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sábado, 19 de novembro de 2011

só as novinhas na sequencia do pente

Olá meninos e meninas sapekas!
Tudo bem com vocês? Eu estou bem... feriadão prolongado todo mundo curtindo, uns vão para a praia, outros para a piscina, ou mesmo morgam dentro de casa o dia todo, tudo bem cada um aproveita do jeito que quer, esse feriado eu fui para a praia, numa casa com piscina e udo e me lembrei de quando era mais nova, que passávamos os feriados na casa das amigas uma das outras, dormíamos juntas, falamos besteira, víamos filmes até tarde e comíamos baboseiras. Foram bons tempos e recordar é viver.

tinha acabado de fazer 18, ainda mantinha as minhas amigas de colegial, ainda mal tinha entendido o que a maioridade significava, sempre fui mignonzinho, então muitos ainda me davam 16 anos. Meu cabelo ainda não era ruivo, ainda não tinha nenhumas minhas tatuagens e nenhum dos meus piercings, era quase uma virgem. Hoje me lembro dessas coisas de quando era mais nova, da época que eu era dita como santa e às vezes me bate a certeza que talvez eu sempre tenha tido esse gosto pelo sexo, pela sedução, sempre fui carregada pelo pecado.

Eu e carol sempre fomos amigas, desde o primeiro dia do colegial, vivíamos juntas, tínhamos nosso grupo só de garota no colégio, ele tinha até nome e hino, mas não vou contar aqui porque né? Mó mico. Mas agente adorava, e eramos conhecidas na escola toda, eramos como unha e carne no colégio, até que um dia, ela me convidou para passar o feriado na casa dela, seus pais estariam viajando e ela e o irmão estariam sozinhos e como o irmão dela não costumava ficar muito em casa, ela não queria ficar sozinha então lá fui eu, de mala e cuia para a casa da Carol. Ficamos a semana toda fazendo mil planos até o fatídico dia.

A casa da Carol era muito legal, tinha tudo que qualquer garota podia querer, uma TV enorme na sala, um quarto só para ela, piscina, computador (que naquela época era raridade), som, vários CD´s e filmes , era tudo do maior conforto possível, até o sofá era daqueles que se você deitar nunca mais iria querer levantar. Só existia um território obscuro naquela casa toda, o quarto do rodrigo, irmão da carol, ele era bem diferente do resto da família, mas assim como todas coisas da carol essa era mais uma coisa que todas as meninas invejavam, o rodrigo era o sonho de qualquer adolescente, mais velho, devia ter uns 25 na época, tatuado, tocava guitarra, era cheio de fazer piadinhas, e quase sempre que o víamos, ele estava vagando pela casa como um zumbi de óculos escuros e de ressaca.

Bom... la estava eu com a minha mala na mão parada em frente aquela porta gigantesca esperando, pude ouvir o som dos passos correndo pela escada e vindo em direção a porta. Era a carol vindo me receber aos berros de felicidade, ficamos ali na porta nos abraçando, falando eufóricas pela felicidade de passar o feriado prolongado juntas. Mas fomos interrompidas por uma voz resmungando, era o rodrigo resmungando de nossa felicidade em vários decibéis, mal dava para entender o que ele falava, ele parecia um zumbi de cueca samba-canção, cabelo todo bagunçado, óculos escuros , um cigarro apagado na boca (ok, talvez o zumbi mais gostoso que eu já vi), ele estava indo fumar seu cigarro matinal(mesmo que já fosse quase de tarde), era a primeira vez que eu via ele assim sem camisa ao vivo, e ele estava praticamente desnudo, pude ver suas tatuagens perfeitamente e elas eram lindas, tudo nele era lindo, era másculo, era rebelde, era livre, era inspirador.

Fomos correndo para o quarto fofocar e falar sobre as futilidades de uma recém-passada adolescência e as horas foram passando até que resolvemos ir para a piscina, coloquei biquíni e tudo, mas como era tímida (acreditem, eu já fui tímida) coloquei também um shortinhos de lycra e uma blusinha de alça. Levamos um microsystem para a beira da piscina e ficamos lá torrando na beira e dançando o axézinho da época, nossa intenção não era cair na água, devia estar um gelo. Estava dançando feliz, requebrando como se não houvesse amanha quando o vi vindo em minha direção, eu fiquei vermelha de vergonha, mas ele fingiu nem ligar para mim, mas ao passar do meu lado, ele me empurrou e eu me desequilibrei e cai na piscina. A água estava um gelo, senti cada pedacinho do meu corpo congelar naquela piscina, e ele continuou andando como se nada tivesse ocorrido, maldito filho da puta! Ai que ódio que eu estava dele naquele momento. Eu sai da piscina soltando fogo pelas ventas, em contraste ao frio que eu estava sentindo, minha pele arrepiou toda devido ao choque térmico, o bico dos meus seios enrijeceram feito pedra e se sobressaiam a minha blusinha colada ao corpo, revelando minha barriguinha, o short que já era colado ficou socado na minha bundinha, em minha pélvis qualquer homem poderia desenhar facilmente o contorno dos lábios da minha bucetinha. Quando ele reparou na imagem que ele havia despertado, ficou parado por um tempo, meio sentado, meio em pé e depois veio com pedido de desculpa querendo me abraçar para me esquentar, ao encostar seu corpo no meu, deixar-me envolta em seus braços tatuados , meu ódio por ele aliviou por alguns segundos, mas só por alguns segundos, quando voltei a mim a carol estava gritando com ele e eu me afastei, empurrei ele puta da vida e sai andando em direção à um pedacinho de sol onde eu pudesse me esquentar. Acho que eu esquentei até demais, voltei a dançar a todo vapor e mesmo com óculos escuros eu sábia que ele me olhava, olhava a minha bundinha rebolando, imaginando as maiores perversidade com ela, hipnotizado, na época achei que ele estava tramando alguma comigo, mas inconscientemente eu sabia que ele estava me desejando arduamente.

Fomos para dentro ver TV e após um tempo rodrigo nos chamou para ir almoçar, ele mesmo tinha cozinhado, ele notou a minha cara de emburrada e ficou me paparicando, pedindo desculpa, mas no fundo, eu estava adorando esse carinho todo comigo. Eu me senti a garota mais f*da do mundo! Do mundo só não... Do colégio! E claro que pude ver o ciumes da carol nisso, ela implicava com ele mais do que o normal, mas eu confesso estar adorando isso, mas eu era uma menina boba e inocente achei que minhas provocações não iam dar em nada, que ele ia ficar “gamadão” em mim então continuei a provocá-lo sem ideia das consequências. 

