Desculpe interromper mas eu precisava vir aqui contar isso para vocês. Achei que lugar nenhum no mundo seria melhor para isto do que o famoso blog da minha queridíssima amiga Alicia. Deixem eu me apresentar formalmente, meu nome é Mariana Fujikawa, tenho 21 aninhos e sou descendente de japonês, sim... aqueles olhinhos puxados, carinha de anjo e sou pequeninha mas acho que a descendência termina por ai, eu sou bem safadinha, desde pequena já sabia bem o que eu queria, e não era brincar de boneca, eu queria era saber dos garotos da rua, e adorava os mais velhos, e isso me deu muita experiencia, mesmo novinha já era um furacão de tesão e sedução. Nunca abandonei esse jeito de menina inocente que meus genes carregam , pois eles são muito úteis , fazer aquele jeito de ninfetinha safada, que os rapazes tanto gostam.
domingo, 17 de abril de 2011
Não há lugar como o 127.0.0.1
Desculpe interromper mas eu precisava vir aqui contar isso para vocês. Achei que lugar nenhum no mundo seria melhor para isto do que o famoso blog da minha queridíssima amiga Alicia. Deixem eu me apresentar formalmente, meu nome é Mariana Fujikawa, tenho 21 aninhos e sou descendente de japonês, sim... aqueles olhinhos puxados, carinha de anjo e sou pequeninha mas acho que a descendência termina por ai, eu sou bem safadinha, desde pequena já sabia bem o que eu queria, e não era brincar de boneca, eu queria era saber dos garotos da rua, e adorava os mais velhos, e isso me deu muita experiencia, mesmo novinha já era um furacão de tesão e sedução. Nunca abandonei esse jeito de menina inocente que meus genes carregam , pois eles são muito úteis , fazer aquele jeito de ninfetinha safada, que os rapazes tanto gostam.
segunda-feira, 25 de janeiro de 2010
Que Super-Homem...
Ola leitores e leitoras !
Como vão vocês ?
As vezes me sinto como uma criança inocente , mesmo que alguns descordem. Quanto mais eu conheço as pessoas, mais elas me surpreendes, pessoas as quais eu jamais suspeitaria que fizessem as coisas que eu escuto. Hoje pela primeira vez eu dou a voz a um homem, eu cedo esse espaço e faço dele as minhas palavras, pois sem palavras foi como fiquei, apenas ao ouvir daquela boca linda , que fazia movimentos delicados, suaves, como se fosse de sua própria natureza beijar e te levar aos céus. Me refiro a kal-el, um jovem amigo amigo do trabalho, ficamos próximo, ele me fazia rir, me fazia ficar felizes mesmo nos piores dias, e aos poucos foi me interessando por ele, mas isso acabou do dia que saímos pra almoçar e eu o indaguei o sorriso bobo em sua cara e ele me confidenciou...
“Você não acreditaria se eu te contasse, mas eu irei contar, apenas me deixa falar ouça até o final e não me pergunte nada , pois até agora não entendo o que aconteceu....
