domingo, 28 de novembro de 2010
Quando eu quero... nem Deus tira...
Postado por _aliciadelicia às 14:17 0 comentários
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domingo, 7 de novembro de 2010
Marido De Amiga Minha Pra Mim é Consolo
Tudo bem com vocês ?
Eu estou bem, obrigada. A vida é algo engraçado não é ? As vezes agente encontra pessoas nos lugares mais inusitados, quem diria que nos envolveríamos com as pessoas que nunca pensamos. Muitas vezes são pessoas que temos temor de nos envolvermos, mas quando rompemos essas barreiras descobrimos que era o que faltava na sua vida é algo todo novo. Por isso nas próximas duas semanas narrarei o depoimento de duas próximas a mim que tiveram a audácia de romper barreiras.
domingo, 31 de outubro de 2010
Feliz Regina ...
Olá meninos e meninas sapekas !!
Tudo bom com vocês ?? eu estou bem mas ando muito ocupada ultimamente , recebi uma promoção no trabalho e tal então anda meio corrido para mim, mas para não deixar vocês na mão ( ou sim, se masturbando) eu conto com meus amigos e amigas, e uma delas me enviou uma historia que queria compartilhar com as pessoas, como ela se mudou, então postanto como um presente de despedida, Regina vamos sentir saudades, espero te ver em breve.
"Há muito tempo eu era afim daquela mulher, e ela era aquele tipo vulgo “Morde e Assopra” assim como tantas que já conheci. Mas o que importava é que eu sabia que ela queria, tanto quanto eu. Sempre fui muito cheia de dúvidas e completamente contra tomar decisões. Jamais cheguei numa mulher, mal sabia como se fazia isso, mas se eu não fizesse, nada aconteceria.
Assim, pelo menos, eu pensava.
Um dia, fomos a uma festa. Na verdade não fomos juntas, nos encontramos por lá. Papo vai, papo vem, bebida entra, verdade sai. Acabamos as duas um pouco alegres. Foi então que eu vi a oportunidade de começar o assunto. Não quis ser clichê, mas haviam algumas coisas que eu não podia deixar de dizer. Coisas que ela já sabia, mas não me custava nada repetir, ainda mais que eu já nem sabia o que dizer direito. Ter como enrolar é sempre bom.
Depois de tanta enrolação, a conversa acabou, claro. E naquele silêncio, pensei em algo, quando vi, já havia dito:
- Você sabe que eu sou afim de você.
Ela sorriu, segurou seu copo e disse:
- Não fala isso, você sabe que eu não posso.
Eu perguntei o motivo, e ela não fazia nada além de repetir a primeira pessoa do singular incansavelmente. Eu achando muita graça, sabia o que ela ia dizer, mas queria ouvir dela, só não sabia se ela teria coragem de dizer.
- Eu... Eu – Ela repetia – Nunca fiz isso antes.
- Mas você quer ou tem curiosidade?
- Não quero.
Aquele “não quero” destruiu todas as minhas ilusões, tudo que eu achava, tudo que eu planejava. Destruiu o ponto lindo no teto que eu usava pra lembrar dela. Naquele momento tudo desmoronou, foi então que a bebida bateu e eu decidi sair de perto dela.
Passei a festa toda bebendo e conversando com outras pessoas, e sempre a via me olhando com uma cara indecifrável. Hora de ir embora. Ela veio até mim e disse:
-Vem, vou te levar pra casa.
- Você não deveria dirigir assim.
- Eu parei de beber depois da nossa conversa, to sóbria, relaxa.
Confiei. Nos despedimos de todos e entramos no carro.
Seguimos caladas até metade do caminho, quando então ela resolveu quebrar aquele silêncio. Perguntou se eu estava bem e por que estava quieta. Respondi que estava muito bem, e estava quieta porque não tinha muito o que falar. Ela pediu desculpas por ter me chateado e continuamos em silêncio.
