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terça-feira, 7 de dezembro de 2010

Drive Me Crazy Baby...

Olá meninos e meninas sapekas !
Tudo bem com vocês ?
Eu estou bem obrigada, “se ainda não esta bom é porque ainda não acabou” gosto desta frase, é bem otimista mas para mim tem um significado especial, pois varias vezes acabou tudo bem no final, acho que eu nasci com a bundinha virada pra lua (isso talvez explique o fato dela ser redondinha e branca...). As vezes me meto em cada roubada, mas graças a deus tem alguns anjos que me ajudam a sair dessas algumas vezes temos que recompensar esses anjos, é sobre um deles e sua recompensa que sera o nosso post de hoje.

“Os dias passavam sem nada de emocionante acontecer, estava em casa estudando e lendo, estava passando os dias em casa, sem muito trabalho, foram uma semanas que eu fiquei quieta em casa, vivendo um pouco da minha vidinha normal, mas logo as oportunidade batem a porta, na verdade no meu caso liga no meu celular, era um velho amigo meu de floripa me perguntando sobre algumas comunidades e tal, disse que tinha que fazer uma reportagem e precisava ir em lugares carentes e tal e pediu que eu indicasse alguns, no meio da conversa então ele pediu que viesse junto com a equipe, como guia, eu não estava fazendo nada e fazia tempos que não o via então topei,ele disse que o carro da emissora ia passar em casa depois do almoço.

Tomei meu banho e me arrumei, sem muito capricho afinal íamos para as comunidades, não poderia ficar me exibindo de patty, já ia com o carro de uma emissora de TV , com o meu cabelo vermelho já ia chamar muita atenção por um dia. Tão logo eu terminei de almoçar o carro já estava na portaria do meu prédio e lá fomos nós, no carro estavam meu amigo, um maluco com dreads e cavanhaque, mais duas meninas, uma com dreads também e uma que parecia que havia caído de paraquedas naquele carro e o motorista, um negão de uns 1,80, todo musculoso, se ele não estivesse dirigindo ia achar que ele era o segurança, e eu fui na frente para guia-lo. Nossa como eu dei risada aquele dia com aqueles malucos nos carro, eu e as meninas falando mal dos homens, meu amigo tentando se gabar que já havia me comido para ver se comia uma das meninas e o motorista só de olho nas minhas pernas, sempre dava um jeito de encostar nela quando passava a marcha passeamos por toda a zona leste, fomos até osasco, eles fizeram a reportagem, eu até ajudei e na volta paramos para tomar um lanche e conversarmos mais, Junior, o motorista, ficou falando sobre carro e sobre dirigir que é algo que eu adoro.