Sempre que falava com ele, passava a mão em seus braços, sempre dava um jeito de encostá-lo, mesmo que minha boca estivesse dizendo coisas negativas. Ele ficava me zoando, tirando sarro de mim o que me deixava puta por um lado mas feliz por ele estar reparando em mim. E assim íamos passando o feriado, eu andava rebolando perto dele, deixando o máximo de pele possível e ele me zoando e pegando no meu pé.

Até uma noite em que eu e carol resolvermos ficar acordada vendo filmes, estávamos completamente a vontade, eu estava de camisetão de moletom e calcinha deitada no tapete aposto que daria uma ótima vista para quem estivesse atras, e adivinhem quem se deitou no sofá atras de nós assim de repente? O rodrigo que eu conhecia jamais iria ficar num sábado de feriado a noite em casa vendo filmes, então meu ego inflou achando que ele ia ficar só para ficar mais tempo comigo, como eu pude ser tão boba, mas aquilo serviu para perder a vergonha, eu ficava subindo a blusa devagarzinho, cada hora um pouquinho da minha bundinha era revelada, redondinha e durinha a minha bundinha era um premio aos olhos do rodrigo, e quando ela já estava toda descoberta decidi aumentar o premio ainda mais.. dobre as pernas e abri-as um pouquinho, dando a visão do meu “pacotinho”, as vezes eu olhava para trás, com a cara mais safada do mundo e via ele com a mão sobre a sua bermuda, apertando o seu pau, tentando se conter, como era aquelas bermudas de futebol dava para ver o volume nitidamente. Fiquei tão alucinada nessa brincadeira que nem prestei a atenção no filme, mas acho que a carol também não, quando olhei ela estava dormindo, então me levantei para ir pegar um copo de coca mas nunca imaginei o que viria a seguir.

Eu mal encostei no puxador da geladeira e ele veio me encochando, me senti arrepiada de novo, o bico dos meus seios endureceram novamente, não sei se pelo frio de estar encostada na porta da geladeira ou se foi de sentir o pau dele contra a minha bundinha. Ele veio dizendo que eu era uma novinha muito folgada, que eu fiquei provocando ele o feriado todo, que ele tava louco para me pegar de jeito, me beijar, mas a irmã dele estava sempre comigo como um carrapato e que ele só estava esperando uma oportunidade, eu consegui me virar e fiquei de frente para ele, de rosto colado tive a audácia, a cara de pau, a safadeza e inocência de perguntar “oportunidade para quê?” ele então se arqueou sobre mim com aquele tamanho todo e eu toda pequenininha não tinha nada a fazer a não ser aceitar aquele beijo cheio de tesão (não que eu fosse negar de qualquer jeito) foi a primeira vez que eu sentia o que é um beijo cheio de tesão, um beijo de um homem, aquilo me tomou e me deixei sentimento que se aflorava ali, ele me pegou de jeito mesmo, sem dó a mão dele já estava na minha bundinha, disputando espaço com a minha calcinha quase que infantil, ele me apertava toda, ele mal respirava, e eu fui sendo carregada naquela volúpia como se estivesse num furacão, a mão dele subiu por dentro blusa pelas minhas costa e veio tomando espaço até os meus peitos, eles estavam bem durinhos e eu soltei um suspiro, quase um gemido quando ele apertou os mamilos, ele tampou a minha boca e disse para eu ficar bem quietinha porque agente não queria acordar a carol, eu então balancei a cabeça concordando e ele foi beijando meu pescoço me arrepiando todo, os arrepios percorriam meu corpinho todo, da espinha até a bucetinha que já estava ficando bem molhadinha, até que ele levantou a minha blusa toda, estava quase só de calcinha, e eu começou a chupar, mordiscar, lamber, apertar meus peitos e eu lá no melhor momento da minha voda até o momento, querendo explodir os tímpanos alheios gritando seu nome, gemendo gostoso como uma verdadeira safadinha, plena e satisfeita, que era como eu estava me sentindo. Mas minha plenitude foi quando senti a mão dele escorrendo pela minha barriguinha e enfiando sua mão dentro da minha calcinha e logo com os dois dedos, ele estava realmente na vontade, instintivamente eu puxei o ar, arregalei os olhos e abri minhas pernas e a envolvi com uma delas, eu estava completamente sem sustentação, nem física (pois estava num pé só) nem moral (pois o irmão da minha melhor amiga estava a um passo de me comer na cozinha enquanto ela dormia na sala) os dedos dele me invadiram, minha bucetinha ficou pequena, pois a contrai no susto, e podia sentir tudo, eu estava abraçada com ele, com braços e uma perna, eu passava minha mão na nuca dele, de olhos fechados,gemido no ouvido dele, mal conseguia falar.. não! Eu mal conseguia respirar direito, só balbuciava palavras ao vento incentivando ele, dizendo como estava gostoso, como eu era toda dele, como ele estava me levando a loucura, como ele era gostoso, eu gozava e meu corpo todo tremia apoiado sobre ele.

Então ele me pegou e me colocou sobre o balcão da cozinha, e levantou minha blusa deixando meus peitos a mostra, e tirou a minha calcinha, ele ficou vidrado ao ver a minha bicetinha lisinha, molhadinha, e toda rosadinha em contraste com a pele branco, mas foi quando ele arreou o shorts e pois aquele pau enorme pra fora que eu me dei conta do que estava fazendo, eu disse para ele ir devagar que eu era virgem (eu não era, eu já postei aqui como perdi a virgindade, mas na hora foi tudo que me veio a cabeça) ele ficou parado, pálido, mais branco que a porta da geladeira , ai começou a ficar transtornado, começou a falar um monte de merda, me xingar e eu comecei a ficar com medo, eu comecei a chorar, ele saiu batendo a porta e só ouvi ele ligando o carro e saindo, eu voltei para a sala , sentei toda encolhida no sofá e fiquei ali chorando até pegar no sono. Não o vimos o resto do feriado.”

domingo, 17 de abril de 2011

Não há lugar como o 127.0.0.1

Olá meninos e menias sapekas!
Tudo bem com vocês ? Eu estou bem obrigada... estou aqui trancada em casa no fds porque o namorado nerd não larga da frente do pc trabalhando, quando comecei ninguém me contou que seria assim. Acho que está na moda namorar nerd não é ? os nerds estão em alta agora, principalmente entre os blogueiros e principalmente entras as garotas bonitas e muitas vezes nem privilegiadas intelectualmente. Conversando sobre isso com uma amiga ela queria de todo modo que eu escrevesse um conto entre ela e sua paixão platônica, um blogueiro muito famoso, aposto que todos vocês o conhecem. Sendo um pedido tão especial eu o farei. Então esta será uma baseada na historia real de mariana e o seu blogueiro portanto divertam se tentando imaginar o que é verdade e o que não é.

