, então fechei os olhos, abri a boca e senti sua parte viva, quente e pulsante preencher minha boca aos poucos, comecei a chupar, como se quisesse sugar toda a dor que ele havia suportado, meio tímida no inicio, mas aos pouco fui tomando gosto, então ouvi a respiração da darth ficar mais forte também, sentia a pressão de sua mão empurrando minha cabeça contra o seu pau, até que então ela parou. Ele então me deitou sobre o piso frio, e se deitou sobre mim, se posicionou entre o meio das minhas pernas, eu olhei em seus olhos e pude reconhecer o velho han, ele então penetrou em mim e eu pude sentir a ultima dor que sentiria naquele lugar, eu seria preenchida de tesão, amor e esperança de que tudo ficaria bem, nossos ritmos estão sincronizados, nossa respiração, e ele parecia ir no meu ritmo, parecia respeitar o meu prazer, indo e vindo, me convidando e me levando adiante, até que eu comecei a anunciar o meu êxtase, e ele aumentou o ritmo, o corpo quente começava a suar e molhar o piso frio.
  • Eu vou... ai eu vou.. não para... hhhuumm assim eu vou...
  • Eu sei.



Bonus Track: anos depois na taverna de zaloriis

  • Sabe han, fico pensado.. acha que eu e a leia teríamos formado um belo casal, sabe? Teríamos filhos, uma vida quieta e pacata em algum lugar, longe dessa bagunça
  • Eu sei, luke... Eu sei.

sexta-feira, 2 de setembro de 2011

braços de uma alma paulistana


Olá meninos e meninas sapekas!
Tudo bem com vocês? Eu estou bem, eu pouco na minha no momento mas estou bem.
Mas foi inevitável me lembrar da época que tudo era maravilhoso. Ok, nem tudo, mas quando se esta em meio a natureza tudo parece mais bonito não é!? Pois é. Esse é o tema do post desta semana. Aproveitem.

“Eu lembro de voltar por varias vezes da balada e ver pessoas correndo e fazendo exercícios e me perguntava “Quem diabos corria as cinco da manhã ?” mas a vida adora me pregar peças e claro comecei a trabalhar tanto que comecei a ficar sem tempo para a academia, e eu um dia desses reclamando sobre como eu estava gorda e velha (claro que eu não tinha nem 25 anos e estava comendo sorvete) e então minha amiga disse que corria todos os dias as 5 da manha no parque, depois de xingá-la um pouco deixei que ela explicasse que ela achava aquele o melhor horário, pois o tempo é mais ameno, tem pouca gente no parque e blah blah blah wiskas sache. Enfim eu disse que qualquer dia eu iria experimentar (mas claro que eu falei aquilo da boca para fora mas preciso aprender a medir minhas palavra), mas CLARO que ela me ligou as quatros da matina para me chamar para correr alguns dias depois.

Eu recusei, mas fiquei rodando na cama , tinha perdido o sono. Então tratei de me arrumar, ligar para aquela maldita e ir para o parque. Nos encontramos no portão 6, eu com a cara de sono e ela lá toda animada, já fazendo alongamento me esperando. Eu não sei de onde ela tirava tanta disposição mas já que eu estava ali... corremos , corremos, corremos e conversamos também e isso ajudou a não perceber o quanto nos havíamos corrido, só senti quando parei e ai as dores me alcançaram e puta que pariu, que dores. Ela disse que isso era normal para os inciantes (detalhe que ela só me avisou depois né?) mas que logo logo ia passar , logo meu corpo ia se acostumar e disse que faríamos um dia sim e um dia não (como se eu já tivesse aceitado), mas acho que de certa forma aceitei e fiz o combinado.

Sem que pudesse perceber fui tomando gosto pela coisa, eu praticamente levantava sem sono e eu que ligava para ela para ir correr, mesmo quando ela não podia eu ia correr sozinha, o que acabou se tornando frequente devido ao trabalho dela até que por fim eu já estava indo correr sozinha, todo santo dia, comprei roupas, comprei um mp3 só para deixar as musicas que eu gostava. E corria com aquela trilha sonora, sem ninguém para me perturbar, ei sai do mundo, entrava no meu mundo. A musica me fazia bem, o suor me fazia aliviar os problemas. Eu estava irreconhecível, não era um comercial da olympikus mas eu estava correndo sem parar as 5 da manha com um sorriso no rosto. Um desses incontáveis dias algo diferente aconteceu... eu estava sempre ouvindo musica e quase nunca reparava em nada no caminho, mas um cara me chamou a atenção, nunca vi alguém tão charmoso correndo, uma calça dessas de tectel , e uma blusa de manga comprida bem justinha, mostrando o corpo preparado do rapaz, era um loiro de olhos azuis, quase uma alemãozinho, logo pensei: “forasteiro” e continuei a correr.

O parque é bem grande, mas comecei a reparar eu de tempo s em tempos ele dava um jeito de aparecer para mim, acho que ele ficou cortando caminho de proposito só para me ver, porque não era humanamente possível ou eram as .. “forças do destino” e ele parecia corre em câmera lenta. Então ele decidiu se aproximar, correr praticamente do meu lado, mas eu fingi que não estava nem ai, mantive com os fones de ouvido o tempo todo, admito que um pouco de charme da minha parte. Mas o cabra corria num ritmo bastante forte e eu acabei cedendo comecei a diminuir até caminhar lentamente, ele seguiu em frente. Eu vi, quase como uma miragem um bebedouro ali só me esperando, parei pare beber água , então o vi retornar. Resolvi dar uma chance ao rapaz, tirei o fone do ouvido e fiquei ali bebendo água, recuperando as minhas forças, esperando para ver como o forasteiro se saía.

Apelão! Era isso o que ele era. Apelão! Acho que ele leu meus pensamentos que eram: “como alguém pode ficar tão sexy com a camiseta toda suada???” e fez o favor de tirar a camisa, e revelou uma das maiores e mais fodas tatuagens que eu já vi com os meus próprios olhos claros que deus me deu. A tatuagem cobria o ombro, parte do braço e parte das costas. Eu fiquei olhando , olhando que ele acabou notando e sorriu. Na hora fiquei sem o que dizer e acabei dizendo “doeu?” (damn it ! Que coisa mais estupida ! Não.. fez cosquinha... alicia burra! alicia burra!) ele ainda sorriu e disse que não, que fofo.. ficamos então conversando, logo reparei que ele era do sul, com aquele sotaque maravilhoso que a cada “bah!” que ele soltava minha calcinha molhava mais um pouquinho, íamos andando bem devagar, parecia que estavam todos “acelerados” e só agente em câmera lenta repara para onde estávamos indo e fomos para lá pelos meio do parque, é uma parte meio abandonada e sem iluminação. ainda estava de noite e eu comecei a ficar com medo pois falavam que por ali tinha muitos assaltos e até estupros e me abracei com o meu homem e disse “me protege?” ele virou para mim e sim, “claro, minha princesa“ (princesa é da cohab mas ouvir isso de um.. príncipe europeu com sotaque do sul ganha outro tom) eu não resisti, olhei nos seus olhos azuis, passei a mão pela sua nuca e pelos seus cabelos molhados de suor e dei um beijo. 

O beijo era sensacional, era delicado, mas com vontade, coisa muito difícil entre os homens principalmente entre os do tipo parrudinho, fiquei viajando em seus lábios e logo começou a bater aquela vontade, nossos corpos suados me davam mais tesão ao contrario do que se espera, eu podia sentir o calor dos nossos corpos ainda, os músculos estavam enrijecidos pelo exercícios e estava tudo durinho, eu tentei, eu juro que eu tentei mas não resisti e taquei a mão não bunda dele e apertei com gosto, ele tomou um susto e eu fui tomada pelo tesão, gente que bunda, durinha, e que corpo. Ai ele começou a se aproveitar de mim também, a mão dele começou a explorar o meu corpo, e nessa época eu tava com o corpo no auge, ele deve ter deliciado também. Eu olhei bem pra ele fazendo a cara de mais safada que eu poderia fazer, sabia que um gentleman como aquele não ia se tocar das minhas intenções se eu fosse sutil. Ok, nem assim.. tive que falar para irmos para um lugar mais afastado (mais ? é... já estávamos no meio do nada, então só nos restava o meio do mato. Sim. Era exatamente onde eu queria ir)

Avistei uma arvore, em meia a tantas outras pois escolhi logo o meio do bosque, eu sabia o que ia acontecer, e minha mente fértil já havia imaginado tudo, eu já estava molhadinha antes mesmo de começar. Mas o “príncipe” entendeu o recado, me pegou pela cintura me puxou contra ele e quase num passe de dança virou e me colocou contra a arvore, eu só pude dizer “vem delicia!” antes de começarmos a festa, os beijos já começaram intensos, ele foi certeiro na minha orelha, beija mordia e murmurava coisas que meu estado de tesão me impossibilitavam raciocinar, aquele sotaque, a adrenalina do momento, a endorfina do exercício tudo foi acumulando e eu estava revirando os olhos, me segurando nele, com força porque minhas pernas já estavam fracas e pedindo por mais.

As roupas de exercidos tem uma qualidade interessante, são fáceis de tirar, na verdade são tão acessíveis que você nem precisa tirar, só reparei que ele estava com as mãos indo em direção aos meus peitos pela diferença de temperatura do meu corpo quente o o gélido tempo da minha capital paulista, o meu gaúcho já chegou na pegada, apertando com firmeza, mas sem perder a noção, se eu não estivesse encostada na arvore, eu juro que tinha caído no chão na hora que ele começou a descer a mão e enfiou dentro da minha calça e indo direto na minha bucetinha, seus dedinhos entraram com facilidade enquanto ele me falava as putarias mais baixas que soavam como lindos sonetos rebuscados naquele sotaque gaúcho. Eu me segurava ele pelos cabelos, e pedia por mais, mordia os lábios, mordia o seu pescoço, eu estava a caminho do orgasmo mais agressivo da minha vida e pela primeira vez fiz questão de anunciar, anunciei em alto e bom som “eu vou gozar” e claro que ele me pediu para gozar , gozar para ele mas como dizia o velho ditado, seu simples desejo se tornara uma ordem.