O tempo passou e mais uma vez em uma tarde chuvosa meu amigo me liga, dizendo que haviam ganhado um premio pela reportagem queria que eu fosse na festa , eu em uma festa openbar cheia de gente importante e bonita ? Eu aceitei sem pestanejar claro, corri como uma louca para me tomar banho e me arrumar, nossa que luta foi para arrumar um vestido de festa assim de repente, nem tinha terminado de me arrumar e o interfone toca e era o Junior vindo me buscar, coloquei os sapato corrento, quase tropeçando, mas por fim cheguei até o carro. La estava ele, me esperando, ereto, com pose de motorista, com belos trajes, mas desta vez com um Ford Fusion, o jornal que estava organizando o evento sabia mesmo como impressionar seus convidados (e ainda nem tinham oferecido ferreiro rocher), Junior ao me ver abriu a porta para mim e me chamou de madame, eu ri, nem parecia aquele mesmo cara de antes, o que roupas e perfumes não fazem pelas pessoas né ? Adoro encarnar personagens, então comecei a brincar de madame e seu motorista, a cada graça que ele falava para mim, eu retrucava, com a voz bem sexy e arrumava o vestido, nunca tinha visto um motorista arrumar tanto o retrovisor central, ele tava louco para ver o que eu tinha no meio das pernas, e eu safada do jeito que sou, dando corda para o coitado, aposto que ele ficou de pau duro no caminho(ta, eu sei, que eu sou folgada, mas que culpa eu tenho se adoro ver um homem louco de tesão por mim ?). Cheguei no hotel já na pegada, Junior disse que ficaria no bar do hall tomando uma cerveja, que a festa na cobertura é só para os VIP´s mas que quando eu quisesse ir embora era só procura-lo, ele estava a minha disposição. Eu subi o elevador me sentindo a garota mais gostosa do mundo, a festa estava bombando, foi realmente uma festa fantástica, pelo menos até onde eu me lembro dela, me lembro de ter dançado, de ter flertado, me lembro de tudo até flertar com bonitinho do clube do whisky, ah esses empresários ricos e bonitos que me fazem perder a dignidade, quis impressionar o rapaz e bebi até apagar.
Acordei no dia seguinte, assim que recobrei a consciência olhei para os lados, eu estava em casa, mas queria saber se estava na minha casa, e para minha sorte, estava em casa, sem ninguém do meu lado, isso era um alivio, mas minha preocupação voltou quando reparei que eu estava de calcinha, de blusa, reparei que meu cabelo estava cheiroso e isso significava que eu tinha tomado banho, mas como ? Como cheguei em casa, tomei banho e me troquei sem ao menos lembrar de nada. Foi quando me lembrei do Junior, ele deve ter me trazido para casa, mas o que mais sera que aconteceu ? Comecei a ficar apreensiva, liguei para o meu amigo e pedi o telefone do Junior, e liguei para ele, por sorte ele ainda estava na cidade, chamei ele para tomar um café, que queria falar com ele, passada toda a situação o dor de cabeça chegou e com ela a ressaca, então voltei para a cama para tentar dormir mais. Acordei meio mal ainda mas fui me encontrar com o Junior, ele já estava la quando eu cheguei, então sentei e começamos a conversar e ele foi me contando o que aconteceu, ele disse que estava no balcão do bar quando um cara perguntando se ele que estava me acompanhando ele disse que era o motorista e tal então o cara disse que era melhor ele me levar em bora.
Junior foi narrando como me levou para casa, como eu estava mal, como deu banho e tudo em mim, descreveu com detalhes como eu era peladinha, eu vi os olhos de tesão dele narrando e imaginei como deve ter sido difícil para ele não ter feito nada, aquele cara podia ter abusado de mim a noite toda eu estava completamente entregue, eu sei como é quando fico bêbada, nossa ele cara deve ter ido para casa com o saco doendo e pior que eu tenho a mente fértil, ele foi contando e eu fui imaginando tudo e claro com aquela pitada apimentada, já fiquei regulando para ele e imaginando ele pelado e agente o melhor sexo bêbado de todos, mas eu não podia desperdiçar aquele negão de 1,80m né ?! Com a vontade subindo eu ia fazer a minha vontade, afinal ele foi uma anjo, me salvou de uma vergonha eterna e nem abusou de mim, ele foi um doce, merecia sua recompensa.

Chegando em casa, perguntei se ele não queria subir, obvio que ele aceitou, entramos no elevador, quando a porta do elevador fechou , olhamos um para o outro, e sem dizer nada começamos a nos beijar intensamente, eu sempre tive o desejo de fazer sexo no elevador, estava louca de vontade de apertar o botão de emergia e fazer sexo ali mesmo, com direito a porteiro vouyer mas admito que me faltou coragem, mas nem por isso diminui o fogo, a porta do elevador e agente saiu aos trancos e barrancos, tentando andar sem parar de se pegar, até que chegamos em minha porta, ele então me prensou contra ela, e começou a beijar meus pescoço, e foi descendo pelo meu colo e eu morrendo de tesão, apertando e girando a maçaneta, ele começou a descer mais pelo decote procurando pelos meus peitos, eu queria puxar os cabelo dele e faze-lo parar mas ele era careca, procurou até encontrar,e começou a chupa-los ali mesmo no corredor do meu prédio, na porta de casa, e o medo de sermos pegos foi dando a pitada final no tempero, achei que ia ser chupada e comida ali mesmo, e eu tentando abrir a porta para entrar, então ele me virou com tudo e me xinxou contra a porta, me prensou com o pau já duro, latente na calça, me fazendo sentir o volume contra a minha bundinha, e foi passando a mão pelas minhas coxas, pelas minha barriguinha, apalpou meus seios e começou a acariciar minha bucetinha e sussurrou “abre essa porta que eu to louquinho para te ter” eu quase tive um orgasmo ali mesmo, minhas mão tremia toda e eu não conseguia encaixar a chave, e ele não parava, colocou minha calcinha de lado e começou a abrir os meus lábios com o dedo, eu tava com vontade de gritar, mas finalmente consegui abrir a porta e entramos com tudo, nem trancamos a porta e fomos direto parca o sofá.