“Oi ? Licença...
Desculpe interromper mas eu precisava vir aqui contar isso para vocês. Achei que lugar nenhum no mundo seria melhor para isto do que o famoso blog da minha queridíssima amiga Alicia. Deixem eu me apresentar formalmente, meu nome é Mariana Fujikawa, tenho 21 aninhos e sou descendente de japonês, sim... aqueles olhinhos puxados, carinha de anjo e sou pequeninha mas acho que a descendência termina por ai, eu sou bem safadinha, desde pequena já sabia bem o que eu queria, e não era brincar de boneca, eu queria era saber dos garotos da rua, e adorava os mais velhos, e isso me deu muita experiencia, mesmo novinha já era um furacão de tesão e sedução. Nunca abandonei esse jeito de menina inocente que meus genes carregam , pois eles são muito úteis , fazer aquele jeito de ninfetinha safada, que os rapazes tanto gostam.

Minha vida social era bastante animada, principalmente pelas festas da faculdade, então raramente ficava na frente do pc, num dia entendiante eu estava la navegando sem nenhum proposito, quando um amigo meu me mandou um link com um vídeo engraçado, lembro que ri muito nesse vídeo, e comecei a querer ver mais e mais vídeos, e passei a todo dia entrar no blog para ver o que tinha de novo, mas foi quando em um post, eu o vi! Ele! O dono do blog! Meu jesus (literalmente), o cara era um gato, era lindo, aquele cabelo arrumadamente largado, tatuagem, alargador, daqueles que você quer levar para casa e cuidar , naquele dia em diante eu me encantei por ele, mas ele ainda parecia muito distante, afinal não tínhamos contato direto. Anos se passaram e veio o twitter, agora sim eu estava pertinho dele! Eu sabia que não ia receber atenção sempre mas só de ver ele me sitando em uma frase já fazia eu ganhar o meu dia, e a minha noite também, afinal quantas noites eu sonhei com ele, em algumas noites frias e solitárias eu me masturbava pensando nele até cair no sono, desfalecida, mas gostava mesmo era de pensar nele ao acordar, me masturbar bem gostoso, pensando nele ali na minha cama, acordando ele com um belo boquete matinal, as imagens eram tão vividas, eu quase podia sentir o pau dele preenchendo a minha boca, e assim eu começava o meu dia, cheia de tesão graças ao meu blogueiro.

Mas nada se compararia ao dia que eu soube que ele estaria na campus party, um evento que rola todo ano em são paulo que reúne nerds de todos os gêneros em quatro dias de evento, então eu comecei a me agilizar, comprei passagem, arrumei minhas malas , até minha barraca para dormir la no “camping” do evento, estranho que que naquela semana de preparação eu não pensei em sexo, só pensava em como seria encontrá-lo o que ia dizer para ele, mas foi já dentro do ônibus indo para são paulo que a vontade começou a bater, eu precisava me aliviar, de qualquer forma, eu tentei fazer por cima da calça, mas de calça jeans é difícil, então como o som da salvação eu ouvi o som da tranca do banheiro se abrindo, corri prar la e por fim pude me aliviar, nem liguei para onde eu estava, tudo que passava na minha cabeça era o meu blogueiro me comendo, e meus dedinho ávidos na minha xaninha tentando aliviar a minha vontade.

Por fim cheguei ao evento pela manha, e tratei de passear pelo lugar e conhecer as coisas e as pessoas, pois eu sabia que o meu blogueiro só vinha a noite. Apesar de japonesa sempre fui muito entrosa fácil então não foi difícil fazer amizade, ainda mais em um lugar tão masculino as meninas costumam se refugiar do assedio em bandos. E logo entre as fofocas femininas habituais (sim, as meninas nerds também fofocam, sabiam?) o assunto foi parar nos gatcheeeenhos do recinto, cada uma dando seus votos e eu obviamente falei do meu blogueiro, elas concordaram que ele era lindo, mas corria a boca pequena que ele era gay, minha cara foi no chão, eu não podia acreditar que o meu homem gostava de empurrar a janta, disseram que ele negou fogo para uma menina mo gostosa ai e tal, eu me recusava a acreditar.

Por fim a noite caiu e ele chegou e logo se juntou a nós, eu tremia, e na hora que ele veio me cumprimentar, eu dei um abraço nele e fiquei sentindo ele ali colado ao meu corpo, acho que ele mal sabia a quanto tempo eu sonhava com este momento, foi magico, parecia que o tempo havia parado, e aposto que ele não entendeu nada. Ficamos conversando e dando risada, ele realmente muito engraçado, mas ele é meio tímido, acho que tava começando a entender de onde vinha a fama dele, poxa o menino só era educado, era um fofo. Então me pus a liberar o homem que havia nele, sugeri de sairmos, irmos até um bar, nada como um pouco de álcool para fazer alguém criar coragem não é ?!. eu dei o meu jeito de sentar ao lado dele na mesa do bar, ficava sempre tocando nele sempre próxima, tudo que eu conseguia era fazer ele dar uma olhadinha rápida e discreta para o meu decote, mas eu queria mesmo era pagar um belo boquete por baixo da mesa. Então decidi ser drástica, comecei a zoar ele, fazer piadinha, dizendo que ele não dava conta do recado e o que eu tinha ouvido sobre ele devia ser mesmo verdade.

No fim da noite nada havia acontecido, eu estava bem a mais por casa das cervejas que eu havia tomado, ao voltar para o camping pedi que ele me ajudasse a chegar na minha barraca, ainda zoei mais um pouco o coitado dizendo que precisava de alguém forte para me carregar mas fofo para não abusar de uma linda japonesinha bêbada. Ele então me levou, mas ao me deixar na porta da minha barraca perguntou “qual é a sua?” eu me fiz de besta e perguntei com a cara mais inocente do mundo (e safada também) “como assim?” , ele ficou la de “mimimi” e eu vendo tudo girando nem prestei a atenção no que ele tava resmungando, me joguei pra cima dele e o beijei, fechei meus olhos e parti para cima, eu o apertava contra mim para ter certeza que aquilo não era mais um sonho, uma alucinação , uma viagem de uma fã bêbada.

