google analytics

segunda-feira, 11 de outubro de 2010

Baila comigo ?

Ola meninos e meninas sapekas !
Nossa impressão minha ou essa semana passou muito rápido, um piscar e já estou aqui de novo, mas tudo bem com vocês ? Eu estou bem, obrigada.
Falando com a uma follower no twitter sobre fetiches fiquei pensando sobre os meus, sobre as coisas que me excitam e tal e cheguei há duas coisas que me excitam são dança e roupas, muitos dos meus fetiches envolvem pelo menos uma dessas duas coisas, e pensando nelas foi que lembrei de uma historia sobre um mundo que alia bem essas duas coisas, um mundo que me chama muito a atenção, que eu acho muito sexy que eu gostaria de fazer parte se o mesmo não se mostrasse tanto na defensiva e trata-se as pessoas com o mesmo preconceito que sofrem.

“As vezes olho para trás pensando no que teria acontecido com pessoas do meu passado, onde estarão aquelas pessoas que conheci na segunda-serie, mesmo algumas pessoas que te acompanharam na vida escolar e que ao crescerem se afastam da sua vida e é legal quando você encontra uma delas na rua, sem querer. Foi assim que eu encontrei a “Jeh”, estava na lanchonete com minha bandeja procurando lugar para sentar quando a avistei e levamos até um susto na hora e ela me convidou para me sentar junto dela e ficamos ali conversando e dando risada, nossa como me diverti aquele dia! Eu não lembro dela ser assim no colégio, ela ficava de canto, mal falava com as pessoas, baixava o capuz e dormia a maior parte do tempo, confesso que cheguei achava ela era meio estranha, parecia que ir morder se você chegasse perto, lembro dela subindo no palco e lançando suas rimas e poucos lhe dando a atenção. Mas ela estava linda agora, parecia uma mulher, vaidosa, delicada e bem provocante (rs) então combinamos de sair para curtir e dar mais risadas, ela disse que ia inaugurar um novo espaço e os amigos delas iam cantar e ela ia lá prestigiar e me convidou e disse para passar na casa dela as 7, me deu o endereço e nos despedimos.

Me arrumei e fui busca-la na casa dela, ao chegar ela me pediu para que entrasse, me olhou de cima a baixo e disse “você vai assim ?” ela disse que eu parecia que ia para a balada, me levou para o quarto dela e disse que emprestaria umas roupas dela. Mulher quando se junta para escolher roupa é uma bagunça só, dei muita risada , me olhava no espelho e via alguem muito diferente, uma mina do gueto, mas vou confessar que a Alicia versão hip-hop girlz estava um tesão. Uma calcinha de renda e um top, uma calça de cós baixo, quase mostrando a minha pélvis, um cinto, uma regata branca , um casaco de capuz felpudo e um tênis da adidas. Ao vestir aquilo tudo e me olhar nos espelho comecei a entrar na personagem, tava me sentindo a “mina do gueto, pode pá que eh nois”, a jeh me contava como funciona as coisas no baile, como são os caras e principalmente como evita-los(rs) quando ouvimos um buzina, era a banca do rap chegando para nos dar uma carona. Ao sair, vi vários carros rebaixados, modificados, tunnados, os caras encostados no carro cheios de marra e as garotas me olhando como se quisesse estrangular, mas eu empinei minha bunda e parti a desfilar para o carro. Fui apresentada ao gus(lê-se gãs), calça big, camisa que mais parecia uma camisola, bandana boné, e muitas joias e correntes, nossa devia dar dor nas costas do rapaz, bonitinho até, e o som rolando alto, podia sentir o som vibrando em meu corpo, a batida fazia meu corpo estremecer todo, já estava sendo contaminada pelo ambiente, querendo dançar, estava começando a ficar inquieta, mesmo conversando com a jeh e o gus no carro.