Ele me jogou de qualquer jeito no sofá(adoro fazer sexo neste sofá, ele é de couro preto e é muito confortável) e arrancou minha calça e minha calcinha numa leva só, ele era tão forte que eu acho que ele podia me levantar em um braço só, ele era todo trincado, um negão quase azul, careca e cara de safada, poderia ser segurança de balada ou de bordel, ele era enorme perto de mim e a pele negra dele fazendo contraste com a minha pele branquinha me deixava ainda mais no clima, eu parecia um brinquedinho que ele posicionava do jeito que ele queria, ele abriu minha pernas e colocou elas para cima e começou a me chupar, ele devia mesmo ter sonhado com aquilo, tava todo afoito tadinho, parecia uma centrifuga desgovernada, mas depois a euforia foi passando e ele foi se ajeito ai começou a ficar bom o sexo oral e minha bucetinha já começava a se contrair e mu cuzinho piscar clamando pela aquela tora preta. Nem preciso dizer que ele tinha um pau grande né ? E estava lá durinho por mim (podem me chamar de egocêntrica, mas não há nada mais excitante do que um cara de pau duro por você) e eu não podia desaponta-lo, logo o meu salvador, então me ajeitei do sofá e pedi por um 69 e ele veio todo por cima de mim, meu jesus ! Eles eram enormes e estavam em cima de mim, fiquei lambendo a cabecinha bem de leve, erguendo meu pescoço atras do meu pau, quando ele sentiu que eu já estava com ele na boca ele baixou os quadris e começou a movimenta-los, como se estivesse me comendo, aquela pua todo na minha boca e eu quase engasgando com ele descendo guela abaixo, ele tava literalmente “comendo” a minha boca, era uma visão maravilhosa a pélvis ele chegando bem perto e minha boca se abrindo para recebe-lo.

O resto foi como o tradicional que vocês já conhecem, mas queria compartilhar esse 69 sensacional com vocês, e o bixo tinha folego viu!? fizemos sexo ainda umas duas vezes, mas daí fomos pra cama, com mais calma. Acho que diva isso a ele por ele ter sido legal, claro que não agradeço todo mundo assim, mas o fato de ele ser um negão sarado, pauzudo contou pra caramba, rs.”

sexta-feira, 2 de julho de 2010

requebra, requebra ....