Ele me pegou pelo cabelo, e puxou minha cabeça para trás, olhos nos meus olhos e disse “era isso que você queria desde o inicio, não era?! Agora você vai ter ! Você vai levar uma surra de rola para nunca mais esquecer” e voltou a me beijar, aquilo me fez ficar molhadinha na hora. Ele me colocou pra dentro da barraca, olhou para os lados, e entrou. E assim começou o pega, ele começou a tirar a roupa e tirar a minha, eu fingia relutar, me fingia de garota bêbada indefesa sendo abusada, mesmo estando consciente e adorando tudo, eu estava vendo o meu blogueiro se transformar em um macho de verdade, louco para me comer, ali mesmo naquela barraca , eu não podia fazer feio. Ambos já totalmente nus dentro da barraca ele me pegou pelo cabelo e me colocou de quatro de frente para o pau dele e disse “chupa sua vadiazinha, mama gostoso sua japinha safada” e eu obedeci, cai de boa naquele pau que eu tanto desejava , chupava e olhava para ele com cara de “estou fazendo direitinho... é assim que você gosta?” e ele falava nada, só fazia os movimentos como se estivesse me comendo, me prensava para ir cada vez mais fundo, e a minha boquinha recebia tudo, podia senti-lo la no fundo, quando ele me deu uma folga, eu pude pegá-lo, e lambê-lo todinho, lambi as bolas , lambi a cabecinha, lambi o freio, nossa parecia que ele ia gritar de tanto tesão de ver aquela japonesinha chupando o pau dele. Então ele me deitou e coçou a chupar os meus peitinho, ele veio com tudo, apertando, apalpando, mordendo , chupando , o bico do meu peito é rosadinho e já esta vermelho e duro feito pedra diante de tanta violência com ele os tratava, ele passou a mão por todo o meu corpo, descobrindo cada cm daquele corpo.

Mas ele queria mais, foi descendo pela minha barriguinha, e abrindo a minha perna, a cada centímetro que ele desci ele abria minha perna mais um centímetro, quando ele chegou ao meu piercing de umbigo, eu achei que estava no meu limite, já estava ensopada, com as minhas pernas totalmente abertas eu podia sentir escorrer, então ele foi lamber o meu melzinho,minha xana estava “batendo palminha” clamando por ele, e quando senti a sua linga na minha xaninha eu dei um leve gemido, não me aguentei, ele começou a lamber o meu grelinho e enfiar os seus dedos em mim, dois dedos e eu me controlando para não gemer alto, eu dava gemidinho baixinhos, sufocados até gozar.

Agora eu me julgou pronta para receber o seu pau, usou meu orgasmo para me lubrificar, não que no fim o garoto sabia das coisas? Ele então enfiou tudo e começou o movimento, brusco, rápido, seco. Ele literalmente enfia o seu pau em mim, me apertava toda, mas ele disse “quero ver essa japinha rebolar do meu pau, quero ver você sentar, quero ver a minha putinha trabalhar um pouco,” então ele me pôs para cavalgar sobre o seu pau, eu subia e descia, rebolando, com as mãos apoiadas sobre o seu peito, e que corpo tinha aquele menino, falam que blogueiro é gordo, mas aquele era uma delicia, foi meio difícil cavalgar dentro de uma barraca, fiquei meio torta, mas no momento nada era mais importante do que sentir aquele pau veiudo, pulsando dentro da minha xaninha, ela pulsava juntos, eu costumo gozar muito fácil, mas com aquele homem cada gozo era uma orgasmo sem fim, gozei várias vezes.
Mas o melhor ainda estava para o final, ele me deixou de quatro de novo, subiu em cima de mim, e puxou meu cabelo , puxando minha cabeça para trás e disse em meu ouvido, “acha que eu vou deixar barato toda aquela zuação putinha, tá na hora de você pagara, to vendo que você gosta mesmo de rola né ?! Então é isso que você vai ter!” e me soltou, eu cai de cara no chão e fiquei com a bundinha empinada, ele então apontou o seu pau na porta do meu cuzinho, ficou lambuzando com a lubrificação que escorria da minha xaninha, quando ele deu a primeira forçada é que me dei conta do que iria acontecer, ele iria comer o meu cuzinho, eu não estava preparada para aquilo, meu namorado me pedia tanto e eu negava , não deixava nem ele chegar perto e ele ficava decepcionado e agora eu estava ali com o meu ídolo comendo a minha bundinha , eu tentei evitar me sacudi, disse que sexo anal não, mas o personagem já estava encorporado, eu já era a japinha vadia indefesa e bêbada e ele era um macho alfa que ia usar e abusar de mim . Naquele memento era todinha dele, ele ia fazer de mim o que bem queria, e ele queri comer o meu cuzinho, e assim o fez. eu pudi sentir ele entrando , pouco a pouco, até sentir suas bola batendo, havia entrado tudo, ele começou a ir para frente e para trás, que queria gemer, mais não podia, peguei o travesseiro e mordia, para abafar. Na noite anterior eu era só uma garotinha inocente (tá, não tão inocente assim) sonhando em conhecer o seu ídolo e uma noite depois eu ele estava ali arrombando o meu cuzinho, ele dizia como o meu cuzinho era apertado, que ele estava adorando arregaçar todas as minhas preguinhas, ele puxava meus cabelos e e dava tapinhas na minha bunda, que ficou vermelha rapidinho, e acada vez que ele fazia isso eu dava um reboladinha instintivamente, acho que eu tenho mesmo esse espirito de vadia safada, gosto disso. Ele então finalmente anunciou que ia gozar, e pude sentir seu jato quente dentro de mim.

Esse foi um evento inesquecível, foi algo marcante na minha vida, ainda mais que agora eu voltei para a minha pacata cidadezinha no interior, mas eu sei que se um dia eu voltar a são paulo sempre terei alguém para quem ligar.

quarta-feira, 11 de agosto de 2010

Rainha também usa coroa...

Ola meninos e meninas sapekas !
Tudo bem ? Eu estou bem, mas cansada...
as vezes acho que estou ficando velha, mas quando digo isso perto da minha mãe ela faz questão de me animar “magina, tem muita velha muito mais inteira do que você” (valeu mãe !) e isso me fez lembrar o dia que eu me envolvi com um coroa.