Eu faço faculdade la na ESPM, ta ligada né ? Então... tem uma mina, uma japonesa na minha aula de psicologia, que desde a primeira vez me chamou a atenção, ela entrou pela porta e eu não pude deixar de notar sua presença, ela estava tímida quase como se quisesse se esconder dentro dela mesma. Ela é do jeito que eu gosto tudo que eu mais tenho tesão em uma garota. Uma japonesinha, pequena deve ter por volta de 1,60m , cabelos curtos, daqueles que são fáceis de pegar de jeito que faz qualquer mulher arrear e ficar com a perna bamba, olhos amendoados pretos, com aquela forma característica da raça, peitinhos pequenos mas bem formados, durinhos tipo pera, saca ? Uma barriguinha seca, sem musculosa, com contornos que te levam ao pecado, me perdia fácil ali, e caralho , tem uma bundinha pequena mas redondinha, aquela que quando ficam de quatro você pode ver o cuzinho apontado pra lua todo enrugadinho, piscando pra levar rola. Eu logo pensei que eu precisava conhecer esta mina, ela me lembrava minha ex, lembra dela né ? Enfim... ela era meu sonho de consumo, ela veio toda tímida me perguntar algo que eu já nem lembro o que era, na verdade só conseguia olhar para aquela boquinha, pequena, com uma língua muito louca, vira e mexe ela dava o ar de sua graça, como se viesse ao mundo passear lentamente entre seus lábios. Descobri pelos corredores que havíamos amigos em comuns, fui perguntar sobre ela, eu queria saber mais sobre ela, o mlk me falou que ela namorava e ainda me alertaram sobre ela, que ela adorava provocar, se aproveitar dos homens. Mas eu nem liguei, afinal eu era vacinado pra essas paradas, deixei que rolasse, até que um dia ela vem falar comigo disse que sabia que eu tinha perguntado dela pro maluco, caralho que odio do filho da puta que me deu na hora, eu não sabia o que dizer achei que ela poderia estar brava comigo, achei que ia me dizer pra eu passear pq ela namorava. Eu não pudi mentir, então disse que sim e para minha surpresa ela ficou feliz com isso, ficamos amigos, mas de um tempo para ca a coisa começou a ficar seria, ela me contava coisas dela que eu acho que ela não contava para mais ninguém, ela me contava como gostava de ser pega de jeito, que gostava que o namorado gozasse na cara dela, mew nem fudendo eu acreditaria se ela mesmo não estivesse me contando, aquela japonesinha, delicada que a mãe não deixava nem ir na balada, acredita nisso ? As pessoas me dão medo, enquanto a mãe num deixa a filha ir na balada ela ta tomando gozo na cara na casa do namorado, puta mundo cão, bizarro pra caralho. E isso me deixou com muito tesão eu não conseguia mais durmir pensando em gozar naquele rostinho de anjo do oriente, ela ainda disse com aquela cara de safada que tinha pena de mim porque eu nunca havia conseguido fazer isso. Mew sem maldade, toda mina gosta de ser dominada, de ser tratada como cachorra na cama, eu não estou muito acostumado a isso, mas ela me transformou, eu parecia um viciado, louco pra come-la, pega-la de jeito como um animal no cio. E as provocações continuavam, agente se trombava no corredor e só faltava sair faisca, eu arrear a calça ele levantar a saia e meter ali mesmo. A cachorra dizia que amava o namorado, só pra me deixar mais com vontade, só pra dizer que eu podia desejar o quanto quisesse que quem comia ela era o namorado dela, e pior um dia chegou a me dizer que se ela não estivesse namorando era comigo que ela queria estar. Eu estava louco, mas aos pouco o jogo foi mudando, o feitiço virou contra a feiticeira, ela também já não se aguentava, fechava os olhos e suspirava se roçando no meu pau disfarçadamente. Então eu tomei uma atitude, puxei ela pelo braço e a levei para uma sala que não tinha ninguém, que ficava numa entrada meio escondida , as luzes apagadas mas as luzes do corredor me permitia ver tudo, a prensei contra a parede, ela relutou mas logo se entregou a sensação de impotência, ela não podia fazer nada, seu tesão era maior e eu também, hahaha. Beijava o seu pescoço, a cada cafunguada que eu dava ela se arrepiava toda e dava leves gemidos, meus dedos já estavam transpassado em seus cabelos, forçando a sua cabeça para trás. Fui descendo pelo seu colo, eu