Ola meninos e meninas sapekas !
Tudo bem com vocês ? Eu estou bem obrigado... Muitas pessoas leem o meu blog e ficam me imaginam e as vezes acham que eu sou como elas imaginam, mas como diz o velho ditado “ não julgue um livro pela capa” cai como uma luva no conto de hoje.
Era um domingo de manha, ouvi o meu celular tocando até sem nem abrir os olhos, morrendo de sono, exausta pela noitada de sábado, falei alo com aquela voz rouca, ou como alguns dizem “voz de traveco”, nem o leo reconheceu a minha voz, mas por fim ele me convidou para ir a um churrasco que ia ter, depois de xingar muito o leo por me ligar assim em cima da hora e descobrir que ia ser em um lugar muito longe, la na favela, eu desliguei e mandei uma mensagem para a letícia ordenando que ela fosse comigo, afinal eu não ia sozinha, avisei que passaria na casa dela e comecei a me arrumar, fiquei pensando em que roupa eu iria vestir, fiquei horas decidindo até que estava na hora de sair então sai com um shorts jeans, um top e uma blusinha branca por cima e sandália, peguei a letícia na casa dela e fomos, mas quem disse que seria fácil ? Agente deu varias voltas, rodando e rodando e o pessoal da comunidade olhando para nós provavelmente olhando as “forasteiras” rodando igual baratas tontas, até que vimos uma pessoa conhecida chegando, dirigindo uma saveiro. Era ela, só podia ser ela, Jéssica. Muito tinha ouvido sobre essa garota, sempre que a roda do bar estava animada ela era citada na roda, quase todos o caras já tinham se interessado por ela, ela era uma referencia, há quem dissesse que ela mais fala do que faz, que ela só provocava que na hora do vamos ver ela amarelava, e eu me incluía nessa turma, nos vimos poucas vezes e eu não tinha visto nada de interessante nessa garota, uma garota exibida, com uma cabecinha de ideias compradas, magrela, eu não sei o que os meninos tanto viam nela, mas homem é tudo igual mesmo.
Então colocamos os carro para dentro da casa quando eu vi ela descer do carro, de calça legging branca, um tomara que caia com um biquíni por baixo, um rabo de cavalo bem alto e óculos escuros do tipo abelha. Realmente fazia tempo que eu não a via, mas pelo amor de deus, onde foi que essa menina esteve que eu também quero ir, ela estava um espetáculo, um show à parte, ela evoluiu de magrela a mignozinho, deve ter se acabado na academia pois tinha ganhado belas coxas e uma bundinha perfeitinha, redondinha e a calça enfiada mostrava todas as suas novas curvas. Ela viu que eu a estava analisando levantou os óculos, colocou-os na cabeça e sorriu, aquele olhar de tesão e o sorriso de mulher safada como se soubesse que vai rolar uma sacanagem são inconfundíveis, parecia que eu estava vendo uma nova pessoa, e uma pessoa bem provocante ainda mais quando ele me diz “vem linda, vamos arrasar”. O churrasco começou como qualquer outro, apesar de ser na periferia a casa era grande, com churrasqueira, com piscina, e principalmente o que mais interessa, cerveja a vontade e a conversa rolava solta até que um cara veio implicar comigo já me olhou e disse “olha temos uma patricinha no nosso churrasco da periferia” e me olhou de cima a baixo, me regulando aquilo me deixou puta, sempre no meio da conversa ele dava um jeito de encaixar uma piadinha sobre o fato de ele ser um negão, que as branquinhas adoravam um negão, principalmente as riquinhas e me olhava querendo me desafiar.
Já estávamos todos alegres quando alguem começou o batuque , e o samba começou a rolar improvisado, mas a Jéssica não perdeu tempo, se levantou da mesa e foi para o centro da roda com a sua latinha de cerveja na mão e começou a sambar como se não tivesse ninguém olhando, sem vergonha nenhuma e animava os marmanjos todos babando vendo ela requebrar, e confesso que eu estava morrendo de inveja dela, eu tomava minha cerveja tentando criar coragem de ir lá até que essa coragem finalmente veio, eu dobrei meu shorts para que ele ficasse bem curtinho e parti para a roda de samba e comecei a dançar também e a forma sensual que a Jéssica me envolvia deixava tudo bem caliente e mesmo eu dançando pudia sentir os olhos do Felipe na minha bunda, ele estava babando e me secando, Jéssica já estava tinha tirado a blusa e estava de biquíni e aquela calça branca maravilhosa, mas eu já estava cansando, o álcool já tinha subido para a cabeça, já estava no clima e com a bexiga cheia então fui a banheiro, era um banheiro grande até mas também com funcionava como um entulho, estava cheio de