Ao chegar no lugar todos estavam olhando para nós, abriam espaço como se fossemos os donos do lugar, varias pessoas comentando, era notável a sensação, atravessamos a pista toda sem dificuldades até a área vip. Estávamos em 18 pessoas então só quando eu cheguei la é que pudi conhecer um a um, e avaliar bem o material e vi que um deles não tirava os olhos de mim e eu não podia decepcionar procurei peguei a mão da minha amiga e fui para o bar dar aquela calibrada. Mas o olhar daquele cara não saia das minhas curvas e no balanço do meu corpo, e eu podia dançar e me movimentar a vontade na area VIP sem aquele bando de ogro chato me pegando braço, puxando cabelo e isso é quase como ter uma noites perfeita, bebida, dança e tranquilidade, só faltava mais uma coisa para a noite ficar perfeita, faltava uma pegação, faltava um loucura. Então vamos a caça e nada como dançar para fazer ferver a libido masculina e o hiphop é uma dança muita sensual, eu ali mexendo as curvas sentindo a batida fazendo meu corpo transpirar, suando feromônio mas de todos os olhos que pairavam sobre meu corpo apenas um dele tinha a faísca que poderia acender o fogo do desejo que estava me consumindo.

È impressionante como só uma mulher ter o dom de sentir o olhar de um olhar sobre ela, eu não precisava olhar para seu rosto para saber que ele me media em cada movimento, para eu o estava deixando louco e ele veio se aproximando, devagar, ele foi me cortejando aos poucos, me circulando, dançando com outras garotas para me provocar, mas seus olhos o denunciavam eu sabia que ele estava louco para me ter e só eu interessava naquela noite, eu era o seu premio, sua maior conquista, é inevitável o sentimento de prazer que uma mulher tem quando vê que um cara luta para conquista-la, que sabe que ele depois vai se sentir o máximo, e contar para todos os amigos da sua gloria de conseguir ter uma garota cobiçada, mas sabe no seu pensamento que aquilo é pura ilusão, que o mérito é dela, que possuía o controle da situação, tendo o poder de decidir se aquele cara ira ter a gloria ou não. E naquela noite eu decidi conceder a gloria máxima aquele cara que soube me envolver no seu jogo de sedução através da dança, das roupas, do estilo, então fomos os dois em direção um do outro, abandonei minha amiga e caminhei até ele e ele em minha direção, ao chegarmos perto um do outro, a faísca aconteceu , aquele corpo perto do meu, me fez arrepiar, os olhos nos meus, as palavras ditas sem abrir a boca e nossos corpos se encaixaram perfeitamente para enfim dançarmos juntos.

Dizem que dançar é fazer amor na vertical, nunca tinha sentido algo que valesse tanto esta frase, seu corpo estava colado ao meu, não desgrudávamos, sensualidade pura, podia sentir cada cm do seu corpo e com ele me xinxando podia sentir aquele monumento duro já no meio da minha bundinha arrebitada, querendo ser comida ali mesmo no meio da pista, eu estava louca, me sentindo presa dentro da roupa, não aguentei, me virei e tasquei-lhe um beijo daqueles bem dado. Nossa senhora, que beijo era aquele, macio, com desejo transbordando, que pegada ele tinha que me deixou ensopada, beijou em cima acendeu em baixo. Eu não queria parar de beija-lo, a cada segundo eu sentia ficar mais molhada, achei que fosse começar a pingar(rs), as mãos deles firmes descobrindo meu corpo, até que ele passou pela minha barriga, me dando arrepios e começou a descer, eu juro que pensei seriamente em deixar ele enfiar a mão dentro da minha calça ali mesmo, imaginar ser masturbada no meio da pista foi a faísca que faltava para tudo pegar fogo, peguei ele pela mãe e o arrastei até o fundo da área vip, joguei ele no sofá e comecei a dançar só para ele, uma dança bem sensual como se fossemos os unicos no baile todo, apaguei todo mundo da minha mente e dancei, ele apertava o seu pau,que já devia estar estralando dentro da calça.