Mas eu tenho o (péssimo ou maravilhoso) habito de nunca deixar barato, se um homem me faz gozar rápido eu tenho que fazer ele gozar mais rápido ainda, então coloquei ele apoiada na arvore abaixei suas calças só um pouco e pus seus pau para fora, não deixei nem o menino respirar um pouco do ar puro do parque e já cai de boca, coloquei a minha mão por dentro da calça comecei a me masturbar também para dar mais ritmo, eu por um momento deixei de ouvir o seus sotaque para ouvir o seu gemido, acho que a única coisa mais tesuda que o sotaque de um gaucho é o gemido de um gaúcho (e isso vale para as gauchas também, uma vez eu tava com a … ah deixa para lá! isso vou deixar para outro dia né ?) fiz questão de beber até a ultima gota, e ainda abrir minha boca para cair lentamente. Quando eu olhei para ele com aquela cara de safada ele tava olhando para mim com os olhos arregalados, e eu apenas.. sorri.

Acho que a vontade dele era me xingar tanto, mas ele descontou tudo na minha bucetinha, ele me erguei contra a arvore, ajeitou seu pau bem na porta da minha bucetinha e enfiou tudo de uma vez, me pegou pelo cabelo e começou a bombar bem forte, eme me comia e falava em meu ouvido “vai paulista, rebola no meu pau paulista, eu sei que você gosta, hoje você achou um macho de verdade paulista.” eu estava entrando no clima mas percebi que ele diminuiu o ritmo, quando abri os olhos, vi que o dia estava clareando, que logo o parque ia ficar cheio e a escuridão de estarmos embrenhados mato a dentro já não nos abandonava.

Ele me deu seu telefone, disse que ficaria na cidade mais alguns dias, eu fui la no apart-hotel no outro dia terminar o serviço e valeu cada minuto. O percusso que normalmente eu fazia em 20 minutos eu levei por volta de uma hora e quarenta minutos, lembro que cheguei atrasada no meu compromisso e acabei nem podendo entrar, mas quer saber? Não trocava aquela foda por nenhum evento chato que tem a toda hora.

sábado, 12 de março de 2011

Sonhe com os Anjos

Olá, meninos e meninas sapekas!
Tudo bem com vocês? Faz tempo que não escrevo, né? Ué, mas teve Carnaval e eu também mereço uns dias de descanso, não é? Afinal, todo mundo deve ter aprontado das suas, feito muito sexo e bebido até cair. E ouvindo essas histórias das pessoas bêbadas, uma delas me chamou a atenção uma vez, a qual eu irei transcrever aqui para o blog hoje, em homenagem ao Carnaval e ao Dia Internacional da Mulher.

No inglês, os verbos terminados em “ing” são usados para evidenciar o tempo da ação, dar ênfase à duração da ação. Se eu tivesse nos Estados Unidos, é assim que eu deveria descrever o meu processo de acordar naquele dia. Lento, arrastado, fiquei dormindo e acordando por curtos períodos de tempo, surgindo as coisas mais malucas na minha cabeça. Tudo meio sem nexo, sem sentido ou proposito, até que em um momento, um pensamento fez sentido: “o chuveiro está ligado”. E procurei me ater a este único pensamento lúcido dentro da minha mente ainda adormecida e ressacada da noite anterior. Eu não bebi tanto, mas é o que todos os bebuns dizem, não é ?! Mas pensando que o chuveiro estava ligado, e que eu estava moribundo demais para levantar, surgiu a pergunta intrigante: se eu estava na cama quem estava no meu chuveiro? Então, reuni todas as minhas forças para mover meus olhos; a porta estava aberta, as coisas estavam meio embaçadas, meio confusas, mas ela estava ali, eu podia jurar que tinha uma garota no meu banheiro. Comecei a observá-la tomando banho, com tudo embaçado ela parecia ter um brilho único, quase como se emanasse uma luz de anjo, e eu podia jurar que estava diante de um, pois só de vê-la senti uma paz, uma alegria, podia ver um tom dourado contornando sua pele branca.

Mas quem seria aquela garota? Esforcei-me para tentar lembrar dela, mas tudo que ganhei foi uma bela dor de cabeça; então comecei a reparar nos detalhes, ver se algum deles me trazia de volta à memoria quem ela era e, melhor, o que ela fazia no meu banheiro tomando banho sem o menor pudor. Admito que queria lembrar que nós fizemos um sexo maravilhoso bêbados na madrugada, que eu estava exausto era de ter tido prazer a noite toda, que aquela garota foi minha, que eu pude ouví-la gemendo no meu ouvido, bem de pertinho, me apertando, me pedindo mais, sentindo o movimento do seus quadris, sentindo eu enfiando fundo naquela xana rosadinha e molhada... Ah, como eu queria me lembrar disso! Comecei vendo desde os seus pés e fui subindo, era tinha belas pernas, simétricas, aliadas à graça de seus movimentos; devia ser alguma dançarina de ballet, ou algo assim. Suas pernas se encaixavam perfeitamente à sua bunda, dando-lhe a forma perfeita, redonda, cheia, qualquer um daria tudo para tê-la, apertá-la, mordê-la, beijá-la até deixar a pele dela arrepiada. A água escorria pelas suas costas, tocando o seu corpo, seguindo suas curvas, desde o sulco formado pela coluna até as suas “covinhas”; a água formava essa forma cristalizada do seu corpo escultural, sua bunda era tão perfeitamente redonda que a água escorria e caia sem tocar a dobra da junta com a perna.

Mas foi quando ela virou que eu pude ver que aquilo só poderia ser um sonho, pude ver ela virando em câmera lenta, vi ainda melhor as curvas as suas costas, sua cintura, sua bunda, seus seios, sua barriga sequinha, sua pélvis, tudo em perfeita harmonia. Vi seus cabelos longos e lisos em pleno ar, como aqueles comerciais de shampoo, e via cada gota de água como naquele comercial de pasta de dente. Seus olhos por fim cruzaram os meus; mesmo que eles não me notassem, mesmo que por um instante, eram lindos olhos, levemente amendoados, profundos, e confortantes como seu quisessem dizer: “Oh meu amor, eu estou aqui, vai ficar tudo bem...”. Seus lábios eram macios, tímidos e delicados, seus seios eram durinhos, com os mamilos rosados e durinhos... acho que aquele banho estava tendo um prazer quase sexual, Deus me abençoe se ela estivesse pensando e lembrando da nossa noite anterior e relembrando dos nossos momentos de prazer juntos, porque eu... bem, eu não lembro de nada ainda. Sua barriga era sequinha, mas não era musculosa nem magrela, era realmente era um convite ao Paraíso. A água corria e eu louco para estar ali, de joelhos frente ao meu anjo, beijando a sua barriguinha e descendo.

Aquela mulher era linda demais, eu não consegui achar um misero defeito, uma única imperfeição... e aquela energia que me deixava na mais absoluta paz, como se eu tivesse finalmente alcançado a rendição. Reparei que ela tinha duas tatuagens, uma no ombro e uma na pélvis, ambas tão delicadas quanto seu próprio ser, como seu próprio corpo, seu próprio espirito; era como se as tatuagens fossem a expressão do seu ser escapulindo pela sua pele, deixando-lhe ternas marcas.

Mas minha vida fez sentindo quando ela olhou para mim e sorriu, o sorriso mais bonito que eu já tinha visto: os dentes perfeitos, brancos, as covinhas no rosto, tudo se encaixava num sorriso de moleca, um sorriso inocente... isso inundou meu coração de sentimentos, eu nem pensava em sexo naquela hora, só pensava em tê-la em meus braços, em protegê-la , fazê-la sorrir, ser feliz. Eu sorri de volta na mais pura reação. Sabe quando você vê um bebê e sorri? Foi assim, eu vi o seu sorriso e sorri de volta, espontaneamente; e adormeci.
Quando acordei, vi que em minha cama havia uma poça de baba; talvez porque dormi profundamente, ou porque fiquei babando pelo meu anjo. Levantei desesperado, querendo beijar o meu anjo; fui procurá-la, mas não a achei. Até hoje não sei se foi um sonho ou se foi realidade, o box estava levemente molhado, mas eu poderia ter tomado banho durante a bebedeira à noite e sonhei com isso; ou estava muito louco e me deram banho e eu sonhei com isso... eu sinceramente não sei, mas fiquei feliz de saber que anjos existem. 

Se você é essa garota e está lendo isso, saiba que eu ainda tenho seu rosto pintado no meu coração, cravado em minha alma. Seu sorriso está marcado em minha alma. Eu ainda posso imaginar seu beijo queimando em meus lábios, o toque do seu corpo na ponta dos meus dedos

domingo, 6 de fevereiro de 2011

Noites Mal-durmidas

Ola meninos e meninas sapekas !
Tudo bem com vocês ?

Eu vou bem obrigado, como prometido vou continuar a historia anterior, vocês se lembram do que estava acontecendo, estava em Portugal a trabalho reunido com a galera no apartamento o que só poderia resultar em uma coisa: SEXO.

“De volta a sala de estar, tudo corria normal e eu consegui voltar ao meu prumo e disfarçar o que tinha acabado de ver, mas confesso que não foi fácil ainda mais pois minutos depois a monique “acorda” e me passa pela sala, desfilando aquele corpão, indo até a cozinha, não sei se era só eu mas eu podia sentir o cheiro de sexo no ar, exalando dela. Ela estava ainda embriagada, parecia fora de si, veio até nós e se jogou em nós, se esparramando em nossos colos, e claro com a cabeça no meu colo, ficou me olhando com aqueles olhos castanhos a cara de menina, eu por um estante vi a menina que ainda tem por trás aquela pose toda, uma menina que só esta tentando ganhar o seu espaço mesmo que a falta de alguns limites, isso vez a minha guarda baixar.