“Eu via minha mãe suspirar pelo richard gere, via minha irmã suspirar por pierce brosnan e eu não entendia porque me interessavam mais os garotos da minha idade, gostava dos mais velhos mas pouco diferença até que conheci o pai de uma amiga, estava na porta da escola esperando minha mãe me buscar e conversando quando ele chegou, ao descer do carro vi aquele homenzarrão, que homem charmoso, bonitão, ele veio em me deu um beijo , eu fiquei molhadinha, minhas pernas fraquejaram de sentir aquele perfume de homem de verdade, cheguei em casa e fui correndo para o meu quarto, fechei a porta deitei na cama, arreei o shorts e levante a blusa e me acabei, me masturbando pensando nele.

Aquele homem não me saia da cabeça, eu pensava nele o dia todo comecei a ficar muito amiga e vivia na casa dela tentando esbarrar com o “tio” na casa dela mas ele chegava tarde e quando eu o via eu já estava indo embora, mas isso era suficiente para me acalmar mas não o suficiente para acalmar minha bucetinha, até o dia que eu consegui dormir lá ! Eu me senti a gostosa, arrasando peguei minha menor blusa, deixando minha barriguinha toda a mostra, meu shorts curto que quase aparecia meu bumbum, e tudo isso para nada ! Pois fiquei morrendo de medo, não sai do quarto, fiquei morrendo de vergonha dele me achar uma piveta estupida.(sim, não era essa garota segura que sou hoje, isso só veio com o tempo) naquela noite eu não aguentei e me masturbei a noite, enquanto minha amiga dormia, eu suava frio me contando para não fazer nenhum barulho e nem me mover muito, sonhei com ele, e acordei molhadinha e me masturbei mais uma vez. Depois daquele dia eu vi que ele era muito utópico para mim e comecei a me desinteressar por ele.
Vocês devem estar se perguntando... “acabou alicia ? É só isso o conto da semana ?” hahaha não meus lindos, tem mais.

Nunca mais me interessei por coroas, até um dia despretensioso, anos e anos depois eu estava numa loja vendo filmes para comprar, aumentar a minha coleção e estava conversando com um amigo, falando de filmes bons e ruins quando sou interrompida por um cara de cabelos grisalhos, um sorriso branco (daqueles de comercial de pasta de dente) me perguntando se eu poderia ajudar ele a escolher um filme. Eu senti aquela sensação de novo, a calcinha ficando úmida e as pernas fracas, eu me senti aquela adolescente com os hormônios a flor da pele, louca para perder a virgindade. Quando consegui tirar os olhos dele e a boca não estava mais seca eu pude olhar os filmes que ele tinha na mão, um filme que eu não tinha ouvido falar e “curtindo a vida adoidado” ! Além de ser um clássico 80´s ainda tinha o título bem sugestivo, fiquei pensando se esta não era a cantada mais discreta que eu já tinha visto, mas eu cai como uma pata e com gosto, dei corda para ele e dei meu telefone para ele , e na quinta-feira a noite ele me ligou querendo sair, lógico que eu fiz um charmezindo básico e aceitei, fomos almoçar juntos na sexta-feira, almoçamos, tomamos um café no starbucks e ficamos conversando a tarde toas, ele era muito inteligente, falamos sobre cinema, fotografia, politica, filosofia, sociologia e outras coisas já estava quase escurecendo quando finalmente entendi os seu plano, ele quis arriscar a tomar um não me convidando para sair na sexta a noite logo de cara mas sabia que podia com a sua lábia me fazer ficar, aquele cara não era um cachorro, era um lobo ! E pela experiencia era o líder da matilha. Era inevitável que com aquele charme todo íamos acabar nos beijando e que beijos, um beijo seguro, um beijo “maduro”, me levou para o seu apartamento que “conhecidamente” era ali perto.

Já entramos no apartamento se pegando, que mãos , que boca, que beijo, ele me fez sentar na cama, foi até o frigobar e tirou uma garrafa de champagne então eu peguei a minha taça e o impedir de beber, eu disse que havia um detalhe faltando, então fiz ele se sentar e comecei a fazer um strip, tirando peça por peça e e dançando, ele se animou todo e o volume na calça logo apareceu, então peguei a minha calcinha e a mergulhei na taça de champagne, ele arregalou os olhos, sem entender, então eu o ajudei a se despir e peguei sua cueca e pus dentro da minha taça (ou tentei pq a minha calcinha era minuscula perto da cueca dele, rs) e bebemos champagne com roupas intimas mergulhadas, como um ritual afrodisíaco e funcionou, quando me ajoelhei na frente dele e fique de cara para aquele pau eu vi a potencia do coroa, mamava gostoso e derrubava champane e continuava mamando, ele me deitou na cama, me abriu todinha e começou o vai e vem, podia sentir o pua dele durinho, a ponto de bala dentro de mim, sem remédio nenhum, nossa ele me fez gozar umas 3 vezes fora o baile.”

sexta-feira, 28 de maio de 2010

De louco e fake todo mundo tem um pouco...