Meu prédio se aproximava e eu já não tinha mais nada a perder, ou melhor, tinha; a amizade dela e lembrei disso no último momento, isso evitou que eu a beijasse de surpresa. Então ela parou o carro, eu segurei seu rosto e dei um beijo em sua bochecha, ela, por sua vez, retribuiu sem soltar seu rosto do meu. Eu ali, pensei 1000x se deveria arriscar, incrível como eu consegui pensar tanto em poucos segundos. Então dei um abraço nela, e falei pra ela ficar tranqüila que nada tinha mudado e agradeci a carona. Ela ficou aliviada... Parece que disse “que bom que você entendeu”, não lembro direito. Soltei o abraço e pensei “É agora!” Mais uma vez segurei seu rosto e lhe dei um beijo, mas dessa vez bem próximo à boca. Ela, ao retribuir, acabou me dando um selinho. Pensei que ela reagiria de várias formas, mas tudo que fez foi ficar olhando pra mim, então tomei coragem e fui. Para meu espanto e felicidade, ela retribuiu o beijo. Minha vontade dela era imensa, não conseguia mais parar de beijá-la e não queria. Não iria a lugar algum sem aquela mulher. Finalmente parei e perguntei se ela queria subir. Ela disse que achava melhor não, e pediu desculpas, disse que não sabia o que tinha dado nela. Pediu que eu descesse do carro e foi embora.
Cheguei em casa sem saber o que estava sentindo. Se estava feliz por finalmente ter conhecido o prazer saciado ou se estava triste por ela ter ido embora.
Larguei minhas coisas em cima da mesa (chave, celular, documentos e etc) e sentei no sofá, ouvi meu celular dar sinal de mensagem. Novamente para minha surpresa, era ela. A mensagem dizia “Desculpa se fui grossa, é que não sabia o que fazer. Amanhã conversamos, fica bem. Beijos”
Aquilo não poderia terminar daquele jeito. Como assim, “fica bem, beijos”. Liguei pra ela. Demorou um pouco e ela me atendeu.
- Eu ia te ligar.
- Por que não ligou?
- Não sabia se deveria.
- Devia ter ligado
- O que foi?
- Por que você mandou essa mensagem? O que você quis dizer com isso? Tá arrependida?
- Não, claro que não. É que eu não sei, eu nunca fiz isso, você sabe. Eu to confusa, não sei o que ta acontecendo.
- Beleza, então amanhã a gente conversa.
- Não calma, não fica brava, desce. Eu vou passar aí.
A hora de conversar era aquela. E eu ia fazê-la entender o que se passava com ela! Nem que pra isso eu tivesse que agarrá-la no meio da rua. Desci e em 2 minutos ela chegou. Estacionou o carro desceu, falei pra subirmos e ela aceitou
Chegamos em casa, sentamos no sofá, cada uma numa ponta. E eu comecei:
- Pode falar.
- Eu não sei o que falar. Não sei nem o que ta acontecendo comigo.
- Eu sei o que ta acontecendo contigo.
- Você não sabe.
- Você quer, mas tem medo! É natural... Eu fui assim também, você acha que eu faria mal a você?
- Claro que não!
- Então qual é o problema?
- Eu não sei bem...
- Você gostou?
- ...
- Gostou?
- Gostei, mas isso não quer dizer nada.
Como não quer dizer nada? Então o que diz alguma coisa? Mulheres são complicadas demais. Eu sou complicada, mas ela... Meu Deus. Fiquei sem palavras. Abaixei a cabeça e não parava em pensamento nenhum, na verdade não sei quanto tempo consegui ficar sem pensar em nada. Agora lembrando disso, parece que tive uma espécie de amnésia. E ela me interrompeu:
- Nós temos uma vida completamente diferente, idade, objetivos, amigos, tudo diferente.
- Você tem medo do que os outros vão dizer?
- Não... Não é isso.
- Ninguém precisa saber!
- Eu vou saber. Eu tenho várias amigas gays e tal, mas a diferença é que são elas... E não eu. Nunca tive preconceito, mas agora eu já to perdida. Não sei.
- Quando é com os outros é bem mais fácil NE?
- É... Mais ou menos isso. Como eu vou chegar e apresentar você pras minhas amigas? Como vou te apresentar pra minha mãe? Ela vai ter um troço!
- Você não precisa me apresentar pra ninguém, não precisa tornar sua vida pública.
- E como eu vou justificar você sempre do meu lado?
- Então não foi só um beijo?!
- Não entendi.
Pensei que pra ela, aquilo havia sido apenas um beijo. Mas não... Ela já pensava no amanhã, no depois de amanhã, e na semana seguinte, em tudo. Comigo. O que eu deveria dizer? Claro que eu queria, mas será que ela suportaria?