Logo já estávamos rindo e nos divertindo e com certeza bebendo mais um pouco e a noite seguiu com agente dançando falando merda e dançando muito , é claro ! Eu dançava com a monique como sempre faziamos, a sensualidade é nata em nós então mesmo que não quer agente passa esta imagem, mas deista ver era não parava de olhar para mim, não tirava os olhos de mim, e sempre mantendo o sorriso. Me aproximei e perguntei se estava tudo bem, ela respondeu que tava melhor do que nunca, me segurou pelo rosto e me deu um selinho, fiquei parada uns segundo, olhando para ela, morrendo de vergonha, não era nem de longe meu primeiro beijo com uma garota, na verdade fiquei pior do que no meu primeiro beijo com uma garota, pois não esperava isso dela, eramos amigas. Fui dormir pensando naquilo, era um dia que fazia muito calor então custei a dormir, ainda mais com a imagem daquela na cabeça e fiquei me revirando a noite toda, as meninas foram dormir la no quarto, eu optei por dormir na sala, em um colchão no chão e o sidney no sofá.

Eu não conseguia manter os olhos sem que me viesse a imagem da monique na cabeça, então tinha que ter algo maior para pensar, tive que fazer alguma loucura. Não pensei duas vezes, fui até o sofá e sussurrei no ouvindo do sidney “eu sei que você esta acordado” ele abriu os olhos, e eu estava em cima dele com o rosto bem pertinho, eu fechei os meus e lhe beijei me entregando ao meu desejo, sidney era um cara mo quieto mo na dele , mas muito engraçado” ele falava pouco, mas quando abria a boca sai cada perola, realmente nunca me senti atraída por ele, mas foi o tesão do momento e aposto que ele não se incomodou o pouco, os beijos começaram a se esquentar, eu já estava toda deitada sobre ele só de calcinha e um blusão (como costumo dormir) ele beijava bem e isso fez com que o tesão que eu sentia fluísse, a mão dele ia descendo aos poucos, ainda meio tímido ou talvez sem entender o que estava acontecendo (vamos combinar que não é todo dia que uma ruiva te acorda no meio da noite com um beijo querendo te dar) tive que dar um empurrãozinho me mexi para que a mão dele ficasse sob a minha bundinha e espera que ele apertasse ela com vontade, mas foi em vão (aaahhh odeio gente lerda !!! pelo amor de deus) então decidi tomar uma atitude drástica, ver se o “lerdinho” pegava no tranco.

Me levantei e procurei algo sem sucesso, mas como que não estalo me veio a ideia, não pensei duas vezes , peguei ele pela mão e o arrastei através da sala até chegar na..... varanda! Encostei ele na parede e parti para cima dele, acho que ele entendeu o recado pois comecei a sentir o volume se sobressaindo no shorts, come ele é alto eu já estava na pontinha do pé, meu blusão já deixava amostra metade da minha bundinha para qualquer um dos prédios vizinhos, mas nem me importei, aquilo me excitava ainda mais, eu ia me esfregando no corpo dele , tentando superar a dificuldade da diferença de tamanho, então ele me pegou pela bunda, me ergue, me virou e me pôs contra a parede, quase tive um orgasmo ali, adoro quando me pega assim, agora eu tava la altura ideal, fiquei só massageando a sua nuca enquanto eu o beijava, e ele já começando a ritmar o vai-e-vem, roçando seu pau na minha bucetinha, mesmo por cima das roupas podia sentir ele quente, pulsando, aquele homem sem camisa, com o shorts de futebol, a barba por fazer e o cabelo bagunçado naquele momento me parecia o homem mais sexy do mundo, o encaixe era perfeito a pressão do pau dele contra a minha bucetinha massageava meu clitóris, eu tava quase gozando já, então pedi para descer e já me ajoelhei, arrastando minha boca pelo seu corpo, pus minha mão por dentro do shorts, subindo delas parte internas das suas coxas, o shorts era bem largo então coloquei a cueca de lado e comecei a lamber as suas bolas, elas estavam bem grandes o pele do saco bem esticada, melhor para matar ele de prazer, lambia em círculos com a pontinha da língua bem rígida, coitado dava dando até pena do coitado, foi atropelado por um caminhão de prazer assim no meio da madrugada, para quem quisesse nos ver. Livrei o pau dele daquela prisão de nylon e algodão, ele fico ali estendido sobre a minha face um pouco só para ele ficar admirando e se sentindo, mas minha volúpia não deixei ele quieto por muito tempo, peguei ele com firmeza, dei aquela jogada de cabelo disfarçando para ver se tinha alguém olhando (mas de noite era difícil de enxergar) então olhei pra ele com a cara de safada e ficou lambendo a cabeça do pau dele, só lambendo deixando o úmido da minha saliva dar contraste com o quente do pau dele, dando aquele gosto choque térmico (parecido com o halls preto) e então comecei a chupá-lo, agora o choque térmico era com o quente da minha boquinha, meu lábios sugando, colocando pressão e minha boca de veludo envolvendo todo aquele pau, era disso que eu estava sentindo falta, do gosto de rola na minha boquinha, aquele cheiro de homem, e ele começou a se empolgar e começou a fazer os movimentos, bem devagar ele estava fodendo minha boquinha, me prensando contra a parede, enfiando seu pau goela abaixo, achei que ele ia gozar ali, mas ele se afastou e me deitou no chão, tirou minha calcinha e jogou pela janela (na hora eu nem me dei conta, mas poxa era minha calcinha nova !!! fiquei com raiva depois mas nem ia perguntar ao porteiro se ele tinha achado uma calcinha né ?) pude olhar para o horizonte e ver o “altura” da loucura que estava cometendo, o sol já começava a mostras seus primeiros raios e nesse clima que ele começou a me chupar, como era gostoso ter aquele homem no meio das minhas pernas, eu puxava o cabelo dele contra o meu corpo, minha perna se contraria contra o seu rosto, eu olhava os prédios vizinhos, já dava ver as pessoas na varanda olhando, o nascer do sol, era quase um quadro, uma pintura pintada em óleo de tesão com prazer.

Eu não via a hora dele me comer toda, puxei ele para cima de mim...ele tirou o shorts e veio contudo, enfiou com facilidade pois já estava molhadinha e começou a bombar... eu deitada no chão, sendo arregaçada, olhando para os casais nas varandas, ou o caras a se masturbarem, todos desejando estar ali, mudamos de posição algumas vezes, ora fiquei por cima, cavalgando e rebolando naquele pau mas a posição final foi comigo debruçada sobre a varanda, as pessoas podiam ver com clareza a minha cara de tesão, minha careta ao gozar muito.

No final, começaram a aplaudir (acho que eles não vem muito dessas coisas em Portugal) eu fiquei morrendo de vergonha, entrei correndo, segurando o meu blusão cobrindo o meu corpo, o sidney ficou lá, acendeu um cigarro e ficou curtindo a pode de garanhão dele.
Queria eu que esta aventura acabasse por aqui, ainda tem muita coisa para acontecer e muito sexo para vocês saborearem...”

domingo, 26 de setembro de 2010

Panela Ruiva Também Faz Comida Boa

Ola meninos e meninas sapekas !
Tudo bem ?
Eu estou bem obrigada, mas vivo cansada, comendo porcaria na rua e isso acaba comigo, meu corpo reage muito rápido à comida, rs. Falando em comida e reação do meu corpo me fez lembrar de uma história que cai bem nesses trocadilhos.

“Um trabalho atrás do outro, já fiz até casamento! Alguns são legais, outros são chatos, e alguns... bom, alguns tem tudo para ser chatos mas acabam se revelando muito legais, isso por causa das pessoas, eu adoro pessoas, adoro fotografa-las mas nem sempre isso é possível. Eu fui contratada para fotografar gente importante como empresários, políticos e mais um bando de gente esnobe que não quer ser nunca fotografada porque tem o rabo preso com alguem , nem que seja com a mulher.
Escolheram o hotel mais chique de São Paulo, 5 estrelas , a diária pode chegar a custar mais caro do que o meu salário, é algo além do alcance dos reles mortais. Se alguém já foi em um congresso desses sabe o quanto é entediante ver aquelas palestras e o pessoal anotando como se realmente estivesse prestando atenção em alguma coisa. Era o dia todo de palestra e workshops então meu dia começava cedo e ia até tarde fotografando sem descanso.

Fotografei a chegada de todos, a cerimônia de abertura porém as palestras só aconteceriam no dia seguinte então fui dispensada, porém eu tinha que ficar por ali caso alguém chegasse ou eles precisassem de mim, como eles pagaram as diárias para que eu ficasse 24 horas no hotel então sem problema nenhum! Subi para minha suíte e me joguei na cama, me sentia naquele filmes, “Julia Roberts life style” rs, tomei um demoradíssimo banho na hidro, mexi em tudo, revirei cada centímetro daquele quarto, descobrindo aquele mundo de riqueza, me senti um criança no mudo dos doces, com a música alta, dançando feito uma maluca, feliz da vida, a cama era maravilhosa, nossa e o chuveiro ? Com água bem forte que chega a doer na pele e bem quente, soltando fumaça.