queria os seus peitinhos, e logo tive a gloria, levantei sua blusa e o sutien e comecei a chupa-los, eu parecia um bebe morto de fome, chupava com vontade até não caber mais na minha boca, minha língua guerreava com seus mamilos que estavam durinhos, o que mostrava que ela estava com tanto tesão quanto eu mesmo com todo o teatrinho de relutar. Mas logo a sua mascara caiu, ela passou a massagear a minha nuca e me pressionar contra o seu peito, ela estava tentou um orgasmo e prometi a mim mesmo que aquele ali seria só o primeiro, dizem que a mulher fica mais acesa depois do primeiro orgasmo e eu concordo totalmente. Levei ela pra mesa, a mesa do professor, onde agente podia se imaginar se pegando na frente de uma classe inteira. Ela abriu as pernas e as colocou em volta de mim e me puxou, eu podia roçar meu pau naquela xaninha, a calça era bem fina e eu podia sentir ela ficando meladinha, então eu sentei na cadeira do professor e tirei meu pau pra fora da calça e mandei ela ajoelhar, ela me olhos com cara de lolita e foi lentamente, ela pegou nele e começou a bater pra mim, fazendo aquele teatrinho de menina inocente, mas eu queria ver ela chupando, puxei ela pelo cabelo em pus a cara dela contra o meu pau, que já estava duro feito pedram apontado pro teto, ela começou a lamber, lambendo o meus saco, lambendo todo ele e enfim começou a mamar, a boquinha dela era tão pequena, que meu pau mal cabia na boa dela, mas eu não estava nem ai, queria mais é que ela se engasgasse com ele, e pelo jeito ela também ela mamava com vontade, e quando mais fundo ela ia mais em empurrava a cabeça dela então o inevitável veio, meu jato de porra quentinho direto na guela, ela estava determinada a me provocar , mesmo sendo claro que ela fazia aquilo para me agradar ela passou a língua entre os lábios, como se estivesse delicioso, ainda lambeu a ponta dos dedos, aquilo me excitou na hora, me levantei, e pus ela sobre a mesa, tipo debruçada sabe ? Deitada só da cintura pra cima , e com aquele rabinho empinado, baixei as suas calças, e comecei a mexer na sua xaninha, estava muito molhada, não tive nenhuma dificuldade, elas se abriu toda para os meus dedos, marcando a sua calcinha, era isso que eu que eu queria, que ela chegasse em casa e visse como ela ficou molhadinha comigo, logo arreei sua calcinha também, e pude ver a sua xaninha, depiladinha, apenas com poucos pelinhos , era a xaninha mais linda que eu já via visto, pequenininha, apertadinha, molhadinha, por mim, puta que pariu um homem não precisa de mais nada. Eu comecei a beijar-la, começando pelos grandes lábios, em seguidas os pequenos lábios e por fim mas não menos importante o seu grelinho cada vez que eu lambia o grelinho ela dava um gemidinho, com aquela voz afoita saca ? Eu me acabei naquela xaninha, meus dedos pareciam crianças hiperativas no playground hahaha e minhas língua explorando cada rugazinha daquele cuzinho exposto pra mim, senti o salgado melzinho anunciando o seus segundo orgasmo, senti a perna dela tremer, na pontas dos pés de se esticava a cada lambida que eu dava. Mas eu não podia deixa-la mais esperando, eu já estava com o meu pau duro de novo então era hora de terminar o serviço. Ajeitei meu pau na porta da xaninha dela, peguei elas pelos cabelos de novo, ela olhos para trás mordeu os lábios e com os olhos me disse vai gatão, eu to pronta. Então comecei a bambar forte, perdi a noção, a mesa saia do lugar e provavelmente fazia barulho, mas foda-se, eu tava hipnotizado com a aquela mina rebolando no meu pau, foi então que minha respiração começou a ficar ofegante, era o anuncio que eu iria gozar então ela se virou foi até o meu ouvido e disse, goza na minha cara gatão, prontamente atendi o seu pedido, ela se ajoelhou e eu pude gozar na cara dela todinha, ela ficou uns segundos parada só sentindo a porra quente sobre a pele do seu rosto . Ela se limpou lambuzando o dedo e o chupando, eu fiquei sentado na cadeira sem acreditar, já desejando uma segunda foda”
Depois disso perdi o interesse... me senti uma idiota por me interessar por um cara desse.
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domingo, 13 de dezembro de 2009
almas gemeas
Ola leitores !