- Pensei que pra você tinha sido apenas um beijo, mas você ta aí falando de apresentar pra família, pros amigos...
- É, porque eu não renunciaria muitas coisas só por uma diversão.
- Então eu não seria só uma descoberta?
- Claro que não, se eu beijei você é porque eu sinto alguma coisa, eu só não sei se eu quero sentir isso, se eu quero levar isso adiante.
- Uau!
Fiquei um pouco perturbada com aquilo, mas ótimo! Ou não... Talvez fosse melhor ela apenas ir levando enquanto decidia, mas eu a conhecia, não gosta de deixar nada pra depois. Ela queria resolver a situação naquele momento, no máximo no dia seguinte. E pelo rumo do papo, parecia que seria no dia seguinte. Não sei o que me deu, mas eu resolvi deitar no colo dela, deitei e fiquei quieta. Ela começou a mexer no meu cabelo, e falar, falar, falar sem parar tudo que ela já havia dito antes. E eu ali, deitada em seu colo, sem saber o que fazer.
Decidi que não poderia colocá-la na parede, porque aí então, ela optaria por não ficar mais comigo, então disse pra ela tudo que sentia e o que eu pretendia ou imaginava. Ela prestou atenção em tudo... E no fim me abraçou. No abraço eu disse:
- O que você sente?
- Me sinto bem
- Não, não é como você se sente, mas o que você sente.
- Carinho
Olhei pra ela e perguntei se ela sentia vontade. Pra mim sempre foi válido o velho ditado, quem cala consente. E por ter calado, eu a beijei. Beijei com todo sentimento e vontade que havia dentro de mim, fui carinhosa, calma e delicada. Ela também, parecia que estava explorando algo, e fascinada com a descoberta, ali eu a senti entregue à mim.
Fui me deitando em cima dela e ela se ajeitando no sofá, não demorou muito para que eu estivesse completamente em cima dela, e ela confortavelmente no sofá, permitindo-se sentir tudo que outrora negava.
Lentamente fui colocando minha perna entre as pernas dela e beijando seu pescoço, seu colo e voltando para boca, quando senti que sua respiração estava mais rápida, sentei-me em cima dela, e a fiz levantar ainda beijando... Tirei sua blusa e confesso que quase gozei quando a vi estendendo os braços para cima para me ajudar a tirá-la. Coloquei a blusa no chão com calma, e olhei pra ela demonstrando todo meu desejo. Fui com vontade ao seu colo, e abaixei seu sutiã, lambendo cada pedaço de seus seios. Quando vi que ela estava se deliciando, tirei seu sutiã. Neste momento ela parou de me beijar, e me olhou fundo. Passou a mão em minhas costas por dentro da blusa, de forma a tirá-la, eu a ajudei, e eu mesma tirei o sutiã. Ela ficou me olhando, sem saber direito se deveria fazer aquilo ou não, mas deu um sorriso e retribuiu o carinho que eu havia feito em seus seios. Continuamos nos beijando e nos explorando, até que não consegui mais segurar tanto desejo e desabotoei sua calça, enfiando a mão por dentro, percebi o quanto ela estava molhada e isso era um ótimo sinal. Ela queria tanto quanto eu. Já estava gemendo, e eu nem havia tirado sua calça.
Tirei, com muita calma, como sempre, da forma mais romântica possível, e tirei a minha também, deixando ela me ajudar, claro.
Totalmente à vontade, trocamos carícias e cada vez que eu a tocava era um outro modo de fechar os olhos e emitir ruídos que me molhavam de prazer também. Fui beijando seu corpo inteiro, beijei sua barriga e fui descendo. Quando cheguei ao ponto, já sabia exatamente onde ir, mas antes dei uma enrolada, pra vê-la se contorcendo, e vi.