Ola meninos e meninas sapekas !
Como vão vocês ? Eu vou bem obrigada...
eu estava respondendo ao formspring e duas perguntas me fizeram lembrar esta história me perguntaram qual foi o presente mais estranho que eu já ganhei e sobre as meninas estarem perdendo sua virgindade cada vez mais cedo então me lembrei desta historia. Me ensinou muito sobre algumas coisas...
Era uma daquelas semana das profissões, a escola convidava um profissional que tenha estudado na escola para voltar e falar sobre sua profissão e sobre educação, e eu fui uma desta convidadas. Eu estava apavorada, pois falar para adolescentes é sempre difícil, fiquei morrendo de medo deles me zoarem mas seria uma experiência inesquecível. Acordei cedo preparei meu equipamento e coloquei uma roupa mais moleca para tentar não parecer tão adulta.
A palestra passou, não fui vaiada então para mim foi positivo, mas assim que acabou quasse todo mundo saiu correndo para o “recreio”, eu fiquei la sentada na mesa conversando com os mais interessados, conversando sobre todas as coisas e claro que logo o assunto foi para sexo e foi ai que uma menina me chamou a atenção, ela era linda e falava de sexo com todo desejo de experimentar que clamava os meus desejos. Ela falava de sexo com uma propriedade que eu não tirava o olho dela e do seu corpo, então resolvi contar algumas das minhas historia e tal e vi seus olhos brilharem.
Depois de acertar tudo com a diretoria fui para o meu carro para ir embora, quando vejo ela encostada no meu carro como se me esperasse, ela falou qualquer coisa que nem me recordo, só lembro de combinamos de ir almoçar, eu perguntei se ela não tinha que ir para casa e ela disse que não, que ela sempre almoçava fora e atarde ia jogar handbol, então sem problemas. Almoçamos e logico que o assunto foi sexo, ela me contava todas as suas fantasias, seus fetiches seus desejos, e eu olhava para o seu corpo e me deixava exitada com muita vontade de fazer uma loucura, mas apesar do seu corpão ela era só uma menina por isso me contia, mas ela me confessou algo interessante disse que seu primeiro beijo na verdade foi com a sua melhor amiga, as duas treinavam para poder não fazer feio, sem interesse nenhum só para praticar mesmo, então ela queria fazer o mesmo com o sexo praticar com alguem e aprender tudo antes de se entregar de verdade a um cara, sem desejo, sem intenções, sem que alguem se aproveite dela, e ela olhava nos meus olhos ao dizer isso, olhava fixamente bem de perto, eu fiquei sem reação
Os dias foram se passando, ela havia me adicionado no msn e no orkut, pude ver suas fotos, eram ousadas, poses provocantes, ela tinha belo seios, coxas grossas e um bunda de dar inveja em muita garota, mamãe deu muito Biotônico pra ela, não é possível, fotos de bikini, fotos de shortinhos, mini-saia, até de camisola atiçavam a minha mente e falando com ela mais e mais eu entendi o que ela queria, ela queria se livrar da dor, do constrangimento, do nervosismo da primeira vez, para fazer tudo certo para um cara legal, ela não estava louca para sair dando, a virgindade para ela não era um himem e sim sua noite com uma cara, dei os conselhos que sempre dei a todas as meninas que veem me perguntar sobre a primeira vez, relaxe e se masturbe bastante e ela disse que iria experimentar, passaram-se os dias e ela disse que era maravilhoso , que se masturbava com muita frequência mas que ainda não era suficiente, então assim sem nenhuma cerimonia ela me perguntou se eu não queria ser a sua professora, eu não queria ensina-la a fazer sexo, ela queria que eu a ensinasse tudo o que eu sabia, queria que eu a fizesse experimentar de tudo. Eu fiquei sem saber o que dizer, era uma garota, uma menina, mas eu achei justo as intenções dela fiquei muito em duvida, era o meu desejo contra a minha razão ela então disse para se encontrar para conversar melhor então eu aceitei. A diaba se vestiu da maneira mais provocativa, quase uma colegial de filme porno, ela disse que tinha um presente pra mim, eu fiquei espantada e ela tirou da mochila um pacote embrulhado e com fita, ela ao me entregar disse, rasga que da sorte, eu ri e rasguei quando eu vi era um strap-on (aquelas cintas com um pinto de borracha) dos grandes e preto, eu olhei para ela e ela me deu um sorriso e disse calmamente que se era para experimentar que fosse do maior e do melhor e disse que tinha outras coisas guardadas na mochila.
Aquela safada já tinha planejado tudo, ela sabia que eu não resistiria no ao vivo, ela então pegou na minha mão e me pediu com aquela cara de criança por favor, e eu não pude resistir, peguei ela pela mão e fomos em direção ao carro, minha pernas tremia de nervoso da loucura que era aquilo, ela pelo contrario estava agitada, louca para começar logo. O elevador subia devagar, eu me olhava, olhava o espelho, olhava ela e tremia, e ela apenas sorria, me desafiando então quando eu estava quase me arrependendo, quando eu abri a boca para falar que ia desistir ela me deu um beijo, eu fiquei sem reação, só correspondi aquele beijo.