Vocês acreditam em alma gêmea ? Eu acredito mais não em apenas uma acredito que há varias delas espalhadas por ai e nem todas são seus parceiros, mesmo que você acabe se apaixonando por algumas...foi o que aconteceu com melissa eu fiquei apaixonada ela me ensinou a viver e devo muito a ela, ela me ensinou como surfar, falava sobre filosofia e sobre politica, era uma menina muito inteligente, e gostava de arte então eu a ensinei a fotografar, e admito que é estranho estar do outro lado da câmera...foi assim que nosso caso de amor puro e sincero começou , comigo sendo fotografada por melissa, era como somente ela fosse hábil a me retratar como eu gostaria, um dia sentada na varanda da minha casa deitadas na rede sob o luar conversávamos sobre a filosofia da arte e acabamos caindo no nu artístico, foi então que eu brincando disse que eu posaria pra ela, mas ela comprou a idéia, insistiu para me fotografar nua, e eu acabei sedendo, afinal como não ceder ao sorriso daquela garota, ao olhar carente como de uma criança, eu não podia resistir. Então na manha seguinte fui até a sua casa e la estava ela com um ar de excitação. Vi em seus olhos que ela estava ansiosa por aquilo, o que me deixou meio envergonhada, logo eu ... ela então me saudou com um suave oi e me deu beijo e foi tudo que foi dito por muito tempo , ela foi suavemente correndo suas mãos pela minha cintura e eu já me distanciei dela, e me posicionei no sofá, ela entendeu o recado e pegou a câmera e começou a me fotografar, ela parecia ter aprendido direito o que eu havia ensinado, mas o que mais impressionava era que quando se esta fotografando pede-se poses, caras e bocas ao modelo, mas agente não precisava tudo estava perfeito, como se dialogássemos apenas com o olhar. Mas eu ainda estava tímida, tirei minha blusa, meu sutien mas ainda cobria meus seios, era a primeira vez que melissa me via daquele jeito, não por estar nua, mas por estar sendo observada, sendo desejada, pois ela parecia gostar do que estava vendo então fui dando continuidade, tirei minha calça e minha calcinha, fiquei ali toda peladinha, ela não parava de fotografar, sob todos os angulos , todos os momentos, todos os centímetros do meu corpo sendo revelados ali para ela, era como se houvesse detalhes apenas para ela, como se houvesse uma mensagem de desejo amor e admiração ali escritas sob a minha pele arrepiada que somente ela pudesse ler. Ela então se aproximou colocou a suas mãos no meu rosto me olhou nos olhos e disse que eu podia relaxar que era apenas a velha e querida melissa que estava ali, e que ela podia relaxar, podia aliviar todos os medos, que podia se entregar, que ela não iria me decepcionar se eu fosse eu mesma e não cobrasse nada dela. Aquilo me deixou emocionada, eu estava pronta a me entregar a ela, meu coração era dela e eu pensava nela a cada momento livre, eu sentia orgulho dela e de ser “amiga” dela, eu enchia a boca pra falar dela, principalmente para ela mesma, os que me conheciam na época diziam que eu estava apaixonada. Meus olhos lacrimejaram naquele momento, ela suavemente limpou minhas lagrimas e disse “eu sempre estarei aqui, e não importa o que aconteça não deixe de ser quem você é...” e me beijou, foi um beijo ardente mas suave como só ela era capaz, não podíamos mais resistir ao desejo de amar, e assim nos entregamos uma a outra, seus beijos se estenderam pelo meu corpo como uma mostra de que ela o desejava por inteiro, ela se desfez de suas roupas rapidamente e logo estávamos nos amando livre de qualquer especulação, de qualquer pensamento, eramos como anjos , sem sexo, mas por ironia ela parecia em frenesi, quase endemoniada consumida pelo sentimento de desejo, quando ela começou a esfregar sua bucetinha na minha pude sentir o seu calor, eu percebi o quanto eu exitava uma pessoa, ela parecia realmente querer nos transformar em um único corpo, unindo cada parte do seu corpo ao meu, seus dedos no meu cuzinho, sua língua e dentes em meus mamilos, e sua bucentinha colada na minha e seus olhos em meus lábios mordiscados, fui então que me reviveu um desejo adormecido, no auge do meu orgasmo, eu subi em cima dela e deixei que o liquido caísse esquentando a minha bucetinha e encharcando seu com o meu xixi, ela me olhou e arregalou seus olhos amendoados, sem entender o que eu estava fazendo, por que estava ali mijando nela, eu nunca mijei tanto em minha vida, foram incontáveis segundos que parecia durar uma eternidade, então deitei sobre ela, unindo nosso suor ao liquido amarelo que revestia o seu corpo, ela me aceitou , me abraçando, e me beijando ela então disse que aquilo tinha sido algo surreal, algo além dos padrões mundanos, ela então nos colou na posição de meia-nove, mas eu fiquei por baixo desta vez, então eu fiz a festa, eu chupava sua bucetinha e lambia o seu cuzinho, queria que ela soubesse como aquilo estava sendo maravilhosa para mim também, e só de ela chupar minha bucetinha de volta, como se pudesse sugar o máximo do liquido que havia saído dali a pouco, como se ainda restasse um pouco de elixir escondido, mas ela havia preparado mais , logo senti um gosto diferente em sua bucetinha, ela então se ajeitou e começou a repetir o ritual e logo senti o quente cair sobre o meu colo e escorrer corpo abaixo, era uma sensação deliciosa, terna, aconchegante, única. Ficamos ali uma saboreando a outra como se o tempo fosse algo inexistente, mas o corpo reclamou após vários orgasmos, eu sabia que ali começava uma relação especial, algo que duraria a vida inteira, mas não como a maioria das pessoas, como eu disse eu tenho desejos por homens, mesmo que algumas garotas me toquem la no fundo, e no próximo conto eu conto como descobri que era de homens que eu me satisfazia e como eu e melissa nos tornamos apenas amantes.