Mas nem tudo é alegria, o tempo foi passando e aquela euforia foi se transformando em agonia de ter que ficar presa, afinal não podia ficar desfilando por ai como um hospede, estava ali a trabalho. Aquela agonia foi me consumindo, foi se transformando em uma vontade louca de …..... fumar (pensaram em outra coisa né seus pervertidos, rs) então abri a porta da suíte e olhei para os lados vendo se não havia ninguém no corredor, me senti uma adolescente tentando sair escondida do quarto para que os pais não descobrirem que você fuma, o andar todo estava vazio então sem mais pesares, no elevador minha mente começou a viajar (ô mente fertil viu?!) eu olhava para a câmera e pensava “nossa quantas cenas esse cara já deve ter visto, altos bafos, altas traições, altas pegações... nossa sempre tive vontade de fazer sexo no elevador, será que um dia eu consigo?” e outras coisas, já que o hotel tem muitos andares então leva um tempo de elevador mas pelo menos pensar foi me distraindo, mas era só uma momentânea ilusão, pois ao se abrirem as portas a vontade voltou junto com o sopro de vento gélido que fazia naquela noite. Ao começar a caçar um lugar aconchegante para acender aquele cigarro de bêbado, aquele mísero cigarro solitário dentro do maço todo enrugado, palpo minhas pernas e minha bunda caçando meu esqueiro, olho dentro do maço, procuro novamente dentro dos bolsos, com muito sacrifício pois naquela calça apertadas colocar minha mão mesmo que pequena bolso a dentro quase não valia o esforço, foi quando lembrei que deixei o isqueiro dentro da bolsa! Isso que da fumar só de vez em quando, você nunca tem as coisas quando realmente precisa delas. 

As vezes deus mandam anjos em nossas vida, foi quando eu vi um em um canto, perto da saída de trás do hotel, encostado no muro, com a perna recolhida, fumando cheio de vontade e marra. Soltando a fumaça e me hipnotizando, ao me vir ele tomou um susto, pois achara que eu era o gerente, que se ele fosse pego fumando ele estaria encrencado e eu inocentemente perguntei o porque e ele me respondeu que ele era o nutricionista do hotel e tal, ficamos papeando e fumando até que ele precisou entrar novamente, terminei meu precioso cigarro e voltei para a suíte e me joguei naquela cama sensacional, era tão macia, tão terna, tão aconchegante que eu dormi como um urso, eu hibernei e acordei e desci para tomar café, pois eu achei mais adequado tomar café antes dos senhores, mas o pessoal achou que eu devia tomar café somente depois de todos eles e eu estava morrendo de fome, foi como se meu anjo tivesse se tornado meu anjo da guarda, passa o meu nutricionista (e eu já chamando ele de meu, rs) ele faz sinal com a cabeça para que eu o encontrasse naquele nosso esconderijo, chegando la ele já estava com o cigarro acesso me esperando, começando a nossa conversa mas ao me indagar pelo meu cigarro disse que eu não consigo fumar sem comer nada e expliquei a historia toda do café e ele disse que isso era uma ofensa, que ele como nutricionista entendia o valor nutricional que tem o café da manha e que ele só pegava no batente mais tarde então que eu teria a honra de tomar um café da manha preparado por ele.

Uma das coisas que eu achou mais charmoso e sexy é ver um homem cozinhar , então vocês imaginam como eu fiquei ali, encantada , vendo ele preparar meu café, imaginando ele pelado cozinhando só de avental (no meio de uma cozinha comercial, aham senta la claudia...) e pelo amor de deus estava delicioso, perguntei se ele era nutricionista ou o cozinheiro e ele disse que tinha seus dotes ai tirei sarro já na maldade “então quer dizer que você é bem dotado ?” ele ficou sem graça e continuou a preparar. E os dias corriam assim, eu trabalhando tirando fotos e mais fotos e fazendo as refeições na cozinhas, junto com a galera, já conhecia todos os funcionários da cozinhas, ele é super simpático então todos gostavam dele e logico que dávamos aquelas escapulidas para fumar e assim escondidos rolava uns pegas básicos, curtia os beijos dele eram intensos mas sem exageros, seila me sentia bem com ele, uma vibe positiva, saca ? Sentia aquela paz e ele era engraçado, me fazia rir com aquelas palhaçadas mas tínhamos falar de algo sério, estava chegando o dia da minha partida, eu partiria no dia seguinte, então teríamos só mais aquela noite juntos e então ele me convidou para uma festa que o pessoal da cozinha estava organizando eu relutei mas aceitei.

Os burgueses que me desculpem, mas adoro essas festa onde cada um leva alguma coisa, se junta todo mundo se junta na laje e pronto, ta feita a festa e assim foi aquela festa com pessoas de bem tentando fazer daqueles momentos o que traz felicidade as suas vidas, mas o que me trazia felicidade naquele momento eram aqueles lindos olhos claros, aquele corpo, aqueles lábios, com a bebidas ajudando a se soltar logo a vontade foi batendo e o clima começou a esquentar, eu já não estava mais conseguindo resistir e agente já estava dando muita bandeira então não resisti e a ideia de não misturar trabalho e prazer havia caído, demos um “perdido” no pessoal, pegamos o carro e voltamos para o hotel, subimos correndo, já aos beijos no elevador , eu tentava colocar o cartão na porta mas ele estava que nem louco, já me prensando , me xinxando, me beijando o pescoço, passando a mão pela minha barriguinha, respirando no meu ouvido, me deixando toda arrepiada, entremos quase tropeçando em nosso tesão e logo nos deparamos com a varanda e acho que tivermos a mesma ideia, passamos pela aquela cama maravilhosa e quentinha, para irmos direto a varanda fria.

Eu comecei soltando o meu cabelo, para mostrar o quanto eu estava soltinha para ele, ele ficou hipnotizado com o cair dos longos cabelos vermelhos e veio com tudo querendo me ter, mas eu queria com calma, uma coisa mais sedutora, assim como alguem que cozinha, assim como ficamos cozinhando nosso tesão em banho maria, fui beijando seu pescoço, levantando sua blusa e revelando aquele abdome e aquele peitoral, ele já me erguia e me apertava, eu fui descendo e descendo bem devagarzinho, abrindo o botão da calça, descendo o zíper, mostrando aquele cueca boxer branca e o volume da sua vontade de me comer ali mesmo naquele momento. Eu fui o mais cruel que eu mesma consegui, beijando e lambendo olhando e provocando, mostrando o quanto eu sentia tesão em chupar aquele pau, ele revirava os os olhos cada vez que eu abocanhava com vontade, chupando, sentindo ele todo na minha boca, cada veia, mas fiquei com medo de a diversão se acabar, me levantei e ele em um ato inusitado e virou e me deixou de frente pra rua, me debruçou sobre a varanda e arreou a minha calça, ele estava louco do jeito que eu queria, ele se abaixou e eu comecei a dançar, mesmo sem musica comecei a rebolar, somente no ritmo do desejo, e ele sem tirar os olhos da minha bunda, ele passava as mãos pelas minhas pernas, pela minha bunda, então senti ele me abrir deixando toda exposta para ele e senti sua língua me invadindo me fazendo gemer, a ideia de estar sendo observada no momento de prazer aumentava ainda mais as contrações do meu corpo, o nutricionista que me alimentou durante a semana toda agora estava com a boca toda no meu “prato” provando do meu melzinho, mas era hora de eu dar de comer (rs).

Eu mesma me posicionei e me abri, me entregando todinha para ele, ele já estava com o pau duro, apontando para o céu estrelado daquela noite e eu disse com a voz mais doce do mundo, jogando meu cabelo vermelho como o fogo que ardia entre as minhas pernas, “vem tigrão”, podem me zuar ou me chamar de cafona, mas homem adora ser tratado como o rei da cocada preta, ele veio já segurando o seu pau apontando, e enfiou tudo de uma vez, me da muito tesão essa sensação de ser penetrada, de ser aberta, é indescritível, quase gozo só com isso e ele estava mesmo afim de me fazer gozar, ele me comia gostoso , segurando meus peitinhos e me chamando de gostosa e falando bobagens no meu ouvido, eu olhava para a cidade imaginando quanto agora sabem que tem uma pessoa gozando neste momento, que a cidade nunca para, que vc pode não ver mas talvez alguem esteja fazendo sexo onde você menos espera.
Sempre que passo pelo hotel, vou lá cumprimentá-lo, nos tornamos “amigos” porque ele é muito gente boa, gosto de pessoas assim, legais engraçadas, que te fazem gozar e ainda te preparam um super café da manha...”

sábado, 31 de julho de 2010

Sexo é Arte, Gozar... Faz Parte.

Olá meninos e meninas sapekas!
Tudo bom com vocês ? Eu vou bem obrigada.

Hoje nosso conto é uma homenagem ao dia do orgasmo, e para comemorar vou contar o dia que eu quis mais ter um orgasmo e não tive.
As pessoas acham que eu sou apenas essa garota que fala sobre sexo e esquecem que eu sou uma pessoa que tenho cérebro que gosto de outras coisas, as aparências enganam e não só quanto a mim, então é disso que o conto desta semana fala então sem mais delongas vamos a ele.

“Era uma mesa de bar com os amigos e as amigas como outra noite qualquer e quem se filosofava e se conversava alimentadas pela cervejinha gelada, e a discussão se virou para um rapaz, chamado Richard mas agente conhecia ele como “Ric”, e os meninos e algumas meninas juravam que ele era gay e outras meninas juravam que não, que ele era apenas um cara educado, fino, elegante. E ele era realmente assim, era um rapaz elegante, se vestia bem, tava sempre alinhado perfumado e gostava de coisas requintadas como vinhos e livro ao invés de futebol e ultimate fighting e eu achava isso o máximo e fiquei sentida em os meninos pegarem no pé dele então decidi que ia provar que ele não era gay, como faria isso ? Investindo no menino. Eu achava ele bonito e charmoso mas nunca senti vontade, acontece, não era o meu tipo preferido, então preparei o terreno e ligava pra ele sempre para combinarmos de sair, coisas banais e até um pouco cults como ir ao cinema, tomar um café, ir na livraria apesar de eu adorar esses passeios e me sentir bem com o fato de que eu possa ser amiga de um homem sem que ele ache que pode me comer e conversar e rir sem ouvir um gracejo, mas eu estava perdendo tempo então eu precisava agir então comecei a caprichar e a provoca-lo mas ainda nesses programas porque além de que eu não podia dar na cara era o que ele topava fazer.