coisas. Então quando eu estava no banheiro eu ouvi o barulho de alguem chegando era a Jéssica, também já bêbada, e ela me viu sentada no vaso e parou bem na minha frente, e eu disse “ow sua maluca vai mijar em mim ?” ai ela arreou as calças e disse que queria ser um homem para poder mijar em pé e ficou la fazendo barulho e dando risada, eu também já estava mais para lá do que para cá , dava muita risada, com a aquela bucetinha na minha cara, carequinha, lábios fechadinhos, e fiquei olhando o seu corpo, sua barriguinha seca e seu corpo moreninho de sol brilhando pelo suor de estar dançando, exalava feromônio a danada, então me levantei e fiquei com meu rosto bem próximo ao dela, lábios quase se tocando, ela me olha nos fundo dos olhos e que pudia ver todo o seu tesão, quando ela percebeu que eu li a mensagem ela fechou os olhos e me beijou, lábios macios mas ávidos podia sentir o sabor do gloss em seus lábios, misturado com o gosto de cerveja eu não parava de beber, ela me dava arrepios, pela primeira vez estava acuada em uma situação dessa ela me sentou no vaso, abriu minhas pernas e caiu de boca, passando delicadamente a língua sobre o meu grelinho, como só uma garota sabe fazer, ela me chupava e colocava seus dedinhos na minha bucetinha, dedos mágicos, ligeiros e certeiros, no ponto exato onde me dava mais prazer, eu gozei muito e ela tomou todo o melzinho que escorria, sem desperdiçar nada. Quanto por fim entra no banheiro o Felipe, ela se levanta diz para o Felipe “ela está pronta para o abate” e da um beijo nele, estava bêbada o suficiente para pensar que eles haviam combinado aquilo, que eu não ia querer fazer sexo com ele há menos que alguem me deixasse com muita vontade, e ela conseguiu, ela acendeu o meu fogo, e vendo o volume na bermuda do Felipe pensei que não seria uma má ideia, comecei a passar a mão sobre a sua bermuda, pude ver que o pau dele já estava começando a ficar duro, então dei uma ajudinha, desabotoei e baixei o ziper e ele disse “é por isso que eu gosto das branquinhas, elas adoram um caralho de um negão, eu sabia que você não ia resistir a essa rola preta” eu nem dei bola, nem estava pensando, a cerveja não deixava, então coloquei aquela coisa pra fora, não era igual os de filmes prono, mas dava um beeeeeelo caldo ! E então comecei a lamber suas bolas, lamber ele todo até lamber a cabecinha, comecei a punheta-lo para que ela ficasse toda para fora e olhei para ele que beijava a Jéssica e masturbava ela. Me subiu uma inveja eu ali chupando o pau do cara e ele nem ai? O que essa garota tinha ? Eu não podia deixar por menos, então comecei a mamar, comecei devagar afinal era grande, mas ele disse “chupa sua patricinha, chupa que nem uma mulher de verdade, que sei que você ta gostando então mostra para o seu negão como se chupa um pau de verdade” e pressionou a minha cabeça contra o seu pau, eu quase engasguei, mas agora eu finalmente tinha a atenção dele, então caprichei, chupei o máximo que pude chupava, com vontade, da cabecinha até sentir ele no talo da minha garganta. Ele estava adorando, mas ele queria mais então me tirou da frente e sentou no vaso com a tampa fechada e eu fui atras engatinhando de quatro atras do pau dele e continuei a chupar, Jéssica me ver assim começou a me masturbar, aqueles dedinhos mágicos eram de deixar qualquer uma de pernas bambas, eles tiram o dia para judiar de mim, eu chupava o negão e ela com seus dedinhos mágicos na minha bucetinha e sua língua no meu cuzinho, lambendo ele todinho. Então ela se levantou , me tirou e sentou no pau dele, pude ver de perto sua bucetinha se abrir toda quando ela sentou no negão, eu vi de camarote ela requebrando no pau dele, e que swing essa menina tinha, eu continuei a me masturbar vendo aquilo e bebendo mais da minha cerveja, até que o celular dele toca, ela não deixou ele atender, ela atendeu e começou a conversar com a pessoa no telefone como se nada tivesse acontecendo, ela nem ao menos diminui o ritmo sentando gostoso no pau dele, que garota sensacional! Então ela se levantou veio até mim, me deu um beijo daqueles e disse “aproveita linda, ele é todo seu agora” então la fui eu, sentar no negão, eu me lembro pouco já estava completamente bebada, mas me lembro dele me comendo gostoso, me xingando de patricinha, de enfiando fundo até o talo, e de me fazer beber todo o leitinho dele. Disseram que eu durmi ainda no banheiro muito tempo travada, mas isso eu não lembro, então não aconteceu.... se alguem me perguntar eu nego.