Quando decidi então que aquela era a hora, ela me segurou pelos cabelos apertou minha cara contra ela e gritou meu nome. Eu ali, disposta a lhe dar todo prazer que uma mulher poderia sentir, alcancei meu objetivo. E, ao vê-la gozar, trêmula, me olhando e sorrindo, imediatamente me senti a ponto de gozar, mas para isso precisaria da ajuda dela, e não demorou, ela logo retribuiu o que eu havia lhe feito e com muita competência para uma primeira vez com mulher. Senti que aquela noite iria longe, porque nós duas queríamos muito mais. E fizemos ainda muitas outras coisas no sofá. Quando já estávamos cansadas, decidimos levantar e ir para o meu quarto. Ao deitar, parece que minha cama tinha uma fogueira embaixo, pois começamos a nos tocar novamente, mas de um jeito muito mais quente, já que havíamos abusado do romantismo anteriormente.
Dormimos pouco, quando acordei a vi de olhos fechados com um sorriso no rosto e não sei dizer ao certo quanto tempo fiquei olhando pra ela. Aquela garota tão linda me fazia sonhar com as coisas mais belas, só pensamentos de amor e carinho passam pela minha cabeça, por isso me levantei e lhe preparei um belo café da manha na cama, o seu sorriso naquela manha parecia estar mais radiante do que antes, então comemos e provocavamos uma a outra como um casal apaixonado, mas ers dificil ficar na cama com ela sem fazer nada, sem sentir aquela vontade louca por isso não demoro muito e logo ja estavamos fazendo sexo novamente."
segunda-feira, 11 de outubro de 2010
Baila comigo ?
Nossa impressão minha ou essa semana passou muito rápido, um piscar e já estou aqui de novo, mas tudo bem com vocês ? Eu estou bem, obrigada.
Falando com a uma follower no twitter sobre fetiches fiquei pensando sobre os meus, sobre as coisas que me excitam e tal e cheguei há duas coisas que me excitam são dança e roupas, muitos dos meus fetiches envolvem pelo menos uma dessas duas coisas, e pensando nelas foi que lembrei de uma historia sobre um mundo que alia bem essas duas coisas, um mundo que me chama muito a atenção, que eu acho muito sexy que eu gostaria de fazer parte se o mesmo não se mostrasse tanto na defensiva e trata-se as pessoas com o mesmo preconceito que sofrem.
Postado por _aliciadelicia às 07:01 2 comentários
domingo, 3 de outubro de 2010
O Feriado
td bem com vcs ? eu estou bem obrigado. Esses dias recebi um e-mail de uma amiga querida... e recevi postav-la como forma de gratidão por realizar meu sonho de infancia. Enfim se divirtão como se fosse um conto meu !
"Já havia prometido escrever uma historinha que aconteceu comigo para a Alicia, mas como passou um pouco o tempo, acabei esfriando e não tendo mais a mesma empolgação para contar.
domingo, 26 de setembro de 2010
Panela Ruiva Também Faz Comida Boa
Tudo bem ?
Eu estou bem obrigada, mas vivo cansada, comendo porcaria na rua e isso acaba comigo, meu corpo reage muito rápido à comida, rs. Falando em comida e reação do meu corpo me fez lembrar de uma história que cai bem nesses trocadilhos.
“Um trabalho atrás do outro, já fiz até casamento! Alguns são legais, outros são chatos, e alguns... bom, alguns tem tudo para ser chatos mas acabam se revelando muito legais, isso por causa das pessoas, eu adoro pessoas, adoro fotografa-las mas nem sempre isso é possível. Eu fui contratada para fotografar gente importante como empresários, políticos e mais um bando de gente esnobe que não quer ser nunca fotografada porque tem o rabo preso com alguem , nem que seja com a mulher.
Fotografei a chegada de todos, a cerimônia de abertura porém as palestras só aconteceriam no dia seguinte então fui dispensada, porém eu tinha que ficar por ali caso alguém chegasse ou eles precisassem de mim, como eles pagaram as diárias para que eu ficasse 24 horas no hotel então sem problema nenhum! Subi para minha suíte e me joguei na cama, me sentia naquele filmes, “Julia Roberts life style” rs, tomei um demoradíssimo banho na hidro, mexi em tudo, revirei cada centímetro daquele quarto, descobrindo aquele mundo de riqueza, me senti um criança no mudo dos doces, com a música alta, dançando feito uma maluca, feliz da vida, a cama era maravilhosa, nossa e o chuveiro ? Com água bem forte que chega a doer na pele e bem quente, soltando fumaça.