Eu via o quanto ele ficava nervoso com a situação, com isso tinha mais certeza que ele não era gay e me sentia mais confiante e me preparei um dia , (teria que ser aquele dia) coloquei um vestido leve e uma sapatilha, quando nos encontramos vi que o seu olhar era um misto de tesão, por me ver daquele jeito, e estranheza por eu estar tão “desarrumada” para fazer aqueles programas cults, mas eu fui esperta, escolhi logo um exposição de arte erótica, eu reparava que ele olhava os quadro , ouvia meus comentários provocando-os e reparava no meu corpo discretamente, olhava minhas curvas admirando-as e quando eu olhava pra ele ele desviava o olhar rapidamente e suava frio de nervoso o coitado (confesso que aquilo quase me deu um prazer masoquista de torturar o coitadinho) então ele disse para irmos para uma exposição no masp (museu de arte) eu queria ficar mais mas ele insistiu (e nós sabemos o porque) então atende seu humilde pedido e fomos ao masp, la chegando eu vi que tinha sido uma ótima ideia (não seu se o danado já tinha pensado nisso ou foi mera conhecidencia) pois era um dia de semana a tarde e o museu estava praticamente vazio, me bateu aquela vontade de fazer sexo ali mesmo com os quadros nos observando como se quisessem sair da tela o se juntar a nós, como se o desejos pudesse invadir a arte e transpassar o momento do retrato, minhas pernas foram se agitando, minhas mãos inquietas não paravam de toca-lo como se os toques pudessem descarregar um pouco do tesão que começava a subir em mim e quem sabe até despertasse um pouco nele. E talvez até tenha funcionado porque quando coloquei o pé sobre o banco para arrumar minha sandália eu vi os olhos deles se arregalando (ops, acho que ele viu mais do que devia)

Então para aumentar a sua tortura fui ao banheiro e tirei a calcinha (que estava já com sinais que eu estava úmida) e o sutien, coloquei na bolsa e voltei, quando voltei vi ele se contendo, apertando o próprio pau (como se quisesse dizer a ele, abaixa amigão, agora não é hora disso) era a minha deixa, cheguei de fininho atras dele e coloquei minhas mãozinhas no seu ombro e comecei a fazer massagem dizendo que ele estava tenso ele se empinou (e com certeza se arrepiou até a cabeça do pau) ele se levantou e ficou de frente para mim , me olhou nos olhos e me perguntou o que eu queria com aquilo, que ele sabia que todo mundo chamava ele de viado mas que ele não ligava só queria viver a vida dele, então eu me aproximei e disse: “Eu também não ligo, só me deu vontade de você...em mim...” e então nos beijamos e o clima logo esquentou e fomos para um canto do museu e então não havia quem nos contesse, ele me pôs contra a parede e começou a beijar o meu pescoço, nossa eu me arrepiei toda, eu puxava o seu cabelo e comprimia o seu corpo contra o meu então enlacei minha na minha perna na sua e ele entendeu o recado e sua mão começou a subir por ela até ele chegasse a minha bucetinha, pude sentir a sua surpresa mesmo que ele não tivesse parado de me beijar, mesmo que eu tivesse de olhos fechados concentrada pudia imaginar e sentir suas reações. Ele devei ter sentido que ela já estava molhadinha aquela altura do campeonato então eu senti seus dedos procurando a entrada e entraram logo dois, sem cerimonia, sem acanhamento, acho que todo aquele requinte tinha ido por buraco (para o meu “buraco” né ?) então me ajoelhei e abri a sua calça e tirei aquilo pra fora, ele olhava para os lados vendo de não havia ninguém e eu nem ia perder meu tempo com isso, queria mesmo era saber de cair de boca, nem esperei parecia um homem que não faz preliminares, nem lambi nem nada esfiei logo na minha boca e comecei a chupar, ele estava adorando fazia movimentos de leve como se estivesse me comendo, me dava prazer estar ali mamando gostoso sendo prensada entre meu macho e a parede, então me levantei, ele me pegou pelas pernas e me suspendeu, minhas pernas já o enlaçaram, ajeitou seu pau na porta da minha bucetinha e começou a bombar, eu podia sentir ele entrando todo, indo e vindo, me abrindo e fechando, nossa que gostoso... mas quando estava próximo a gozar ouvimos que alguem se aproximava, eu queria ficar ali só mais uma estocada e eu gozava, mas ele voltou a realidade e ficou todo nervoso fechando as calças... mas fazer o que ? Sexo é arte, gozar... faz parte."

sexta-feira, 11 de junho de 2010

um cineminha é sempre um bom programa

Ola meninos e meninas sapekas !
Tudo bem com vocês ? Eu estou bem obrigada. Todos vocês sabem que eu possui um perfil no formspring e me perguntaram aquilo que eu morria de vontade mas tinha vergonha e me lembrem de algo que eu morria de vergonha mas fiz., é isso mesmo! Eu também tenho vergonha, vergonha na hora de fazer sexo, pois acreditem.
Eu estava de pegação com um cara, nos conhecemos na balada, era um relacionamento sem muito credito, ele fazia o tipo bonitão, gostosão, mas que você não apresenta para a mãe de jeito nenhum sempre saiamos para curtir uma festa, bar ou balada ou seja sempre para a curtição e pegação mas em uma tarde qualquer ele me liga e diz que quer ir ao cinema ver um filme qualquer, nos encontrarmos a luz do dia, rs. Eu aceitei e achei legal a iniciativa dele, adoro cinema e é sempre bom fazer um programinha sem tanta pressão social.
Eu que escolhi o filme, ele pouco se importou com o que escolhi e em breve eu ia descobri o porque da falta de interesse no filme, escolhi “o ano em que meus pais saíram de férias” um filme brasileiro por isso havia pouca gente na sessão, chegamos cedo e as luzes ainda estavam acesas e pudemos escolher praticamente qualquer lugar que quiséssemos, obvio que ele optou por um lugar ao fundo mas eu sem saber se suas reais intenções eu não queria me sentar nas ultimas fileiras mas aceitei me sentar ao fundo. Agente mal se sentou e ele já veio com aquele desejo todo, me beijando me deixando acesa, me fazendo pegar fogo, como era gato aquele cara, era um tesão e que pegada! As mãos dele passavam pelas minhas pernas e eu já ficava querendo abri-las, mas eu estava lutando contra os meus desejos eu não podia me entregar ali, magina ! Onde já se viu um absurdo desse ?! Todo mundo ia ver seria muito... deselegante.
Mas ele não parava, as luzes se apagaram e ele foi com mais sede ao pote, já estava completamente molhadinha, estava um tempo sem fazer sexo e aquele cara era muito gosto, mas eu respirei fundo e o afastei, disse que o filme ia começar. Ele então se sentou direito e começou a ver o trailer, mas aquele danado não iria desistir, podia sentir as sua mão esbarrando em minhas pernas de proposito, podia ver que ele olhava fixamente para o meu decote nas cenas “claras”, ele estava me comendo com os olhos , mordia os lábios, ele nem via o filme só ficava olhando para e pensando em me fazer uma maneira de me fazer ceder e fazermos sexo ali mesmo, no escurinho do cinema, com o risco de que todos nos pudessem ver.
Eu não conseguia prestar a atenção no filme, só pensando ou não se devia me entregar ali, por um lado eu morria de vergonha e medo de que as pessoas, não que eu nunca tivesse feito com pessoas olhando, mas ali não era lugar de se fazer, elas não eram coniventes daquela situação, minha orelha esquentava de imaginar as pessoas falando daquela vadia que estava dando no cinema. Por outro lado me exitava todo aquele desejo, a vontade de me consumir em qualquer lugar, vi que ele já estava de pau duro e vira e mexe ele passava a mão sobre o seu pau para conte-lo dentro da calça, minha boca começou a ficar aguada de desejo de chupa-lo, os lábios minha bucetinha começaram a se abrir inconscientemente de tanto tesão e ela já estava molhadinha, ela estava pegando fogo, podia sentir o calor entre as pernas e eu cruzava as pernas me contorcendo de vontade.
Até que não pude mais aguentar, em um movimento que até mesmo ele se assustou comecei a beija-lo e minha mão foi direto sobre o seu pau, abri o zíper e coloquei para fora, aproveitei as luzes que as cenas as vezes proporcionavam para olhar para o seu pau ali enorme e latejando, comecei a punheta-lo bem devagarzinho, mas bastante intenso voltei a beija-lo e ele já passava a mão pela minha perna me puxando para mais perto dele , como se quisesse que eu sentasse em seu colo, eu já toda torta, com a mão dele em minha bunda e eu a masturba-lo pensando que todos estariam vendo e sabendo o que estávamos fazendo, então eu já estava perdida então perdi totalmente as rédias.
Me posicionei e me abaixei e cai de boca sem dó naquele pauzão, minha mente estava a mil, pensando o que as pessoas estariam falando, e de repente tudo se foi eu só estava me concentrando na minha boca cheia, as únicas palavras que habitavam a minha mente eram chupar, lamber, mamar, pau enorme, todo na minha boca, gozar, leitinho, porra, até a ultima gota, e assim se foi chupei até que ele gozasse e eu pudesse beber tudinho. Ele quis me retribuir, me ajeitou na poltrona sentadinha e obediente e pôs sua mão por dentro da minha calça e começou a me masturbar, o danado era bom nisso, massageava o meu grelinho, abria bem os lábios e esfregava sem parar, falava bem próximo ao meu ouvido, me chamando de gostosa, de tesuda, de o quanto ele estava morrendo de vontade de me comer ali mesmo, de me ver cavalagar em seu pau, de comer o meu cuzinho, que se pudesse me comeria todos os dias, que eu ele ia judiar de mim, que ia esfolar a minha bucetinha e meu cuzinho. Aquilo me levou ao orgasmo rapidinho, eu eu me contorcendo para não gemer, para não dar nenhum sinal, tentava olhar para os lados e ver se alguem estava nos vendo mas meu olhos se reviravam perdidos enquanto eu gozava muito.
Não aguentamos e fomos para o motel fazer sexo até cansar, acho que nunca estava tão ligada e tão disposta como desta vez, o escurinho do cinema e a sensação das pessoas me vendo e morrendo de vontade de estar em meu lugar me deixo com vontade de meter a noite toda. Tive que voltar outra vez ao cinema, sozinha desta vez para poder entender o filme, era um ótimo filme, mas eu ficava lembrando do que havia acontecido, ao chegar em casa após o filme eu me acabei de me masturbar lembrando.