Entramos em casa e fomos direto para o quarto, peguei i presente e entrei no banheiro, arreei as calças e coloquei a cinta, era enorme, ter algo enorme e preto “pendurado” e comecei a rir mas enfim sai do banheiro e ela me esperava deitada em minha cama, já sem calcinha nem sutien, com a mini-saia quase revelando a graça da brincadeira. Mas ela queria que eu ensinasse, então eu ia ensinar direitinho, peguei na mão dela e deixei ela de pé, deixei-a de costas para mim e fui beijando o seu pescoço, bem devagar, beijando a sua orelha, passando a mão em suas pernas, pela parte interna das suas coxas e vi elas se arrepiar e suspirar, e encochava ela e ela gostava fiz força contra a cinta. Era uma sensação estranha, será essa a sensação de ter um pinto ? Então quis entrar na brincadeira, dar uma de taradão , abri o zíper da calça e pus o pinto para fora e disse para ela que ia ensinar ela a bater uma punheta, ela pegou meio desengonçado, meio sem jeito então fui orientando, para baixo até a base e para cima , vai aumentando o ritmo devagar, mas em um pinto de borracha é meio difícil então falei para ela ajoelhar, desabotoei a calça e ela ficou me olhando com aquela aquela cara de “e agora o que eu faço?” com aquele troço balançando da cara dela, então fiquei passando o dito cujo pelo rosto dela, dando batidinhas de leve, tudo que ela não podia era sentir nojo de uma pau, então nada melhor do que uma “surra de pau mole” para tirar esse medo, mandei ela fazer sexo oral, será que ela nunca tinha visto um filme porno? Com toda aquela sedução de menina safada, de ninfeta e agora era isso? Ah não... eu tinha que transformar aquela menina em uma profissional, para ela dar noites inesquecíveis, levante-a, peguei a sua mão e comecei a chupar seu dedo do meio como se fosse o pau mais saboroso do mundo, e olhava para ela para ver e ela com os olhos verdes brilhando então fiz ela ajoelhar denovo. Encarnei um rapaz e fui pedindo para ela lamber ele todinho, ela atendeu prontamente e passou a lamber e que visão era aquela, vendo ela lamber aquela tora preto fazia minha bucetinha ficar ensopada, ela finalmente estava pegando o gosto, sem que eu manda-se ela passou a chupar e olhar para mim com cara de “estou fazendo tudo certo ? É assim que vc gosta?”, aquele pau mal cabia na boca dela mas ela se esforçava para ir cada vez mais fundo, ela finalmente pegou o espirito da coisa. Mas nem só de o pão vive o homem, então pus ela na cama, abri suas pernas e enfim cheguei a sua bucetinha lisinha aposto que ela se depilou de proposito, só para parecer ainda mais uma menininhas safada, masturbem ela bem gostoso até que pudesse saber que ela gozou, então ela finalmente estava pronta, fui até a sua mochila ver o que ela tinha trazido de especial, e vi um lubrificante, camisinha e outras coisas. Ensinei ela como colocar uma camisinha e passei lubrificante por todo a tora preta e na sua bucetinha.
Abri ainda mais a suas pernas e apontei e fui colocando o pau devagarzinho para não machuca-la, ela tinha escolhido um dotadão, menina de fibra, mas se todo homem fosse tão gentil como uma mulher aposto que elas gozariam muito mais (rs) ela se mordia, não sei se de dor ou de tesão, mas ela gemia sem parar, quase como um daqueles bonecos que quando vc bomba ele solta um sonzinho agudo, mas papai-e-mamãe era muito simples, então quando senti que sua bucetinha estava mais “laciada” eu a coloquei para cavalgar, peguei-a pela cintura e fui guiando o seu quadril fazendo ela rebolar no pau porque esse era o segredo desta posição, a menina leva jeito, nunca descobri se sexo é instintivo mas ela em pouco tempo estaria dando caldo.
Acho que por ela já estava tudo bem ela já tinha matado a sua curiosidade, mas ainda faltava uma curiosidade minha, e praticamente a única razão pela qual eu aceitei esse jogo, eu queria descobrir porque os homens são tão aficionados por sexo anal. Deixei ela de quatro e comecei a chupa-la, chupei sua bucetinha como nenhum homem conseguiria e lambi seu cuzinho já preparando para a surpresa final , usei e abusei do lubrificante ela sentiu o gelado pingando bem no seu anelzinho e perguntou o que eu ia fazer , fiquei quieta e espalhei com os meus dois dedo cuzinho a dentro, para que ele se preparasse para se abrir para mim e para o meu pauzão de negão(rs), ela estava muda já, totalmente entrege ao prazer, então fui arregaçando aquele cuzinho prega por prega, o lubrificante estava ajudando mas eu tinha dó dela ter sua bundinha comida pela primeira vez logo por um “negão” , mas eu estava em transe, eu só via aquela bundinha branca arrebitada e aquele cuzinho se abrindo e assimilando todo o meu pau, é uma imagem que não sai da minha cabeça até hoje e o meu macho interior aflorou ainda mais, eu mordia o lábio de tanto prazer, só de ver aquela cena segurava ela pelo quadril e fazia os movimentos de vai e vem, bem devagar, bem gostoso e logo estava tudo la dentro eu queria gozar e faze-la sentir a sensação mais prazerosa mas isso eu não podia fazer mas quando me dei por satisfeita, ela deitou na cama desfalecida, com o corpo completamente relaxado pelos espasmos proporcionados pelos inúmeros orgasmo que ela teve.
Essa experiência me fez entender muitas coisas, como que o sexo sem o sentimento é só algo entrando e saindo da sua buceta, não to falando que só devemos fazer amor, mas que mesmo no sexo é preciso algo, percebi como o desejo mutuo é importante, como devemos valorizar as pessoas mesmo que seja só por uma noite.