Sempre que passo pelo hotel, vou lá cumprimentá-lo, nos tornamos “amigos” porque ele é muito gente boa, gosto de pessoas assim, legais engraçadas, que te fazem gozar e ainda te preparam um super café da manha...”
Postado por _aliciadelicia às 20:47 0 comentários
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domingo, 12 de setembro de 2010
Nunca julgue uma flor pelo cheiro - Parte II
Olá meninos e meninas sapekas !
Tudo bem com vocês ?
Eu sei meus lindo que eu tenho demorado a postar, mas tenho trabalhado muito, me desculpem qualquer incomodo, e estou pensando em uma grande surpresa para vocês então tenham paciência ok meus amores ?! Mas vamos ao que interessa, vocês se lembram da ultima história onde eu conheci uma simpática rapariga, que estava furiosa com a multa que havia recebido na porta do restaurante, mas está historia não acabou.
“Como disse Marta Suplicy “se o estupro é inevitável relaxa e goza” então tinha que seguir a minha vida, ofereci carona a quem quisesse e aceitaram meu amigo e ela, ela ficou meio acanhada , meio tímida mas por fim aceitou, levei-a primeiro pois a casa dela era a mais perto, e nem era mão para mim pois sua casa era depois da minha, então ao passar por perto disse que minha casa era perto, que passa pela rua onde estávamos todo dia ao voltando para casa, e que morria de medo pois voltava tarde da noite e as ruas ali são escura e nunca via policia por ali e voltei a bufar as minhas reclamações sobre a multa daquele dia, ela se manteve calada, só confirmava o que eu dizia com “é complicado mesmo” ou “pois é...” eu entendia que ela estava meio tímida pois quando eu desembesto a falar meu deus eu não paro mais, enfim deixei ela em casa, ela ia saindo quando lembrei de dar meu telefone para ela (tsc tsc tsc), missão comprida e fui levar meu amigo em casa, ele foi falando sobre a noite, sobre milhões de outras coisas que eu nem sequer estava ouvindo (foi mal Rô).
Algumas semanas prosseguiram normalmente sem que eu percebesse e em um belo dia que eu julgaria como um outro qualquer se não fosse ao longe as luzes vermelhas piscantes e algumas viaturas sobre a calçada, era uma blitz. Reduzi e ao me aproximar vi o guarda fazendo sinal para que eu encostasse, era só o que me faltava que o policial encrencasse com a minha cara, ele se aproximou do carro, eu baixei o som e o cumprimentei educadamente e sorri (quem sabe meu belo sorriso o convencesse que eu sou uma boa moça), ele nem um sorriso abriu e pediu meus documentos e o do veiculo, eu toda sensual (e fazendo papel de ridícula) providenciando os documentos para o “Seu Guarda”, ao ver o meu nome , ele disse que eu aguardasse por um estante e ele caminhou de volta a base. Eu fiquei já irritada , olhando pelo retrovisor central o policial reportando algo a um superior provavelmente, então o mesmo veio se aproximando do meu carro e se abaixou para falar comigo pela janela e pudi ouvir uma voz firme “boa noite madame” e já ia responder sem olhar “oi seu guarda” quando vi que se tratava de uma mulher, ela me ordenou que saísse do carro e botasse a mão sobre o capo do carro, devagar e sem que olhasse para ela. Eu comecei a ficar apreensiva, com medo.
Sai do carro com minha pernas tremendo, não me atrevia a olhar para ver seu rosto, o ar começou a ficar pesado ela começou a me perguntar coisas e eu gaguejava ao responder e ela disse que ela tinha que comparecer a uma delegacia pois eu estaria com problemas a respeito de uma multa em meu nome. Eu ameacei reclamar ela já me recriminou, então colocou a minha cabeça deitada contra a superfície gélida do meu carro, e começou a me revistar. Quando ela então se aproximou pude sentir aquele mesmo perfume ! Aquele perfume dela... e senti a mão dela correndo meu corpo, uma tato firme, mas parece que estava querendo mais do que procurar alguma coisa, eu estava ficando desconfiada daquela policial, comecei a achar que ela era se aproveitar de mim e ela disse perto do meu ouvido com a voz mansa “saudades que eu estava de você” Maldita desgraçada ! Era ela ! Mas quando eu ameacei dar um sorriso ela manteve a personagem e me recriminou.