sexta-feira, 14 de maio de 2010

Trocando a marcha

Olá meninos e meninas sapekas !
Tudo bem com vocês ? Eu estou ótima, sabe eu estava vendo os treinos da formula 1 em monaco esta semana e ficou morrendo de vontade de estar lá, deve ser lindo demais, não é ?! Bom o fato que nos interessa é que lembrei quando esse mundo das corridas e carros entrou em mim (rs) se me permitem o trocadilho, mas vamos ao que interessa de verdade, ao conto desta semana.
As fico pensando em como realmente devo ser boa naquilo que faço, afinal mesmo tendo perdido o emprego trabalho não faltou, recebi várias propostas como freelancer, algumas bem interessantes, e uma dessas foi fotografar todos os dias em Interlagos, apesar uma corrida de stockcar e não da formula 1 eu estava empolgadíssima ! Obvio que eu eu ia arrumar um jeito de colocar meu pai e meu irmão para dentro e realizar o sonho dos menininhos para ver uma corrida de carrinhos.
Eu acordei cedo ainda na quarta feira para fotografar a montagem,ainda estava escuro, eram quase cinco da amanha e eu já estava de pé fazendo o café da manha e tomando meu banho, normalmente eu sou muito sonolenta pela manha, mas naquele dia eu estava extraordinariamente agitada, entrava no quarto do meu irmão a cada 5 minutos, até a parte que peguei ele pelado, se arrumando, então percebi que estava sendo inconveniente. Consegui que meu irmão viesse comigo, nomeando ele como meu ajudante, me lembro de ter levado muita coisa, coisas que eu sabia que eu não ia usar, só para convencer que eu precisava de um ajudante e ele poder entrar comigo. Fotografei a amanha toda, e logo estava na hora do almoço meu irmão disse que ia almoçar em casa, por mim tudo bem então ele se foi e eu fui ao refeitório do autódromo para almoçar, sentei em uma mesa para almoçar ouvindo meu mp3 quando sou interrompida por um cara, me pedindo licença para sentar-se na minha mesa, como o refeitório estava realmente estava cheio não seria justo deixo comer em pé para me dar o luxo de comer sozinha, odeio comer sozinha mas comer com um completo estranho é sempre constrangedor, mas minha educação me fez permitir, ainda mais porque era um estranho gato, e com um sorriso mais lindo que eu já vi, totalmente puro e encantador.
Lhe disse “hello stranger (olá estranho)”, ele me olhou surpreso então sabia que ele tinha visto o filme “closer”, então continuei “meu nome é alicia, prazer” para que ele pudesse voltar a respirar normalmente(rs) ele então se apresentou, seu nome era Rodrigo e assim começamos a conversa. Quando ele descobriu que eu era fotografa logo me perguntou sobre o colete que é tão tradicional na imagem de um fotografo, mas eu não uso, uso um bat-cinto, ele achou aquilo o máximo, mas acho que ele queria mesmo era ver o meu corpo. Então eu me permiti dar uma olhadinha no “corpitcho” do rapaz. Ele era bonito, tinha uma postura de presença, comecei a me interessar, mas então eu lhe questionei o traje que vestia, ele me disse era um macacão de pilotagem, mas ele era ex-piloto de stockcar mas estava ali como piloto de segurança, mas o que me chamou a atenção mesmo foi que ele trabalhava como instrutor de escola de pilotagem da BMW.
Conversamos bastante durante os outros dias, almoçamos todos os dias juntos, ele me prometeu uma visita a escola e quem sabe me dar umas voltinhas, então trocamos telefones e marcamos de sair outro dia. Consegui levar meu pai e meu irmão para ver a corrida, ficaram muito felizes.
Então as semanas se passaram, mas em uma sexta-feira qualquer ele me liga, queria saber o que eu ia fazer anoite, então combinamos de sair e que ele me pegaria em casa disse para eu caprichar no visual que ele ia me fazer um surpresa, na hora traduzi que ele queria dizer para eu vestir minha melhor calcinha(rs), mas com certeza não esperava o que estava para acontecer a seguir, passei horas me arrumando, mas no fim estava mesmo de arrasar, coloquei um vestido preto com um generoso decote, minha calcinha de renda favorita, uma sandália e um casaquinho pois fazia frio, ao descer la estava ele, me esperando encostado no carro, me olhando de cima a baixo, conferindo o material, mas ele não fez por menos, estava muito bonito, elegante mas informal, estava com uma calça jeans caprichada, e uma blusa social preta, um belo relógio, correntes e anéis. Ao me aproximar, desfilando, reparei que o carro que ele dirigia era uma BMW linda preta muito bem cuidada, ele disse que ele tinha algumas vantagens em se trabalhar para a BMW e abriu aquele sorriso que fazia molhar a calcinha e abriu a porta para que eu entrasse, sentei confortavelmente no banco de couro, mostrando parte das minhas pernas esperando.
Fomos jantar em um restaurante árabe, eu recomendo a todos vocês, na volta eu sei que ele tomou um caminho mais longo de proposito, passeando pela cidade, ouvindo musica, a cada troca de marcha ele dava um jeito de esbarrar na minha perna, tocando a minha pele. Ele de fato dirigia muito bem, ele tinha o total controle de carro, deslizava pelo asfalto como um patinador sobre o gelo, e eu podia sentir o carro, o motor, a potencia e sentada no couro gelido minha pele se arrepiava toda, e meus mamilos começaram a ficar duros e se sobressair, ele não parava de olhar o meu decote, quase podia ouvir seus pensamentos de desejos de cair de boca nos meus peitos, ele então fechou os vidro e ligou o aquecedor, disse que queria me deixar o mais confortável possível, relaxada então para entrar na brincadeira abri vagarosamente as minhas pernas, como se o calor, e o tesão, fossem amolecendo-as, ajeitei o decote ainda mais aberto, provocando o mais, quase deixando-os a mostra, vi a volume na calça, a sua excitação em me ter, me ajeitei no banco e comecei a alisar as minhas pernas, e a me masturbar por cima do vestido, mordia os lábios, fechei os olhos , somente ouvindo a musica, sentindo o carro, e o prazer ia aumentando, abri meus olhos e via as luzes da cidade, passando como rabiscos por estar entorpecida de prazer, olhava as pessoas na rua e pensava que elas nem ao menos sabia que naquele momento, no carro que atravessava a esquina frente a eles havia uma garota gozando.
Ele então parou o carro, em uma rua comum, nem era escura ou vazia, estacionou como um verdadeiro as do volante, ele tirou o cinto e já ia sair do carro provavelmente imaginando que subiríamos para o seu apartamento, mas logo coloquei a mão sobre a sua coxa e lhe tasquei um beijo do mais ardentes, ele logo passou suas mãos cheias de dedos por todo o meu corpinho, ele estava imóvel sentado ao banco, enquanto eu estava envies, se o carro não fosse completamente filmado, com certeza as pessoas que passassem viram meu rabinho empinado quase de quatro apontando para o vidro. Então fui descendo, abrindo a sua blusa botão por botão, beijando seu peito, abri toda sua blusa e fiquei passando a mão em seu peito, beijando sua boca intensamente, até que desci a mão e coloquei sobre o que eu realmente desejava, o seu pau, que já estava a ponto de explodir, desabotoei sua calça, abri seu zíper e vi aquele pauzão pulando pra fora da cueca boxer.
Desta vez sem enrolar comecei a chupar, estava com muita vontade de chupa-lo, lambe-lo todo, de senti-lo preencher toda a minha boca, enorme e duro cheio de desejo, mamei gostoso da cabecinha a base, freneticamente, matando minha sede de rola, podia seus músculos se contraindo, e aquilo me dava mais tesão, então eu mamava e mamava com mais vontade, mas sabia que se não parasse a nossa diversão ia acabar, então me levantei e vi ele com a mão sobre o volante, se contorcendo de tesão, sobi no colo dele e comecei a rebolar no pau dele, sobre a calcinha para aumentar mais a vontade, deixei meus decote ficaram bem na cara dele, ele ficou secando a noite toda, olhando , imaginando o momento que ele mesmo não aguentaria se levantaria e chuparia meus peitos no meio do restaurante, mas ali estava a sua recompensa por se comportar, ele abriu meu decote e chupou meus seios como se não houvesse amanha, ele se acabou no meio deles, ele mordiscava o biquinho que me dava muito arrepio, dava um pouco de dor, mas me dava mais tesão. Ele então reclinou o banco, tirou minha calcinha e passou a mão na minha bundinha, apertava ela enquanto nos beijávamos, eu comecei a sentar no pau dele, cavalgando gostoso, requebrando como uma dançarina do é o tchan, rebolando, ele não precisou fazer nada, eu fiz todo o trabalho, então vi que tipo de instrutor ele era, ele me virou e me pôs de quatro sobre o banco e começou a me comer, me apertava na cintura e me puxavam para ir cada vez mais fundo, bombando na minha bucetinha com força, depois ele me arreou o outro banco e me deixou deitada sobre o meio deles, com a bunda empinadinha, e começou a me chupar, lamber a minha bucetinha todinha, então me certifiquei que ele lambesse o meu cuzinho também rebolando na cara dele, ele parecia que conhecia varias poses dentro do carro, depois se sentou no passageiro e me fez sentar em seu colo, eu sentava naquele pau enquanto me mordia o pescoço, com uma mão apertando o meu peito e outra massageando o meu grelinho, nossa me levou a loucura e nos gozamos juntos.
Ele então me levou para casa, dessa vez com mais agressividade, me fazendo sentir-se em uma corrida de carro, ele realmente dirigia como um piloto, mas a noite não estaria completa se eu não experimentasse fazer um boquete em um carro em movimento, ele diminui a velocidade e eu cai de boca, sentir o motor vibrando, o couro do banco e o quente do leitinho jorrando na sua garganta é algo que eu recomendo, desci do carro lambendo os cantos da boca e chupando a ponta dos dedo, depois de ter tomado aquela porra até a ultima gota.

sábado, 13 de março de 2010

amig6s...