sábado, 20 de março de 2010

Serviço Completo

Ola leitores e leitoras!
É engraçado como falando com algumas fãs do blog elas me tratam como se eu fosse a deusa do sexo, como seu eu já tivesse experimentado de tudo como nada mais me surpreendesse, então decidi contar a vez que com toda minha experiencia fiquei realmente sem ação nenhuma, o dia que deixei que me conduzissem ao prazer.
Tudo começou quando estava na casa do bruno, um amigo meu, era de tarde estamos vendo uns filmes, uns documentários, estava ajudando ele a montar uma matéria, estávamos sozinhos, concentrados, ficamos assim por dias , já fazia quase uma semana que eu passava os dias na casa dele, quando o nosso silencio foi interrompido pelo bater da porta, era sua empregada, querendo saber nem me lembro o que, quando ela se retirou bruno me perguntou se eu podia me confessar algo, disse que sim com toda certeza, ele disse que morria de tesão nessa empregadinha dele, que ela mexia com a cabeça dele. Eu já tinha ouvido falar , e com certeza em novela das 8 da globo, que homem tem fetiche por empregadas, principalmente as negras, foi quando ele disse “repara nela, ela não é uma delicinha”, foi quando parei para prestar a atenção nela, era realmente uma mulata orgulho da comunidade, devia ter uns vinte e poucos aninhos, cabelos negros encaracolados, olhar bem forte, seios pequenos mas uma bunda de dar inveja, orgulho nacional, de fazer gringo morar aqui, de repente começou a me subir o desejo, fiquei olhando fixamente para aquele rabo enorme, me hipnotizando, me senti um pouco homem naquele momento, era algo novo pra mim, nunca tinha me sentido atraída por garotas morenas, e nem podia dizer que era preconceito porque adoro um negão, simplesmente não me atraia, essas coisas agente não escolhe muito não é !? ela vestia uma roupa bem a vontade para a faxina, uma calça capri que exaltava bem a suas curvas, e uma blusinha velha. Tentei disfarçar meu tesão naquela morena, mesmo com a calcinha molhada eu desdenhei como qualquer mulher faz para um homem, quase como se quisesse dizer “ei, eu estou aqui, eu também sou um tesão ok!?”. Ele me disse que nunca tinha tentado algo, que tinha medo de sofrer um processo por assédio, mas que era louco para chegar xinxando ela por trás enquanto ela lavava a louça.
Bruno é meu amigo, e é muito bonito, então resolvi ir ajuda-lo , e descobrir se aquela morena estava afim de fazer um serviço extra, então aproveitei que ele tinha ido tomar banho e fui até a área de serviço, com a desculpa de ir fumar um cigarro inocente, e fui logo puxando papo , fazendo muitos elogios a ela e ao bruno, ver se ela se soltava e falava alguma coisa, mas nada aconteceu ela nem ligava quando falava dele, então desisti e continuei a conversa normalmente.
Dias se passaram e eu já havia contado para o bruno que ele não devia ter esperanças, como ele já imaginava, e continuei a frequentava a casa dele e sempre ia fumar e conversar com a minha nova amiga, quando uma vez eu fui passar e ela estava agachada, com aquele rabão todo amostra, e inevitavelmente tive que me esfregar nela para passar, acho que ela até dificultou a minha passagem de propósito, e vi quando ela me deu oi que abriu um sorriso enorme e o bico dos seus seio estavam rijos, fazendo volume na blusa, aquilo surpreendentemente me deixou sem graça, e fomos conversando e conversando e os assuntos cada vez mais picantes, e então ela se aproximou de mim e disse que o “seu” bruno vivia de olho na bunda dela, que quando se ganha o apelido de tanajura, de formiga viúva, é fácil saber que sua bunda chama a atenção dos homens, que sem querer já tinha visto ele ficando de pau duro, ela disse que é legal provocar os homens, mas que ela gostava de algo mais delicado, ao terminar a frase ficou bem próxima a mim, seus peitos roçavam suavemente nos meus e ele começaram ficar duros, e ela percebeu isso, e foi pondo sua mão sobre minha barriguinha branca, fazendo aquele contraste que me deixa tão excitada, mas aquilo era novo pra mim, ela me confessou que desde a primeira vez que pos os olhos em mim ela tinha ficado molhadinha, que ia pra cama e se masturbava pensando em mim, aquilo me deixou desconcertada, sem chão, fomos então para o banheirinho da área, onde podíamos ficar mais a vontade, ela me indicou o caminho, me puxando pela calça, me sentou no vaso e e sentou em meu colo, me deu um beijo bem gostoso e tirou a sua blusa, fiquei de cara com aqueles peitinhos , de areola bem escuras, eu na minha inexperiência me senti curiosa em provar daquela visão, e me acabei chupando os peitos dela, eu fiz o que eu adorava que fizessem em mim, mordi, lambi, chupei, tudo que tinha direito, mas estava meio desconfortável, então quando a maquina de lavar começou a centrifugar , ela me puxou de volta a área, e começamos a nos despir, e ela me sentar em cima da maquina que tremia toda, , em abriu e começou a me chupar, meu deus, que língua era aquela, era coisa de escola de samba, me fez gozar rapidinho, então era a minha vez de faze-la gozar, virei ela de bruços sobre a maquina de lavar, e a encochei bem forte, fazendo com que seu grelinho fica prensado contra a lataria gelada da maquina que vibrava, e seus mamilos da mesma forma, transformando a maquina de lavar em um grande vibrador, que era um brastemp, rs. Logo meus dedos estavam bem fundos na sua bucetinha e no seu cuzinho, dois dedos em cada, ao ver aquele rabão rebolando, ver aquela pele rosadinha, brilhando pelo melzinho que escorria dela em contraste a sua pele negra, ver seu cuzinho aberto,as costas arqueadas querendo mais e a cara de prazer, me fizeram entender por que os homens gostam tanto de comer um cozinho e com um garota de quatro, é realmente uma visão inebriante.
Bruno nunca soube de nada do que aconteceu , até agora, mas achou que ele vai bater varias quando ler isso, pena que a morena não trabalha mais na casa dele.