Eu mal podia acreditar que aquela garota e tímida era aquela mesma policial de presença, só a presença dela estava me dando arrepio. Então ela disse para eu entrar no carro e seguir a viatura, eu atendi prontamente e minhas pernas tremiam, ela fez de proposito, queria me deixar ansiosa, eu já comecei a imaginar , a lembrara da pegação anterior e comecei a ficar excitada, comecei a ficar úmida, então ao virar em uma ruazinha escura ela parou, e veio em direção ao meu carro e me tirou do carro de supetão, com aquela pegada, e me tascou um beijo. Um beijo bem diferente daquele que havia recebido semanas a trás, era um beijo carregado de vontade, de desejo, eu fui prensada pelo seu corpo contra o carro, pude sentir a textura da farda e eu sempre tive tesão por uniformes e farda se incluiam, mas sempre imaginei homens vestindo as farda, nunca uma mulher, ainda mais uma mulher linda como aquela, cabelos negros , que na situação mal podia se ver, estavam presos, mas isso destacava seus olhos, que me fulminavam fervendo com a minha libido, a pegação rolava forte, beijos avidos, o que estava acontecendo com aquela mulher, ela estava tomando conta completamente diferente daquela menina, ela com uma mão apertando a minha bundinha e a outra na minha cintura, descendo seus beijos pelo pescoço, pelo colo até chegar aos meus seios, suas respiração forte e fria deixava meus biquinhos durinhos perfeitos para ela beijar, lamber e mordiscar, ora forte oura delicada, ela revesava me deixando maluca.
Eu queria toca-la mas ela se mantinha firma na personagem, eu era o seu brinquedinho estava ali apenas para saciar a suas vontades, aliviar o tesão, a oficial do bom sexo, ela me viu começou me ver subir pelas paredes cheia de vontades, já com a calcinha exarcada e resolveu me aliviar, eu estava de sai o que facilitou tudo, tirei a calcinha e joguei dentro do carro, e ela começou a me tocar, , dedinhos já procuraram pela minha bucetinha, bem la no fundo, me fazendo gemer em seus ouvido, me fazer ir as estrelas, pudia sentir o gelado da sua arma do quente da minha pele, aquilo aumentava ainda mais o meu tesão, era sensacional, aquela sensação de poder fluido , sendo domada daquela forma pela força policial, gozei sem precedentes, gemendo gostos no seu ouvido, quando mais eu gemia mais ela gostava, ela tirou o cacete e meus olhos arregalaram já imaginei onde ela ia enfiar aquilo, ela me virou de novo e passou o dedo por toda a extensão, encharcada e me fazendo me empinar toda seguindo o movimento, e ela começou a roçar aquele bastão e meu medo se mantinha, mas ela me tranquilizou dizendo que aquilo era só um acessório, que eu era toda dela e de mais nada (hahahaha).
Aquela policial se foi da minha vida, as vezes encontro com ela, mas elas se mandei como uma policial, sem dar intimidade, acho que fazer uma blitz só para me pegar foi o máximo da vida dela, só para me deixar sem graça de falar mal dos policiais para uma policial, foi uma loucura... mas uma loucura de cada vez.
Postado por _aliciadelicia às 18:48 0 comentários
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segunda-feira, 6 de setembro de 2010
Nunca julgue uma flor pelo cheiro - Parte I
Eu cumprimentei o meu amigo, um tradicional beijinho na bochecha, mas ao cumprimenta-la eu pude sentir, ela nem havia se aproximado muito e eu pude sentir melhor o perfume dela, até hoje procuro por descobrir que perfume é este, não há mais apaixonante do que uma pessoa cheirosa, seja homem ou mulher, mas eu me ligo muito no cheiro que a pessoa exala, e o cheiro dela era “lindo” (se me permitem o trocadilho). Eu estava enfeitiçada, inebriada pelo seu cheiro, mas meu transe foi cortando quando estava dando muita bandeira ai fui puxada para se sentar. A conversa fluiu numa boa, conversamos, bebemos e bebemos bastante, assim logo veio a vontade de ir no banheiro, eu estava apertadíssima mas estava com vergonha de ir sozinha, mas eu não estava me contorcendo de vontade, cruzando as pernas, ela parecia estar com vontade também, mas as duas estavam tímidas, esperando que uma de nós tomasse a iniciativa, até que ela percebeu a minha aflição e disse que iria ao banheiro e me convidou para ir junto, ela nem terminou de falar e eu já estava de pé pegando a minha bolsa.