Olá leitoras e leitores !
Tudo bem com vocês ? Tava pensando no valor que os amigos teem em nossa vida, eu prezo muito meus amigos e as vezes as pessoas confundem quando tenho amizades do sexo oposto, dizem que eu estou de safadeza, eu sempre me dei melhor com meninos, desde a época de colégio e o conto de hj é sobre o dia que reencontrei um desses amigos.
Na época do colégio a fofoca rola solta, tudo que você faz logo chega na boca do povo e muitas vezes aquilo que você não fez também, foi assim que aconteceu eu conheci um grande amigo assim sem querer e nos tornamos amigos indesgrudaveis, quem não gostava muito disso era a namorada dele na época, tínhamos amigos em comum, ela tento ficar minha amiga mas quanto mais as fofocas rolam mas crescia o ódio dela até que eles terminaram, ninguém acreditava que nós não tínhamos nada, todos achavam que ela tinha traído ela comigo, que eu era uma safada que roubei o namorado da amiga, confesso que morria de tesão nele, que rolou um clima aqui em casa, mas não rolou nada nem um beijo, mas acabou o colégio e eu nunca mais o vi. Até que um dia assim sem querer, seis anos depois, nos encontramos no Viena, um café aqui em São Paulo, relembramos nossas historias e trocamos telefones, chegamos a sair algumas vezes com a turma do colégio e comecei a pensar como seria o beijo dele, ai na véspera do meu aniversario ele me liga, disse que queria falar comigo, a primeiro momento fiquei até preocupada achando que tinha acontecido alguma coisa, para ele ter me ligado assim do nada, mas ele parecia bem, disse que queria em encontrar anoite, não achei que ia rolar nada mas pus uma calcinha bonita, agente tem que ir prevenida né ?
Fomos a um barzinho, começamos a conversar sobre os velhos tempos, sobre os planos para o futuro, achei que ele só queria mesmo por a conversa em dia, era dia de semana então voltamos cedo porque nós dois trabalharíamos no dia seguinte, ele foi me levar em casa como um cavalheiro, mesmo que o bar fosse pertinho da minha casa, só que ao descer a minha caçada o pneu furou, nem cheguei a entrar e ele me liga dizendo que tava na porta, que ele ia trocar o pneu, ai sai fui la fazer companhia para ele, fiquei la admirando ele enquanto tirava as ferramentas mas vi que ele não estava conseguindo trocar o pneu, era uma noite quente e ele já tinha perdido a compostura e estava sem camisa, a mão suja, então pediu que eu ligasse para o seguro, mas eles avisaram que ia demorar um pouco, porque de madrugada era mais difícil, então estávamos presos ali eu e ele, e ele perguntou se eu não ia perguntar o porque eu tinha ligado pra ele, eu disse que achei que era para conversar, mas ele me disse que era porque tinha sonhado comigo, e que pela primeira vez tinha acordado com vontade de me beijar e pensou “porque não”, tomo mundo sempre culpou a agente por algo que não fizemos, então agora podemos fazer, ele mal terminou de falar e eu já estava beijando ele, ficamos ali no carro beijando muito tempo, bem devagar, tirando o atraso de 6 longos anos, cada segundo, nunca achei que poderia beijar um cara tanto tempo sem fazer sexo, minha mente ficou branca, só pensava naquele momento e a nossa historia passou como um filme em minha cabeça e quando dei por mim a vontade de fazer sexo ali mesmo começou a crescer e fui atiçando ele, era a oportunidade de fazer sexo com uma velho amigo e de realizar uma fantasia de transar no carro, mas eu estava com medo, eu estava na porta da minha casa, mas isso não nos impediu, e logo começando a nos acariciar, eu pus seu pau pra fora e comecei a chupa-lo do jeito que eu adoro, bem devagar, indo até o final, lambendo, chupando, pega ele pela base, apertava suas bolas, aquele pau era todo meu, aquilo que eu pensei um dia estava se tornando realidade, tendo aquela tora na minha boca, era uma delicia. Minha bucetinha estava encharcada, quando saber se ele era bom mesmo, queria ser chupada com vontade também, e meu pedido foi atendido, ele me levou a loucura com sua língua, ora chupava, ora lambia, ora mordia, ele separou bem os lábios, deixando a parte rosada bem a mostra, o buraco se abrindo para ele enfiar seus dedos bem la no fundo, o menino hábil, ele devia ser tecladista, ia fazer sucesso, pelo menos no “solo” que ele fez na minha bucetinha eu atingi notas de gemido que não achei que seria fácil, rs. E assim tive minha primeira experiencia dentro de um carro, com um pneu furado em um delicioso sexo contido pela falta de espaço e de vergonha.
Mas a noite não acabou para ele ai, não foi incompetência não ter conseguido, o para fuso foi posto com maquina pressurizada então teve que guinchar o carro e levar para oficina, tadinho fiquei com pena dele. Perdeu a madrugada toda, mas como consolo comeu a amiga.

sexta-feira, 5 de março de 2010

Só era preciso um as de paus...

Ola leitoras e LEITORES !
Eu sinceramente não ia escrever esse conto agora, mas devido a insistência de muita gente e da própria pessoa em questão que autorizou, a aninha que é uma pessoa meio tímida para essas coisas, eu decidi como foi a minha vingança, juro que não planejada, para a aninha.
Vocês lembrando do meu doutor né ? Então depois daquele dia nós começamos a sair outras vezes ele não era só bonito ele era inteligente, ai me perguntei o que diabos leva um cara a ser ginecologista, e gamei pela sua resposta , ele me disse que não verdade ele não queria ser ginecologista e sim obstetra (que cuida de gravidez e parto) desde criança ele brincava de medico (hahaha sei...) e gostava de fazer parto nas amiguinhas, de ver elas gravidas e ele queria muito ser pai, aquilo me comoveu agente pensando que era um menino tarado que queria ver bucetinhas e o cara me diz uma coisa dessa ? Gamei na hora!
Mas um certo dia agente tinha combinado de sair mas ele ligou dizendo que não poderia que iria ficar no hospital, mesmo saindo com um medico não achei que ia passar por isso, ninguém aparece com uma emergência na bucetinha para chamar o ginecologista, mas como obstetra esqueci que as vezes os trabalhos de partos levam horas, enfim ai eu la desolada em casa morrendo de tédio, liguei pra aninha, queria saber o que ela ia fazer, ela disse que ia ficar em casa, que o namorado dela que mora longe não ia vir, já faz um tempo que eles estavam meio assim e ela tava chateada, então fui até a casa dela, fazer companhia pra ela, chegando la ficamos vendo filme e comendo porcarias, duas carentes comendo chocolates chorando vendo filme romântico, tadinha de nós, quando era las pelas 2 da manha o filme já tinha acabado, estávamos deitadas nos colchonetes conversando e toca o meu celular, era ele perguntando se eu queria fazer alguma coisa, disse para ele se juntar a nós, quando a aninha disse que não que não ia ficar de segurar vela, ai disse para ele trazer uns dois amigos, só pra aninha não ficar sozinha, ele disse que tudo bem, nem havia desligado e já estávamos indo para o quarto, nos arrumar. Fizemos mo zona , foi dificil achar uma roupa da aninha que servisse em mim, ela é pequeninha e tal, então ela pegou uma roupa da irmã dela, não era o meu melhor,mas era melhor que a minha eu acho, tinha ido para la, toda largada, não imaginava que fosse ve-lo, mais foi o que serviu, uma calça legging, uma blusa larga tipo abadá, de deixei a blusinha que eu estava por baixo mesmo, eu caprichei na produção da aninha, como ela tava meio chateada com o namorado então nada melhor que uma caprichada no visual... tava com uma saia e uma blusa de botões , meio social, linda demais a minha menininha. Então fomos pra cozinha prepararmos as bebidas, ficamos la um bom tempo preparando e bebendo já claro, afinal os meninos estavam demorando.
Por finalmente chegaram, meu doutor e um amigo dele, menino simpático, ou como chamam ele “entrosa fácil”, nos conhecemos brevemente e fomos pra sala, ligamos os som e ficamos conversando, até que decidir o que fazer, eu estava girando a garrafa vazia de vodka com o garoto novo disse que isso parecia verdade ou desafio, aquele jogo do colégio lembra ? Hahaha então decidimos voltar as origens e brincar disso novamente, mas claro que ia ter que rola algo a mais, decidimos que a cada 4 verdades a quinta era obrigatoriamente um desafio, e assim começou nosso joguinho. Começaram com verdades razoavelmente leves, com exceção da minha, queria ver aquilo pegar fogo, então logo chegou o primeiro desafio, o garoto novo desafiava o medico, ele então pediu que dissesse sacanagens no ouvido de alguem, mas todos tínhamos de escutar, obivamente já fui me preparando para ouvir, quando ele se levanta passa por mim e vai até a aninha, ele diz olhando pra mim, aquele filho da p*ta tava querendo me provocar ciumes, e disse “sabia que você tem uma bela bundinha? Queria era te xinxar e fazer você tremer na base sentindo meu pau duro”, eu já comecei a me empolgar, e o jogo rolando e as perguntas aquecendo também até que caiu um desafio entre eu e a aninha, era a minha vez de fazer ela pagar, disse queria que ela fosse até a janela e mostrasse os peitos pra todo mundo e gritasse para todos verem, ela ficou vermelha de vergonha, ela era meio tímida mas jogo é jogo, e la foi ela e mostrou aquele seios pra toda a vizinhança, e voltou pra mesa, vi que o nosso colega gostou muito desafio passou a olhar a aninha sem parar e ela correspondia esse olhar de uma jeito acanhando, meio se sentindo culpada pelo namorados, mas assim prosseguimos e as perguntas iams acabando até que a aninha perguntou qual era o desejo dele, e ele respondeu “strip poker” era a nossa deixa já me levantei pega na mão da aninha e perguntei se ela tinha aquele baralho, ela ficou meio relutante mas todos pediram e ela acabou cedendo, e ela foi pegar, fui com ela, chegando no quarto ela me chamou de louca, queria saber o que eu estava querendo fazer, eu disse que só queria que ela fosse feliz, sem medo, queria que ela liberasse seus desejos e não ficasse presa a um cara que nem da bola pra ela, que aquele cara lai na sala tava morrendo de vontade de ficar com ela e sabia que ela também queria, mas ela disse que era maluquice minha., pegamos o baralho e voltamos pra sala e começamos o jogo, aquele garoto era muito esperto , ele sabia jogar muito bom poker, ele conseguia se despir e vestir quando quisesse, se mostrando pra aninha porem sem se comprometer, a aninha sa estava muito empolgada, quando ela perdia uma peça ela vazia uma dancinha, sensual, sua blusa foi tirando aos poucos, desabotoando um por um, fazendo caras e bocas provocando o nosso convidado, eu não queria ficar atrás, quando perdi minha calça eu rebolei bastante, mostrando e escondendo minha bundinhas, querendo provocar o meu doutor, até que estávamos na mesa eu só de calcinha e meia, meu doutor de calça e cueca, aninha só de calcinha, e nosso amigo safado viciadinho em poker só estava sem camisa. E aninha perdeu, perdeu a ultima peça de roupa e teria que pagar uma penitencia, ela então revelou a sua bucetinha para nós, os meninos não repararam mas eu vi que ela tava molhadinha de tesão, meninas se ligam mais nesses detalhes, agente vê a vermelhidão destacar na pele branquinha, deve ter se esfregado a noite toda, morrendo de tesão, mas não bastava ali peladinha para nós ela teria a sua penitencia, e nosso colega nem falou nada, se posicionou e passou a mão sobre o pau dele, já entendemos que ele queria uma bela mamada da aninha, concordamos e ela mesmo sobre protesto teve de cumprir, ela então se ajoelhou e começou, tirou seu pau pra fora e começou a dar beijinhos, ela fechou os olhos e não abriu mais até acabar, ela sugava suas bola e deixou o pau do cara sobre o seu rosto, parecia aquelas vadias de internet, mamou com gosto, lambia a cabecinha, lambia o pau dele, sugava com vontade, eu sabia que a aninha num era muito experiente, depois de um tempo me confessou que se inspirou nas coisas que eu contava pra ela, e ela tinha aprendido direitinho, a danada tava me dando agua na boca, sentei no colo do meu medico e ficamos assistindo, ele ficou me masturbando e pegando nos meu peitinhos, mas também não queria perder um segundo, vendo a aninha cair de boca no pau do amigo dele, mas aninha me surpreendeu, quando cara estava prestes a gozar ela se levantou e achamos que estaria tudo terminado, mas ela sentou no colo dele e começou a beija-lo ajeitou o pau dele na sua bucetinha e rebolar no pau dele, ela estava fazendo sexo com um estranho, e na nossa frente, foi muito excitante, acabei com a minha bucetinha vendo ela metendo, ela realmente se soltou, cavalgava, rebolava, de quatro, 69, um vídeo porno ao vivo, nunca vou me esquecer daquelas cenas..