sábado, 26 de dezembro de 2009

Meu preto...

Ola leitores !
Como prometido hoje vou contar como defini minha orientação sexual, mas como o própria nome já diz é apenas uma orientação, ainda cometo meus deslizes com alguma garota principalmente com melissa, essa menina que me faz me sentir tão especial, ela me fez redescobrir o sexo, e como ela sofreu por isso, todo meu tesão acumulado eu descarreguei nela, eu estava ficando insaciável, eu pensava mais e mais em sexo, e melissa se esforçava para me acompanhar mas eu estava ficando enlouquecida, eu passei a me masturbar como uma garotinha de 15 anos, eu olhava os caras na rua e me dava vontade de sair chupando ali mesmo no meio da rua, melissa comprou uns brinquedinhos para nos ajudar, ela enfiava todos no meu cuzinho e aquilo me deixava louca e eu comecei a perceber que eu estava sentindo falta de rola, tive uma conversa seria com ela, eu senti que ela ficou meio chateada ela estava realmente gostando de mim, e eu dela, mas meu desejo falava mais alto, mas o dias foram passando um atrás do outro e logo tínhamos esquecido essa conversa. Os dias foram se passando e eu recebi a noticia que mudaria minha vida, fui chamada para trabalhar em uma emissora de televisão, eu fui chamada para fotografar os bastidores de um dos programas para colocar no blog do programa, o divertido era que o programa é sobre viagens, ou seja, eu ia ser paga para viajar e fotografar, o que mais eu poderia querer ?rs logo então tive que ter conversar com a melissa, eu teria pouco tempo para ficar com ela, já que estaria a maior parte do tempo, então decidimos terminar, não que tenha sido fácil, caímos em lagrimas mas logo a nossa admiração mutua falou mais alto eu disse que meu amor seria incondicional que sempre a amaria pelo que ela é e pelo que ela representa em minha vida, e passamos ser amigas até hoje, e ela resolveu aprontar, ela me preparou uma minha “festa de despedida” eu disse a ela que precisaria de ajuda com a mudança, já que não poderia ficar pagando aluguel já que não praticamente não ia mais usar o apartamento, vendi também a minha moto, ela então disse que o vizinho dela que era da marinha estaria de folga, e ele podia me ajudar, já que sempre ajudava ela quando ela precisava (depois fiquei pensando que tipo de ajuda era essa... rs) mas ela disse que não poderia me ajudar porque estaria trabalhando, por mim tudo bem.
Então de manha bem cedo ouço a campainha tocar, suspeitei que fosse o amigo da melissa, mas para minha surpresa estava ali parada um belo moreno vestido com uma farda branca, e eu me senti aquelas meninas de 15 anos no baile de debute, minha libido começou a aumentar... tratei logo de faze-lo entrar ele me pediu desculpas que havia acabado de chegar do serviço, eu suspirando disse que não precisava se encomendar, eu já tinha ouvido sobre tesão em homens de farda mas nunca tinha me despertado nada, até ver esse negão vestindo daquele jeito, ele então começou a tirar a parte de cima do uniforme para que pudesse ficar de regata, meu deus ! Era deus de ébano personificado na minha frente, logo ele começou a me ajudar , e eu que não sou boba nem nada passei a provoca-lo, esbarrando aqui, me esfregando ali, tudo na maior delicadeza, eu não tinha tanta coisa e terminamos logo, mais ainda assim chegou a hora do almoço, então sentamos os dois na sala e ficamos