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domingo, 6 de dezembro de 2009
Da agua ao vinho
Olá leitores !
A vida da voltas não é mesmo ? Depois do termino do meu namoro de longa data eu estava amargurada, e o que toda mulher faz quando esta meio depre ? Compras ! Eu mudei totalmente meu visual e fui me empolgando, eu estava com raiva dos homens e essa raiva pode transparecer nas minhas roupas e nas minhas atitudes, cortei o cabelo bem curto, pintei ele de vermelho vivo troquei o guarda-roupa, coloquei dois piercings, um em cada canto da boca, o dinheiro que tava guardado comprei uma moto, eu estava sem limites, querendo extravasar comprei logo uma shadow 750cc, e vivia pelos bares da cidade chegando tarde mas ainda estava trabalhando na agencia. Imagine como minha mãe reagiu, eu sai de uma menininha inocente (pelo menos para ela... rs) para uma motoqueira com piercings, luvas de couro e capacete filmado, mas eu nem ligava eu estava disposta a viver a minha vida ao limite ao que me desse na telha, comecei a beber e a fumar também, só deus sabe onde eu estaria hoje se alguem muito especial não tivesse aparecido para mudar a minha vida.
Como eu já disse ainda estava trabalhando na agencia, e foi la que a vi pela primeira vez, não posso dizer que foi amor a primeira vista, porque eu estava ocupada de mais trabalhando, ela era da área comercial de uma revista, no qual a agencia costumava publicar alguns anúncios, nossos encontros foram ficando cada vez mais frequentes conforme eu ia sendo chamada com maior frequencia para fotografar nas campanha, mas eu nem sabia o seu nome. Foi então que uns amigos meus quiseram descer para o litoral e aproveitar o feriado prolongado, alugamos uma casa então e fomos, saímos antes do por do sol, não queríamos perder um minuto de sol e diversão, logo que chegamos tomamos um café rápido, nos trocamos e fomos direto para praia. Ainda havia pouca gente, chegamos realmente cedo, mas eu ali sentava na cadeira observando o mar quando vejo alguem saindo do mar com uma prancha, era uma garota... eu não podia acreditar nos estava vendo, era ela a garota da revista, essa é uma cena que nunca vou esquecer, uma japonesinha, baixinha, magrinha, mas com bastante silhueta, com uma pele queimada de sol , eu nunca tinha reparado como ela era gostosinha, do tipo mignon, a imagem daquele corpo molhado faz eu me acabar numa bela siririca, mas na hora eu não vi dessa forma, eu não queria transar, nem ao menos me masturbava a meses, mas aquilo me chamou a atenção, eu não conseguia parar de olhar para ela, enquanto se balançava tentando se secar, ela ficou a prancha na areia e se sentou ao sol e ficou a observar o mar e eu a observa-la... rs. Tomei coragem e fui la cumprimenta-la, mas quando eu disse oi lembrei que eu não sabia o seu nome, fiquei parada uns segundos , tentando achar palavras para saber o que dizer, mas não foi preciso, ela já disse oi de volta e me abriu um belo sorriso, e que sorriso, era uma das coisas que eu achava mais linda nela, era radiante, sincero mas ainda tímido, quase como um daqueles animado japoneses que os meninos adoram tanto, ela me reconheceu e disse que eu ficava bem como ruiva e começou a puxar assunto, e então nos apresentamos, ela se chamava melissa, então chamei para que se sentasse conosco e ela aceitou o convite, ela se enturmou rápido, logo já estava falando e abrindo aquele sorriso que depois ia iluminar meus dias. Ela contou que acordara bem cedo para surfar porque logo a praia ia encher e não ia dar mais, e começou a falar que ela gostava muito de surfar, que vinha todo final de semana, e disse que fazia isso desde de criança, eu