domingo, 13 de dezembro de 2009

almas gemeas

Ola leitores !
Vocês acreditam em alma gêmea ? Eu acredito mais não em apenas uma acredito que há varias delas espalhadas por ai e nem todas são seus parceiros, mesmo que você acabe se apaixonando por algumas...foi o que aconteceu com melissa eu fiquei apaixonada ela me ensinou a viver e devo muito a ela, ela me ensinou como surfar, falava sobre filosofia e sobre politica, era uma menina muito inteligente, e gostava de arte então eu a ensinei a fotografar, e admito que é estranho estar do outro lado da câmera...foi assim que nosso caso de amor puro e sincero começou , comigo sendo fotografada por melissa, era como somente ela fosse hábil a me retratar como eu gostaria, um dia sentada na varanda da minha casa deitadas na rede sob o luar conversávamos sobre a filosofia da arte e acabamos caindo no nu artístico, foi então que eu brincando disse que eu posaria pra ela, mas ela comprou a idéia, insistiu para me fotografar nua, e eu acabei sedendo, afinal como não ceder ao sorriso daquela garota, ao olhar carente como de uma criança, eu não podia resistir. Então na manha seguinte fui até a sua casa e la estava ela com um ar de excitação. Vi em seus olhos que ela estava ansiosa por aquilo, o que me deixou meio envergonhada, logo eu ... ela então me saudou com um suave oi e me deu beijo e foi tudo que foi dito por muito tempo , ela foi suavemente correndo suas mãos pela minha cintura e eu já me distanciei dela, e me posicionei no sofá, ela entendeu o recado e pegou a câmera e começou a me fotografar, ela parecia ter aprendido direito o que eu havia ensinado, mas o que mais impressionava era que quando se esta fotografando pede-se poses, caras e bocas ao modelo, mas agente não precisava tudo estava perfeito, como se dialogássemos apenas com o olhar. Mas eu ainda estava tímida, tirei minha blusa, meu sutien mas ainda cobria meus seios, era a primeira vez que melissa me via daquele jeito, não por estar nua, mas por estar sendo observada, sendo desejada, pois ela parecia gostar do que estava vendo então fui dando continuidade, tirei minha calça e minha calcinha, fiquei ali toda peladinha, ela não parava de fotografar, sob todos os angulos , todos os momentos, todos os centímetros do meu corpo sendo revelados ali para ela, era como se houvesse detalhes apenas para ela, como se houvesse uma mensagem de desejo amor e admiração ali escritas sob a minha pele arrepiada que somente ela pudesse ler. Ela então se aproximou colocou a suas mãos no meu rosto me olhou nos olhos e disse que eu podia relaxar que era apenas a velha e querida melissa que estava ali, e que ela podia relaxar, podia aliviar todos os medos, que podia se entregar, que ela não iria me decepcionar se eu fosse eu mesma e não cobrasse nada dela. Aquilo me deixou emocionada, eu estava pronta a me entregar a ela, meu coração era dela e eu pensava nela a cada momento livre, eu sentia orgulho dela e de ser “amiga” dela, eu enchia a boca pra falar dela, principalmente para ela mesma, os que me conheciam na época diziam que eu estava apaixonada. Meus olhos lacrimejaram naquele momento, ela suavemente limpou minhas lagrimas e disse “eu sempre estarei aqui, e não importa o que aconteça não deixe de ser quem você é...” e me beijou, foi um beijo ardente mas suave como só ela era capaz, não podíamos mais resistir ao desejo de amar, e assim nos entregamos uma a outra, seus beijos se estenderam pelo meu corpo como uma mostra de que ela o desejava por inteiro, ela se desfez de suas roupas rapidamente e logo estávamos nos amando livre de qualquer especulação, de qualquer pensamento, eramos como anjos , sem sexo, mas por ironia ela parecia em frenesi, quase endemoniada consumida pelo sentimento de desejo, quando ela começou a esfregar sua bucetinha na minha pude sentir o seu calor, eu percebi o quanto eu exitava uma pessoa, ela parecia realmente querer nos transformar em um único corpo, unindo cada parte do seu corpo ao meu, seus dedos no meu cuzinho, sua língua e dentes em meus mamilos, e sua bucentinha colada na minha e seus olhos em meus lábios mordiscados, fui então que me reviveu um desejo adormecido, no auge do meu orgasmo, eu subi em cima dela e deixei que o liquido caísse esquentando a minha bucetinha e encharcando seu com o meu xixi, ela me olhou e arregalou seus olhos amendoados, sem entender o que eu estava fazendo, por que estava ali mijando nela, eu nunca mijei tanto em minha vida, foram incontáveis segundos que parecia durar uma eternidade, então deitei sobre ela, unindo nosso suor ao liquido amarelo que revestia o seu corpo, ela me aceitou , me abraçando, e me beijando ela então disse que aquilo tinha sido algo surreal, algo além dos padrões mundanos, ela então nos colou na posição de meia-nove, mas eu fiquei por baixo desta vez, então eu fiz a festa, eu chupava sua bucetinha e lambia o seu cuzinho, queria que ela soubesse como aquilo estava sendo maravilhosa para mim também, e só de ela chupar minha bucetinha de volta, como se pudesse sugar o máximo do liquido que havia saído dali a pouco, como se ainda restasse um pouco de elixir escondido, mas ela havia preparado mais , logo senti um gosto diferente em sua bucetinha, ela então se ajeitou e começou a repetir o ritual e logo senti o quente cair sobre o meu colo e escorrer corpo abaixo, era uma sensação deliciosa, terna, aconchegante, única. Ficamos ali uma saboreando a outra como se o tempo fosse algo inexistente, mas o corpo reclamou após vários orgasmos, eu sabia que ali começava uma relação especial, algo que duraria a vida inteira, mas não como a maioria das pessoas, como eu disse eu tenho desejos por homens, mesmo que algumas garotas me toquem la no fundo, e no próximo conto eu conto como descobri que era de homens que eu me satisfazia e como eu e melissa nos tornamos apenas amantes.