comendo, era um dia quente, suava levemente, então ofereci que tirasse a camisa, ele relutou um pouco mas tirou, aquele abdômen parecia de modelo, melissa havia caprichado, então conversa vai conversa vem logo caímos no meu assunto favorito, sexo, eu fui declarando minhas intenções na forma das minhas declarações, e ele também num era nenhum ingenuo, e logo fiquei curiosa e perguntei a pergunta fatal, perguntei se realmente o negros tem o pinto descomunal, ele abriu aquele sorriso malandro, e disse que ele não podia falar sobre o tamanho dos outro, mas que ele estava satisfeito, eu retruquei disse que dava para saber sem conhecer outros, ai ele disse que era eu quem tinha que analisar, pronto ! era o que eu queria ouvir... ele se levantou e eu fui até ele e me entreguei, aquele corpo suado fazia dele mais irresistível ainda, era como se exalasse feromônio, eu me deliciei naquele lábios negros, ele me apertava com aquelas mãos enormes, coisas que só um homem poderia oferecer, e já me anunciava o que eu estava para encarar, logo abri suas calças e me deparei com aquele espetáculo, era realmente descomunal, eu comecei a beijar suavemente aquela coisa preta e enorme, como se endeusasse, como se matasse saudade do sabor de uma bela rola, logo aquela coisa começou a crescer, a ficar duro e cheio de veias, eu estava impressionada com aquele tamanho e não parava de crescer, eu a mamar com vontade, com saudade, naquele momento era como se apenas eu e aquele pinto enorme, eu lambia toda a extensão, beijava chupava gostoso, ele parecia que já ia gozar, então ele me deitou no chão e começou a chupar a minha bucetinha, nem todo mundo é bom em tudo não é ? rs... mas então coloquei ele sentado no sofá, e logo aquele mastro ficou ali apontando para o teto, eu me ajeitei e sentei nele, ele foi me preenchendo até o fundo, conforme eu cavalgava sobre aquela tora preta ele parecia bater no útero., eu subia até não conseguir mais, era interminável, e descia recebendo toda a aquela tora preta , eu estava me satisfazendo, mas eu queria mais, eu me pus de quatro e empinei a minha bundinha, e ele parecia desacreditar, vi então o olhar animal, era isso que eu queria então ele me pegou pela cintura, sua mão grande e negra contrastavam com o meu corpo pequeno e de pele branca, ele então posicionou a cabeçorra na porta do meu cuzinho, e logo começou a forçar e apesar do seu tamanho não precisou de muito, meu cuzinho já estava acostumado a se abrir para receber coisas... rs. Ele então começou a bombar forte, ele me cobria toda, meu corpo sumia em baixo do dele, ele então começou a aumentar a respiração, e logo lotou meu cu de porra quente, era uma das coisa que me levava a loucura, sentir a aquele liquido quente no fundo do meu cuzinho, a segunda coisa que eu mais gosto é quando ele tira e bate aquele vento me fazendo sentir o estrago, sentir o quando meu cuzinho estava arrombado, eu me senti aquela vadia que trai o marido com o negão, mas eu me sentia em paz comigo mesmo, eu estava aliviada, pronta para começar um novo passo na minha vida, mas eu queria mais, logo terminamos e eu já comecei a mamar aquela tora preta, eu estava com saudade de gosto de uma rola, e gosto de rola de negão é muito boa. Esse moreno vai deixar saudade, assim como o meu amor incondicional, a melissa. No próximo conto já conterei algo que aconteceu numa dessas viagens.