segunda-feira, 25 de janeiro de 2010

Que Super-Homem...

Ola leitores e leitoras !
Como vão vocês ?
As vezes me sinto como uma criança inocente , mesmo que alguns descordem. Quanto mais eu conheço as pessoas, mais elas me surpreendes, pessoas as quais eu jamais suspeitaria que fizessem as coisas que eu escuto. Hoje pela primeira vez eu dou a voz a um homem, eu cedo esse espaço e faço dele as minhas palavras, pois sem palavras foi como fiquei, apenas ao ouvir daquela boca linda , que fazia movimentos delicados, suaves, como se fosse de sua própria natureza beijar e te levar aos céus. Me refiro a kal-el, um jovem amigo amigo do trabalho, ficamos próximo, ele me fazia rir, me fazia ficar felizes mesmo nos piores dias, e aos poucos foi me interessando por ele, mas isso acabou do dia que saímos pra almoçar e eu o indaguei o sorriso bobo em sua cara e ele me confidenciou...
“Você não acreditaria se eu te contasse, mas eu irei contar, apenas me deixa falar ouça até o final e não me pergunte nada , pois até agora não entendo o que aconteceu....
Eu faço faculdade la na ESPM, ta ligada né ? Então... tem uma mina, uma japonesa na minha aula de psicologia, que desde a primeira vez me chamou a atenção, ela entrou pela porta e eu não pude deixar de notar sua presença, ela estava tímida quase como se quisesse se esconder dentro dela mesma. Ela é do jeito que eu gosto tudo que eu mais tenho tesão em uma garota. Uma japonesinha, pequena deve ter por volta de 1,60m , cabelos curtos, daqueles que são fáceis de pegar de jeito que faz qualquer mulher arrear e ficar com a perna bamba, olhos amendoados pretos, com aquela forma característica da raça, peitinhos pequenos mas bem formados, durinhos tipo pera, saca ? Uma barriguinha seca, sem musculosa, com contornos que te levam ao pecado, me perdia fácil ali, e caralho , tem uma bundinha pequena mas redondinha, aquela que quando ficam de quatro você pode ver o cuzinho apontado pra lua todo enrugadinho, piscando pra levar rola. Eu logo pensei que eu precisava conhecer esta mina, ela me lembrava minha ex, lembra dela né ? Enfim... ela era meu sonho de consumo, ela veio toda tímida me perguntar algo que eu já nem lembro o que era, na verdade só conseguia olhar para aquela boquinha, pequena, com uma língua muito louca, vira e mexe ela dava o ar de sua graça, como se viesse ao mundo passear lentamente entre seus lábios. Descobri pelos corredores que havíamos amigos em comuns, fui perguntar sobre ela, eu queria saber mais sobre ela, o mlk me falou que ela namorava e ainda me alertaram sobre ela, que ela adorava provocar, se aproveitar dos homens. Mas eu nem liguei, afinal eu era vacinado pra essas paradas, deixei que rolasse, até que um dia ela vem falar comigo disse que sabia que eu tinha perguntado dela pro maluco, caralho que odio do filho da puta que me deu na hora, eu não sabia o que dizer achei que ela poderia estar brava comigo, achei que ia me dizer pra eu passear pq ela namorava. Eu não pudi mentir, então disse que sim e para minha surpresa ela ficou feliz com isso, ficamos amigos, mas de um tempo para ca a coisa começou a ficar seria, ela me contava coisas dela que eu acho que ela não contava para mais ninguém, ela me contava como gostava de ser pega de jeito, que gostava que o namorado gozasse na cara dela, mew nem fudendo eu acreditaria se ela mesmo não estivesse me contando, aquela japonesinha, delicada que a mãe não deixava nem ir na balada, acredita nisso ? As pessoas me dão medo, enquanto a mãe num deixa a filha ir na balada ela ta tomando gozo na cara na casa do namorado, puta mundo cão, bizarro pra caralho. E isso me deixou com muito tesão eu não conseguia mais durmir pensando em gozar naquele rostinho de anjo do oriente, ela ainda disse com aquela cara de safada que tinha pena de mim porque eu nunca havia conseguido fazer isso. Mew sem maldade, toda mina gosta de ser dominada, de ser tratada como cachorra na cama, eu não estou muito acostumado a isso, mas ela me transformou, eu parecia um viciado, louco pra come-la, pega-la de jeito como um animal no cio. E as provocações continuavam, agente se trombava no corredor e só faltava sair faisca, eu arrear a calça ele levantar a saia e meter ali mesmo. A cachorra dizia que amava o namorado, só pra me deixar mais com vontade, só pra dizer que eu podia desejar o quanto quisesse que quem comia ela era o namorado dela, e pior um dia chegou a me dizer que se ela não estivesse namorando era comigo que ela queria estar. Eu estava louco, mas aos pouco o jogo foi mudando, o feitiço virou contra a feiticeira, ela também já não se aguentava, fechava os olhos e suspirava se roçando no meu pau disfarçadamente. Então eu tomei uma atitude, puxei ela pelo braço e a levei para uma sala que não tinha ninguém, que ficava numa entrada meio escondida , as luzes apagadas mas as luzes do corredor me permitia ver tudo, a prensei contra a parede, ela relutou mas logo se entregou a sensação de impotência, ela não podia fazer nada, seu tesão era maior e eu também, hahaha. Beijava o seu pescoço, a cada cafunguada que eu dava ela se arrepiava toda e dava leves gemidos, meus dedos já estavam transpassado em seus cabelos, forçando a sua cabeça para trás. Fui descendo pelo seu colo, eu queria os seus peitinhos, e logo tive a gloria, levantei sua blusa e o sutien e comecei a chupa-los, eu parecia um bebe morto de fome, chupava com vontade até não caber mais na minha boca, minha língua guerreava com seus mamilos que estavam durinhos, o que mostrava que ela estava com tanto tesão quanto eu mesmo com todo o teatrinho de relutar. Mas logo a sua mascara caiu, ela passou a massagear a minha nuca e me pressionar contra o seu peito, ela estava tentou um orgasmo e prometi a mim mesmo que aquele ali seria só o primeiro, dizem que a mulher fica mais acesa depois do primeiro orgasmo e eu concordo totalmente. Levei ela pra mesa, a mesa do professor, onde agente podia se imaginar se pegando na frente de uma classe inteira. Ela abriu as pernas e as colocou em volta de mim e me puxou, eu podia roçar meu pau naquela xaninha, a calça era bem fina e eu podia sentir ela ficando meladinha, então eu sentei na cadeira do professor e tirei meu pau pra fora da calça e mandei ela ajoelhar, ela me olhos com cara de lolita e foi lentamente, ela pegou nele e começou a bater pra mim, fazendo aquele teatrinho de menina inocente, mas eu queria ver ela chupando, puxei ela pelo cabelo em pus a cara dela contra o meu pau, que já estava duro feito pedram apontado pro teto, ela começou a lamber, lambendo o meus saco, lambendo todo ele e enfim começou a mamar, a boquinha dela era tão pequena, que meu pau mal cabia na boa dela, mas eu não estava nem ai, queria mais é que ela se engasgasse com ele, e pelo jeito ela também ela mamava com vontade, e quando mais fundo ela ia mais em empurrava a cabeça dela então o inevitável veio, meu jato de porra quentinho direto na guela, ela estava determinada a me provocar , mesmo sendo claro que ela fazia aquilo para me agradar ela passou a língua entre os lábios, como se estivesse delicioso, ainda lambeu a ponta dos dedos, aquilo me excitou na hora, me levantei, e pus ela sobre a mesa, tipo debruçada sabe ? Deitada só da cintura pra cima , e com aquele rabinho empinado, baixei as suas calças, e comecei a mexer na sua xaninha, estava muito molhada, não tive nenhuma dificuldade, elas se abriu toda para os meus dedos, marcando a sua calcinha, era isso que eu que eu queria, que ela chegasse em casa e visse como ela ficou molhadinha comigo, logo arreei sua calcinha também, e pude ver a sua xaninha, depiladinha, apenas com poucos pelinhos , era a xaninha mais linda que eu já via visto, pequenininha, apertadinha, molhadinha, por mim, puta que pariu um homem não precisa de mais nada. Eu comecei a beijar-la, começando pelos grandes lábios, em seguidas os pequenos lábios e por fim mas não menos importante o seu grelinho cada vez que eu lambia o grelinho ela dava um gemidinho, com aquela voz afoita saca ? Eu me acabei naquela xaninha, meus dedos pareciam crianças hiperativas no playground hahaha e minhas língua explorando cada rugazinha daquele cuzinho exposto pra mim, senti o salgado melzinho anunciando o seus segundo orgasmo, senti a perna dela tremer, na pontas dos pés de se esticava a cada lambida que eu dava. Mas eu não podia deixa-la mais esperando, eu já estava com o meu pau duro de novo então era hora de terminar o serviço. Ajeitei meu pau na porta da xaninha dela, peguei elas pelos cabelos de novo, ela olhos para trás mordeu os lábios e com os olhos me disse vai gatão, eu to pronta. Então comecei a bambar forte, perdi a noção, a mesa saia do lugar e provavelmente fazia barulho, mas foda-se, eu tava hipnotizado com a aquela mina rebolando no meu pau, foi então que minha respiração começou a ficar ofegante, era o anuncio que eu iria gozar então ela se virou foi até o meu ouvido e disse, goza na minha cara gatão, prontamente atendi o seu pedido, ela se ajoelhou e eu pude gozar na cara dela todinha, ela ficou uns segundos parada só sentindo a porra quente sobre a pele do seu rosto . Ela se limpou lambuzando o dedo e o chupando, eu fiquei sentado na cadeira sem acreditar, já desejando uma segunda foda”
Depois disso perdi o interesse... me senti uma idiota por me interessar por um cara desse.