Postado por _aliciadelicia às 18:27 0 comentários
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domingo, 29 de agosto de 2010
Nota desafinada
Tudo bem com vocês? Eu estou bem obrigada.
Postado por _aliciadelicia às 05:59 3 comentários
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sábado, 21 de agosto de 2010
O Romantismo Não Está Morto, Só Está Coroa....
Olá meninos e meninas sapekas !
Td bem com vocês?
Eu estou bem e também estava morrendo de saudades de vocês, muita gente reclamou que quando o conto passado estava ficando excitante eu terminei, vocês não entendem que a tentação faz parte da “Venda” ? Mas como eu sou uma pessoa boa e dada vou contar-lhes o que aconteceu, mas não naquela noite, vocês já perderam o fio da meada, então vou contar um outra vez.
“Bom vocês já sabem com era o meu coroa à la richard gere e já sabe como nos conhecemos então vamos direto ao que interessa, em um dia entediante nem precisava ouvir a musica do cel tocar, apenas o som do aparelho vibrando sobre a mesa já consegui chamar minha atenção, atendi logo de primeira rezando para ser alguem me chamando para sair, ao atender uma voz roca recitando um poema, curto porem profundo (mais tarde eu veria o que era profundo, rs) era meu coroa me ligando para me convidar para um jantar eu disse que ia pensar (tirei 5 segundos o tel da orelha, e pus a mão dentro da calça para ver se estava depiladinha, tudo certo) mas acabei aceitando.
Sai do banho, passei meus cremes pensando na vida e claro que em como seria repetir a dose, parei em frente ao armario, completamente nua , olhando as minhas roupas e nada parecia apropriado para jantar com alguem mais vivido e cheio de cultura, me deu vontade de sair assim pelada, afinal eu me sentia a vontade nua, sem que pudessem julgar a minhas roupas, a minha postura, minha idade, nua eu podia me sentir a vontade, me sentir só dele, mas a humana não é evolui , então se é para ser assim, então eu vou ser mais, escolhe um vestido preto, longo, frente única, dava para ver todas as minhas costas, até quase o meu bumbum, nem deu tempo de me arrumar e o interfone já estava tocando, mandei ele subir e esperar no sofá enquanto eu terminava de me arrumar, me maquiei e peguei o sapato e nem vesti, fui segurando eles, correndo e pulando descalça pelo chão frio ao chegar na sala vi ele com flores e uma caixa de bom-bom, eu não sabia se ria ou se ficava chorava, era cômico pela situação, mas era emocionante pelo romantismo quase inexistente nos dias de hoje.
Ele disse quase de forma ritmada que as rosas não eram mais vermelhas que as cor dos meus cabelos eu que perfume não era tão bom quanto o cheiro do meu corpo, que os chocolates não eram tão gostosos quando o meu beijo. Que mulher não sonha em ouvir isso ? Eu me aproximei, bem devagar, olhando em seus olhos, a respiração dele começou a aumentar , fiquei na ponta do pé e dei-lhe um longo e demorado beijo na bochecha (como se devia fazer as garotas assanhadas da época dele) então quando me virei ele me pegou pelo braço, e me puxou, de encontro ao seu corpo , parecia que tínhamos ensaio um passo de dança, me encachei perfeitamente junto ao seu peito e envolta em seus braços sua mão já correu pelas minhas costas desnudas conforme sua mão descia mais o arrepio subia , nos olhávamos nos olhos sem piscar , quando ele finalmente chegou a minha bundinha, não resisti e o beijei, um beijo caliente, e o joguei no chão (no tapete que era muito fofo e peludo) subi em cima dele e continuei a beija-lo, meus quadris se moviam instintivamente, me deixar exitada naquela posição fazia meu corpo rebolar sobre o seu pau por cima de toda roupas mesmo, eu estava sem pensar em nada, mas meu corpo podia sentir o tesão e reagia.