disse que achava o surf algo muito bonito, que devia ser algo muito relaxante, ela então se prontificou a me ensinar, eu recusei de cara , não era algo que eu me imaginasse, fazendo, mas ela insistiu e eu disse que prometia que ia pensar, disse que se ela viesse conosco a noite passear pela cidade ela teria mais tempo de me convencer a fazer essa loucura. Ela pediu meu celular e disse que ligaria, ficamos na praia até a hora do almoço, me despedi da melissa e fui para casa, passamos a tarde jogados na sala , uns jogando carta outros vendo filme, e as horas iam passando e entre um momento e outro eu pensava em melissa, foi quando o meu celular tocou, eu nunca corri tanto para atender um telefone, e valeu a pena a correria ela disse um “alo” com uma voz doce, melosa mas alegre como se estivesse feliz em falar comigo, ela tinha aceitado meu convite combinamos horário e local, com ela o assunto fluía, e o som da sua voz quase me hipnotizava, mas eu estava no celular então tive que desligar, então perto do horário combinado fui tomar banho e me arrumar, eu deixei a aguas escorrer pelo meu corpo eu me sentia leve estava feliz novamente, mas ainda não sabia o porque, eu escolhi minha melhor roupa, demorei por tentar escolher algo perfeito, e por decidi por uma calça jeans bem justa e uma blusa bem folgada de gola bem larga mostrando os ombros e que eu estava sem sutian, parece que meu subconsciente já sabia, mas eu sou meio tapada quando se trata de relacionamentos, então subi na moto e fui me encontrar com ela, eu cheguei e ela arregalou seus pequenos olhos puxados, ela me viu chagando naquela moto enorme, ela me comprimento com uma beijo era a primeira vez que seus lábios tocaram minha pele , entreguei um capacete a ela e a olhei de cima a baixo, ela vestia algo simples como eu mas que fazia a diferença, ela vestia uma saia jeans e uma blusinha e um all-star, simples assim...mas para mim ela estava maravilhosas, arrumou seus longos cabelos sedosos e pôs o capacete e subiu na moto, ela se segurou em mim, me abraçando com força ela gritou que morria de medo de andar de moto, mas era como estivesse sussurrando ao pé do ouvido, então acelerei a moto e assim partimos, eu deslizava a moto pelo asfalto parecia tudo perfeito naquela noite, paramos em um barzinho da cidade eramos em umas 10 pessoas, mas para mim naquela noite só havia ela, ficamos a noite todo a conversar só nas duas, e que menina inteligente eu adorava conversar com ela, parecia que ela me entendia, conversamos sobre tudo desde fotografia e o quanto eu amava fotografar e de surf de como ela adorava surfar, ela então disse que adorava ir a praia anoite e ficar la sentada observando as estrelas, ela me olhou e sorriu, aquilo me bastava, demos fuga do bar e fomos a praia, ela tinha trazido um mp3 e ficamos ouvindo aquelas musicas de surf music, o fone era apertado o que nos fez ficar bem juntas, e logo o clima rolou, eu olhei naqueles lindo olhos amendoados e vi que era reciproco, e então deixei que suavemente seus lábios tocassem os meus, logo sua língua, ainda posso sentir seu beijo queimando em meus lábios, ficamos nos beijando bem devagar sem pressa embalada pela batida da musica, aquele momento foi magico, mas outras coisas ainda estavam por vir, eu me levantei comecei a tirar a minha roupa correr em direção ao mar e me joguei, lavando a minha alma nadando pelada ao luar, logo senti suas mãozinhas em minha cintura e la estava ela, também nua nadando comigo, e ficamo brincando na agua como duas crianças inocentes na agua...
Postado por _aliciadelicia às 16:19 0 comentários
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