Ele estava la sentado, jogado, como uma cafetão e eu a sua putinha, me inclinei sobre ele beijonando e sem parar de dançar , subi no seu colo e me encaixei no seu pau e comecei a cavalgar, mexendo os quadris , e ele não se ageuntava mais beijava meu pescoço, me cheirava e repirava no meu ouvindo e depois foi descendo pelo meu colo e sua mão subindo por dentro da minha blusa, nas minhas costas e depois indo para frente levantando minha blusa e expondo meu seios e logo que passou a palpa-los e a beija-los me apertei contra ele para evitar dar muito na cara (doce ilusão) passando a mão entre os seus cabelos e puxando contra meu peito e ele chupava com vontade, me fazendo revirar os olhos, a língua úmida dele rodopiavam os meus mamilos e os bicos prensavam apertando-os, até ele me virar e me fazer sentar no sofá e vir com aquele furor todo abriu o meu cinto, abriu o botão da calça e foi atrás daquilo que ele queria a noite todo a minha tão cobiçada e ensopada bucetinha, que de tão encharcada, já estava abertinha convidativa que ele já chegou enfiando seus dedos, de uma vez só, de supetão e eu fui ao céu e voltei , de volta a realidade com aquele cara me masturbando fazendo a festa na minha bucetinha, me beijando e me fazendo elogio ao meus ouvido mas sem perder a marra, dizia que eu era a princesa, mas que só ele iria fazendo jeito que eu merecia, e aquela marra toda me excitava eu começava a gemer baixo e ele me pedia para gozar, gozar para ele, gozar bem gostoso, e eu estava aponto de um orgasmo, eu apertava ele, querendo deixar a minha marca naquele corpo , apertava tão forte quanto minha bucetinha se contraria se preparando para o climax, até quando finalmente gozei, o orgasmo impulsionado pela batida da musica a sensação de estar sendo masturbada no meio da balada e o tesão daquele estilo acho que conseguiria acender uma lampada coma descarga que meu corpo deu com aquele orgasmo.

Mas estava na hora de retirbuir, então eu desci do sofá e me ajoelhei no chão, confesso que fiquei meio com nojo de ajoelhar mas eu não podia parar por ali, ou eu alivia a tensão daquele cara ali ou ele ia querer me deitar no sofá e me comer ali, e no estado que eu estava ia ser difícil recusar. Abri a sua calça e puxei um pouco e coloquei aquele monumento para fora, duro, apontando para o teto, pulsando, quente, cheio de vida e com as veias aparecendo, e então comecei a masturba-lo, olhando em seus olhos e olhando para aquele pau, fazendo minha vontade aumentar, ficando com agua na boca querendo cair de boca e finalmente abocanhei com gosto aquele pau ele até ficou sem ar, e eu caprichei, logo de primeira , eu coloquei aquele pau todo na minha boca de uma vez só, senti bater la no fundo, e fui chupando com vontade, ele colocou as mãos sobre a minha cabeça e ficava me pressionando, eu mau respirava, só chupando aquele pau como uma putinha, e assim ele balbuciava, me chamava de minha putinha , de safada, e me pressionava contra o seu pau e mamava como uma bezerra faminta, da cabecinha até a base, e pegava com firmeza nas suas bolas até que vi que ele ia gozar, ele foi respirando mais e mais fundo e na hora que ele ia gozar ele me prensou ainda mais, ele quase me sufocou, e gozou direto na minha garganta, jorrou leitinho quente direto guela a baixo.
Confesso que depois fiquei meio enjoada com tanto álcool e outras coisas (rs) tive que ir “segurar a parede” mas faz parte, admito que depois daquele dia eu fiquei um pouco mais “comunidade” sabe ? Foi uma experiencia muito legal que eu levo comigo no meu mp3 e no meu armário até hoje

2 comentários:

MELISSA & MARCELO disse...

Oi gata, adorei seu blog, leia o meu, quem sabe eu não possa participar de um de seus contos ?

melissa_marcelo@ig.com.br

Me escreve, bjão,
Marcelo

Anônimo disse...

Il semble que vous soyez un expert dans ce domaine, vos remarques sont tres interessantes, merci.

- Daniel