Então eu me levantei, dei alguns passinhos para trás devagar fazendo jogo com o quadril enquanto ele se ajeitava já imaginando por vir, me virei e olhava suas reações com o queixo sobre o ombro fazendo carão de modelo, puxei o meu cabelo todo para frente para lhe dar a visão das minhas costas, das minhas covinhas e da minha bundinha arrebitada, ele não perdeu tempo e já começou a tirar suas calças, e vi aquele monumento me esperando, cara queria que chegar aquela idade tão inteiro assim, pelo amor de deus, o cara não era doas mais “trincadinhos” mas me fazia subir o sangue de qualquer jeito, eu já estava sem sutien mesmo, então eu tirei a parte de cima, mas como ele era bem colado eu ficava na cintura, então com jeitinho eu fui tirando o resto do vestido, ainda rebolando,então por fim o vestido caiu todo, revelando a minha calcinha de renda, então fui me virando, cobrindo meus seios com o braço, fazendo charme, como se fosse uma virgenzinha tímida, ele abriu um belo sorriso e já estava com a mão no seu pau, então fui em direção dele dizendo “não faça muito esforço, tio. Deixa que eu lhe ajude...” ele ficou meio assim pelo “tio” mas logo sua cara mudou foi de estranhamento ao intenso prazer, quando comecei a masturba-lo, bem devagar, ora bem curtinha, só na cabecinha, ora até a base, bem devagar, fazendo ele sentir toda a extensão do seu pau, e fui aumentando a velocidade mas eu mesma não resisti e não aguentei ficar só fazendo aquilo , minha boca já estava seca (eu realmente gosto de sexo oral, chupar, lamber, beijar, adoro ele na minha boca) então não teve jeito eu cai de boca, ele gemeu alto quando sentiu minha língua quente e minha boca sedenta tocar o seu pau, mas eu estava no jeito aquele dia, chupei sem dar descanso, queria saciar a minha vontade eu fui até o fim, colocando ele todo na minha boquinha, pude sentir ele la no fundo com a sua glande quase tocando a minha garganta (profunda), quase gozei só de tesão que sentia em mamar gostoso mas minha diversão não podia terminar por ali, então parei antes que ele desperdiçasse o leitinho, tirei minha calcinha rapidamente e subi em cima dele, me ajeitei sobre o seu pau, e sem usar as mãos, só rebolando coloquei ele para dentro, eu estava muito excitada então ele entrou na minha bucetinha com facilidade, então me apoiei com as mãos em seus peito e comecei o movimento, cavalgando, no sobe e desce, cada vez que eu subia minha bucetinha se contorcia querendo que o seu pau não se fosse, mas se relaxava cada vez que eu descia para sentir o seu até o talo, meus peitos já estavam duros e ficavam balançando conforme o movimento hipnotizando o meu coroa, eles não resistiu se ergueu e começou a chupa-los, mordisca-los, friccionando entre sua língua e seus dentes, me dando muito tesão, ele me abraçou pela cintura e me puxava e me empurrava contra o seu pau, dando mais força ao movimento, agora seu pau entrando arregaçando e esfolando a minha bucetinha e saia dando alivio a coitada, mas isso na verdade só aumento o tesão me fazendo gozar no seu pau, quando amis eu gemias mais ele ficava alucinado, então eu clamei pelo seu gozo, queria que ele gozasse gostoso, queri o leitinho quente dele para mim, então depois de um tempo ele se levantou me deixando deitada no chão sozinha, sem o calor do seu corpo, minha bucetinha começou a palpitar, meu cuzinho piscava, então comecei a me masturbar, acalmando eles, até que vi ele em pé gozando o jato viajou pelo ar e pude vê-lo quase que em câmera lenta, até atingir meu corpo, ao sentir o contraste do tempo frio que fazia aquele dia ao quente do gozo minha pele se arrepiou, seu gozo em meu corpo era a contemplação do seu prazer, então fiquei ali olhando para ele deixei seu gozo em meu corpo, como se quisesse fazer osmose.
Depois tive que tomar outro banho, para irmos jantar, afinal estava morrendo de fome no restaurante eu ainda fiquei provocando-o com as pernas por baixo da mesa, fiz até a brincadeira do pestico (vi isso em um filme), você pega o pãozinho (tem que ser um mole) poe dentro do seu decote e pressiona, depois da para ele, fica o formato do seu peito se vc estiver excitada fica marcado até o mamilo.
Postado por _aliciadelicia às 06:27 1 comentários
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